Planos para o futuro

1 Feliz aniversario Ginny


P.O.V. Harry

Dizer que eu estava nervoso era uma tremenda ironia, todo meu corpo tremia e eu não sentia os meus dedos. Todo o meu dia passava durante o jantar.

Hoje era o aniversario de 18 anos de Ginny, todos os Weasley’s, Hermione, Ordem e Armada de Dumbledore... Enfim todos. É eu começava a me arrepender de ter decidido fazer o pedido agora, mas agora não dava mais tempo.

Tempo. Algo que antes, eu não tinha assim como planos para o futuro e era justo isso que tinha em mente hoje sedo quando fui ao Gringods. Depois de maior de idade descobri que aquela grade cofre que sempre visitei não era toda a fortuna dos Potter’s, tive lá aceso todo esse tempo somente ao ouro quando na verdade o verdadeiro tesouro estava escondido em outro cofre duas vezes maior que aquele que guardava todos os registros da família Potter, desde livro que continha a imensa arvore genealógica Potter, os diários de pesquisas de sua avó, os diários de sua mãe e outras coisas do tipo, que tem valor sentimental não material.

Desde que soube disso sempre que podia ia lá pegar algo (principalmente os diários de Lily) e me aprofundar no conhecimento da minha própria família. Hoje foi lá para buscar o conhecimento de meu bisavô. Ele era um ferreiro que estudava os métodos dos duendes. O que procurava em seus registros era um modo de enfeitiçar um anel trouxa, com o reconhecimento de um pomo-de-ouro.

Infelizmente não achei, mas achei um contato que decidi procurar. O endereço era o certo, pois tinha uma pequena lojinha de joias lá.

Entrei e dei de cara com um cara que parecia um elfo latino do Papai Noel, com cabelos pretos encaracolados, orelhas pontudas, uma cara alegre, infantil e um sorriso travesso que lhe dizia que este cara seria imediatamente amigo dos gêmeos. Seus dedos longos e ágeis não paravam de se movimentar – batucando no balcão, colocando o cabelo atas das orelhas, brincando com os botões da jaqueta de exercito. Ou o cara era naturalmente hiperativo ou se entupira de açúcar e cafeína o suficiente para dar um ataque cardíaco em um búfalo.

Ele o notou de imediato: – Olá, em que posso ajudar?

– Sim, estou procurando o senhor Sammy Valdez, ele esta? – perguntei

– Não, ele faleceu a alguns anos, você o conhecia – o cara perguntou parecia curioso.

– Não – disse surpreso – mas meu bisavô sim! – depois de alguns minutos de conversa descobri que ele se chamava Leo, e construiu a loja em homenagem ao bisavô e a namorada que fabricava joias, ele era um mecânico e estava na loja para a namorada ir ao medico. Perguntei a ele se poderia me ajudar e ele disse que sim se eu fizesse um favor a ele. Fiquei preocupado neste momento, mas o suposto favor era der lhe o meu contato, então concordei.

Ele me ajudou a com o feitiço e ate refinou com uma técnica de duende, fazendo com que o pequeno anel, tal como a espada de Gryffindor, somente absorvesse o que o engrandeceria. Foi uma tarde divertida, o Leo era uma pessoa de humor invejável. Pena não poder ter conhecido sua namorada, Calipso ele falou muito dela, mas tive que voltar antes de vê-la afinal era uma viagem muito grande de Houston a Londres.

– Harry por que esta me olhando vidrado? Preciso me preocupar? – disse o Sr. Weasley e todos me olharam com uma expressão engraçada. Achei ali a minha brecha.

– Depende do ponto de vista. – disse e sorri vendo todos franzirem o rosto. Levantei-me é peguei a caixa do tamanho de uma palma do bolso – Eu gostaria de dar o meu presente para a Gina agora se importam? – todos negaram. Hermione mantinha uma expressão de curiosidade. Pigarrei.

– OK, eu pensei muito no que te dar, serio foram duas semanas de muita frustração, então eu pensei que o que importa não era o presente mais a motivação e assim cheguei a isso. E de todo o coração. – entreguei a ela a caixa e me enquanto todos olhavam-na abrir eu me posicionei em frente a sua cadeira de joelhos.

E quando ela abril o pomo-de-ouro levantou vou e rodeou sua cabeça quando iria se afastar, ela o agarrou e em sua palma ele se abriu para todos verem o anel de prata com um pequeno diamante envolto de minúsculas esmeraldas. Arfou e me olhou, com todos ainda confusos, disse o que sentia.

– Bem, eu nunca fiz planos para o futuro, nunca esperei um futuro, mas agora que isso é possível eu quero passa-lo com você, planeja-lo e executa-lo com você somente você Ginny, casa-se comigo? Quer ser minha esposa? – todo o meu desabafo foi olhando diretamente em seus olhos

– Não, testa-rachada – disseram todos os irmãos de Ginny ao mesmo tempo. Sra. Weasley lhes deu uma bronca legendaria, mas eu estava interessado em Ginny que ate agora não deu sinal de vida. Enquanto todos olharam o show de broncas da Sra. Weasley, Ginny veio ate mim depois de me içar para cima ela sussurrou: – Esse e meu presente? – assenti – Nossa não acha que e meio apresado? Que dize nos namoramos há um ano e meio. Não e muito pouco para esse passo?

– Só quero ter a certeza Ginny. Não precisamos casar agora podemos casar quando quiser. – esclareci. Ela sorriu

– sendo assim eu aceito Sr. Potter... – murmurou antes de me beijar, ao longe podia ouvir de tudo, resmungos, palmas, gritos de “parabéns” e ate um bebe chorando. Mas no momento estava ocupado com a futura Senhora Potter.

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