Perdida Na Tempestade

58 Capítulo -58 Enfim unidos para sempre?


Notas iniciais
OI povo lindoooo! Então, venho trazendo a festa chaaata!Ou não! Vamos ver como se comportam nossos youkais gostosões, em uma situação social de alta "CRASSE"! Kkkk vamos que vamos, vamooos ao texto!

Estava terminada a cerimônia, e enquanto alguns youkais se dirigiram ao festival, outros foram à recepção no salão de festa do shiro. Haviam muitos seres que desejavam cumprimentar a princesa, e ela prontamente os atendeu antes de subir ao shiro. Hikaru estava com ela, mas afastou-se para encontrar-se com seu pai, e Kurö Ookami que também queriam cumprimentá-lo. Entre aqueles que queriam cumprimentar Minara, estava a própria Agláia, que se aproximou sorrateira, nos poucos momentos em que Hikaru estava afastado.

_Meus parabéns pela união, hime Minara. Foi uma cerimônia sem nenhuma graça, e completamente desinteressante. — A youkai loura disse com todo seu ódio estampado na face.

_Você, me dando os parabéns? Nossa, estou surpresa Agláia! -Minara desdenhou, pois conhecia bem a youkai e sabia que sempre desejara à Hikaru.

_ Não fique... Eu ainda vou surpreendê-la muito, princesinha, embora eu tenha a certeza de que a maior surpresa você terá com seu macho... — Agláia afirmou debochada.

_O que você quer dizer com isso? Você está me ameaçando?? — Minara questionou estreitando os olhos, profundamente incomodada com as palavras dela.

_EU? Ficou louca de vez ? Eu não precisarei fazer nada com você... Você não vai durar um mês... -Agláia exclamou rindo debochadamente.

_Não se faça de desentendida, Agláia! Eu perguntei o que você quis dizer quando AFIRMOU que eu vou me surpreender mais com Hikaru! -Minara explodiu.

_Você não sabe? É claro que não... Coitadinha de você... Não sabe de nada, nada sobre seu lindo "macho". É por isso que você é um brinquedinho... É apenas uma criança mimada, que o Hikaru, faz questão de agradar... Ele nunca vai confiar em você, como FÊMEA dele. Você é, e sempre será uma menininha, que o Hikaru insiste em mimar! — A coruja branca, afirmou friamente, tirando o chão de Minara, que teve que usar todo seu (pouco) auto controle, para não pular na jugular da youkai.

_Eu poderia te cobrir de porrada, como você bem que merece! Mas o MEU MACHO, HIKARU, me aguarda para nossa noite de núpcias. E você não vale, sequer um segundo longe dele... — Disse a hanma empurrando a youkai para seguir em frente. Quando porém tocou nos ombros da loura, para afastá-la, notou que ela se contorceu, como se tivesse se machucado. Minara voltou-se para ela, mas Agláia continuou andando, e desapareceu entre os demais convidados.

Neste instante a hanma suspirou fundo, tentando se acalmar. Não imaginava porque, mas as palavras de Agláia, a haviam irritado muito mais do que o normal. Para seu alívio, um grupo muito amistoso e querido pela princesa apresentou-se diante dela.

_Meus parabéns por sua união, Minara, foi apavorante, mas lindo!- Igraine não podia deixar de citar o momento pavoroso onde todos os youkais se transformaram.

_Ora Igraine, você também terá uma cerimônia assim. É assim que nós somos... — Tatsuo disse abraçando-a, pelos ombros.

_É, quem sabe até lá, a gente não se acostuma? — Kagome comentou.

_Eu acho que não! — Minara completou rindo, e as demais concordaram e continuou.
_E então quando será o de vocês?

_Nos íamos nos unir na próxima lua crescente. Mas acho que vamos adiantar as coisas — Disse Raijin abraçando Kikyou.

_ Nós iremos nos unir, na lua crescente, e o senhor Inu no Taishou vai marcar a Izayoi no mesmo dia! E a Rin e o Sesshoumaru também vão participar embora a Rin já seja marcada! — Kagome explicou exaltada.

_Ai meninas vai ser uma festa linda, eu tenho certeza! Rin, agora mais do que nunca, você e o Sesshoumaru, têm de se unir com tudo o que tem direito, para fazer esses aliados, malas, engolirem você! — Minara disse pegando nas mãos de Rin. Subitamente sentiu uma tontura e ouviu um choro de criança, ficando com os olhos levemente embaçados.

Foi Sesshoumaru quem percebeu primeiro porque estava de frente para a Hanma. Imediatamente aproximou-se dela e de Rin, impedindo que a hanma caísse sentada. Hikaru também se aproximou ao vir o gesto de Sesshoumaru.

