Notas iniciais
Olááá pessoinhas! Aqui é a Nadencia, ou a Carol, ces que escolhem u.u Aquiii estááá o esperado capítulo 2 !!! Não sei se a confusão vai ser demais pra vocês, mas espero que não heim u.U

Pov's Desordem

—Desordem... vamos lá, mais uma vez, vamos recapitular o que realmente houve enquanto você estava surtada – O tom de voz de cansada combinado com seu olhar preocupado – sério me faz respirar fundo e me esforçar – Os tais cachorros zoiudos que atacamos com uma serra elétrica e com um extintor de incêndio que soltava fogo... Eram dracaenes, que queriam nos matar. E a serra elétrica era a espada do Nico e o tal extintor era um spray inventado pelo Leo.

—Certo... – eu mordo meu lábio e encaro o teto. Os três garotos estão debatendo se tentam criar um arco íris em pleno shopping, ou se arriscam usar um telefone. Enquanto isso, Lice cuida de mim. Foco nas rachaduras que surgiram depois de tudo e engulo o caos dentro de mim. Precisamos continuar – O Leo me salvou delas, então... E você ajudou o Nico avisando quando elas tavam se escondendo nas paredes... – ela me analisa – Nada de cachorros voadores então?

— Nada de cachorros voadores – ela põe a mão no meu ombro. Sua meia tão amada acabou ganhando alguns buracos, porém Lice nem deve ter percebido ainda. Por mais exausta que ela pareça, posso ver em seus olhos uma chama de alegria e de força. É isso que me encoraja a continuar tentando desfazer os nós que minha mente criou.

—E no meio de isso tudo, Percy lançou a bomba? Nós somos semideusas, sério? Num entendi isso.

—Bem, ele não tem todas as respostas, mas basicamente eles vêm nos rastreando já há um tempo, ainda no Brasil. Sim, nós somos semideusas.

Seu sorriso, apesar das circunstâncias, contagia-me um pouco. Alice vive com o pai e a mãe dela, até então inquestionavelmente biológicos, o que torna essa declaração um tanto questionável. Apesar disso, acabamos de testemunhar habilidades que uma mortal comum certamente não demonstraria.

— Tá... então as bicha lá. Depois que elas morreram, e eu consegui parar de chorar, espernear, ver sangue onde não tinha e... sei lá mais o que que eu fiz, é que apareceu aquele dementador lá?

—Isso, mas não, não era um dementador. Lembra que eu te falei? – eu abano a cabeça. Era o tal do Coveiro – Antes disso, o Percy apareceu super assustado com...

—O monstrão porque tinha uns poderes bizarros, parecendo os do Darth Vader usando a Força...

—É, e aí a gente tentou manter a calma e pensar em um plano...

—Enquanto eu tinha alucinações e berrava que nem um bebê.

—Sim. – ela me abraça, consolando, porque sabe que a vergonha que sinto, por todo esse vexame todo, me devora mais do que qualquer monstro jamais poderia. Eu a solto, só porque preciso que ela continue, ou se não vou desabar de vez. – O plano foi por você debaixo dos balcões, junto com os funcionários daqui da livraria, porque parecia mais seguro, e nos posicionar pra encarar o tal monstro. Só que aí...

—Você meio que sentiu o que devia fazer, falou pros tais Leo, Nico e Percy fazerem o que você dissesse, e pra te darem a espada e a tampa de boeiro...

—Era um escudo. Eu meio que senti a presença do Coveiro antes mesmo do Percy chegar, e quando ele contou tudo, lembrei daquelas pesquisas que fizemos, e aí sei lá. Fez sentido! – ela parece contente por mesmo em meio a tanto horror, ter conseguido tais façanhas, e isso me deixa feliz também, mesmo que meus outros sentimentos atrapalhem.

—Todos meio que te deram espaço, e parecia que você estava irradiando uma aura... Tanto que quando o monstrão transformou a livraria em uma nave espacial – ela abre a boca pra protestar – A gente começou a flutuar, como se não tivesse gravidade! É só uma metáfora – ela levanta a sobrancelha pra mim e abaixa o rosto, é uma expressão clara de “é mesmo?” duvidando de mim – É sério, sei que não fomos abduzidas – rimos um pouco, aliviadas. – Mas aí, você foi a única que ficou de pé encarando o bichão de frente, empunhando até a espada! Enquanto eu e os outros távamos tentando nos segurar no balcão sem entender – E aí cê disse alguma coisa que ele sei lá... como que foi mesmo?

—Você não lembra do que a gente leu? O coveiro se apossa de mentes fracas, controlando seus corpos – aquela ideia manjada já. A maioria das pessoas entra nessa classificação, mas de algum jeito eu sabia que eu não – e estava certa! Sem esse artifício, até eu consegui derrotar ele e...

—Girls! –Percy a interrompe, e diz que conseguimos uma carona...para o acampamento meio-sangue.

—Espera um pouco aí... – é só então que consigo associar as coisas, que se dracaenes e coveiros são reais mesmo, então... – VOCÊ É O PERCY JACKSON? –Eu berro e me aproximo dele, para enxergar seu rosto. No meio do caos meus óculos sumiram...

—Sim. Eu sou Perseu Jackson, filho de Poseidon e Sally Jackson. E aqueles são de fato, Nico di Angelo e Leo Valdez. Prazer em conhecê-la, Carol – ele estende a mão. Eu a aperto e fico boquiaberta, encarando o tom verde mar dos olhos dele – Tente manter a calma, ok? Lá no acampamento irão te ajudar, então você tem que se manter até lá.

—Vamos indo, então? – chama Nico, já na porta da livraria, apressado –Ainda estamos meio em perigo, e tals...

—VAAAAMOOOOOOOOOOOS!!!!!!!! – grito animada. Eles congelam, achando que vou surtar de novo, e me encaram pasmos.

—VAAAAMOOOOOOO LÁÁÁÁÁÁÁÁÁ! – Alice grita comigo. Olhamos uma pra outra e ignoramos os olhares confusos que eles nos lançam, e vamos saltitando até a porta. – Acampamento, aí vamooos nóóós!!!!!!! – seu sorriso vai de orelha a orelha, e acho que essa é a maior felicidade que duas semideusas poderiam sentir.

Notas finais
Yeaaay, é issooo Me diigaam se a confusão foi muita, ou o queee Bjãão e até o próximooo (que vai sair bem mais rápido que esse, prometooo pra vcs e pra Lice ♥) ♥♥♥♥