Pernico- Reescrevendo e mudando de conta
15 Capitulo 16 Spark
Notas iniciais
Andrew tentou se levantar da cama, mas era como se algo estive-se prendendo.
Ele mal consegui levantar a cabeça, Grover não estava em sua cama.
– É uma armadilha, Grover disse entrando espantado pela porta.
– Não me diga, Andrew disse se debatendo.
– Como vamos sair daqui? Grover perguntou tentando levantar Andrew.
– Não adianta, Andrew disse impaciente, — Não consigo me soltar.
– Já volto, Grover disse desaparecendo porta a fora.
– Ótimo, Andrew disse revirando os olhos.
– Ei quer uma mãozinha ai? Annabeth perguntou aparecendo na porta.
– Só se você conseguir me tirar daqui.
Annabeth revirou em sua mochila e retirou um pedaço de pano.
– Feche os olhos, disse ela apontando o pano na direção de Andrew.
Andrew fechou os olhos mais forte que pode, uma explosão de luz azul saiu do pano e iluminou todo o quarto.
– Pronto pode abrir, Annabeth disse abaixando o pano.
Andrew se revirou na cama e sentiu o corpo livre.
– Oque foi isso? Perguntou ele confuso.
– Você não vai querer saber, Annabeth disse saindo pela porta.
– Vocês estão bem? Percy perguntou aparecendo ao lado de Annabeth.
– Sim, Annabeth respondeu piscando para Andrew.
– Isso aqui parece um labirinto, Nico disse empurrando Percy para o lado.
– Tipo um labirinto de verdade? Andrew perguntou chocado.
– É idiota, Nico disse revirando os olhos.
– Temos que sair daqui, Grover disse se chocando contra os 3 semideuses.
– Como? Percy perguntou sacando contracorrente.
– Não sei, Grover disse revirando a mochila.
– Afs, Annabeth disse batendo o pé.
– Alguém pelo menos já ouviu sobre um lugar assim em alguma história? Nico perguntou fitando cada um nos olhos.
– Não, Annabeth respondeu ficando vermelha.
– Não, Percy e Grover responderam juntos.
– Eu já, Andrew respondeu confiante.
– Então como saímos daqui? Grover perguntou mastigando uma latinha de coca.
– Bem segundo a história, o dono do hotel foi condenado a viver aqui eternamente, sem poder comer coisas do mundo mortal, ele só poderia comer tudo aquilo que entra-se em seu domínio.
– Ainda não disse como saímos, Nico disse irritado.
– Já vou chegar lá, Andrew respondeu impaciente , — O único jeito de saímos daqui é mata-lo e encontrar as 3 portas.
– Como assim? Annabeth perguntou curiosa.
– Ele guarda 3 postas, uma delas nos leva para a saída, as outras duas, bem vocês sabem o final.
– Tártaro? Percy chutou.
– Certo, Andrew respondeu encabulado.
– E como matamos ele? Nico perguntou sacando a espada de ferro estígio.
– Arrancando o coração, Andrew respondeu pegando um lápis.
– Oque você vai fazer com esse lápis? Grover perguntou mastigando outro pedaço da latinha.
– Me defender, Andrew respondeu girando o lápis nos dedos.
– Pega, Annabeth disse jogando uma faca, — É bem mais útil.
– Crianças, disse uma voz rouca e aguda, — Está na hora de brincar.
O céu do lado de fora escureceu, o corredor se encheu de velas vermelhas, que faziam aparecer imagens assustadoras.
– Cala a boca, Nico gritou irritado.
Ao fundo do corredor uma imagem apareceu caminhando lentamente em direção a porta.
– Oque é aquilo? Annabeth perguntou fechando a porta.
A figura parecia com um minotauro, mas seus chifres eram maiores e aviam vários, como se fosse chifres de veado, suas patas pareciam com patas de cavalos, seus olhos brilhavam em um vermelho assassino.
– Venham brincar crianças, disse a voz novamente, só que agora parecendo cada vez mais humana.
– Algum planos? Percy perguntou olhando para Annabeth.
– Percy você vai pela direita, Nico você vai pela esquerda, Grover você pode dar uns coises nele?
– Claro, Grover respondeu quase em um sussurro.
– E eu faço oque? Andrew perguntou mostrando a faca.
– Você correra em direção a ele, e quando estiver bem próximo, salte por cima da cabeça dele.
– E você vai fazer oque? Nico perguntou desconfiado.
– Vou ficar invisível e mata-lo.
– Ela sempre fica com a parte mais fácil, Nico sussurrou para Percy.
– Prontos? Annabeth perguntou colocando a mão na maçaneta.
– Claro, Percy e Nico responderam juntos.
Annabeth abriu a porta e Nico e Percy correram em direção a figura.
Percy sacou contra corrente e desferiu um golpe no antebraço do monstro.
Nico girou a espada na mão e desferiu um golpe na barriga.
Grover estava trotando em direção ao monstro, dando coises e tacando latinhas.
Andrew correu para cima do monstro e saltou sobre sua cabeça, parando atrás do monstro e cortando suas perna esquerda.
O monstro urrou de dor e caiu de joelho.
– Malditos semideuses, disse ele enquanto se apoiava na outra perna.
Annabeth apareceu na frente do monstro e gravou a espada em seu peito.
O monstro se dissolveu em arreia, deixando para trás uma pequena chave laranja.
– Agora temos que achar as portas, Andrew disse saindo correndo pelo corredor.
Os outros 4 o seguiram parando de porta em porta.
– An gente, Grover disse parando, — Acho que achei.
Grover apontou para três antigas portas de madeira, cada uma de uma cor, a primeira era Vermelha, a segunda era Azul e a terceira de um verde fluorecente.
– Então qual porta? Percy perguntou segurando a mão de Nico.
– Acho que a terceira, Nico disse olhando para Percy.
– Eu acho que é a segunda, Annabeth disse apontando para a porta azul.
– Acho que é a primeira, Grover e Andrew disseram juntos.
– Ta vamos fazer votação, Percy disse guardando contracorrente no bolso, — Quem quer a primeira porta?
Grover e Andrew levantaram a mão olhando um para o outro.
– Quem quer a segunda porta?
Annabeth levantou a mão devagar.
– E quem quer a terceira porta? Percy perguntou levantando a mão junto com Nico.
– Tá deu empate na 1° e na 2°, Annabeth disse séria.
– Quem quer a 1° porta? Percy perguntou levantando a mão junto com Nico e Annabeth.
– A 1° venceu, Nico disse pegando a chave da mão de Percy, — Seja o que os deuses quiserem.
Nico colocou a chave na fechadura e girou lentamente, a porta se abriu com um baque revelando a chuva ainda caindo do lado de fora.
Todos se entreolharam e sorriram.
– Vamos dar o fora daqui, Andrew disse correndo em direção ao carro.
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