_O que houve, Minara?- Sesshoumaru perguntou, apoiando-a.

_Não é nada... Eu acho... — A hanma recuperou-se e ficou de pé.

_Acho que deve ter sido o sangue que você perdeu. É melhor irmos andando... — Hikaru concluiu preocupado.

_Deixa eu te abraçar beeem apertado, Sesshoumaru! Humm, como é bom sentir esse seu coração duro, batendo. — Ela murmurou baixinho, para que apenas ele compreendesse, enquanto Hikaru cumprimentava Rin.

_Inuyasha, pequeno Príncipe...

_Ele não é um príncipe. — Sesshoumaru retrucou.

_Então, como você está se sentindo com sua nova condição? -Minara disse depois de lançar um olhar estreitado para Sesshoumaru.

_Bem, eu acho. Ainda preciso acertar algumas coisas, mas no geral está tudo bem. — O youkai declarou pois sabia que todos os outros também queriam saber.

_Ótimo! Mas se precisar de ajuda, não hesite em me procurar! Eu posso ajudá-lo. Não se esqueça! — Minara disse, pegando-o pelas orelhas e encostando sua testa à dele, fazendo o encará-la.

_Tá eu entendii, agora pode soltar isso, que dói muito! -Inuyasha disse, acariciando as orelhas, quando ela o soltou.

_General Tatsuo, é um prazer imenso conhecê-lo. Espero vê-lo muitas e muitas vezes, junto com a Ingraine a minha cunhadinha que é uma fofa! — Minara abraçou a hanyou com força mas Igraine adorou.

_Raijin... Quem diria que um insuportável feito você, arrumaria uma garota tão legal! Kikyou se precisar de algo, ou DE ALGUÉM me avisa tá? Você é linda e um docinho, e merece ser feliz comum cara legal, que não é o Raijin! — A hanma piscou para a miko, que ria divertida, enquanto Raijin ficava mal humorado.

_Obrigado Minara, eu também te ODEIO! — Raijin sorriu sarcástico, enquanto Hikaru a puxava pela mão. Ele sabia perfeitamente que Minara e Raijin brigavam feito cão e gato e jamais se suportavam. Raijin se irritava com a mania de querer resolver tudo de Minara, e Minara se irritava com o fato de Raijin respirar...

_Aqui, pra você seu chato! — A hanma mostrou a língua e puxou a pálpebra inferior do olho esquerdo.

_Olha aqui sua criaturinha abominável, eu vou... -Raijin ia dizer algo mas teve sua boca tapada por Kikyou, que ainda por cima o repreendeu.

Quando chegou ao salão, Hikaru e Minara assim como Isamu e Ritorirï foram cumprimentar seus convidados, entre eles Inu no taishou, Izayoi e Satori. Quando Minara voltou seus olhos, para uma parte mais distante do salão, contemplou os olhos, de Talon, que a encarava com uma mistura de melancolia e encantamento. Instintivamente a hanma caminhou na direção dele, e percebeu que ele também vinha ao seu encontro. Antes que pudessem se aproximar no entanto, Hikaru pôs-se em sua frente, pegando-a pela mão, e assim como Isamu e Ritorirï, puseram-se a caminhar juntos para a pista oval, para abrirem o baile.

Os quatro dançaram com pompa, a soturna e misteriosa valsa, e embora se lembrasse da dança que tivera com Talon, Minara não conseguia tirar seus olhos dos de Hikaru. Isamu exibia orgulhoso sua graciosa Usagi, e ela descobriu naquele momento que seu macho era um exímio dançarino. Felizmente ela conseguiu acompanhá-lo, e após o término da primeira música, os convidados se aproximaram, sempre em casais, para dar continuidade às danças.

Após a dança, os recém-unidos, cumprimentaram de maneira geral seus convidados e cada qual tomava sua fêmea para fugir com ela para a cumprir a tradição, que dizia, depois de marcada a fêmea devia ser deflorada, e só depois o casal já unido pela marca e pelo sangue virginal, deveria retornar para a festa. Mas assim como Isamu, Hikaru já havia deflorado sua fêmea, por isso, resolveu fazer diferente e alegrá-la. Como sabia que Minara sempre quisera ter asas, e mal tinha aproveitado as suas, ele a levou para voar junto com ele, no escuro da noite, tendo as estrelas como luminárias. Depois de alguns minutos, eles desceram na varanda do aposento que pertencia a Minara. O quarto estava cheio de flores, e era iluminado por pequenas velas em castiçais de vidro espalhados pelo quarto e centenas de vagalumes e borboletas de fogo.

