Piratas do Ouro Português
13 Capitulo XIII
27 de junho de 1712 Salvador, O poderoso Lobo do Mar aporta em salvador. Um Galeão gigantesco, com três mastros grandes que mantem uma boa velocidade e manobrabilidade, possui três baterias de canhões cobertas com quarenta canhões em cada bateria mais os vinte e cinco canhões de cada lado do convés principal totalizando cento e quarenta e cinco canhões em cada lado, canhões terríveis sob medida otomanos de alto calibre, muito superiores aos de 32 libras, a carranca do navio três lobos todos em posição de ataque com as bocas abertas para morder a presa, o Líder duas vezes maior que os dois a seu lado tem na abertura da boca a saída de um canhão e os dois menores nos cantos tem na boca a saída de um presente dos gregos, lança chamas mortal com longo alcance e que queimava sobre a agua e queima madeira de navios como galeões feito palha seca, no convés, na proa duas bombardas canhões otomanos enormes com um calibre de 762 mm, estes dois feitos de um material especial que diminuía muito seu peso de 18 toneladas para 12 toneladas fazendo com que o navio pudesse carrega-los sem afundar inclinando para a proa, um único disparo podia afundar uma fragata e dois morteiros navais super pesados capazes de fazer chover com um único disparo 50 quilos de aço e terror ( munição comum de canhão 1 quilo) na popa para equilibrar o peso com as bombardas, presas em algumas amuradas havia oito de cada lado do navio a antiga arma romana os famosos escorpiões, melhorados no tempo de recarga tendo apenas de puxar com as mãos o pendulo de lançamento até o mecanismo de gatilho, inicialmente usados para disparar flechas pesadas agora usado para disparar pequenas granadas feitas de cerâmica explosivas com impacto carregadas com estilhaços de aço embebidos em veneno mortal que paralisa antes de matar a vitima para os que sobrevivessem aos estilhaços morressem sem dor logo em seguida pelo veneno, na popa do navio timão de ouro com varias joias, o casco era reforçado com placas de aço que davam uma cor escura ao casco e resistiam aos disparos de canhões de 32 libras a queima roupa sofrendo apenas amassados, no topo do mastro uma invenção inglesa em escala extremamente menor um sistema de farol com óleo de baleia para iluminar inimigos que tentassem se aproximar a noite que logo seriam vistos, tendo a capacidade de transportar mil e quinhentas pessoas sendo quinhentos e oitenta homens nos canhões laterais, dez homens nas bombardas cinco em cada Bombarda, quatorze homens nos morteiros sete em cada morteiro, dezesseis homens nos escorpiões um em cada escorpião, dois no farol no mastro principal, oito homens para os lança chamas na proa quatro em cada lança chamas, uma força de cem homens para invadir navios hostis em abordagens e mais uma força de cem homens para defender o navio de invasões durante abordagens, trezentos e vinte marujos nas velas e os sete oficiais: capitão, Imediato, Mestre de Armas, Mestre de Artilharia Boreste, Mestre de Artilharia de Bombordo, Contra mestre e Mestre Carpinteiro. Ostentando uma bandeira Laranja no canto superior esquerdo e roxa no canto inferior direito dividida em diagonal com um ramo de Oliveira com uma espada por cima.
Me preparava para ir a terra, na época tinha pele bronzeada do sol, cabelos crespos pretos já começando a ficar grisalhos nas raízes , estava com 1,73 m de altura, olhos cor de mel, usava botas de couro longas calça azul escura de algodão e uma casaco preto com medalhas no peito um sobre tudo preto que chegava aos tornozelos decorado com ramos de Oliveiras, em meu coldre uma espada Rapieira Italiana que na lamina vinha escrito honra e embaixo o selo do Papa e uma pistola prateada com detalhes de ouro, pedi para que cuidassem do meu navio até que eu voltasse no dia seguinte, fui caminhando para um armazém de meu amigo no centro da cidade.
Em quanto ia para meu destino fui parado por uma mulher.
