Pictures of You
11 Capítulo 11
Notas iniciais
Stiles não teve tempo de descarregar a câmera quando chegou em casa. Eles haviam deixado o parque assim que o sol começou a se pôr, de modo que teria menos de uma hora para tomar banho e se arrumar.
Sim, Derek não havia brincado com o fato de irem ao cinema. E quando Stiles perguntou que filme eles veriam, antes de descer do carro, o empresário apenas respondeu:
– Isso importa?
O fotógrafo sentiu o rubor tomar conta de seu rosto e as risadas de Cora só o fizeram mais tímido. Ele deu de ombros e subiu para seu apartamento para tomar banho. Escolheu uma calça jeans escura e uma camiseta vermelha com gola V, um casaco cinza e já ia pegar o celular para avisar Derek que estaria cinco minutos atrasado, quando a campainha tocou.
Ele foi atender, ainda descalço, a toalha na mão, tentando secar o cabelo. Quando abriu a porta, achou que tinha perdido a capacidade de falar. Derek estava ali, calças jeans claras, uma camiseta branca consideravelmente justa e jaqueta de couro. Nos pés, botas de couro escuro também e Stiles achou que devia haver uma lei que proibisse as pessoas de serem tão quentes assim.
– Você está bem? – Derek perguntou, com um sorriso discreto vendo que o rapaz parecia perdido.
– Oh... O quê? Ah, sim... Já ia te ligar e... Bom, vou só calçar um tênis.
– É bom terminar de secar o cabelo. Tem uma gota escorrendo aqui. – ele esticou a mão e puxou uma gota de água que ameaçava deslizar pelo pescoço do fotógrafo.
Stiles não conseguiu evitar fechar os olhos com o toque. O calor da mão de Derek em sua pele era demais e ao mesmo tempo provocava arrepios por sua espinha.
– Eu... sim... digo, o cabelo... vou secar. – ele tropeçou para dentro do apartamento, voltando cinco minutos depois, pronto para saírem.
Depois do primeiro momento de tensão, a conversa fluiu normalmente entre eles por todo o caminho até o cinema. Stiles olhou os nomes dos filmes em cartaz e deixou Derek escolher Em Chamas. Ele crispou os lábios um pouco, pensando que ficaria dividido entre querer assistir ao filme e querer se perder em Derek.
Sentados na sala escura, com pipoca e refrigerante, os dois se deram o direito de assistir o começo do filme, tempo o suficiente para a pipoca acabar. O empresário tirou o pacote de balas que tinha comprado junto com a pipoca e colocou uma na boca sem oferecer a Stiles que viu o movimento e sussurrou para ele:
– Ei, e eu?
– Oh, não sabia que queria. – ele sorriu de um jeito quase predador e seus olhos brilharam mesmo na penumbra da sala de projeção – Acho que vai ter que lutar por elas.
Ele esticou a mão que segurava o pacote o mais longe possível do rapaz, esperando que Stiles tentasse puxar seu braço, mas em vez disso o fotógrafo puxou seu pescoço e colou seus lábios com firmeza, deixando a língua roçar levemente, pedindo passagem. E quando Derek se rendeu ao beijo, ele roubou a bala de menta com a língua e voltou a atenção para o filme, um sorriso arrogante no rosto.
– Não me desafie! – respondeu, sentindo os olhos de Derek sobre si.
O resto do filme se passou sem que eles pudessem prestar tanta atenção, dedicando-se mais à explorar a boca um do outro. E não só a boca, como o queixo, o pescoço... Stiles sorriu satisfeito com o som engasgado que Derek emitiu quando ele puxou sua mão e levou um de seus dedos à boca, mordendo a ponta do indicador.
Saíram do cinema num clima estranho, denso. Pareciam ter medo de se olhar, mas não desgrudavam as mãos, e a necessidade de estar perto era tanta que esbarravam os ombros a cada passo.