_Você gostou? — Hikaru perguntou, ao ver o encantamento tomar a face de Minara.

_Adorei! Está tudo, tão lindo! Não me diga que além de escolher o meu vestido, você também decorou o nosso quarto? Estou surpresa com esse seu lado, tão criativo! — A hanma colocou as mãos no quadril, sorrindo.

_Quando acordei de manhã, SOZINHO, em nossa cama, eu tive certeza de que precisava tomar você como minha fêmea o mais rápido possível... Eu queria que nossa união fosse perfeita, por isso, fui direto procurar por você mas não a encontrei, então resolvi encomendar esse vestido, e te fazer uma surpresa. Mas quando estava voltando para falar com seus pais, sobre a possibilidade de tomar você hoje mesmo, a sua amiga hanma que usa um véu, veio falar comigo... Eu fiquei muito feliz em saber que você havia pensado o mesmo que eu. Quanto ao quarto, bem, eu me lembrei do quanto você gosta de borboletas de fogo, e de como costumava queimar os dedos, com elas...-Hikaru falava enquanto caminhava para dentro do quarto, na direção de um carrinho de bebidas. Ao chegar até ele, serviu duas taças de cristal com uma bebida escura de aroma doce. Em seguida se virou para entregar uma delas à Minara.

_Como eu costumava o quê? Aiii! -A hanma perguntou, pois mal estava ouvindo o que ele dizia, concentrada em pegar uma das borboletas, mas acabou por se queimar.

_KKkk Nada... Tem coisas que nunca mudam, não é? — O youkai gargalhou, apoiando as taças em uma mesinha da varanda, para logo depois retornar para pegar as mãos de Minara e separando os dedos queimados, colocou-os em sua boca para lambê-los. Quase que instantâneamente os ferimentos cicatrizaram.

_Também me lembro de como você fazia isso, e eu vivia machucando os dedos, só para ver você me curando! Rsrsrs.-Minara lembrou nostalgica. As palavras de Agláia no entanto ainda ressoavam em sua mente embora ela fizesse tudo para disfarçar.

_Me lembro disso... Eu tinha medo que você se machucasse seriamente, por isso tinha que ficar de olho em você constantemente! Mas haviam vezes em que você conseguia burlar qualquer vigilância... — Hikaru voltou a pegar as taças e com um movimento de suas mãos, chamou Minara para a varanda.

_Menos a sua! Você sempre me achava primeiro que todo mundo... Parecia que adivinhava onde eu estaria- A hanma aceitou uma taça oferecida gentilmente pelo youkai e ao terminar de falar sorveu delicadamente a bebida alcóolica doce e muito leve.

_Mas eu adivinhava mesmo... Eu ficava tão nervoso e preocupado, que toda a minha mente trabalhava para encontrar você... -O youkai bebeu de sua taça e em seguida debruçou-se sobre a mureta, contemplando a vila abaixo deles, iluminada pelo festival.

_Não sei por que ficava tão nervoso... Eu sempre voltava correndo para você! — Minara completou debruçando-se ao lado dele.

_É verdade... Você sempre voltou... Mas mesmo assim, o medo de perder você em definitivo, nunca me abandonou... E acho natural que ele nunca me abandone... Eu nunca quis me separar de você. Nem por um dia que fosse. Quanto mais, por mais de duzentos anos... — O youkai sorriu melancólico, e encarou Minara pegando a taça das mãos dela e colocando de volta à mesa.

_ Já passou meu amor... Ninguém teve culpa disso... Estamos juntos agora... — A hanma murmurou docemente, enquanto o abraçava, tentando animá-lo.

_ Tem razão... Mas... — O youkai acariciou o rosto da hanma com uma expressão confusa na face.

_ Mas o quê? Quer me contar alguma coisa, meu amor? Sabe que vou estar ao seu lado de qualquer forma, não sabe?- Minara o encorajou, mas percebeu que Hikaru subitamente mudou o rumo da conversa.

_Você foi atacada, hoje... Diga-me, o que aconteceu? — O youkai disse, finalmente, ainda acariciando o rosto de sua fêmea.

_ Eu ainda não sei o que era aquilo... Acho que era um Oni ( criatura demoníaca que vive no inferno). Estranho, agora que você falou, eu... Não consigo me lembrar de nada! — Minara disse colocando a mão direita sobre a testa.

_Não force... Deve ter sido o choque... — Hikaru, desconversou, Já que Masato estava com ela, e lhe havia confidenciado, pouco antes da cerimômia, que havia entrado na mente de Minara e que ambos teriam de ter uma séria conversa depois.