Mulher: bom moço teria algum trocado para uma pobre mãe que tem três filhos a criar.
Peguei do bolço do meu sobretudo um pequeno saco, chacoalhei para se ouvir o tilintar das moedas, e entreguei a mulher.
Eu: compre uma casa grande e use para alugar algum quarto assim ter alguma renda.
A mulher se alegrou imediatamente.
Mulher: obrigada moço que Deus lhe retribua.
Eu: já me retribuiu.
Mostrei em meu dedo a aliança de compromisso, me despedi da exprobre mulher e continuei meu caminho. Ao entrar no armazém se encontrei meu amigo Denis o dono do armazém.
Denis: opá, entre como esta.
Eu: muito bem, e os negócios?
Denis: em alta, muito bem.
Eu: ele já chegou?
Denis: sim, sim fizeste uma bagunça nos fundos sumiu com minhas coisas e apareceu com...com um... ahhh és melhor veres com teus olhos.
Nós dois fomos a uma porta no fundo do armazém, o segundo deposito, quando entramos a estrutura de alvenaria da lugar a paredes de pedra grossas e escuras ossos e partes de animais penduradas em alguns cantos, um caldeirão sobre fogo aceso, no canto uma fornalha com algo dentro que iluminava o lugar com um brilho dourado ao lado uma mesa de trabalho de pedra com ferramentas e projetos. Denis se aproximou da fornalha.
Denis: oque es isto?
Eu: não toque, tenho certe..
De repente, do teto surge uma mão e toca em minha cabeça do Capitão.
Eu: tudo bem Lucio me pegou.
Lucio desse de uma estalactite, onde estava pendurado, Lucio era bem velho, pele clara , 1,63 m de altura cabelos longos e brancos como a barba, muito magro.
Lucio: ha ha te peguei, amigo terminei de fazer oque pediu bem, mas fiz uma mudança.
Eu: expendido, mas oque tu mudaste?
Lucio: pediste para pegar uma alma negra e terrível que pudesse acabar com o demônio que vais enfrentar, procurei muito encontrei almas terríveis, Cortez o Conquistador espanhol, Atila o Huno, Vlad o Empalador, mas me deparei com uma alma que eu creio ser a melhor.
Eu: porque?, e de que alma se trata?
Lucio: veja, a alma que usei é a de Horácio Clotes, um grande Herói Romano, conhece a lenda, ele defendeu...
Eu: ...uma ponte de um exército bárbaro inteiro, enquanto seus soldados preparavam Roma para se defender, é o Primeiro Herói da republica.
Lucio:... sim, cumpriu seu dever de lutar sozinho até a morte para proteger seus amigos, família e lar, assim como o portador da arma e ele aceitou de bom grado na criação da arma dando a ela poder enormes.
Eu: então escolheu a alma dele.
Lucio: sim.
Denis: alma? para que?
Lucio: eu fiz a meu aprendiz uma arma especial, para fazer ela com todas a capacidades que essa arma tem é preciso não de sangue mais de uma alma humana, eu usei a alma de Horácio, para dar ... poder da arma.
Eu: quais.
Lucio: varias, que não sei, Horácio era um semideus, mas seu pai divino é desconhecido e então tanto oque a arma faz por simples influencia do portador como oque Horácio faz eu posso dizer que se seu portador for alguém com um dom mesmo que seja inferior ao seu pode tornar esta uma arma muito poderosa.
Denis: e quem pode ser o tal portador?
Lucio: Horácio escolhe e depois disso a arma estará presa a ele por sangue e alma, sempre que o portador precisar ela estará lá.
Lucio vai a fornalha. dela tira uma pistola, com cabo de madeira escura com a imagens de um lobo do lado direito e a de uma fênix do lado esquerdo cum um ramo de Oliveira subindo da base do cabo até o cão e o outro ramo até o gatilho em ouro, o gatilho era de ouro, o cão de prata e o cano de a armação de ouro dentro do cano era polido , a vara de recarga de bronze.
