Playing With Feelings

10 PLAYING WITH FEELINGS, CAPÍTULO 10


Notas iniciais
Hey só conseguir postar agora porque minha mãe saiu então boa leitura.

Segunda, 25 de Abril de 2011, 09:01, escola

Miley:

O sinal acabara de tocar me acordando mais uma vez de uma aula chata, vi que todos se aglomeravam na saída e só então percebi que era o intervalo. Me levantei e saí com Marie e o Ryan que faziam a mesma aula que eu, História.

– Preocupada com a sua aposta, Miley? –Ryan perguntou

– Nem um pouco, Tyler é sozinho e vai adorar uma companhia.

– O chato é que você vai ter que humilhar ele né? –Marie disse entortando os lábios

– Que isso Marie? Você contra nossos más comportamentos? –Ryan se indignou

– Claro que não.. é que acho ele um carinha legal. É meio zoeira. Covardia, sei lá.

– Tomara é que a Miley o faça virar homem, porque nenhum em sã consciência vive assim. Desolado do mundo, das mulheres. Eu hein, isso pra mim é uma bichona.

Gargalhamos com o comentário de Ryan. Encontramos Chris, Julhie, Justin, Cait e Chaz já na nossa mesa de costume. Peguei uma bandeja e me servi, fui até eles.

– Olha lá a sua vítima, Miley. Ele está tão desolado –Justin disse fazendo todos olharem para Tyler.

– Se eu fosse você eu ia lá agora.. Uma ótima chance para se colocar a aposta em dia –Cait opinou e eu concordei, me levantei simplesmente e fui até o garoto que se sentava em uma mesa sozinho.

– Olá Tyler, posso me sentar aqui? –me sentei sem ele responder

– Já sentou né –ele sorriu amarelo

– Está tão tristinho, o que houve?

–Jura que está preocupada comigo?

– Sim, não posso?

– Ah é que você e aquele seu grupinho é meio da pesada né –ele ajeitou seu óculos fundo de garrafa

– Nem somos, apenas curtimos a vida adoidados.

– BEM adoidados.

– Ah coé, você mal me conhece e já está me julgando?

– Eu não estou te julgando..

– Eu levei isso como um pré-julgamento –arqueei uma sobrancelha e ele sorriu sem graça.

– Tudo bem, me desculpe. Você se chama Miley, não é mesmo?

– Sim, sim.

– Só gravei por ser um nome tão estranho para uma californiana.

– Minha mãe era brasileira –eu coloquei uma colher de salada de frutas na boca– Por isso lá em casa temos nomes que são estranhos para vocês aqui.

– Ah, explicado –ele sorriu– Você tem quantos irmãos mesmo?

Ficamos conversando por um bom tempo. Eu passei meu número para ele, e ele me passou o dele. Combinaríamos de sair mais tarde e ele parecia feliz com o convite. Assim que o sinal bateu fomos juntos para a sala, já que tínhamos a mesma aula naquele horário, Matemática, eca.

Notas finais
Eu sei o capitulo é extra pequeno prometo recompensar, beijos.