Notas iniciais
Acho que a fanfic está crescendo um pouco e já me agrada muito ♥ Obrigada pessoas lindas *-*

Paro um pouco de escrever e pego meu celular, mandando um SMS para o Adam.

Minutos depois...

Fiquei conversando um pouco com o Adam, pelo celular, e a conversa deu nisso :

Eu: Pu!

Ad-love : Ta?

Eu : O que vc tá fazendo?

Ad-love : Nada de interessante, só conversando com uma garota chata. :D

Eu : Hm...conheço bem essa garota chata, né?

Ad-love : Talvez. E como vai a redação?

Eu : Ótima, estou inspirada com a poeira e bagunça do quarto, vou ter que limpar ele amanhã, tô espirrando muito! :'(

Ad-love : Hahahaha, te adoro. ~;~

Eu : Prove e o que significa ~;~?

Ad-love : Não sei e quer que eu vá aí? Chego aí em 20 segundos.

Eu : Náaaah, sai, Adam! Outra coisa, agora eu estou um pouco ocupada, melhor não. E você respondeu minhas perguntas ao contrário!

Ad-love : Fiquei magoado, omg, estou sendo iludido, vou me jogar de um prédio! :C

Eu : Ah tá, prometo ir lá para gritar "pula, pula, pula".

Ad-love : Hahahaha, nossa, faz cócegas em mim, porque eu não achei graça. -_-

Eu : Quem é você pra achar graça? Run? Run?

Ad-love : Um carro?

Eu : Por que, um carro? O.O

Ad-love : Você disse "run, run", pensei que fosse um carro.

Eu : Ai, bobo! Vou ir comer no refeitório, vai lá?

Ad-love : Daqui a pouco, tenho que resolver umas coisa.

Eu : Thx, pode ir. Tchau.

A conversa teve fim e eu saí do quarto, fui para o refeitório e me sentei perto de Charles Smith, aquele da redação...nerd, inteligente e etc. Eu decido lhe cumprimentar :

– Oi Charles!

– Oi Louise, lembra meu nome? Nossa.

– Ahm...faz pouco tempo que deixamos de conversar muito.

– É, você passou a conversar com aquele idiota, Adam, né? Te levou para o mal caminho.

– Que isso, Charles? — Perguntei, indignada.

– 10 meses e 2 dias. Quer que eu diga em horas também?

– O que?

– Eu contei quantos dias não conversamos, preciso falar de um jeito mais "preciso"?

– Não, não. Está bom assim! — Eu discordei. — Podemos falar de alguma outra coisa? — Argumento para mudar o rumo da conversa.

– Claro, como você está? Quando você chegou no instituto estava radiante e seu aniversário está próximo. Serei convidado?

– Claro que sim! Charles, nós éramos melhores amigos.

– Éramos? — Charles arqueou a sobrancelha esquerda.

– Não, quer dizer, nós somos! — Falei, sem jeito.

Charles simplesmente ri um pouco de mim.

– Que foi? — Perguntei.

– Você ainda fica sem jeito quando alguém levanta a sobrancelha pra você, haha. Ainda gosta de bolo de chocolate? — Charles me oferece um bolo que estava a mesa.

– Claro que sim, Charles da mamãe! — Pego o pedaço do bolo. — Era assim que sua mãe te chamava, né? — Brinquei.

– Você ainda lembra? Pobre passado cruel de um garoto. — Ele começou a rir novamente.

– Você continua legal! E muito inteligente, claro. — Eu falo.

– E como vão suas notas? — Charles perguntou a mim.

– Caíram esses meses, mas não estão tão ruins.

– As minhas nunca caem, incrivel. — Charles disse e sorriu de maneira orgulhosa.

– É por causa dos seus poderes, babacão! — Jogo um pedaço do bolo de chocolate nele.

– Você com esse cabeção devia ter ótimas notas! — Ele brinca comigo, já com o bolo que acertara em seu rosto.

– Tem um pouco de rosto no seu bolo, Charles! — Continuo com a brincadeira e continuo a rir sem conseguir parar.

– Nossa, por que não vai trabalhar naquele programa de televisão? Ah, não dá, né? Você ia falir eles com essas piadas sem graça.

– O que? Agora eu mato você, piolhento-Charles-da-mamãe. — Digo em tom de ironia e brincadeira.

A brincadeira toma conta da conversa e Charles começa a rir enquanto limpa o bolo do rosto, ele ficou muito fofo.

– Opa, atrapalho? — Adam se senta ao meu lado e me dá um selinho.

– Não, Adam. Só estava recordando umas coisas com o Charl.

– Licença. — Charles se levanta da mesa, incomodado, ele sai pela porta do refeitório e acena para mim.

– Tchau! — Aceno de volta para ele.

– Charl, já tá assim, Louise? — Adam me olha severamente.

– Ciúmes? Nem vem, Adam.

– Só não quero nada me incomodando na cabeça, ok? Te adoro. — Adam termina de falar e me dá um outro selinho.

– Tenho que ir, ok? Também te adoro, tchau. — Mal termino de falar e corro para meu dormitório.

Ao chegar no dormitório, recordo-me de um diário que eu tinha quando entrei ao instituto, pego ele e começo a ler o "primeiro dia no instituto", era mais ou menos assim :

"Diário maluco de uma "moranguita", o primeiro dia no instituto foi um pouco difícil quando cheguei, fiquei com saudade do papai e da minha mamãe. Um menino veio conversar comigo, o nome dele era Charles. Nós brincamos muito e viramos amigos, eu..."

O resto estava manchado e não deu para ler, eu fui até a ultima folha e comecei a ler uma parte que não estava manchada, o titulo era : "um amor para guardar no coração", pelos meus cálculos, eu tinha treze anos quando escrevia nesse diário, enfim, a ultima folha era assim :

Notas finais
Acho que estou inspirada hoje :3 Bye! E fiquem curiosas para saber o que estava escrito! u-U