Notas iniciais
Esse capítulo acho que os fãns de chair vão gostar em rsrs

Olhei no meu relógio de pulso e já tem 20 minutos que estamos no ar, estou sozinha e olhando pela janela, tudo que consigo ver são as nuvens, estou perdida em meus pensamentos e percebi que Chuck está vindo na minha direção, ele chegou mais perto e disse:


– Voltei..


– Ainda não estou cega.


– Vou fingir que não ouvi isso porque sei que você está nervosa Blair.


– Faz o que você quiser Chuck.


– Quem devia está te tratando mal sou eu, mas já que você é tão mimada e ingrata vou sentar bem longe de você. Chuck disse indo lá pra frente e se sentando na primeira cadeira


Eu não sei o que acontece comigo quando ele chega perto, eu fico tão nervosa que me coloco na "defensiva" e como a melhor defesa é o ataque eu acabo tratando ele mal, na maioria das vezes ele merece mas hoje não, ele foi tão gentil comigo, depois de pensar bem na besteira que eu acabei de fazer me levantei e fui em direção a cadeira dele.


Parei na frente dele e ele levantou o olhar lentamente, e como ele não vale nada me olhou com muito desprezo e um sorriso de canto de boca como quem está pensando ("veio atrás de mim?")


– Desculpa, eu estou um pouco alterada e não devia ter te tratado daquele jeito já que está sendo tão legal comigo.


– Está desculpada. Ele respondeu e voltou a mexer no Iphone ignorando que eu ainda estava ali em pé na sua frente


– Posso sentar aqui com você?


Cri cri .. Ele não respondeu


– Estou falando com você! Eu disse puxando o celular da mão dele


– Senta.


Ele chegou pro lado e eu me encaixei no espaço que estava sobrando da cadeira dele.


– Estou com medo.


– De que Blair?


– E se meu pai não resistir?


Ele levantou meu rosto que estava abaixado olhando pro chão e limpou minha lágrima:


– Ele vai ficar bem meu amor.


Senti um estalo na mesmo hora, olhei pra ele espantada e indaguei:


– Seu amor?


Chuck tossiu, pigarreou, ficou vermelho que nem um tomate então me perguntou mudando de assunto:


– Você está com fome? Nossa estou morrendo de fome, vamos na "cozinha" comer algo?


Me irritei com a mudança de assunto mas aceitei a ideia já que estou morrendo de fome também, chegando na "cozinha" Chuck preparou um sanduíche pra gente e matamos a fome, voltamos para a cadeira em que estávamos sentados antes, ele sentou primeiro e eu novamente me encachei no espaço que sobrava, então Chuck passou o braço sobre meu ombros me fazendo descansar a cabeça no peitoral dele.


– Estou tão cansada..


– Eu também, quer tentar deitar nessa cadeira? Se quiser eu posso ir pra outra pra você deitar melhor.


– Não! quero ficar perto de você, me sinto mais segura. Eu disse e Chuck abriu um largo sorriso branco


– Então vou inclinar essa daqui pra trás ai a gente tenta se ajeitar, espera ai. Disse Chuck


Levantei e esperei ele colocar a cadeira como uma pequena cama, a inclinando pra trás, ele deitou e eu deitei do lado ficando de frente pra ele:


– Posso pedir uma coisa? Perguntei


– O que você quiser.


– Fica mais perto de mim?


Chuck deu uma gargalhada e disse:


– Eu crente que você ia me pedir um diamante.


Não pude conter o riso, então ele passou o braço esquerdo por debaixo da minha cabeça servindo de apoio como se fosse um travesseiro e me puxou pra perto com o braço direito deixando o posicionado na minha cintura, nossas bocas estão a centímetros uma da outra então não resisti e dei um selinho nele mas não é aquele selinho rápido, dei um selinho que durou uns 5 segundos então pude sentir a boca dele sorrindo contra a minha, abri meus olhos mas ele continuou com os dele fechados, tenho certeza que não vou conseguir dormir, sempre que fico nervosa perco o sono.. mas por mim eu fico aqui deitada nos braços dele o resto do dia, ele já dormiu e eu estou tentando me mexer o mínimo possível pra não acordá-lo, Chuck mesmo dormindo se mexeu e apoiou a cabeça nos meus peitos me deixando de barriga pra cima, o telefone dele apitou e ele abriu os olhos:


– Ainda está acordada Blair?