Lucio: aqui, metais especiais foram usados, vou me apreçar em te explicar pois tenho de ir, na base do cabo ha um botão que liga os dois ramos de ouro, que abre dentro coloque o sangue do portador, tu não es o portador Horácio escolherá , agora me vou.
Lucio desaparece e seu local de trabalho devolve o espaço ao deposito de antes.
Denis: socorro, socorro!
Abri um armário que esta no mesmo lugar de Denis antes do deposito voltar.
Denis: por deus oque era aquele homem? um feiticeiro?
Eu: para você pode ser isso, Denis muito obrigado tome isso eu já vou.
Entreguei a Denis uma sacolinha com dinheiro maior a que dei a mulher.
Denis: obrigado, até mais ver amigo.
Guardei a arma e comecei a ir em direção do escritório de Emanoel, um casão grande e bem feito, ao me aproximar me deparei com uma enorme proteção no casão havia vários mercenários, caminhei na direção do edifício nenhum deles o incomodou. Ao entrar um empregado se aproximou para falar com comigo.
Empregado: Emanoel o esta aguardando.
Eu: Emanoel é sempre enrolado... eu estou entrando.
Subi as escadas para o segundo andar e bati na porta do escritório.
Emanoel: quem es?
Entrei no escritório, Emanoel estava em sua mesa caminhei até mesa.
Eu: Emanoel, eu te pergunto quem te deu ordem de me chamar com essa urgência estava perto de achar o tal Lucio que toda a Ordem esta caçando.
Emanoel era um homem alto com 1,89 m de altura pele clara vestia uma farda de general do Exército português tinha olhos azuis claros e careca com barba cheia mas bem cuidada.
Emanoel: acalma-te o mestre me mandou avisar que tu foste promovido para Almirante da frota da Ordem.
Eu: hum que bom, sabes eu já esperava por isso tua frota es grande mas não poderosa como a minha.
Emanoel: desculpe oque disse?
Eu: tua frota es grande mas tem como marujos mercenários e assassinos não homens leais e de respeito e a maioria de teus navios são brigues grandes de comércio e não galeões como os meus, o único navio poderoso teu pelo que disse esta sendo feito em Lisboa.
Emanoel: sim, o Gran Teixeira, serás a maior e mais veloz Fragata do Atlântico sul.
Eu: es mesmo, se foste minha também seria tudo isso e a mais bem equipada e mortal do mundo, certo estou de saída.
Emanoel: podemos fazer parte da mesma ordem, mas não se deixe enganar nunca seremos amigos.
Eu: pouco me importo se tem força e coragem junte toda a sua frota frente aos meus navios toda a sua frota de 149 navios mande ela. e meus navios mostraram oque é uma frota de verdade.
Emanoel engole em seco.
Emanoel: ... saia daqui te dei a noticia da Ordem agora vá.
Eu: sou teu superior agora, tua frota agora me obedece por ordem do Mestre, mas não preciso da tua frota e de você, como bom subordinado mostre respeito e dirija-se a mim pelo meu primeiro nome.
Emanoel: Senhor Marcos Oliveira Comandante da frota da Ordem, minha missão como mensageiro esta completa.
Eu: muito bem, agora me vou e meus comprimentos fiquei sabendo que foste promovido para oficial de dos mares da ordem, até mais Emanoel Teixeira.
fui a um casebre pouco longe de Salvador, minha casa, ao chegar encontrei com minha mulher Gi, tinha 1,69 m de altura, cabelos lisos e castanhos olhos castanhos, ela estava descansando na sala de estar, me juntei a ela abraçando ela e quando ela virou o rosto a beijei.
Eu: onde estão os desordeiros ?
Gi: Kell e Nathalia saíram para se divertir e Pedro os seguiu eles e Naomí esta no quarto dela.
Eu: tenho saudades de tela ao meu lado a Esmeralda não a mesma sem sua capitã.
