Piratas do Ouro Português
4 Capitulo IV
Notas iniciais
23 de Setembro de 1713, A tripulação do Vila Haro Joga o Brigue capturado contra a ilha Cocamar com objetivo de encalha-lo para desmontar e construir um esconderijo, eles se reúnem na praia para planejar.
Delgado: Por isso precisavam de mim para trabalho pesado.
Alexandre: Olha antes de tudo precisamos mapa de construção para construir o armazém e eu tive uma ideia.
João: Tu achas oque que construiremos uma cidade e não tendo ninguém que seja construtor aqui.
Alexandre: Acalma-te não precisa ser um gênio para construir algumas paredes e medir o espaço para quartos e além disto tudo aqui é de mais absoluta necessidade.
Delgado: Precisaremos de mais madeira e nos falta ferramentas.
Alexandre pega uma caixa e entrega a Delgado.
Alexandre: Aqui as ferramentas, Tainá e Murilo e Nathalia vamos para Porto Seguro comprar mais madeira e ferramentas melhores, e talvez outras coisas temos também que nos livrar deste açúcar antes que não valha nada.
Delgado: Pronto sobrou para nós.
Alexandre: Para ser justo compraremos algo para os que ficarem então escolham.
Daniel: Olha eu estava pensando se poderia me comprar algo manual de carpinteiro e construção eu não gosto de navegar e prefiro ficar aqui cuidando das coisas.
Alexandre: Pois bem João.
João: Um par de sabres grandes.
Pedro: Itens melhores para cozinha.
Delgado: Relógio de bolso, não precisa ser caro.
Naomí: Use minha parte para comprar itens médicos.
Alexandre: Temos apenas 600 contos vamos fazer o seguinte levamos junto o tabaco e o açúcar para vender compramos oque pudermos e se sobrar dividimos os lucros.
todos ajudam a descarregar o Vila Haro com exceção de um pouco de Carne, agua e o tabaco e o açúcar para vender.
Alexandre, Nathalia, Murilo e Tainá se despedem dos outros que começam a cavar a área onde vão construir para planificar.
Após quatro horas viajando o Vila Haro chega a Porto Seguro.
Alexandre: Rápido se preparem para aportar, Murilo e Nathalia me acompanhem e Tainá fique aqui e vigie o Vila Haro.
Encontrar um comerciante de matéria para construção não foi difícil.
Vendedor: Meu jovem Capitão oque deseja comprar vender.
Alexandre gostou do respeito.
Alexandre: Estamos em busca de madeira para construir, ferramentas e alguns livros e alguns itens.
Alexandre entrega a lista ao Vendedor.
Vendedor: Tenho Madeira muito boa de carvalho e ferramentas muito boas de construção, mas livros e os outros não.
Murilo: Quanto a compra de açúcar e tabaco.
Vendedor: Isso não mas tem um homem que com certeza vai ajuda-los, mas venha veja estas ferramentas são de qualidade e de ferro da mais alta resistência.
Alexandre: Vamos levar quanto estas ferramentas, as madeiras vamos voltar depois para saber melhor a quantidade.
Vendedor: faço Por quarenta e cinco contos a caixa completa.
Alexandre: 40 contos e te pago agora.
Vendedor: Hum... Feito.
Alexandre, Murilo e Nathalia andam mais por Porto Seguro até encontrar um marceneiro, mas estavam fechado com três homens na frente... Guardas.
Alexandre: Murilo leve isto ao Vila Haro.
Alexandre entrega a Murilo a caixa com as ferramentas.
Murilo; Não, eu já falhei antes.
Alexandre: obedeça, melhor assim Nathalia me ajudas.
Murilo relutante obedeceu, Alexandre escolheu Nathalia pois estiveram em situações de risco mais vezes e ambos sabem como sair de perigos juntos.
Alexandre e Nathalia disfarçadamente até perto da porta para ouvir a conversa dos homens.
Homem: abra e pague tuas dividas.
Segundo homem: obedeça cão.
Terceiro Homem: chega arrombem.
os guardas arrasaram a porta entraram e alguns momentos depois, um outro homem foi lançado para fora, ele tinha o cabelo castanho claro suas mão eram grandes e calejadas sua pele era morena bronzeada e tinha cerca de um metro e setenta e cinco.