– Não consigo dormir, mas não se preocupe..pode continuar como estava.


Ele apoiou novamente a cabeça nos meus seios e passou a mão pela minha cintura, eu comecei a passar os dedos no cabelo dele fazendo cafuné então ele disse:


– Descobriu meu ponto fraco.


– Am?


– Adoro cafuné, sempre me faz dormir.


– A ridícula da Kate fazia em você?


– Não, nenhuma mulher fez em mim até agora, só você.


– Então como você adora uma coisa que nunca experimentou Bass?


– Quem disse que nunca experimentei?


– Você disse que nenhu..


Ele me interrompeu:


– Minha mãe fazia em mim todas as noites pra eu dormir, mas quando eu fiz 9 anos ela morreu, então eu nunca mais deixei ninguém me fazer cafuné, essa é uma última lembrança que eu tenho dela, esse gesto é muito especial pra mim.


– Mas então porque você está deixando eu fazer?


– Não sei.


– Não sabe?


Chuck se ajeitou na cadeira e está em cima de mim, ele está olhando dentro dos meus olhos, segurou minha mão e beijou entre os nós do meus dedos:


– Você é diferente das outras garotas que eu já saí Blair.


Meu coração parece que vai sair pela boca, está pulsando tão rápido que acho que vou infartar (bem menos Blair! rs), meu estômago está embrulhando, estou tentando falar mas as palavras estão engasgadas na minha garganta, depois de engolir seco respondi:


– Sou diferente porque?


– Bom, quer que eu comece por onde? Ele perguntou deitando de barriga pra cima e me colocando deitada no peitoral dele


– Pelo começo.


Nós rimos e eu percebi como é gostoso ficar deitada aqui ouvindo as batidas do coração dele.


– Pelo começo? Então deixa eu ver... Chuck pensou um pouco e logo disse:


– Você sabe que você é linda né?


– Óbvio que sei! Revirei os olhos


– Mas não é qualquer beleza, você é a mulher mais linda que eu já conheci e olha que já conheci muitas mulheres.


– Porque me acha a mais linda?


– Nossa, você gosta de saber todos os detalhes ein. Ele disse dando um tapinha na minha bunda


– EEI, ta doido?


Chuck riu e continuou falando:


– Eu te acho a mais linda porque...Primeiramente eu adoro seu tamanho, você é pequena e esbelta cabe perfeitamente nos meus braços, sua pele é macia, bem cuidada, cheirosa e alva como a neve, seus lábios são vermelhos e carnudos, ahh e o formato da sua boca? me lembra um coração, o gosto dela também é ótimo. Ele disse rindo tentando implicar comigo e eu ordenei:


– Continua!


Ele passou a mão pelo meu cabelo e repetiu o gesto algumas vezes dizendo:

– Seu cabelo é bonito, brilhoso e cheiroso, eu adoro a forma que ele toma.. liso em cima e esse caracol nas pontas, a cor combina com seus olhos redondos e castanhos, mas sua beleza não é a única coisa que te torna diferentes de todas as outras..


– O que mais me torna diferente?


– A merda da sua personalidade.


Dei um tapa no peitoral dele e ele respondeu:


– Todas as garotas sempre estiveram no meu pé, e sempre obedeciam tudo que eu mandava até eu te conhecer, você é irritante, você é estérica, rebate com tudo que eu falo, é brigona e implicante mas ao mesmo tempo você é doce, todas as vezes que precisei você não pensou duas vezes antes de me ajudar, sem dúvidas você é uma mulher maravilhosa Blair.


Fiquei toda abobalhada com tudo que ele acabou de dizer e só consegui responder:


– Obrigada.


– Mas não fica muito felizinha não que eu ainda te odeio.


Eu apenas ri e ficamos calados, passou um tempo ele dormiu novamente.


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Algumas horas depois


– Chuck, Chuck, acorda! já chegamos em Bibury. Eu disse o sacudindo e ele despertou


Descemos do jatinho e já está de manhã, Chuck pediu um táxi enquanto eu liguei pra minha mãe e peguei o endereço do hospital em que meu pai está.


Entrei correndo, passei pela recepção do hospital e fui direto pro quarto, entrei e Chuck entrou atrás de mim.