_Isso é muito estranho mesmo... Eu só me lembro de Yukina... Tomara que o Ìcaro tenha conseguido... — A hanma suspirou voltando seu corpo para a mureta, para contemplar com tristeza a lua cheia.

_ Masato me contou sobre ela... Mina, eu sei que você tem muito apreço por Yukina. Eu avisei à Masato que assim que tivesse notícias dela, viesse nos avisar imediatamente á qualquer hora.

_Obrigada por mais essa gentileza... É muito importante para mim que ela sobreviva... Sabe você não é o único que tem segredos... Mas eu quero te contar tudo, Hikaru... E tem de ser hoje! Eu não quero que se passe uma noite sem que você saiba tudo ao meu respeito!

_Mina... Não precisa me dizer nada...

_Não, eu preciso sim! Eu acabe de jurar sobre meu sangue, que mesmo em meio à morte iminente eu confio em você, Hikaru! Eu não quero que existam mentiras entre nós... — A hanma disse com firmeza, fazendo com que seu macho a admirasse e temesse, ainda mais.

_Você está certa... Pois, conte-me então, tudo o que devo saber... — Hikaru sentou-se em uma poltrona, e colocou-a sentada em seu colo, acomodando a cabeça dela debaixo de seu queixo.

_HIkaru, eu... Há muito tempo, quando a guerra dos deuses, chamada de "A Tempestade" acabou, os remanescentes hanmas existiam entre os homens, e os youkais. Mas tanto uma raça contra outra descobriram, que o sangue hanma poderia ser utilizado para fortalecimento próprio. Por isso os hanmas foram caçados e quase todos destruídos. Mas um dia, os três Deuses, vieram em socorro dos hanmas, e lhes concederam as cinco chaves do destino, que eram cinco hanmas, com grandes poderes, que quando unidas, tornavam-se invencíveis. O objetivo das chaves era destruir os grandes inimigos dos hanmas. Mas para que não fossem facilmente encontradas e destruídas, o destino as escondeu, de uma forma muito inusitada! Ao contrário dos demais hanmas, que poderiam ser identificadas pelo cheiro de seu sangue, as cinco chaves, só contém sangue celestial em uma parte específica do corpo. Por isso é muito mais difícil identificá-las. AS cinco chaves, são: " O Ventre fecundo da terra", cujo sangue celestial, está todo concentrado em seu ventre; "Os olhos piedosos da tempestade de gelo", cujo sangue se concentra na nuca; "O coração imortal da esperança" cujo sangue celestial está preso apenas dentro de seu coração; A "arma de destruição dos deuses" cujo sangue celeste está preso na coluna espinhal, e finalmente, "O braço forte da justiça" cujo sangue está preso no braço direito. Eu sou uma das cinco chaves do destino, meu amor. Por isso todos achavam que eu era humana, e até meus pais só souberam de minha condição, quando fizeram a marca falsa! Eu sou o "braço forte da justiça", e meu sangue hanma estava preso em meu braço... Os meus poderes, aumentaram muito sim, com as transfusões de sangue da minha avó, mas... Eles já existiam... Eu SEMPRE tive o poder que tenho hoje, Hikaru. A diferença é que quando me entreguei para você, eles se libertaram também... — Minara explicou da maneira mais simples que conseguiu, mas ao contrário do que esperava, a reação de Hikaru não foi de surpresa. O youkai apenas afastou-a, de seu peito, para encará-la, e novamente a hanma percebeu algo estranhamente conflituoso em seus olhos.

_Mina... Isso que você está me contando... Eu... -O youkai suspirou, antes de continuar falando, mudando novamente o foco.
_Isso é algo muito importante, e muito sério... Muitos seres morreram, por causa dessas ditas chaves... Eu fico feliz que tenha me contado algo tão secreto... Mas chega de falar do passado... Essa noite é nossa primeira noite depois de finalmente unidos. Não devíamos estar falando de certos assuntos agora. — Hikaru ponderou, e embora parecesse calmo, passou as mãos pelos cabelos, em um gesto que Minara achou estranhamente familiar.

_Hikaru, você é meu macho... Eu só fiquei sabendo de tudo isso há pouco tempo, quando minha avó veio à falecer. Ela se empenhou durante toda a vida para encontrar e reunir as chaves aqui em Meikakümun, para nos manter em segurança. Ela até criou a "sociedade dos oito", em uma referência ao símbolo do infinito, que também é o símbolo da imortalidade. Ela acreditava que através do conhecimento, e da revelação da verdade, as chaves atingiriam o poder máximo e consequentemente a imortalidade. Para cada chave existe um guardião, que pode ser tanto um hanma, como youkai, ou até mesmo um humano. E hoje o destino revelou mais dois guardiões. Agora, Ìcaro não é mais o único que sabe sobre sua missão divina. Yukina, e Masato também já o sabem.