Guarda: Pague tuas dividas Ricardo.
Ricardo: eu paguei mais este teu chefe cobra por coisas que não faz sentido, as ferramentas eu comprei não aluguei.
Guarda: Não importa pague os 60 contos.
Nathalia avança na direção do guarda, antes que ele sequer colocasse a mão no punho da espada Nathalia chutou sua "partes intimas" quando ele se curvou ela acertou uma joelhada em seu nariz, crac, quebrando se virou para o segundo socou seu estomago, mas quando foi socar seu rosto ele segurou o golpe quando estava para acertar um soco nela Alexandre acertou por trás com um chute na parte de trás do joelho e quando ele caiu de joelhos acertou um soco no lado da cabeça com toda a força o terceiro avançou na direção de Alexandre com espada em punho, Alexandre rolou para o lado e quando levantou o guarda havia sacado sua pistola.
Guarda: agora teu intrometido tu morres.
a expressão de vitória do guarda se tornou de dor, Nathalia que estava bem perto de suas costas com uma adaga enfiada em sua costela direita.
Nathalia: Tu morres aqui porco imundo.
Ricardo: Não agora vou morrer.
Nathalia: Não ira, venha conosco temos necessidade de um marceneiro e tu precisas de um lugar.
Ricardo: que escolha eu tenho.
Alexandre cochichou com Nathalia: desde quando acolhemos pessoas assim.
Nathalia: deixa disso precisaremos mais de 9 pessoas para construir aquilo e muito mais para vencer o Teixeira.
Alexandre: Tem razão pelo que sei o Teixeira também tem muitos inimigos acho que depois de construímos nosso canto será uma boa hora de falar com eles, han... Ricardo olhe isto.
Alexandre mostra a ele o projeto das construções.
Alexandre: Quantas tabuas de madeira seria necessário para construir.
Ricardo: varia mais se eu ver a madeira posso ajudar.
Alexandre: ótimo, mas primeiro precisamos encher nossos bolsos.
Antes de partir eles jogaram no porão de Ricardo os guardas e prenderam eles lá, Ricardo pegou uma bolsa e encheu com itens pessoais e se juntou a Nathalia e Alexandre.
Nathalia, Alexandre e Ricardo caminharam até um grande armazém feito de alvenaria com grandes janelas e uma grande chaminé, onde o Vendedor havia dito que poderiam comprar o açúcar e o tabaco.
Dentro havia apenas um banco longo de madeira junto a porta do outro lado havia um balcão havia um jovem com cabelos claros pele clara e cerca de um metro e sessenta, Alexandre se aproxima do balcão.
Jovem: posso ajudar.
Alexandre: temos interesse em vender açúcar e tabaco.
Jovem: Carlos!
uma homem mais velho aparece, estava todo sujo era alto com cabelos pretos e pele branca.
Carlos: o açúcar compramos 8 contos o quilo e o tabaco 22 o quilo.
Alexandre: aqui esta a nossa carga.
Alexandre entrega um papel a Carlos que lê.
Carlos: Esta bem, onde seu navio esta ancorado as quatro da tarde irei buscar a carga, os 360 quilos de açúcar ficou 2.880 contos e os 180 quilos de tabaco ficou tabaco 3.960 contos.
(na época de alta o açúcar chegou a valer 55 contos o quilo e o tabaco 67 contos, mas a historia se passa na época que o preço do açúcar caiu muito na época de alta a tripulação do Vila Haro teria um lucro de 19.800 contos só o açúcar).
Alexandre: sim, esta no píer 3 com isso temos tempo para outras tarefas.
Alexandre, Ricardo e Nathalia seguiram em busca dos outros itens com 560 contos compram os itens de cozinha para Pedro, livros para Daniel e os itens médicos para Naomí mais faltava, comprar um relógio para Delgado e um Conjunto de espadas para João, então eles foram para o Vila Haro se encontrar com Murilo e Tainá.
Tainá: eu disse Murilo que se tivessem serpentes gigantes no mar seria incrível ter uma como parceira para destruir frotas inteiras e semear o caos... olha eles voltaram.
Alexandre: Sim e logo teremos companhia vendemos nossa carga
Carlos apareceu com quinze empregados, dois homens carregam até o convés do Vila Haro e estregam um baú médio de madeira e abrem cheio de contos de Réis.
