Notas iniciais
Oi pessoas! o/ Primeiramente eu queria agradecer muito mesmo, de coração, a vocês que estão acompanhando minha fic, sério, vocês não sabem o quanto isso me deixa feliz. ;u; Eu queria muito mesmo poder responder a todos os comentários mas eu tenho que postar esse capitulo a jato porque não tenho muito tempo. Ah queria me desculpar pela demora em postar, fiquei doente e ainda tinha a escola pra ajudar tudo (sarcasmo), prometo tentar não demorar mais tanto, vou fazer o possível pra continuar 'u' Boa leitura!

Estava indo tudo muito rápido.

A algumas horas atrás Sasori havia se confessado para o loiro, que o aceitara, criando uma confissão que nem ele mesmo sabia que existia.

E agora Deidara já estava a caminho do primeiro encontro deles.

Na casa do ruivo.

Okay, não é tão rápido assim, mas para Deidara era. Era quase como se assumissem um relacionamento sério.

E nosso loiro não tinha muita experiencia com esse tipo de relacionamento.

Ele pensava que tinha, afinal, já havia escrito e lido várias estórias sobre o assunto. Mas viver o momento é totalmente diferente, e ele não esperava por isso.

Mas, vamos encarar o lado positivo.

Agora tinha um namorado, que o amava de verdade, e quem sabe Sasori viesse a se tornar o remédio para o bloqueio que estava sofrendo.

Deidara estava inquieto.

Tinha tiques de felicidade a cada segundo, foi muito difícil se controlar durante as ultimas aulas, principalmente com o artista de cabelos rubros ao seu lado, iria tirar um zero em matemática, mas fazer o que? Não conseguiu evitar, encarou o ''amigo'' a aula inteira.

''- Dei, esse é o endereço.'' se lembrou de alguns minutos atras quando Sasori lhe deu o endereço de sua casa. ''- Vá logo depois da aula, certo?''

Como iria negar?

E agora lá estava, andando por uma rua que mal conhecia a caminho de uma casa que nem sabia como era.

Mas quem estava ligando pra isso no momento?

Sasori desapareceu durante as ultimas aulas, o que foi estranho, ele lhe entregou o papel e simplesmente sumiu. Sera que passou mal e teve de ir pra casa? Era uma possibilidade, Sasori não tinha uma aparência muito saudável.

Sera que os pais dele estariam em casa? Esperava que não. Não é por nada, é só que não estava preparado para conhece-los, talvez nem soubessem que o filho é homossexual...

Moveu os pés para a direita quando chegou a uma curva, era longe, se soubesse disso teria pedido carona ao seu avô — que no momento nem sabia onde o loiro estava -.

A rua por onde andava agora era estranha, alguns postes estavam quebrados e os que não estavam faziam seu trabalho de iluminação muito mal. Pode perceber também que as pessoas que antes estavam caminhando ao seu lado desapareceram de uma hora para a outra, assim como os carros e ônibus. Chegava a ser um tanto assustador.

Olhou em seu relógio, não podia estar tão tarde assim para todos já terem se recolhido.

''16h58'' que estranho.

Deu de ombros e continuou seu caminho, observando o possível com aquela iluminação enquanto andava.

Se sentia estranho. Algum tipo de arrepio tomava conta de sua nuca, e seu suor nunca lhe pareceu tão presente como agora.

Alguma coisa estava dizendo freneticamente para ele dar o fora enquanto ainda era tempo.

Mas ele estava cego demais para notar a presença de sua aflita consciência.

Existe uma teoria que diz que, quando estamos com muito medo, nos focamos tanto no motivo do pavor que não reparamos nas coisas ao nosso redor. Isso é verdade para algumas pessoas.

O mesmo vale para o amor.

E Deidara sabia disso.

Ele só não imaginava que, tão rápido, se tornaria a personificação perfeita para a teoria.

Mas ele vai passar a imaginar.

Vai passar a perceber, e os primeiros indícios dessa percepção foi quando ouviu o som característico do chocar da sola de um sapato contra o piso. Logo atras de si, e aumentando a cada segundo.

O sentimento de êxtase por causa da repentina confissão foi substituído por um terror intenso.

Seu coração continuava acelerado, só que esse aceleramento atual era dolorido e nem um pouco prazeroso.

O problema é que o loiro não é o tipo de pessoa que tem uma reação ao medo. Ele simplesmente paralisa.

E foi o que aconteceu na hora.

Ele não pensou em nada, não teve uma estrategia de fuga, ou um plano para atacar a pessoa que estava se aproximando cada vez mais. Ele só ficou lá, sentindo o medo tomar conta de si de um jeito insuportável.

Porem a pessoa atras de si foi generosa para com sua aflição, e acabou logo com aquele sofrimento.

E a ultima coisa que Deidara se lembra antes de acordar novamente é da leve respiração do ser atras de si contra seu pescoço.

Notas finais
Bom, agora que a estória ganha seu rumo, surpreendi alguem? auhausuah Qualquer duvida sobre o cap me perguntem, acho que ele ficou meio confuso mesmo. Enfim, na proxima eu respondo todos os comentários. Obrigada de novo gente. Tenho que ir /o/ Até a próxima! P.S.: desculpa se o cap ficou muito pequeno >