– Blair, você chegou. Minha mãe disse me abraçando


– Como ele está?


– Teve uma melhora, agora o estado dele é estável mas ele ainda quer te ver de qualquer jeito, vem.. ela me encaminhou pra perto da cama.


– Pai, sou eu Blair.


– Minha filha, você veio.. Ele respondeu com a voz falhada e fraca.


– Não faz esforço papai, claro que eu vim e vou ficar aqui até o senhor melhorar, agora descansa pra ficar bom logo.


Nesse momento o médico entrou e deu remédio na veia dele, virou pra minha mãe e disse:


– Os remédios vão fazer ele dormir, se quiserem sair e voltar mais tarde ele não vai nem ver.


– Ta bom. Minha mãe respondeu e o médico se retirou do quarto


– Então Blair quem é seu ...


Chuck interrompeu:


– Amigo.


– Ele é meu amigo mãe, ele que me trouxe. Respondi


Minha mãe se dirigiu pra perto do Chuck e deu um abraço nele:


– Obrigado por trazê-la e por ter cuidado dela até aqui, você vai ficar conosco?


– Eu adoraria. Chuck respondeu


– Blair, vai pra casa e acomoda nosso convidado..descansa um pouco e vem ver seu pai mais tarde se quiser. Mamãe disse


– Ta bom mãe, você não vai com a gente? Perguntei


– Não, estou em um hotel aqui do lado do hospital.. é mais cômodo já que tenho que ficar aqui o tempo todo.


– Ta bom, estou indo.


– Peça meu motorista para levá-los, ele está no estacionamento.


Pegamos nossas malas e fomos onde minha mãe mandou, o motorista nos deixou na rua da minha casa, como a rua é muito estreita a limosine teria dificuldade pra entrar então pedi pra que nos deixe na esquina:


– Nossa, já estive em muitos lugares desse mundo, mas nunca vi um lugar tão lindo na minha vida. Disse Chuck


– É o vilarejo de Bibury onde nasci, depois meu pai ficou milionário então nos mudamos pro centro de Londres, mas ainda amamos aqui.


Casa da Blair em Bibury — clique aqui.


Entramos em casa e mostrei ao Chuck onde é o quarto de hospedes, ele se alojou e foi tomar banho enquanto eu fui pro meu quarto larguei as malas e fui tomar banho também.. (no meu banheiro é claro) rsrs


Já tomei banho e estou arrumada, vou no quarto de Chuck perguntar se ele topa ir almoçar comigo.


TOC TOC TOC TOC


– Chuck já está pronto?


Ele abriu a porta pra eu entrar, já está pronto e pela primeira vez eu o vi com uma roupa que não é o terno ou smoke, está usando uma bermuda branca e uma blusa gola polo cor vermelha, e um sapa-tênis branco. Eu o olhei dos pés a cabeça e ele percebeu:


– Pode entrar Blair.


Entrei:


– Vim perguntar se você quer ir comer alguma coisa.


– Claro, estou faminto. Mas antes tenho que ir em um lugar.. vamos comigo?


– Que lugar?


– Você vai ver.


– Me fala logo onde é.


– Não vou falar, vai ou não?


– Ta bom. Revirei os olhos e sentei na cama enquanto ele está penteando o cabelo na frente do espelho


– Então vamos?


– Aham, o motorista já está esperando na esquina.


Chegamos na limo e o Chuck ainda não entrou porque está falando pro motorista da minha mãe aonde ele vai nos levar.


.....


Chegamos em uma agência de carros:


– Não acredito que você me trouxe pra ver carro Charles.


– Para de ser reclamona e vem. Ele disse me puxando pra fora da limo


– Pode ir embora. Ele ordenou pro motorista da mamãe e eu pensei "como esse garoto é abusado mas preferi ficar calada."


Sentei em um pufe azul e fiquei ali por meia hora bufando de braços cruzados esperando o bonito falar com o gerente da agência, ahhhh finalmente ele está vindo falar comigo.


– Blair já comprei, vamos lá pegar.


– Comprou o que Chuck?


– Uma Hanger over.


– O que é isso?


– Um carro né.


– Pra que? Vamos ficar aqui pouquíssimos dias e temos o motorista da minha mãe.