_Masato? Então Masato também é um guardião? -Hikaru questionou-a de maneira imparcial, embora Minara tenha reparado um lampejo de surpresa em seus olhos.

_Sim... Ele é o guardião da chave dos olhos da tempestade... A Naelle! Ìcaro é o protetor da chave da arma suprema dos deuses, ou seja, a Janis, e Yukina é a minha protetora... Foi por isso que ela não conseguiu ficar longe quando percebeu que eu estaria em perigo...

_Suponho, que este também foi o verdadeiro motivo de sua mãe a ter treinado para ser uma feiticeira... — Hikaru afirmou parecendo distante, e Minara concordou.

_Sim e não... Minha mãe quis mesmo ajudar a Yukina... Mas o destino age de formas muito diferentes, embora previsíveis... Sabe, tudo é um ciclo, Hikaru... O mal que se faz hoje retornará para nós amanhã, e não há jeito de se mudar isso, a não ser, através do perdão, e do amor... Eu acredito que Yukina tenha compreendido isso... E espero sinceramente que ela não me deixe... Há ainda outra guardiã, uma humana, que passou a vida sendo preparada para isso. Ela ainda precisa aprender algumas coisas antes que o seu verdadeiro destino se revele diante dela, mas eu sinto que ela conseguirá isso brevemente.

_ E de quem ela é guardiã?- O youkai parecia incomodado e interessado no assunto ao mesmo tempo.

_Não sei... Não me parece ser a da Leodora, e como ainda não encontramos a última chave, a chave do coração imortal da esperança, só nos resta esperar, e ver se ela a trará para nós... -Minara concluiu enquanto Hikaru permanecia pensativo.

_Ainda falta um guardião... Talvez apenas ele tenha a resposta que vocês procuram... Mas pode ser que vocês nunca saibam...

_ Eu acredito que ele tenha sim a resposta... Os guardiões não só responsáveis por nos proteger, mas também por nos encontrar. Através de uma ligação emocional, muito forte, eles conseguem pressentir o perigo que nos ronda... -Minara encarou o youkai que cada vez menos conseguia disfarçar o incômodo, e diante disso, Minara se calou.

_Você já percebeu, não é mesmo? Eu não me sinto à vontade, com esse assunto, por vários motivos... Mas o principal deles, é que sendo você, uma das chaves, corre riscos... Minara eu te amo... Amo, de um modo, como nunca amei ninguém na vida, e não quero que você corra nenhum risco... Vamos voltar para O Dai Ni no Shiro, para a nossa casa, o mais rápido possível, e vou resolver tudo para que você possa ficar segura novamente. Ninguém, nunca mais, vai separar você de mim, minha princesa... Eu amo, você... Você, não tem a menor ideia, do quanto, eu sofri, achando que você nunca mais voltaria para mim... E agora, estamos finalmente juntos, e você, é só minha... Eu juro que vou ser merecedor de seu amor, minha Mina... — O youkai abraçou-a, carinhosamente, mas Minara não compreendeu exatamente o que ele queria dizer. Ela sentia que as palavras dele, expressavam muito mais do que era dito.

_Eu vou ser sua para sempre, meu amor... — Ela limitou-se a dizer, e neste instante Hikaru a beijou sensualmente, introduzindo sua língua, pelos lábios da hanma, querendo explorar cada centímetro.

Seus corpos estavam quentes e o youkai se livrou de seu capa, sem parar de beijá-la. Suas mãos e garras, exploravam as costas dela desde a nuca, até as nádegas, e a parte interna das coxas e mesmo por cima do tecido Minara derretia de desejo. Sem dificuldade, Hikaru retirou a parte de cima do vestido, da hanma, desnudando lhe, os ombros e a parte superior dos seios. Minara passou a beijar o peito dele, e lamber e mordiscar os mamilos. Suas mãos pequenas, buscavam abrir a calça que ele vestia, enquanto ele enroscava os cabelos soltos da hanma em suas mãos para ter controle sobre as carícias dela, e gemia de olhos fechados, sorvendo prazerosamente as carícias dela. Quando conseguiu abrir a calça, Minara, que ainda se encontrava sentada no colo do youkai, libertou o membro já enrijecido, encarando, Hikaru com todo o seu desejo.

_O você quer, minha fêmea? — Perguntou o youkai, com voz abafada, observando Minara acariciar timidamente seu membro.

_Quero você... Quero ser tua e te satisfazer inteiramente, da maneira que você quiser... Faça tudo o que quer comigo, meu macho... Porque sou tua... — A hanma respondeu encarando-o com seu sorriso mais sensual.

