Playing With Feelings
13 PLAYING WITH FEELINGS, CAPÍTULO 13
Notas iniciais
Terça, 26 de Abril de 2011, 12:30, escola/biblioteca
Miley:
– Vocês ficarão aqui até 14:30, entendidos? –nós consentimos entediados– Já avisei aos pais de vocês sobre esta advertência e os mesmos concordaram que é uma maneira de discipliná-los.
– Sério que você vai ficar aí fazendo discurso? –eu perguntei irritada
– Não, eu já estou indo. Qualquer coisa estou em minha sala. E hoje vocês estudarão Biologia. Os livros são aqueles –ela apontou para os mesmos.
– Ok, querida diretora –Justin disse irônico
– Bons estudos.
– Vai tomar no cu –eu disse em voz baixa para que ela não ouvisse, mas Justin que estava do meu lado ouviu e riu
– Ela vai ficar lá fumando e a gente vai ficar aqui fazendo nada?
– Eu vou fumar também –dei de ombros e sentei em uma mesa
– Ótima idéia –ele disse e estendeu a mão para mim
– O que você quer? –franzi o cenho
– Um cigarro, esqueci o meu em casa.
–Você é muito folgado garoto –lhe dei um e ele o levou a boca, acendi para ele e logo depois acendi o meu.
– Sou apenas esquecido Smiler, você sabe disso –ele soprou a fumaça em minha cara me fazendo tossir
– Se me chamar de Smiler de novo eu arranco seu pinto fora.
– Não faria isso com seu melhor amigo, não? –ele se posicionou no meio de minhas pernas
– Mas o que é isso? –eu disse olhando ele encaixado sobre minhas pernas
– Miley, estou carente.. me ajuda com algo?
– Carente Justin? Só se for de inteligência né meu filho.
– Eu to falando sério, Cyrus.
– Eu também, Bieber –disse com ironia e o empurrei
– Por favor, me ajuda, aposto que você vai se divertir –ele tragou o cigarro, parecia meio nervoso.
– O que é que você quer?
– Vamos dar uns amassos? Só pra abafar a carência.
– O quê? –olhei-o incrédula– Justin, somos amigos desde a infância.. mas como assim?
– Por isso mesmo, amigos ajudam amigos.. e eu preciso de ajuda Smiler –ele jogou o cigarro no chão e se aproximou pegando em minhas coxas, apertando-as sobre a calça jeans que eu usava.
– Já te falei sobre me chamar de Smiler –o fuzilei com o olhar– O que eu ganho se eu te ajudar?
– Eu fico te devendo uma.
Bom, seria muito bom ter Justin Bieber me devendo um favor, e eu sabia que éramos amigos e que nada mudaria depois de alguns amassos, aliás era apenas uma ajuda.
– Ta certo –joguei meu cigarro fora– Mas que ninguém saiba desse favorzinho, viu? –eu disse e ele consentiu sorrindo antes de se engatar novamente em meio as minhas pernas.
Seus olhos se fixaram aos meus e eu comecei a ri descontroladamente.
– O que foi?
– Sei lá, é só que isso é muito estranho.
– Olha para mim Miley –ele puxou meu rosto
– Melhor não ter muitas trocas de.. –eu ria
– Cala boca –ele disse antes de selar nossos lábios, eu ainda ria durante o beijo. Meu Deus o que eu tava fazendo? Parei de ri e levei a sério o favor, então abri minha boca dando passagem para sua língua, que procurava a minha em desespero.
Ele apertou minhas coxas mais um vez e me puxou pelas pernas colando ainda mais nossos corpos, pude sentir seu membro pulsar sobre minha intimidade e isso me deixou super excitada. Já entregue ao prazer, busquei tirar sua camiseta e de leve arranhei seu peitoral definido. Ele encolheu um pouco a barriga em função das cócegas que sentia. Sua boca se separou da minha e ele começou a beijar e chupar meu pescoço. Justin começou a levantar devagar o meu blusão preto da Calvin Klein desvendando minha silhueta..
– Mi-Miley, como você é go-gostosa –ele disse embasbacado enquanto me olhava
– Vai ficar só olhando? –eu perguntei com malícia e ele novamente se apoderou de meus lábios, suas mãos com agilidade retiraram meu sutiã e ele desceu os lábios para o meu pescoço, depositou alguns beijos ali e desceu mais, beijando toda a extensão da minha clavícula, enfim ele desceu um pouco mais, encontrando meus seios já rígidos.
– Quem diria que Miley Cyrus tivesse seios tão lindos e fartos.
– Duvidava da minha beleza, Bieber?
– Talvez não a reconhecia..
Eu ri divertida e ele se apoderou dos meus seios chupando-os e mordendo-os, me causando sensações de extremo arrepio. Senti cada pelo de meu corpo eriçar, um por um. Após me deliciar por ali ele se pôs totalmente de pé novamente e me fez deitar sobre a mesa, pressionou nossas intimidades de forma que me fizesse sentir seu membro rígido pulsar sobre minha intimidade encharcada. Gemi alto. Naquele momento não pensava nem em parar, queria mesmo era chegar até o fim, senti-lo entrar em mim.
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