E mal entraram no carro de Derek e se chocaram num beijo forte, com lábios pressionados, línguas dançando e, por vezes dentes batendo. E nada parecia ser capaz de quebrar a sensação de intimidade que tinham ali. Sorriam entre mordidas e suspiravam com os dedos traçando padrões indefinidos sob as camisetas, tentando desenhar os músculos do abdômen ou alcançar o elástico da boxer.
– Ok. Não somos mais dois adolescentes para ficar de amasso dentro do carro. Embora isso seja quente. – Stiles disse, com um sorriso indecente e a voz mais grossa, enquanto Derek arranhava os dentes na curva de seu ombro.
– Cora... – Derek praticamente grunhiu, não querendo ocupar a boca com outra coisa que não fosse a pele do fotógrafo – Está em casa.
Stiles riu, de um jeito mais relaxado e se soltou dos braços do empresário. Seus lábios pareciam inchados com a força do beijos trocados e ele tinha certeza que sua pele pálida também estava marcada pela barba mal feita de Derek.
– Posso ter cara de adolescente, Der, mas não se esqueça que eu tenho meu próprio lugar. E não tem ninguém lá para nos atrapalhar. A menos que você não queria. Embora eu tenha sérias razões para pensar que você não está em condições de me dizer não.
Ele apalpou o volume mais que indiscreto no jeans do empresário e ganhou uma espécie de rosnado de aprovação. Derek sentou-se direito no carro, dando a partida e saindo o mais rápido possível em direção ao bairro em que moravam.
Derek teria quebrado todas as leis de trânsito, se pudesse, mas passando pelo centro da cidade, acabou parando no sinal vermelho. A mão do fotógrafo não saía de sua coxa, apertando, arranhando, se divertindo enquanto notava os pontos em que provocava cócegas.
Eles estavam com os vidros abertos, Derek precisando do ar noturno para manter sua concentração na direção, fazendo um esforço enorme para controlar-se tendo aquelas mãos de dedos longos passeando tão perto de sua ereção.
Logo que pararam no sinal, um carro vermelho, esporte, também parou ao lado deles. Logo o vidro fumê do carro baixou e revelou os ocupantes do veículo. Duas mulheres muito maquiadas, cabelos escuros e compridos que deram um sorriso predador para o empresário.
Stiles, observador como todo bom fotógrafo, captou bem a intenção das moças e comentou:
– Parece que elas querem te comer com os olhos.
Derek pareceu confuso a princípio, mas logo entendeu do que ele estava falando e deu de ombros, respondendo:
– Só tem uma pessoa aqui que pode me comer esta noite.
Era o que Stiles precisava ouvir. Sorriu de um jeito mais que indecente e acendeu a luz interna do veículo, deixando as mulheres do carro ao lado terem uma visão melhor de Derek e conseguindo uma cantada direta de uma delas:
– Oi delícia! Ocupado esta noite?
– Eu? – Derek olhava confuso para as moças e divertido para Stiles que mordia o lábio inferior numa expressão travessa.
– É, gostoso! Você mesmo! Vamos para uma festa agora, que tal seguir a gente?
Foi então que Stiles praticamente se jogou pela janela e respondeu:
– Desculpe, senhoritas! Esta delícia – olhou para o empresário e se aproximou de seu rosto, mordendo o queixo devagar – já tem toda a diversão que ele precisa bem aqui.
E sem dar tempo tanto para Derek quanto para as moças reagirem, abaixou em direção ao colo de Derek, levantando um pedaço de sua camisa para lamber seu abdômen e passar os dentes sobre o volume na calça jeans.
– Oh fuuuuck! – Derek gemeu e fechou os olhos, tirando a mão do volante e segurando a cabeça de Stiles bem onde ela estava, aprovando a carícia.