As palavras murmuradas dela, fizeram com que ele rosnasse e a pegasse pelos quadris, enquanto ambos ficavam de pé. O youkai virou o corpo de sua fêmea, contra a mureta, para desabotoar-lhe o vestido. Mas quando suas mãos deslizaram pela pele macia das costas da hanma e ela novamente gemeu, o youkai mudou de idéia. Ergueu o tecido da saia, até acima do quadril, e vislumbrou as meias 7/8 e as ligas, que a prendiam, bem como o traseiro de nádegas grandes, cobertas por uma calcinha rendada. Hikaru rosnou, quando arrancou a peça de renda, com a garra, e tocou no sexo de sua fêmea, já encharcado de desejo, enquanto ela gemia e rebolava implorando para ser penetrada naquela posição. O youkai tigre, encaixou-se atrás dela e penetrou-a devagar fazendo com que ela prendesse a respiração para abafar um grito de desejo. Minara forçou seu quadril de encontro ao membro do youkai, fazendo com que Hikaru, a penetrasse com mais força, e sua mão esquerda fosse tocar-lhe o seios e unir ainda mais os corpos em uma dança sensual, onde os gemidos eram a música que os conduzia. Não foi preciso, muito tempo para que Minara ficasse com o colo e os seios à mostra e o youkai aproveitou-se para apertá-los gentilmente e brincar com os bicos eriçados. Hikaru continuou aumentado o rítmo, das estocadas, até que sentiu que assim como ele próprio, Minara se aproximava do clímax do prazer.

Diante da constatação, ele se retirou de dentro dela, e virou-a para ele, tomando a boca da hanma em um beijo profundo e erótico, enroscando as línguas dentro e fora das bocas. Logo em seguida, beijou,mordeu e chupou-lhe os seios, arrancando mais e mais gemidos, da hanma, enlouquecida de desejo. Finalmente encaixou as pernas dela em suas costas, enquanto a erguia nos braços, e impressou-a contra a parede do lado oposto à mureta da varanda, para penetrá-la mais profundamente. Sua mão direita, apoiava o quadril dela, enquanto a outra mão, apoiava a cabeça da hanma, para que eles continuassem se beijando ainda mais famintos um do outro. Os gemidos deram espaço, para a respiração acelerada, e ele sentiu quando ela gozou, repetindo o nome de seu macho, dando a deixa que ele esperava para derramar-se dentro dela, com o rosto afundado em seu pescoço, gunhindo como um animal, em um orgasmo selvagem e cheio de desejo.

_Eu te amo, Minara... Te amo... Te amo... Te amo... Eu te amo, te amo... eu te amo... — Murmurou ele, por diversas vezes, entre as respirações, no ouvido de sua fêmea que se encontrava extasiada, com as declarações de seu macho.

A festa continuava no salão, o céu estava fabulosamente claro e a lua brilhava como nunca. Muitos casais dançavam as românticas músicas tocadas. Finalmente após uma breve pausa para a troca dos músicos, chegara a hora dos nobres tomarem a pista, em homenagem à família dos noivos.

Primeiro, Inu no Taishou, levantou-se e caminhou até Brunhilde, para tirá-la para dançar. Kurö Ookami caminhou até Satori, que por ser a primeira fêmea, tinha prioridade nestas formalidades. Izayoi compreendia, o que se passava e mesmo não transparecendo ficou constrangida. Ao notar a cena, Inu no Taishou hesitou,mas não demorou muito para que a surpresa tomasse seu coração mais uma vez. Uma batida leve em seu ombro, o fez virar, e contemplar Sesshoumaru, que com uma reverência, tomou delicadamente a mão de Brunhilde, da de seu pai, e estendeu-lhe o braço, indicando que ele deveria tomar Izayoi para a primeira dança de honra. Os dois trocaram olhares, quase cúmplices por alguns segundos, e Inu no Taishou finalmente retribuiu a reverência, e foi tomar sua amada humana, que desta vez, não escondeu seus sentimentos. Com um grande sorriso, Izayoi aceitou a mão de seu macho, e ergueu-se orgulhosa para dançarem publicamente, pela primeira vez em suas vidas.