– Eu já queria comprar uma mesmo, depois mando importar pro EUA.


– Ta né.


O gerente nos amostrou o carro preto, Chuck entrou no motorista e eu no carona, ele ligou o carro, pegou os documentos e ele começou a dirigir, fiquei observando ele por um longo tempo dirigindo:


– Não sabia que Chuck Bass sabe dirigir um carro, já que desde de recém nascido tem motorista.


– Você não sabe muita coisa sobre mim Blair.


Apenas dei um sorriso de canto de boca e continuei observando ele, como ele é bonito, o vermelho entrou em contraste com a pela branca dele o deixando estonteante, então ele falou:


– Se continuar me olhando assim vai me deixar sem graça.


Fiquei com a cara no chão, nem percebi que estava babando por ele tanto tempo:


– É que você está muito bonito hoje.


Ele me olhou com aquele sorriso meio envergonhado e passou a mão na minha perna dando um apertão e passando os dedos mas logo voltou a prestar atenção no trânsito.


– Chegamos! Eu disse e ele estacionou o carro


– Você me trouxe pra comer nesse lugar?


– O que que tem?


– Aqui é pequeno e ..


Eu o interrompi e disse irritada:


– Desculpa se Chuck Bass é bom demais pra comer em um lugar que eu adoro porque eu vinha aqui desde criança, eu também não gosto de lugares pequenos e que a classe média frequenta mas esse aqui é especial pra mim..


– Tudo bem Blair, vamos lá. Ele desligou o carro


– Aqui tem um cachorro quente que é uma delícia, tenho certeza que você vai adorar!!


Ele riu, eu abri a porta e sai do carro.. entramos e pedi dois cachorro quente para a atendente e Chuck comeu se lambuzando todo, parece uma criança:


– Nunca comeu isso antes?


– Sempre quis, mas meu pai dizia que era comida de pobre então nunca comi, mas é realmente bom.. vou comer outro.


Ele pediu, comeu e já está no caixa pagando a conta, eu ainda estou aqui pensando em como nunca me senti assim antes..Ele voltou e disse:


– Já paguei, vamos ver seu pai?


– Quanto deu?


– O que?


– A conta.


– U$50,00.. porque?


– Vou te dar a metade. Eu disse abrindo a bolsa


– Blair está louca?


– Porque?


– Primeiro que dinheiro não é problema pra mim, muito menos essa merreca e segundo que não divido conta com mulher, eu pago.. agora vamos.


Levantei e saímos do local, voltamos pro carro e no caminho do hospital eu disse:


– Você não precisava ficar.


– Sua mãe me convidou.


– Eu sei, mas quero dizer que você veio por causa do jato..não precisava ficar.


– Quer que eu vá embora Blair?


– Não, claro que não..só quero saber porque ficou.


– Por que sim, já chegamos! Vou ficar aqui no estacionamento do hospital, você pode ir e ficar o quanto quiser.. quando acabar me encontra aqui e vamos pra sua casa, ok?


– Ok.


Sai do carro e fui ver meu pai, está tudo bem com ele, fiquei uma hora com ele, conversei com a minha mãe e depois de muito papo e de beijar muito o meu pai, eu vou descer e encontrar Chuck.


Entrei no carro e fomos pra casa, chegando lá tomei banho de novo e Chuck se trancou no quarto, já é tarde da noite e estou deitada com minha camisolinha de renda, minha vontade é ir dormir com ele, mas será que vou parecer desesperada? Estou morrendo de saudade de sentir ele dentro de mim, de sentir os lábios dele, Quer saber? Vou lá!


Abri a porta do meu quarto devagarinho pra não fazer barulho, passei pelo enorme corredor e parei na porta do quarto em que ele está, pensei 30 vezes antes de abrir mas meus hormônios e tesão falaram mais alto então abri, está tudo apagado e ele está deitado sem blusa, não consigo ver se ele está de cueca ou bermuda porque ele esta coberto até a altura dos peitos, fechei a porta sem fazer barulho e entrei debaixo da coberta tampando até a minha cabeça, ele não acordou, então comecei a beijar a barriga dele e ele se mexeu, desci os beijos até a cueca vinho que ele está usando e dei uma mordida no pênis dele por cima do pano, ele na mesma hora despertou e agarrou a mão nos meus cabelos o puxando:


– Está com tanta saudades assim Blair?