O sinal se abriu e o carro ao lado saiu cantando pneus, mas Derek seguiu seu caminho com mais calma, apreciando o modo como Stiles agora abria um botão de sua calça e puxava o zíper para baixo, aliviando o aperto em seu membro muito duro de excitação, apalpando cada centímetro e depositando pequenas mordidas na região. Stiles sorriu, quando puxou o elástico da cueca com os dentes e Derek se embaralhou com os pedais do veículo acelerando mais do que devia.
Quando chegaram ao prédio em que o fotógrafo morava, Stiles abriu a porta do carro e vendo que Derek fazia o mesmo, brincou:
– Vai sair assim? – apontou para a calça desabotoada e a boxer levemente abaixada revelando mais do que devia – Acho que o síndico pode pegar no meu pé por exibicionismo.
Derek sorriu, o rosto ficando rosado de timidez de um jeito que fazia Stiles sentir o coração apertar vendo o quanto aquele cara conseguia ser quente e fofo ao mesmo tempo.
O empresário ajeitou sua roupa e seguiu o rapaz pela portaria, entrando no elevador em seguida. Eram apenas seis andares, mas levou tempo o bastante para Stiles deixar sua mão descansar no bolso de trás do jeans de Derek, apertando assim que a porta se abriu.
Eles praticamente correram pelo corredor e Stiles se atrapalhou com as chaves, já que o corpo de Derek pressionava suas costas e o empresário empurrava o quadril na direção dele, esfregando sua ereção em cada pedaço do corpo do fotógrafo que conseguia tocar.
Stiles abriu a porta e puxou Derek para dentro sem se preocupar em acender as luzes. Apenas um abajur com o formato do Darth Vader segurando o sabre de luz dava à sala uma leve coloração avermelhada.
Derek se deixou ser guiado, preso nos braços esguios, trocando beijos e suspiros, mas não pôde evitar um comentário sobre o acessório:
– Nerd?
Stiles olhou para onde ele apontava e deu de ombros:
– Um pouco. Achei que tinha percebido já.
– Nerds são sexys. – foi tudo o que ele disse, mordendo com mais força o pescoço do rapaz.
Eles seguiram pelo pequeno corredor e acabaram batendo na porta do laboratório, mas Stiles virou o corpo de Derek na direção de seu quarto e falou:
– Não senhor! Sexo no laboratório só depois do terceiro encontro.
Derek sorriu, mas sentiu uma pontada de ciúmes ao pensar como o rapaz tinha definido esta regra. Stiles parece ter lido seus pensamentos porque emendou o comentário em seguida:
– Embora isso nunca tenha acontecido antes.
Eles se embolaram novamente numa mistura frenética de abraços, apertos, arranhões, gemidos, beijos e mordidas. Alguns chupões pelo pescoço e agora Stiles andava de costas, vendo Derek se desfazer da camiseta, já que a jaqueta de couro havia ficado em algum lugar entre a sala e o quarto.
Ele acabou batendo as pernas na beirada da cama e caiu sentado, com Derek sobre ele. A montanha de músculos que era Derek era pesada para Stiles que acabou soltando todo o corpo contra o colchão de molas e riu sentindo Derek desmontar em cima dele.
– Muita roupa. – ele disse, empurrando o empresário alguns centímetros.
Não havia tempo para sedução, para tirar as peças com leveza e charme, de modo que cada um cuidou de se despir e logo estavam ambos esfregando juntos suas ereções. A cortina do quarto estava aberta e deixava uma luz diáfana entrar, vinda das sacadas vizinhas, dos jardins iluminados entre os prédios e da lua quase cheia no céu. Apenas o bastante para Stiles perceber que Derek era muito mais do que ele havia imaginado e ele não via a hora de poder examinar todos aqueles músculos à luz do dia.
O fotógrafo apoiou-se em seus cotovelos e foi erguendo o corpo, fazendo com que Derek logo estivesse sentado na cama. Ele se afastou dos beijos, ofegante, e falou:
– Não sei quanto a você, mas eu não me importaria de terminar o que comecei no carro.
