Notas iniciais
Emfim demorei muito pra postar mas aqui está, parece bem pequeno mas é por causa da contação de história!
::::::::::::::: ENJOY:::::::::::::

A viagem até Cingapura foi realmente bem longa pois eles estavam bem longe de lá, os dias eram quentes debaixo do sol de verão fervendo e com isso os dias eram cada vez mais longos.

Eles finalmente chegaram em Cingapura, viam a ilha de longe. Will se lembrava do passado na época que foi pego tentando roubar os mapas de Sao Feng para resgatar Jack.

As ruas de Cingapura não eram muito cheias, na maioria das vezes havia algum mercador do mercado negro escondido em algum lugar escuro e escondido, pessoas com os olhos puxada e expressões vagas andavam pelas ruas com olhares desconfiados.

No meio da cidade passava um canal, a cidade fora construída lá propositalmente, canoas com pessoas transportando mercadorias passavam no canal de tempo em tempo. Todos tinham o rosto cobertos por grandes chapelões, os que não usavam tinham o rosto queimado devido ao trabalho, ambos cantavam cantigas antigas e calmas.

Tia Dalma falou que eles achariam o que precisavam em Cingapura mas fora isso não disse mais nada, como eles achariam alguma resposta?

Eles andaram por algum tempo prestando atenção em tudo e esperando que algo ajudasse mas nada ajudou.

Até que então eles ouviram alguém dizer "psiu!" alguém vindo de uma ruazinha apertada e sombria. Todos olharam aleatoriamente e seguiram com a espada empunhada, eles foram chegando mais perto do homem apesar de não conseguirem enxergar um palmo em sua frente. Eles viram uma luz se acender rapidamente iluminando um par de olhos puxados, era a luz de um cachimbo. "Me sigam" disse o homem, eles ficaram apreensivos em relação á segui-lo pois não faziam ideia de quem era aquele homem mas acabaram concordando em fazê-lo. Eles andaram mais um pouco o que pareceu horas diante daquela escuridão, algumas vezes o homem comentava algumas coisas como "Mais rápido" "Cuidado onde pisam!" e coisas assim, fora isso ficava mudo feito uma parede,

Depois de andarem um tempo indeterminado eles viram luzes que de repente se acenderam, de primeira eles cobriram os olhos pois a claridade incomodou mas logo depois voltou ao normal. O lugar parecia uma casa abandonada, haviam velas derretidas e lampiões para todos os lados, haviam algumas cadeiras de madeira gastas com o tempo e uma mesa no centro, na verdade, era uma sala bem escassa de móveis.

A lareira antiga era toda empoeirada com a aparência de anos sem ser acesa.

–Sentem-se — disse o homem, e assim os piratas fizeram, mas as cadeiras não foram suficientes para todos então muitos sentaram no chão ou até mesmo ficaram em pé.

–Quem é você? — Perguntou Matt.

–Eu não sou ninguém , na verdade não existo, sou invisível — o homem velho suspirou e de repente se virou para encarar com seus olhos cansados os de Matt — a verdade é que não importa quem eu sou pois não passo de uma sombra. O que realmente importa é o que vocês procuram.

–Então você é quem procuramos? — disse Harry.

–Eu sou? — perguntou o velho.

–Ok, sem enigmas do destino e sem paradas, vamos ao ponto sem desvios, o que diabos é Cedrico e onde seja lá o que for fica? — disse Jack impaciente.

–Não há como te dizer a verdade se você estiver impaciente assim Sr. Sparrow! — disse o velho.

–É,eu...- Jack ficou um tempo mudo, como aquele homem sabia o nome dele?

–Tudo começou a muito tempo atrás..-começou o velho.

–Lá vai ele, me acordem quando ele acabar — Jack revirou os olhos.

–Modos! — disse Angélica pisando no pé dele o fazendo grunhir de dor.

O velho olhou para as chamas de algumas velas ali perto, elas começaram a dançar e logo depois se tornaram involuntárias e dançaram pela sala, uma chama se transformou em um homem a medida que o velho contava a história, era praticamente um teatro de chamas que acompanhavam cada palavra do velho.

–Havia um feiticeiro muito poderoso, seu nome era Cedrico. Todos amavam ele, Cedrico era um homem bom e gentil, viva fazendo shows para as pessoas manipulando elementos e até fazendo truques de mágica baratos apenas com um objetivo: fazer as pessoas sorrirem. Rolavam boatos que o príncipe Asteca havia conseguido um tesouro que de alguma forma dava poderes de viver para sempre, mas ninguém realmente sabia da verdade pois não passavam de boatos. Na verdade, era um tesouro amaldiçoado. — As palavras do velho faziam as chamas dançarem representando a história.

–A arca do tesouro asteca, a antiga tripulação amaldiçoada de Barbossa! — disse Will encaixando os pedacinhos.

–Sim, exatamente — disse o velho com os olhos brilhantes — Pois bem, Cedrico ficou obcecado pelo tesouro e tudo relacionado a ele, então, foi em busca do príncipe querendo entrar em sua tripulação com o objetivo de simplesmente desfrutar dos poderes do tesouro. Acontece que o príncipe negou isso, então, o ódio tomou conta de Cedrico que nunca mais foi o mesmo, ele se isolou e passou a viver como um verdadeiro eremita. A loucura cada vez mais dominava sua mente perturbada que tinha apenas um objetivo, apenas um propósito: conseguir sua própria arca de tesouro amaldiçoado porém poderoso, ele usou toda sua magia buscando fazer seu próprio tesouro, até que chegou a sua ultima gota de magia então conseguiu uma réplica do tesouro mas para tudo há um preço a pagar e o dele foi a morte. Cedrico morreu na ilha que se isolou e com seus restos mortais jaz o tesouro e o mapa que carregam leva para essa ilha onde muitos já tentaram achar pela ganancia ao tesouro mas estes nunca acharam ou simplesmente nunca voltaram — quando o velho acabou de contar a história as chamas teatrais sumiram e o silêncio tomou conta da sala.


Notas finais
O que acharam? *-* não esqueçam de deixar review pra me fazer feliz!
Reviews?!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.