Carlos: Aqui esta 6.840 contos onde esta o a nossa carga?
Alexandre guiou os homens de Carlos até o porão de carga e em menos de trinta minutos o tinham levado o açúcar e o tabaco do Vila Haro
Alexandre: foste um imenso prazer fazer negócios com tu Carlos.
Carlos Igualmente.
Alexandre: Ricardo venha comigo vamos pegar a madeira.
Alexandre e Ricardo foram e compraram madeira, vitrais para as janelas maçanetas e outros itens de construção o suficiente de acordo com Ricardo para o projeto de Alexandre na Ilha Cocamar custou 2300 contos um mas carga de cinco mil quilos que estaria a espera deles amanhã de manhã no píer, então seguiram para comprar o relógio de delgado e as espadas de João, Alexandre pediu para também fazer uma nova pistola idêntica a sua e no total ficou 800 conto.
Quando Alexandre e Ricardo voltavam para o Vila Haro Alexandre Passou por uma loja de navegação, lá havia itens como mapas e itens de navegação, livro e etc. Alexandre comprou um compasso diário de bordo, uma bussola e uma bandeira portuguesa e outra dividida diagonalmente laranja em baixo e roxo em cima, comprou uma luneta melhor com maior alcance e um livro sobre táticas náuticas, que custaram ao todo 200 contos. Quando Alexandre e Ricardo Retornaram já era de noite concordaram todos em dormir.
24 de Setembro de 1713, os tripulantes que ficaram em Cocamar continuam seus preparativos para a construção de um novo esconderijo selva dentro o local escolhi foi subindo um corte d'agua que dividia a ilha em dois navios grandes passariam sem muita dificuldade bem escondido dos olhos de portugueses e outros, apenas os que soubesse que havia esta parte onde podia-se ancorar tentaria e Alexandre na primeira vês pois esqueceu de verificar se era fundo o suficiente e simplesmente navegou descuidadamente.
Delgado e João haviam terminado de planificar a área que seria o mansão e começaram a tirar as tabuas do brigue para fazer a fundação, eles sabiam disso pois havia um livro de construções escrito iniciais sobre planificar e fundação... depois disso estariam perdidos.
Após duas horas retirando as tabuas do brigue e mantando a fundação e o piso térreo da mansão Delgado foi verificar oque Naomí, Daniel e Pedro tinham feito, disseram que fariam o armazém.
Quando chegou Delgado ficou assustado com oque viu. Eles já tinham terminado de construir até as paredes faltava apenas vidro nas janelas, porta e telhado.
Delgado: Oque fomos vencidos por uma garotinha e dois paspalhos.
João veio correndo.
João: isso é humilhante demais se os outros chegarem vão rir tanto seremos ridicularizados... não isso não.
como demônios selvagens Delgado e João fizeram o piso e ergueram as paredes da Mansão em Três horas.
Pedro: estão chegando.
João: vamos ver se estamos mais adiantados na obra.
Delgado e João foram até o Armazém que estava no mesmo nível que a mansão.
Delgado: alcançamos eles.
Quando o Vila Haro aportou todos se reuniram para conhecer Ricardo o novo marceneiro que estava encarregado das construções a partir de então.
Até o fim da semana todos os tripulantes do Vila Haro se concentraram em terminar as construções do projeto de Alexandre, todos construídos com madeira de carvalho possuíam a mesma coloração de marrons, com exceção do piso que foi usada a madeira clara do brigue, também foi adicionada ao projeto a oficina de Ricardo ao lado do armazém de ferramentas. Logo que terminaram as construções foi levado para a sala cofre na mansão o tesouro restante da venda do açúcar e do tabaco, Alexandre dividiu para todos incluindo Ricardo por ajudar a construir o esconderijo, todos receberam além dos presentes comprados em Porto Seguro 354 contos.
Alexandre se reúne com os tripulantes do Vila Haro, Daniel e Ricardo agora ficam e Cocamar para cuidar, para discutir seus próximos passos.
Alexandre: atacar um navio de escravos de Teixeira, se preparem será mais difícil que foi tomar este brigue, pois apesar menos equipado possui mais homens protegendo ele, é um Brigue Grande e lento...
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