Perigo eminente...
27 Efeitos...
Notas iniciais
POV NICO
Meu corpo estava mais leve. Talvez mais leve que o normal, sentia vontade de rir, de dança, sentia calor e quando dei por mim, minhas roupas estavam espalhadas pelo chão enquanto eu tragava outro baseado. Jason estava sentado no chão, com as costas encostadas na cama cantando algum reagge qualquer.
– Você canta mal – disse gargalhando ao perceber a moleza com que a minha voz saia. Jason também riu e se calou diante a minha critica sincera sobre o talento musical que ele tinha.
– Você perdeu o cabaço hoje... – cantarolou ele após um tempo em silencio.
– Cala boca Grace – disse chutando seu ombro
– E ai?
– E ai o que? – disse constrangido
– Como é o tamanho do filho de Poseidon? – perguntou enquanto levantava com dificuldade para sentar-se na cama ao meu lado. Achei ridícula, a maldita competitividade que os dois tinham que não supera nem mesmo os seus momentos íntimos com outras pessoas.
– Maior que você com certeza – debochei e isso o irritou. Grace subiu na cama e começou a tirar a roupa. Primeiro arrancou a camiseta revelando seus músculos completamente definidos e esguios e em seguida arrancou a calça e a cueca de uma vez só, pondo a mostra seu membro semi-rígido. Devo dizer que a temperatura do quarto elevou-se consideravelmente.
– Maior que o meu?... Certeza? – indagou ele com a voz rouca e um sorriso malicioso nos lábios. Virei e encarei a parede, ruborizado com aquela situação. Nunca havia reparado Jason daquela maneira, seu corpo completamente nu na minha frente!
Uma sensação tomou meu corpo naquele momento, não era amor e muito menos paixão... um desejo carnal, que se espalhava por meu corpo e fazia a minha virilha formigar.
Afinal isso era certo?
Havia acabado de sair da cama de Percy, como podia sentir aquilo?
“Desejo não é amor” murmurou uma voz em minha mente.
Estava presta a me entregar á aquele sentimento quando senti o corpo de Jason atrás do meu e consequentemente seu membro também. Ele beijava meu pescoço enquanto suas mãos viajavam sobre meu corpo sem que eu dissesse algo ou lhe desse alguma permissão... Ou seja, não havia dito sim... Mas algo não me deixava falar que não.
Jason sentou-se na cama e eu sobre seu colo, onde eu encarava aqueles olhos que pareciam meio avermelhados, não pela maconha, mas realmente seus olhos estavam vermelhos! Resolvi não importar com aquilo, não naquele momento...
– Eu amo Percy – disse, deixando bem claro qu aquilo não passaria de uma noite.
– Eu amo Leo – ele respondeu. Tomei seus lábios. O quarto estava quente demais aquela altura, com um forte aroma de rosas. Meu corpo estava cheio de desejo e sentia um grande necessidade de fazer amor com Jason, queria senti-lo mais do que qualquer coisa!
Com violência Jason me jogou na cama e voltou a me beijar com mais tesão com muita voracidade, nossas línguas lutavam e parecia que meu membro iria explodir de tão rígido que estava. Grace terminou nosso beijo com uma mordida e eu a retribui com mais intensidade. Enquanto puxava meus cabelos, o filho de Júpiter deixava um enorme chupão em meu pescoço e tentava de todas as maneiras me dominar. Foi descendo calmamente por meu peitoral deixando marcas por onde a sua língua passava e com chupões e mordidas ele chegou até a minha virilha.
Olhei o teto com as costas arqueadas dominado pelo prazer daquele momento. Já não estávamos na cabine, estávamos no chão do templo de Eros e fiquei imaginando o poder da “erva medicinal” que havia tragado momentos antes. Submetido à língua daquele loiro que explorava meu membro, o mundo girava e sentia uma enorme dificuldade de respirar e os gemidos ficavam entalados em minha garganta, me sufocando em alguns momentos, sentia meu corpo quente e isso era assustador... Alem de alucinante.
– V-vai... hummm... R-rapido... ahhh deuses – disse ente os gemidos tentando a todo custo formular alguma frase. Ele parou e me encarou, seus olhos que antes tinha um tom de vermelho, agora já estavam vermelho sangue. Jason passou a língua com lentamente pela glande fazendo com que eu atingisse um outro grua de prazer e tudo que fiz foi revirar os olhos e esperar sem dizer nada que ele terminasse o serviços.
– Calma Di Ângelo – murmurou com a voz grave.
Estava chegando ao ápice, meu membro já doía de tão duro, a sua língua passava por toda a extensão do meu membro até as minhas bolas. Mas foi no momento em que senti que meu pau estava completamente dentro da sua boca que não consegui me segurar por mais tempo e me derramei.
Esperei por um tempo o mundo voltar ao seu lugar, mas nada voltou, estava ainda louco de tesão por aquele garoto, minha respiração continuava irregular e meu corpo quente passou a ficar em uma temperatura insuportável. Jason se aproximou e selou nossos lábios em um beijo feroz, depois ele se separou e me mordeu mais uma vez a fim de ser retribuído. Ele me colocou novamente sobra seu colo, entre as minhas nádegas podia sentir o tamanho de sua excitação. Fui descendo por seu pescoço com uma mão apoiada sobre seus cabelos e a outra sobre a sua cintura.
– Quero sentir você – murmurei no pé do seu ouvido.
– Me prepare então – insinuou ele. O empurrei e sai do seu colo, começando a lambuzá-lo completamente com a minha saliva. O chupava com vontade, quase em crise com tudo aquilo. Quando seus gemidos começaram a ficar freqüentes demais e eu senti o seu pré gozo, descobri que era a hora de terminar com aquela brincadeira de vez.
Sentei sobre seu membro com um pouco de dificuldade, só que com as mãos na minha cintura Jason nos uniu de uma vez só. Perdi o ar de vez, encarei seus olhos vermelhos e a expressão de prazer que ele fazia... Deferente da minha vez com Percy, não senti dor, apenas prazer... Muito prazer.
Algo fora do normal acontecia, queria gritar, mas não tinha voz, não tinha ar.
Arranhava as suas costas com força deixando belos e longos hematomas, provavelmente ele se arrependeria ou me bateria por isso na manhã seguinte, mas estava pouco de fodendo por aquela altura.
O cheiro de rosas se tornou ainda mais forte, era inebriante e se misturava ao cheiro de sexo. Nossos corpos pingavam suor, meus cabelos já colavam na testa pra ver o quanto estava encharcado. Cada toque do filho de Júpiter me levava a loucura, a cada vez que ele entrava em mim e atingia meu ponto era um arrepio que me tomava... Fechei os olhos para aproveitar aquele momento que seria único em nossas vidas. Não foi preciso muito para que chegássemos ao orgamos juntos...
(...)
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