Notas iniciais
Oi, povo.
Eu sei que prometi que postaria na quarta (ontem), mas a preguiça não autorizou minha saída da cama. Desculpem.
Bom, eu achei esse capítulo meio fraquinho, mas espero que gostem.
Boa Leitura. Nos vemos lá embaixo.......
P.s.: Prestem atenção nos DETALHES, de novo

Capítulo 3 –

- Aposto que é ela – disse Dean.

- Sim – Concordou Sam.

- Qual foi a primeira pista para vocês saberem a resposta?

- Você é a Amy? – perguntou Dean quando chegaram perto da garota.

- Sou sim.

- Troy nos falou de você. Eu sou Dean, este é Sammy, somos os tios dele. E essa é a Michelle.

- Ele nunca me falou de vocês

- Ele é assim mesmo – falou Dean nem reparando no sorrisinho de Sam ao ouvir o apelido de infância.

- Estamos procurando por ele – interrompeu Sam.

Uma garota um pouco mais gótica que Amy apareceu e perguntou:

- Você está bem?

- Sim.

- Podemos te fazer algumas perguntas?

- Claro.

Dean lançou um olhar a Michelle que logo entendeu e saiu.

Eles entraram na lanchonete e a garota começou a falar:

- Eu estava falando com Troy pelo telefone. Ele estava voltando pra casa. Disse que me ligaria. E... nunca mais ligou.

- Ele não disse nada estranho? – Perguntou Sam.

- Não. Nada de que eu me lembre. – respondeu.

- Gostei do seu colar – disse o mais novo provocando um olhar assustando em Dean.

- Troy quem me deu – falou pegando o pentagrama na mão – Foi mais para assustar meus pais com todas as histórias de diabo.

- Na verdade – Sam riu – é justamente para te proteger dele. Um pentagrama é uma proteção contra o mal. Muito poderoso, se acredita, é claro.

- OK, obrigado Unsolved Mysteris – falou Dean apoiando os braços na mesa – é o seguinte, garotas. Há algo errado com a forma como Troy desapareceu. Então, se sabem de algo...

- As garotas se olharam e Dean perguntou:

- O que é?

A garota sem nome respondeu em dúvida:

- Com tantos caras sumindo, as pessoas falam.

- O que elas falam? – Perguntaram Sam e Dean juntos.

- É uma lenda loca. Uma garota foi assassinada em Centennial há muito tempo. E parece que ela ainda está por aí. Ela pega carona. E quem dá carona, desaparece pra sempre.

Os irmãos se olharam e foram até uma lan-house, onde encontraram Michelle.

Dean tentava inutilmente achar algo em um site com as lendas locais.

- Me deixa tentar, Dean – falou Sam indo com a mão até o mouse.

- Já achei.

Sam bufou e empurrou o mais velho. Michelle só ria.

- Cara, que mania de controlar – resmungou o mais velho irritado.

- Espíritos zangados nascem de mortes violentas, certo?

- Sim – resmungou Michelle se aproximando e sentando-se no encostou de mão da cadeira de Dean.

- Talvez não tenha sido assassinato.

Sam pesquisou suicídio. Achou.

Dean o olhou desaprovador.

- Foi em 1981. “Constance Welch, 24 anos. Salta da ponte Sylvania. Afoga-se no rio.”

- Diz por que ela fez isso?

- Sim.

- O que foi? – Pergunta Michelle com a mão esquerda nos cabelos de Dean. Ela acariciava o cabelo do rapaz, mas eles nem perceberam. Já era algo automático.

- Antes de ser achada, ela ligou para o 911. Os dois filhos estão na banheira. Ela os deixa sozinhos por um minuto e quando volta, não estão respirando.

- Ambos mortos? – Perguntou Dean.

- Sim. “‘Nossos bebes se foram, e Constance não suportou’... diz o marido, Joseph Welch.”

- Essa ponte não parece conhecida?

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(Na ponte, à noite)

Dean andava na borda da ponte com Sam ao seu lado e Michelle agarrada ao seu braço.

- Então foi aqui que Constance mergulhou como um Cine.

- Acha que papai passou por aqui?

- Ele está atrás da mesma história e a gente tá atrás dele.

Se desencostaram da borda e Michelle soltou Dan, que estranhou a reação da garota.

- E agora? – Questionou Sam.

- Continuamos procurando até acharmos ele. Vai demorar – respondeu como se fosse óbvio, e era.

- Dean, eu lhe avisei. Tenho que voltar até segunda...

- Segunda – falou Dean se virando – A entrevista, certo?

- Sim.

- Eu até esqueci – falou pegando a mão de Michelle e mexendo em seus dedos, a mesma lhe lançou um olhar questionador e na mesma hora, ele a soltou – Você fala sério sobre isso? Acha que vai se tornar um advogado? Casar com a garota?

- Talvez. Por que não?

- É Dean, por que não? – se pronunciou Michelle pela primeira vez.

- Jéssica sabe a verdade? Sabe sobre tudo o que você fez?

- Não, e nunca vai saber – respondeu aproximando-se de Dean.

- Um relacionamento muito saudável – disse irônico – Pode fingir o quanto quiser, Sammy. Mas um dia terá que encarar quem realmente é – disse sarcástico.

- E quem eu sou?

- Um de nós – respondeu o mais velho brincalhão..

- Não! Eu não sou com você. Essa não vai ser minha vida – disse irritado, tomando a frente dos outros dois. Michele só os observava. Não gostava de se meter.

- Você tem responsabilidades – disse já nervoso, se aproximando de Sam.

- Com o papai e sua cruzada? Se não fosse pelas fotos, eu nem saberia como era a mamãe. E que diferença iria fazer. Mesmo que nós achemos o que a matou... mamãe foi embora e não vai voltar.

Ao ouvir aquilo, Dean se irritou muito e empurrou o irmão pelo colarinho até a parte de ferro da ponte.

Michelle ao ver isso se aproximou de Dean e pegou gentilmente no braço do menor.

- Dean... solta ele...

- Não fale dela desse jeito – falou dando uma última olhada nos olhos do mais novo.

- Vocês reclamam de barriga cheia. Vocês ainda tem o pai de vocês, se toquem.

- E você por acaso sabe o que é ter sua mãe morta no seu quarto? – Perguntou Sam irritando olhando Michelle.

- É! Eu sei sim. Agora para de reclamar, que não sou obrigada a ficar ouvindo essas ladainhas de vocês dois.

Dean que observava a garota virou-se para o lado e pode ver Constance pronta para pular da ponte.

Ela olhou para eles e pulou. Os três correram até o outro lado da ponte e Michelle questionou:

- Aonde ela foi?

- Não sei – respondeu Sam.

Nesse instante o Impala ligou e eles viraram-se para olhar o carro.

- Que merda é essa?

- Quem está dirigindo seu carro?

Dean enfiou a mão no bolso da jaqueta e tirou de lá as chaves.

O carro acelerou e avançou sobre eles. Os três correram desesperados e quando viram o carro muito próximo pularam da ponte.

O carro parou.

Notas finais
Gente, é seguinte: ESSA fic já está no fim, quaaaaase no fim. Faltam uns três capítulos, no máximo quatro. E eu já estou começando o Segundo que seria Wendigo. Como alguns pediram, vou continuar postando um por um, mas LEIAM hein kkk.
Bom, me falem o que estão achando da Michelle e da história em si. Tem muito coisa por vir ainda.
Obrigada por lerem.
Não se esqueçam das reviews