Peridot e as Crystal Gems
9 Capitulo IX: Many Problems
Notas iniciais
— Garnet... Você quer dizer... — disse Pearl, aparentemente a mais assustada.
— Sim.
O cluster levantou a mão, se preparando para um ataque devastador.
— As nossas vidas estão em suas mãos Steven.
Então ele atacou.
Passado
Pearl hesitou de todas era a que menos confiava ali, e bem, um lugar bestial como aqueles, em que homens se matando era diversão; apesar de que em Homeworld haviam lugares parecidos.
— Tem certeza? — perguntou — Rose?
— Minha Pearl. — ela segurou a mão da Gem indecisa — Temos que aprender mais da cultura humana.
— Apesar de que nós acompanhamos toda a evolução deles, e deles já tentaram nos matar. — acrescentou Ametista.
— Esses foram tempos sombrios. — repreendeu-a Rose.
— Eu não duvidaria se fossem quanto. — comentou Garnet, que estava adianta na entrada do local.
Todas se assustaram quando ouviram os gritos que as pessoas produziam. Pearl teve um arrepio por todo o corpo, e Rose rodou o lugar com o olhar, impressionada com aquela construção, ou como os humanos o apelidaram; Coliseu.
— Eles estão felizes em ver a gente! — exclamou com Ametista, acenando para os humanos como se eles estivessem a vendo.
— Não. — disse Garnet — Eles estão felizes com aquilo!
Ela apontou para o homem de tanga no centro do estádio. Usava uma apenas uma espada e carregava um sorriso cheio de sangue. Do outro lado da arena, havia um leão e um homem, também com uma espada.
Um homem apareceu em frente as Crystal Gems, estava com a mão aberta, como se estivesse pedindo algo.
— O que ele quer? — perguntou Ametista, pronta para começar a o farejar.
Mas Rose a segurou.
— Isso. — ela pegou uma bolsa de couro que estava consigo e tirou três moedas de ouro, entregou as ao homem.
Ele agradeceu com uma inclinação desajeitada e desapareceu. Sem perder tempo as Crystal Gems acharam um lugar em meio à multidão de pessoas e se sentaram.
Pearl sofria de constantes arrepios na base a cada vez que o leão ia para cima, mas esse era esperto, e a cada brandida da espada recuava. O homem que aparentemente era um lutador não ajudava em nada, apenas ficava observando a luta. Quando o leão atacou com tudo, sem medo, as pessoas urraram em alegria, em sinal de vitoria, mas o homem deu uma hábil esquivada e conseguiu dominar a luta. Agarrou o pescoço do leão e subiu em cima. O animal reagiu furiosamente, e começou a dar vários saltos, tentando derrubar o homem que estava montando, mas esse conseguiu manter o controle, até o leão por algum motivo começar a correr em direção à arquibancada, todo mundo pensou que era brincadeira, até o animal tentar morder um garoto, que por sorte foi protegido pelo pai.
— Crystal Gems! — disse Rose, levantando de seu lugar e invocando sua espada.
Mas nada disso foi preciso. Um homem laçou o leão com várias cordas no momento em que ele iria tentar morder mais uma pessoa. Ele pediu para o lutador que estava montado segurar a corda. Quando isso foi feito, ele chegou até o leão e lhe mostrou um pedaço de carne.
— Não, Leão, Não Leão! — disse ele, esquivando o pedaço de carne da boca do furioso felino. — Não pode fazer isso... Você sabe — o animal dessa vez quase arrancou a mão do homem —, promete que não mais fazer? — Leão o olhou, sem expressão, apenas “olhou”. — Ótimo. — e deixou o felino saborear de sua vitoria.
— Uau! — Rose exclamou alguns metros acima.
Ela observou o moreno a olhar com uma expressão de “Hã? Mas o que?”. Ela lhe dirigiu um sorriso ao homem de lhe fazer morder os beiços. Era um homem com uma pele cor de caramelo, olhos castanhos e cabelos ligeiramente bagunçados no topo. Parecia jovem e radiante, mesmo usando algo parecido com o vestido de Rose. Ela já vira outros humanos usando aquilo, mas isso foi antes dessa época, quando ainda acreditavam em deuses do raio, do mar e do mundo inferior.
— Você é muito bom. — elogiou Rose, com certo entusiasmo — Conseguiu deter ele. — ela acenou para o leão.
— Bom isso é normal. Ele sempre espanta os espectadores... — disse ele com certa frustração, e apontou para o coliseu vazio a suas voltas. — Mas sorte que vou sair desse inferno, hoje!