Derek não respondeu, porque logo sentiu os lábios inchados de Stiles envolverem a cabeça de seu pau, com um beijo molhado e deslizar a língua lentamente na parte de baixo, até a base e subir novamente, colocando tudo o que conseguia na boca e sugando com habilidade.
O empresário gemeu alto com a sensação e jogou o corpo de encontro aos travesseiros, batendo a cabeça na parede, atrás da cama.
– Isso vai doer amanhã. – ele suspirou, sentindo os lábios de Stiles se curvarem num esboço de sorriso e soltar seu pênis apenas para rir e comentar:
– Essa vai ser a primeira vez que uma cabeçada na parede vai te deixar com tesão quando lembrar dela amanhã.
Derek sentiu-se sorrir, recostando com mais calma desta vez enquanto Stiles voltava a chupá-lo como se aquilo fosse o que ele mais precisava no momento.
– Wow... Stiles... – a voz dele agora parecia um rosnado, grave, mas ao mesmo tempo preso no fundo da garganta, como se falar doesse seu abdômen – É melhor... Eu não vou aguentar...
Stiles fez um muxoxo e saiu de onde estava, rastejando por cima do corpo quente do empresário, traçando beijos a medida que subia, até sentir Derek corresponder aos beijos, atacando mais uma vez seu pescoço e se aproximar de seu ouvido para dizer:
– Posso foder você agora?
Stiles caiu da cama. Derek nem teve tempo de tentar segurá-lo, mas mordeu os lábios quando o viu levantar, o rosto vermelho de vergonha e tesão, a respiração difícil e o olhar turvo. E o melhor, ainda duro. Ele sentiu o ar faltar em seus pulmões quando notou o brilho de luxúria nos olhos de Derek sobre si.
Enquanto o empresário pensava que Stiles não podia estar mais bonito. Ali, de pé, a pele pálida já marcada em alguns pontos com as mordidas que ele fez questão de deixar em seu corpo, a meia luz marcando os contornos de seu corpo. Derek levantou da cama e puxou Stiles para perto de si, agora com menos urgência, mas com o mesmo desejo.
O beijo foi mais lento e profundo e as mãos agora dançavam lentamente nas costas, desenhando círculos no pescoço e traçando os contornos do maxilar com as pontas dos dedos. Stiles seguiu nesse ritmo, passando os dedos longos pelos cabelos de Derek e puxando para trás, expondo a garganta do mais velho do jeito exato para que ele corresse com os dentes sobre o pomo-de-adão.
Derek grunhiu e virou o corpo do rapaz com um movimento preciso, fazendo com que ele deitasse no meio da cama. Ergueu as pernas dele, fazendo com que ele apoiasse os calcanhares no colchão e se ajoelhou no chão, abaixando o rosto em direção ao membro do outro, mas não o colocou na boca como Stiles achou que ele faria.
Apenas raspou os dentes pela virilha e esfregou a barba mal feita nas coxas brancas e bem definidas. Depois, usou a língua para brincar com as bolas, sugando-as por completo para dentro da boca e depois soltando, enquanto sua mão direita abria caminho para que a esquerda começasse a pressionar seu ponto rosado.
– Oh céus! – Stiles se contorcia, torcendo os lençóis entre os dedos – Puta que pariu! Isso é bom...
Derek continuava a brincadeira, arriscando vez ou outra passar a língua pela entrada, apenas para arrancar suspiros surpresos do rapaz, até que Stiles não aguentou:
– Primeira gaveta do criado. Camisinha e lubrificante. Tipo, agora!
Derek obedeceu, sem falar uma palavra. De posse de tudo o que precisava, rasgou o pacote com o preservativo, colocando-o rapidamente. Depois, o lubrificante que ele notou ser a versão que esquenta em contato com a pele, escorrendo nos dedos para preparar o caminho.
– Versão hot? – perguntou, colocando um dedo de uma vez dentro do rapaz e girando a mão para testar as reações dele.