A assim chamadas "valsas de honraria", eram uma tradição, destinada apenas à clãs muito respeitados, e aliados há muito tempo. Neste tipo de dança, o mais nobre teria o direito de dançar com a qualquer fêmea para "honrar" seu macho, e assim dava ao macho, o direito de dançar com sua fêmea, e ser igualmente "honrado". O rítmo, era mais marcante, de duração mais curta que as valsas comuns, e a cada nova dança, mais sensual e envolvente, se tornava a batida, de modo que a última dança de honraria só deveria ser dançada com seu próprio par. As valsas de honraria, remetiam à algo muito íntimo entre os casais, quase como se o lorde, dissesse ao anfitrião, e vice e versa, "Ei, dance com a minha fêmea, toque a macia pele dela, sinta o perfume, ela não é deliciosa? Sou mesmo um macho de muito prestígio". Eram, portanto, símbolo de grande status para qualquer clã, uma grande homenagem, concedida apenas à poucos. Visto por este ângulo, era fácil compreender que Inu no Taishou havia tomado à frente com Brunhilde para evitar constrangimentos, já que sabia da antiga relação dela com Sesshoumaru, e julgava que ele, ainda se ressentisse com o passado, e estando acompanhado por sua fêmea, se negasse à tal formalidade. Mas o príncipe, contrariando a percepção de seu pai, não só reassumiu seu posto como "mais nobre" presente, como também foi inteiramente imparcial, ao que dizia respeito ao passado. Um nítido sinal, de que finalmente superara a decepção que tivera.

Inuyasha por sua vez tomou Rin para a primeira valsa, e encarou o meio-irmão com um sorriso malicioso, quase de satisfação. Mas Sesshoumaru, não se abalou. Apenas fingiu coçar a testa para fazer um pequeno gesto, com o polegar e o indicador, um paralelo ao outro, mostrando uma medida, que foi compreendida imediatamente pelo ex hanyou: pequeno... Inuyasha ferveu de raiva, e ainda mais, quando viu Köuga sentar na mesa onde Kagome conversava animadamente com Kikyou e Raijin esperando pela próxima valsa. Pensou em fazer algo, mas os primeiros acordes da valsa começaram a se fazer ouvir, obrigando-o a tomar Rin em seus braços, e deslizar com ela pelo salão assim como os demais casais.

Teigure dançava com Emi, e Katashi com Claire, e apesar da troca estranha, era o youkai karasu quem parecia mais enciumado. Pelo menos, mais do que o tradicional, frio e calculista Katashi de sempre. Claire se segurava para não rir dos olhares enciumados do youkai, e das investidas e carícias dele em seu rosto, quando Teigure ou Emi, os olhava.

Brunhilde ficou surpresa, com o gesto de Sesshoumaru, mas mais ainda, com a desenvoltura que ele apresentou. Não ficou distante, e tampouco, hesitante. Dançava com ela vigorosamente, como se fosse a primeira vez.

_Brunhilde... Sei que lhe devo desculpas... — O Inu Dai youkai disse ao pé do ouvido, chocando ainda mais à hanyou.

_Está tudo bem, Lorde Sesshoumaru... O senhor não me deve...

_ Brunni... Éramos amigos... Você esteve tantas vezes ao meu lado, e eu não fui capaz de aceitar que você tinha razão. Nós nunca daríamos certo como um casal... -Sesshoumaru continuou. Ao ouvir o apelido, que apenas Sesshoumaru conhecia, Brunhilde compreendeu que ele queria retirar as muitas barreiras formais que ele erguera ao redor dos dois por anos e anos.

_Ainda somos amigos... E seremos por toda a vida... — Brunhilde declarou sorrindo, com delicadeza.

_Bom saber disto... Rin é... Minha vida. Eu a amo, Brunni, mas... — O inu Dai youkai, continuou falando com a mesma expressão fria, mas Brunhilde percebia o quanto ele estava preocupado.

_Eu sei... Não se preocupe, Sesshoumaru, eu vou ajudá-lo. Esta menina, a Rin, ela significa muito para mim. Desde o momento em que pus meus olhos nela eu tive a certeza que ela seria muito especial... Sei o quanto deve ser chocante para você, sentir o que está sentindo, depois de tudo o que nos aconteceu... Eu prometo que vou ajudá-lo a entender isto e a fazer com que os outros entendam. -Brunhilde o tranquilizou.

_Tenho medo de fazer uma bobagem... Se eu a perder, vou enlouquecer... E destruir tudo ao meu redor! Até encontrá-la e obrigá-la a ser minha novamente... — O youkai confidenciou em um desabafo, que apesar de forte, não chocou à Brunhilde.

_Então não podemos deixar que isto aconteça... Você terá de ser ainda mais forte para manter o que conquistou, Sesshoumaru. Especialmente diante de tantos youkais contrários à sua decisão.

_Você também percebeu, não foi, Brunni? Há cada segundo que passa eu percebo que eles a desprezam mais. Eu amo Rin, e não tinha o direito de colocá-la neste ninho de cobras... Eu tenho tanto medo de perdê-la... — O youkai suspirou, enquanto rodopiava a hanyou, para logo em seguida segurá-la pelas mãos, para enroscá-la de volta ao seu corpo.