Gi: puxe as orelhas dos marujos, tenho que cuidar deles mais um pouco, Kell logo sairá de casa para ser juntara a Marinha ou Exército.
Eu: não por isso deixo para ele o menor dos navios.
Gi: o Lobo do mar, faz jus... mas antes explique a situação sobre nosso trabalho.
Eu: logo ele precisará aprender do legado da família.
Pedro entra na sala.
Pedro: pai, quantas saudades.
Pedro abraça seu pai.
Eu: te comportou ?
Pedro: sim, e como foste no serviço?
Eu: fui para a Itália levar uma entrega de Veneza a Creta, fui atacado por piratas turcos muito perigosos mas eu derrotei eles.
Pedro: incrível, pai.
Alexandre e Nathalia entram na sala Alexandre tinha nas mão uma pequena caixa, Abracei Alexandre e Nathalia.
Eu: que es esta caixa?
Alexandre: não sei achei ela quando voltava para cá estava na porta do fundo.
eu: abra, logo.
Alexandre coloca a caixa sobre a mesa e abre a caixa, dentro enrolada em pano vermelho estava a pistola que Lucio fez. Me espantei quando a vi verifiquei em meu sobretudo não estava mais lá.
EU: melhor guardar isso.
Quando ia pegar na pistola ela disparou sozinha, de dentro da caixa, o disparo atravessou a madeira da caixa e acertou um vaso que estava ao lado da caixa, o vaso explodiu fazendo um dos cacos acertar o braço de Nathalia abrindo um leve corte um o ombro de Gi apenas aranhando e dois cacos acertaram Marcos por sorte foram no sobretudo que os parou, porem um acertou a mão esquerda de Alexandre perfurando fazendo um corte fundo que começou a sangrar.
Gi: rápido venham aqui.
Gi levou Alexandre e Nathalia, o quarto para tratar deles. Fiquei na sala sabia que não fora coincidência, Verifiquei a pistola, sim havia caído sangue de Alexandre nela, no cabo, e ví que o botão da base absorvia o sangue, lembrei de que lúcio havia dito, "tu não es o portador Horácio escolherá ", Horácio escolheu Alexandre como portador.
Kell meu filho deixo para você nesta carta o relato do dia que mudou tudo, quando Teixeira e eu deixamos de ser rivais e nos tornamos inimigos, e a peça que te colocou no quebra cabeça gostaria de dizer pessoalmente mas não posso, por hora fique com a minha carta e te dou um presente e digo Três coisas, um lobo sempre esta com sua alcateia, porem quando se torna demais perigoso ele se afasta, e uma fênix sempre renasce mais forte que antes, existem aqueles que enfrentam mares bravios e outros que jogam o mar bravio contra seus inimigos. Teu presente é algo que já era seu mas não pude te entregar, o Lobo do Mar, meu menor navio mas que contem o maior poder de fogo equivalente dezenas de Galeões, ele esta em um lugar que só tu sabes, use essas ferramentas para eliminar Teixeira assim a verdade se revelará, eu e tua mãe te amamos muito, quando encontrar essa carta procure por Lucio e pela frota dos Oliveiras.
Alexandre dobra a carta e guarda em seu baú no quarto na mansão, e vai até Nathalia que estava no cais.
Alexandre: lí oque meu pai escreveu, o duque dourado de longe será um navio forte comparado ao que iremos buscar.
Nathalia: vou reunir os homens, para onde vamos?
Alexandre: antes de buscarmos a minha herança precisamos de uma vez por todas saber os dons de cada um e melhorar nossas habilidade falei com Daniel enquanto o Pretoriano e o Duque Dourado são concertados iremos usar o Vila Haro para ir a outro lugar treinar nossas habilidades.
Nathalia: que irá conosco?
Alexandre: todos que tem dons e João e Murilo.
Nathalia: que ótimo enquanto isso nos podemos aprontar?
Alexandre: sim, iremos aprontar muito e o Vila Haro fazer barulho pelos mares.
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