– O que eu posso dizer? – Stiles arqueava o corpo com o contato – Vibradores costumam ser gelados demais.
– Você tem um vibrador? – a voz abafada pelo rosto pressionado contra o abdômen, dando atenção especial para o umbigo, que ele descobriu ser capaz de fazer Stiles rebolar em seus dedos.
– Tardis. Uma excelente companhia. – ele gemeu, sentindo o segundo dedo entrando com mais facilidade do que ele esperava.
– Seu vibrador tem o nome da nave do Doctor Who? – Derek sorria, virando a mão para achar o ponto certo dentro do rapaz.
– O que eu posso dizer? Ele é azul e já me levou a lugares incríveis.
Derek deixou uma risada alta escapar naquele momento. Era estranho ter toda aquela conversa tão bem humorada durante o sexo. Em geral, suas relações se resumiam a fodas rápidas, sem muitas palavras, apenas alguns palavrões e gemidos. E por algum motivo, ele não conseguia deixar de pensar como conseguiu viver sem aquilo por tanto tempo.
Quando notou que seu terceiro dedo já circulava a vontade dentro de Stiles, tirou a mão com um barulho molhado e deslizou mais lubrificante sobre seu pau, colocando um travesseiro sob o quadril do fotógrafo e entrou de uma vez, sem aviso e sem cuidado.
Stiles sentiu-se queimar. Apesar de toda a preparação, Derek era grande e seu corpo levou alguns momentos para se acostumar com a sensação e passar a sentir prazer. Logo Derek começou a se movimentar, mantendo um ritmo firme, saindo quase por completo para se enterrar de novo. Numa das estocadas, suas mãos acabaram erguendo o corpo de Stiles e ele acertou direto em sua próstata, fazendo o rapaz ver estrelas e chamar seu nome, pedindo mais.
Derek atendeu, indo cada vez mais rápido, ouvindo os palavrões que escorriam da boca de Stiles, os gemidos que ele dava como se fossem música para os ouvidos do empresário. Apoiou o corpo mais frágil de volta na cama, segurando-o com uma mão, enquanto com a outra envolveu seu pênis e tentou bombeá-lo com a mesma velocidade com que o penetrava.
Em alguns instantes, Stiles gozou. Sem conseguir avisar que estava prestes a atingir seu orgasmo. Os jatos perolados riscaram indiscriminadamente seu próprio corpo, algumas gostas escorrendo pela mão de Derek. O aperto do corpo do rapaz em seu pau, assim que atingiu o ápice, fez o corpo do empresário tremer em resposta e gozar junto, com tanta força que ele sentiu a vista escurar e o ar fugir de seus pulmões.
Desabou sobre Stiles sem nenhuma cerimônia e sem se importar em sujar seu corpo com o sêmen que ainda brilhava sobre a pele do outro.
Ficaram em silêncio por um tempo, apenas sentindo os batimentos cardíacos voltarem ao normal e o corpo entrar num estado de torpor, pedindo sono.
Derek finalmente rolou para o lado, tirando o preservativo para descartar numa lixeira perto da cama. Stiles seguiu para o banheiro e voltou com uma toalha úmida, limpando a si mesmo e passando o pano sobre os músculos de Derek que arrepiou sentindo o contraste do pano frio com sua pele ainda quente.
Stiles jogou a toalha sobre uma poltrona no canto do quarto e puxou Derek para a cama, cobrindo os dois com o edredom escuro. Deixou-se ser abraçado e já estava quase dormindo quando ouviu Derek brincar, mordiscando sua orelha:
– Quando eu vou conhecer a TARDIS?
– Não sei... Ela pode ficar com ciúmes de você!
– Ciúmes de mim?
– É. Você me levou mais longe do que ela é capaz. – ele puxou a mão de Derek para seu rosto e beijou-lhe a palma – Mas nós podemos marcar um encontro e ver se vocês podem se acertar.
Derek sorriu e puxou Stiles mais de encontro a si, deixando o sono embalar os dois.
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