— Como assim? — perguntou a Gem, interessada.
— Eu vou em direção a uma pequena ilha, e vou construir minha cidade!
— Nossa... Eu posso ir junto?
— Mas que?
— Eu e as minhas amigas somos novas na terra. — ela apontou para as Crystal Gems — Na terra não, nos costumes humanos.
— Hum... Eu acho que tem mais alguns lugares no navio.
— Ótimo. — disse Rose antes que ele tentasse argumentar — Quando vamos?
— Daqui a pouco. Às cinco da tarde, no porto. Você me encontra lá, certo?
— Certo. — ela deu um beijo em sua bochecha, que o deixou levemente corado.
Era uma hora após o por do sol, e lá estavam elas, no porto. Havia apenas um navio ancorado, o do homem que Rose conheceu. Ele usava uma blusa de piratas azuis e botas marrons.
— Olá, senhoritas. — ele cumprimentou com uma inclinação — Eu sou William Dewey, dono deste navio.
Como já estava tudo arrumado, eles zarparam logo.
— SANGUE DE JESUS TEM PODER! — gritou William Dewey para a tempestade, que estava exatamente em cima deles.
— Tão... belo. — comentou Rose, sobre a tempestade.
— Bem, para marinheiros não é nada bom, nem belo.
— Por que?
Antes que ele pudesse responder, fora agarrado por Garnet, que levou um raio em cheio.
— Rose, você precisa ver uma coisa.
Elas se dirigiram até a traseira do barco, onde entre as ondas agitadas, estava Centípoda. Era o monstro mais perigoso de todos, as Crystal Gems já haviam lutado com ele antes, e foram derrotadas.
— Crystals Gems! — chamou Rose.
Alguns segundos depois elas se fundiram, formando a maior coisa que William já viu.
Era uma mulher de alguns dez metros, tinha cabelo rosa encaracolado, tinha quatro braços de cada lado, parecia usar uma espécie de mascara acima de sua face.
— O que é isso?! — exclamou Dewey.
De cada Gem ela invocou sua arma, e depois uniu todas. Ela empunhava duas espadas rosa e nas outras mãos um chicote que terminava em manoplas.
Centípoda jorrou acido, destruindo parte do navio, mas a fusão deu um salto no ar e começou a batalha. Tentou cortar o monstro, mas ele esquivou. Ela envolveu o pescoço com o chicote, para não ser atingindo Centípoda afundou no mar, levando ela junto.
Agora a batalha acontecia em baixo da água, e vários corais eram destruídos a cada brandida da espada, mas o monstro conseguiu fugir para o navio, certamente iria destruí-lo. Para impedir isso ela foi rapidamente para a superfície e quando chegou viu William quase sendo devorado pela Centípoda.
— Mãe Centípoda! — gritou.
Laçou Centípoda com o chicote. Mas isso não era o suficiente, precisavam de um novo poder para derrotá-la.
A cada segundo que passava William ficava mais perto da boca do monstro, então a fusão das Crystal Gems teve uma ideia. Puxou o chicote o máximo que sua força conseguia, e então uma energia roxa surgiu e percorreu o fio. Ao chegar a Centípoda causou uma explosão imensa.
As Crystals Gems agora estavam em uma ilha. Aparentemente comum, com uma grande floresta no centro. No horizonte era possível ver o barco de Dewey.
— Nós devíamos ir resgatar ele? — perguntou Garnet a Rose.
— Não. Ele voltara.
— E o que iremos fazer quando ele voltar?
— Diremos que essas são terras perigosas.
Presente
Quando o Cluster esmagou toda a colina do templo uma luz rosa surgiu entre seus dedos, e a fusão do templo se formou.
— Então... — Peridot como os habitantes de Beach City não conseguia dizer nada.
Mas então quando ficou atenta para observar a luta algo a atingiu, fazendo-a cair de costas na areia. Quem havia feito isso era Lapis.
— Lapis? — perguntou ela, incrédula.
— Você está falando dessa? — Lapis levantou uma bolha de água, e em dentro lá estava, Lapis Lazuli.
Peridot pareceu engasgar.
— Você? Como escapou do meu quarto? Aquela jaula era a mais resistente possível... — ela começou a se arrastar de costa enquanto Lapis avançava.
— Não para o cluster. — alguém apareceu atrás. O cluster que Peridot e Steven haviam encontrado na torre do Mar Lunar. — Agora Peridot... Vamos ver do que você é capaz de fazer sozinha...
Lapis se transformou na fusão do templo.
Agora Peridot estava sozinho contra um Cluster evoluído e o metamorfo.
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