Notas iniciais
Demorei?
Sim, eu sei. Perdão
A preguiça me consumiu literalmente.
Leiam as notas finais.
Boa leitura
Capítulo 5

Enquanto Sam interrogava o marido de Constance sobre a mesma, Dean e Michelle mofavam na cadeia...

— Não sei quantas vezes vou ter que repetir. É o segredo d meu armário da escola.

— Vamos ficar aqui a noite toda? Questionou o xerife, mas o mesmo foi interrompido por um policial, tiros na Estrada Whiteford.

Eles foram questionados se queriam ir ao banheiro, porém ambos responderam que não. Vendo tal resposta, o xerife os algemou, o que deixou os dois irritados.

Dean bufou e passou a procurar saídas pela sala mas foi Michelle quem encontrou a solução: Um grampo no meio do diário.

Os policiais foram embora e o casal desceu uma escada na lateral da delegacia. Levaram o diário.

------------------------------ | |------------------------------

Sam dirigia quando seu telefone tocou.

— Falso chamado de emergência é ilegal, Sammy.

— De nada.

Nesse momento, Michelle puxou o orelhão da mão de Dean, que bufou, e disse:

-Precisamos conversar

— Que ironia. Uma mulher falar isso pra mim, agora. Enfim, o marido de Constance era infiel. Definitivamente, uma mulher de branco. Ela foi enterrada atrás da casa...

— Sammy, dá pra calar a boca?! falou Dean puxando o telefone de volta.

— O que eu não entendo é por que ele ainda não destruiu o corpo?

— É o que eu tô tentando falar. Ele foi embora. Papai saiu de Jericho.

— O quê? Como sabe?

— Peguei o diário dele.

— Ele não vai a lugar nenhum sem o diário.

— Mas dessa vez ele foi e deixou uma mensagem.

— O que diz?

— Aquelas porcarias que os ex-fuzileiros deixam para falar aonde vão...

— Coordenadas, sua anta exclamou Michelle, fazendo Sam rir.

— Pra onde?

— Sam! Ele não sabe nem o nome, quem dirá calcular coordenadas... Ai! gritou Michelle. Acabara de levar um tapa no braço

— Não entendo. O que pode ser tão importante para o papai ir embora no meio de uma caçada? O que tá acontecendo?

Ao falar isso Constance apareceu, mas Sam não parou a tempo e passou por cima do fantasma da moça.

— Sam! Sam! Gritava Dean.

A mulher apareceu dentro do carro e disse:

— Me leva pra casa.

— Não! respondeu Sam.

Com um piscar de olhos, as portas foram trancadas e o carro começou a andar sozinho. Eles iam em direção à casa de Constance.

Quando os faróis do carro se apagaram, Constance falou:

— Não posso voltar pra casa.

— Você tem medo de voltar pra casa falou Sam se virando para olhá-la, porém a mulher já não se encontrava mais lá e sim do seu lado.

Constance avançou em Sam, porém ele disse:

— Não pode me matar. Não sou infiel. Nunca fui.

Então ela disse:

— Vai ser. É só me abraçar.

Constance começou a beijar Sam, mesmo ele não retribuindo.

Quando o rapaz tentou ligar o carro, a mulher se transformou em um monstro e apertou o peito dele, lhe causando muita dor.

Enquanto Sam gritava, Dean e Michelle atiravam na mulher, que lutou muito, mas foi embora.

Sam levantou e ligou o carro. Ao mesmo tempo em que, levava o carro para a sala de estar da casa de Constance, falava:

— Vou levar você pra casa.

Dean não entendendo o propósito do irmão, grita por seu nome e se vira para Michelle um olhar questionador, ela dá de ombros e fala:

— Talvez, ele só queira destruir seu carro.

O casal correu para os escombros e gritou por Sam, que logo respondeu:

— Aqui!

— Você está bem? perguntou Michelle

— Acho que sim.

— Consegue se mexer? Questionou Dean.

— Posso. Me ajuda. respondeu tentando sair do carro.

Constance apareceu na sala e pegou um retrato de seus falecidos filhos. Olhou bem para ele, com um semblante triste.

— Pronto disse Sam assim que saiu de dentro do carro.

O fantasma de Constance olhou para o trio e os prensou contra o carro com um móvel grande. Tentavam inutilmente sair.

De repente as luzes começaram a piscar e água escorreu pela escada. Todos olharam para lá confusos.

Um casal de crianças exclamou com as mãos dadas:

— Você voltou pra nós, mamãe.

Do nada, as crianças apareceram ao lado da mãe e a abraçaram. Fazendo isso, a sala se encheu por uma luz azul e os três fantasmas queimaram.

Dean falou para empurrarem, mas só Sam o ajudou. Os três andaram até o local onde estavam os fantasmas há segundos atrás.

— Foi aqui que ela afogou os filhos. disse Dean.

— Por isso ela não podia voltar.

— Ela tinha medo de encará-los. Você achou o ponto fraco dela disse Michelle.

— Parabéns, Sammy elogiou o irmão.

— Queria dizer o mesmo de vocês. De qual dos dois saiu a ideia de atirar em um fantasma? Perguntou o mais novo rindo.

— Hey, nós salvamos sua pele... tem mais, se você arranhou meu carro... eu te mato falou Dean dobrando os joelhos para analisar. Vendo essa cena, Michelle correu e bateu na bunda do loiro, provocando risos em Sam e nela mesma. Dean só sorriu.

-------------------------------- | | -----------------------------------

Dean dirigia a noite com Sam ao seu lado calculando as coordenadas deixadas por John. Chelle dormia.

— O papai foi pra esse lugar. Colina Black Water, Colorado.

— Interessante. É longe?

— Uns 1oo km.

— É. Se corrermos, conseguimos chegar lá amanhã.

— Dean, eu...

— Você não vai falou Dean triste

— A entrevista é daqui a 10 horas. Eu tenho que ir.

— Tá bom, tanto faz. Te levo pra casa falou o mais velho visivelmente triste tentando passar indiferença.

— Cara, você tem a Michelle.

— É, eu tenho falou se virando para olhá-la dormir.

— Afinal, o que vocês tem? Eu me lembro de você dizendo que não ia deixar ela dormir com você.

— Nós não temos nada. Ela só dorme comigo porque tem medo de dormir sozinha, igual criança. Nunca aconteceu nada.

— Medo?

— É exclamou tentando finalizar a conversa, mas Sam não pensava assim...

— Medo de quê?

— Trauma de infância.

— Que trauma? Perguntou já impaciente.

— Longa história, Sam. Que saco. Se quer saber, pergunte pra ela.

A conversa acabou ai.

Notas finais
Bom, só mais um capítulo e acaba PILOTO, mas tem continuação por aí.
Well, acho que esclareci alguma coisinha pra vocês, certo?
LEITORES FANTASMA, apareçam, me falem OI e digam o que acham, please.