Piloto - 1 Temporada
7 Capítulo 5
Notas iniciais
Demorei?
Sim, eu sei. Perdão
A preguiça me consumiu literalmente.
Leiam as notas finais.
Boa leitura
Sim, eu sei. Perdão
A preguiça me consumiu literalmente.
Leiam as notas finais.
Boa leitura
------------------------------ | |------------------------------ Sam dirigia quando seu telefone tocou. — Falso chamado de emergência é ilegal, Sammy. — De nada. Nesse momento, Michelle puxou o orelhão da mão de Dean, que bufou, e disse: -Precisamos conversar — Que ironia. Uma mulher falar isso pra mim, agora. Enfim, o marido de Constance era infiel. Definitivamente, uma mulher de branco. Ela foi enterrada atrás da casa... — Sammy, dá pra calar a boca?! falou Dean puxando o telefone de volta. — O que eu não entendo é por que ele ainda não destruiu o corpo? — É o que eu tô tentando falar. Ele foi embora. Papai saiu de Jericho. — O quê? Como sabe? — Peguei o diário dele. — Ele não vai a lugar nenhum sem o diário. — Mas dessa vez ele foi e deixou uma mensagem. — O que diz? — Aquelas porcarias que os ex-fuzileiros deixam para falar aonde vão... — Coordenadas, sua anta exclamou Michelle, fazendo Sam rir. — Pra onde? — Sam! Ele não sabe nem o nome, quem dirá calcular coordenadas... Ai! gritou Michelle. Acabara de levar um tapa no braço — Não entendo. O que pode ser tão importante para o papai ir embora no meio de uma caçada? O que tá acontecendo? Ao falar isso Constance apareceu, mas Sam não parou a tempo e passou por cima do fantasma da moça. — Sam! Sam! Gritava Dean. A mulher apareceu dentro do carro e disse: — Me leva pra casa. — Não! respondeu Sam. Com um piscar de olhos, as portas foram trancadas e o carro começou a andar sozinho. Eles iam em direção à casa de Constance. Quando os faróis do carro se apagaram, Constance falou: — Não posso voltar pra casa. — Você tem medo de voltar pra casa falou Sam se virando para olhá-la, porém a mulher já não se encontrava mais lá e sim do seu lado. Constance avançou em Sam, porém ele disse: — Não pode me matar. Não sou infiel. Nunca fui. Então ela disse: — Vai ser. É só me abraçar. Constance começou a beijar Sam, mesmo ele não retribuindo. Quando o rapaz tentou ligar o carro, a mulher se transformou em um monstro e apertou o peito dele, lhe causando muita dor. Enquanto Sam gritava, Dean e Michelle atiravam na mulher, que lutou muito, mas foi embora. Sam levantou e ligou o carro. Ao mesmo tempo em que, levava o carro para a sala de estar da casa de Constance, falava: — Vou levar você pra casa. Dean não entendendo o propósito do irmão, grita por seu nome e se vira para Michelle um olhar questionador, ela dá de ombros e fala: — Talvez, ele só queira destruir seu carro. O casal correu para os escombros e gritou por Sam, que logo respondeu: — Aqui! — Você está bem? perguntou Michelle — Acho que sim. — Consegue se mexer? Questionou Dean. — Posso. Me ajuda. respondeu tentando sair do carro. Constance apareceu na sala e pegou um retrato de seus falecidos filhos. Olhou bem para ele, com um semblante triste. — Pronto disse Sam assim que saiu de dentro do carro. O fantasma de Constance olhou para o trio e os prensou contra o carro com um móvel grande. Tentavam inutilmente sair. De repente as luzes começaram a piscar e água escorreu pela escada. Todos olharam para lá confusos. Um casal de crianças exclamou com as mãos dadas: — Você voltou pra nós, mamãe. Do nada, as crianças apareceram ao lado da mãe e a abraçaram. Fazendo isso, a sala se encheu por uma luz azul e os três fantasmas queimaram. Dean falou para empurrarem, mas só Sam o ajudou. Os três andaram até o local onde estavam os fantasmas há segundos atrás. — Foi aqui que ela afogou os filhos. disse Dean. — Por isso ela não podia voltar. — Ela tinha medo de encará-los. Você achou o ponto fraco dela disse Michelle. — Parabéns, Sammy elogiou o irmão. — Queria dizer o mesmo de vocês. De qual dos dois saiu a ideia de atirar em um fantasma? Perguntou o mais novo rindo. — Hey, nós salvamos sua pele... tem mais, se você arranhou meu carro... eu te mato falou Dean dobrando os joelhos para analisar. Vendo essa cena, Michelle correu e bateu na bunda do loiro, provocando risos em Sam e nela mesma. Dean só sorriu. -------------------------------- | | ----------------------------------- Dean dirigia a noite com Sam ao seu lado calculando as coordenadas deixadas por John. Chelle dormia.
— O papai foi pra esse lugar. Colina Black Water, Colorado. — Interessante. É longe? — Uns 1oo km. — É. Se corrermos, conseguimos chegar lá amanhã. — Dean, eu... — Você não vai falou Dean triste — A entrevista é daqui a 10 horas. Eu tenho que ir. — Tá bom, tanto faz. Te levo pra casa falou o mais velho visivelmente triste tentando passar indiferença. — Cara, você tem a Michelle. — É, eu tenho falou se virando para olhá-la dormir. — Afinal, o que vocês tem? Eu me lembro de você dizendo que não ia deixar ela dormir com você. — Nós não temos nada. Ela só dorme comigo porque tem medo de dormir sozinha, igual criança. Nunca aconteceu nada. — Medo? — É exclamou tentando finalizar a conversa, mas Sam não pensava assim... — Medo de quê? — Trauma de infância. — Que trauma? Perguntou já impaciente. — Longa história, Sam. Que saco. Se quer saber, pergunte pra ela. A conversa acabou ai.
Notas finais
Bom, só mais um capítulo e acaba PILOTO, mas tem continuação por aí.
Well, acho que esclareci alguma coisinha pra vocês, certo?
LEITORES FANTASMA, apareçam, me falem OI e digam o que acham, please.
Well, acho que esclareci alguma coisinha pra vocês, certo?
LEITORES FANTASMA, apareçam, me falem OI e digam o que acham, please.
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