– Muita.


Ele me puxou pra cima e fiquei em cima dele, ele me beijou cheio de vontade, eu posso sentir o desejo nos lábios dele, enquanto ele me beija está com as duas mãos nas minhas nádegas apertando tanto que tenho certeza que vai ficar a marca dos dedos dele na minha pele, nossas intimidades estão se roçando e a sensação do movimento do meu rebolado com as mãos dele me apertando brutamente estão me deixando molhada, ele me jogou pro lado me deixando em baixo dele e disse:


– Tive uma ideia.


– Que ideia?


Espera ai, vou pegar na minha mala.


– Vai me deixar dessa forma ?


– Calma, vou voltar rápido e vai valer apena.


Ele foi, pegou não sei o que e voltou com uma algema nas mãos.


– O que é isso Charles Bartholomew Bass?


– Uma algema, vou te prender na cama.


– Não vai não.


– Vou sim, você vai gostar.


– Não vai não e você não vai me prender em lugar nenhum, pra que você anda com uma algema?


– Pelo mesmo motivo que ando com uma arma, pra usar com as pessoas que sequestro.


– Vamos logo.


Ele me empurrou contra a cama e abriu minhas pernas, tirou minha calcinha começou a me beijar lá, ahh que homem bom, ele usa a língua como ninguém, me faz ver estrelas, está chupando cada abinha da minha intimidade com vontade, meu corpo está entrando em colapso.. estou quase gozando até que ele parou:


– Por que você parou? Perguntei irritada


– Vai me deixar te prender?


Não pensei duas vezes e respondi:


– Prende logo!


Ele prendeu meus dois braços na cabeceira da cama e voltou a me beijar lá, subiu os beijos pra minha barriga e lambeu meu umbigo me fazendo tremer, quando chegou nos meus seios ele sugou com voracidade deixando marcas dos dentes dele e me fazendo gozar, ele chegou nos meus lábios e me beijou:


– Você é de quem?


– Sua, só sua.


Ele tirou a cueca e colocou o pênis dele na minha boca, chupei, beijei, lambi cada parte do pênis grande e duro, ele se contorceu e gozou nos meus seios.


"Meu Deus que sensação maravilhosa".. Eu soltei gemendo baixinho e ele riu abrindo minhas pernas, penetrou o pênis ereto dentro de mim e ficou ali fazendo os movimentos vai e vem, vai e vem até que eu gozei e ele também, ele deitou do meu lado e eu disse respirando fundo:


– Já pode me soltar.


Ele abriu a algema e fomos tomar banho juntos, quando voltamos ele deitou e eu me deitei no peitoral dele:


– Gostou de ser presa?


– Pelo incrível que pareça sim, você me faz sentir coisas que nunca imaginei sentir antes.


– Como assim? Ele perguntou me abraçando


– Lembra no jatinho quando você me disse que sou diferente das outras?


– Lembro.


– Você também é diferente de todos os outros, nunca senti tanto prazer num sexo, nunca me senti tão viva como quando estou com você, você me encoraja a fazer coisas que nunca pensei em fazer, como quando dancei na boate ou hoje quando deixei você me prender com as algemas, e o pior? Eu gostei.. Você chegou na minha vida eu tinha um noivo que namorei 3 anos e ele nunca conseguiu fazer nem um pelo do meu corpo se arrepiar, com você foi diferente no nosso primeiro beijo aquela noite em que nos conhecemos todos os milhares de pelos do meu corpo se arrepiaram, eu quero estar com você o tempo todo.


– Uau. Disse Chuck


– Uau? Perguntei emburrada e ele riu


– Pensei que só eu me sentia assim, eu nunca senti isso por ninguém Blair..eu não sei bem o que sinto ainda, mas é muito bom.


– Conhece aquela música "Crazy in love — Beyonce"?


– Conheço. O que tem?


– Ela descreve exatamente tudo que eu sinto quando estou com você Chuck.


– Ela diz muitas coisas, tem certeza que sente isso tudo?


– Absoluta.


– Então ela será a nossa música.


– Sim senhor. Nós rimos e ele me beijou

Assista aqui a música "crazy in love" traduzida, música deles

Notas finais
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