_Eu sei... O primeiro passo você já deu. Ao apoiar seu pai, à tomar Izayoi como fez agora à pouco, você já demonstrou muita força e coragem. Agora, vamos ao próximo passo... Assim que a valsa terminar você tomará a fêmea de seu irmão, e vai dançar com ela com a mesma intimidade que está dançando comigo, é claro que sem abusar. Não vá cair na tentação de provocar o pequeno príncipe! — A hanyou avisou-o, sorrindo, pois sabia o quanto eles rivalizavam.

_Inuyasha, não é... Ah... Está bem, mas e depois?

_Depois vai tome as demais fêmeas na ordem que achar prudente, e quero que dance com elas do mesmo modo. Assim, você transparecerá estar à vontade com as humanas, e como não vai haver hesitação de sua parte, saberão que você SABE o que está fazendo, e isto vai calar qualquer um que pense em criticá-lo abertamente.

_Boa estratégia, mas... Não será muito explícito? -Sesshoumaru ponderou.

_Não hesite, e isto será um grande passo. Os Inu Dai youkais têm de passar união entre vocês. Isto não só calará a maioria como também vai deixar seus inimigos ressabiados.

_Concordo... Agora que meu pai retornou, muitos deles pensarão duas vezes antes de tentarem qualquer coisa contra mim.

_ Exato. Depois de algum tempo, haverá, um novo intervalo, e as valsas de honraria recomeçarão, desta vez, com os demais aliados... Até lá, eu espero que Minara e Hikaru retornem. Você dançará com ela assim que ela chegar. E Hikaru dançará com a Rin. Lembre-se que a última dança você deverá tomá-la, e deve dançar com ela, como dançou comigo, pela primeira vez...

_O quê? Como dançamos no seu baile de apresentação? Rsrsr... Brunni, não sei se Rin concordará... -Sesshoumaru sorriu malicioso.

_Porque não concordaria?

_Aquela dança foi muito intensa... Você sabe... — O youkai lançou-lhe um olhar tão sedutor que Brunhilde sentiu um arrepiou lhe percorrer a espinha.

_Ela foi criada na era futura, Sesshoumaru. É claro que não ficará chocada. Além disso, está escrito nos olhos dela, o quanto ela te ama... E eu vou colocá-la a par da situação, bem como as demais humanas... Tenho certeza de que elas irão surpreender à todos... -Brunhilde explicou convicta.

_Está certo... Faremos como você disse... Lady Brunhilde. — O youkai disse ao terminar a dança.

_Como quiser Lorde Sesshoumaru. — Brunhilde reverênciou-o igualmente, e caminhou na direção de Rin com a desculpa de que queria apresentá-la à alguns seres importantes.

Inuyasha sentiu um grande alívio, já que apesar da beleza de Rin, ela sempre seria a criança que pertencia à seu meio irmão. Reverênciou Brunhilde, e foi em direção, à mesa, para tirar Kagome de perto de Koüga, mas felizmente ela já não se encontrava lá. Foi com um sorriso de satisfação que Raijin lhe mostrou Kagome, sendo levada pela mão por Sesshoumaru até a posição onde deveriam começar a dança. O inu dai youkai, Estreitou os olhos, visivelmente contrariado, para o meio irmão, que apontou-o para Kagome com um gesto com a cabeça. Quando a humana se virou para acenar para seu macho, Sesshoumaru que estava por trás dela aproveitou-se para lamber os lábios de modo provocante enquanto olhava para Kagome, para que seu meio irmão, ficasse ainda mais irritado.

Raijin que ainda olhava na direção de Sesshoumaru ficou surpreso com a atitude dele. No entanto quando se voltou para Inuyasha, para continuar a se divertir com a situação, foi avisado por Koüga que ele havia levado Kikyou para a pista de dança. Por mais que desejasse arrancá-la de lá, tudo o que Raijin pôde fazer foi rosnar de irritação enquanto Koüga estreitava os olhos, sem entender.

Tanto Kagome, quanto Kikyou estavam muito surpresas com as reações dos irmãos Inu Dai youkais. Quando a dança começou Sesshoumaru trouxe o corpo de Kagome, para junto do seu, e sorriu sedutor, a humana quase olhou para trás para ver se aquilo era mesmo com ela.

_Calma cunhadinha... Eu não vou machucar você... — Sesshoumaru provocou-a sorrindo divertido.

_É por isso que estou tensa! Acho que estou mais acostumada com você, tentando me machucar... -Kagome disse com franquesa.

_Mesmo depois de tantos anos de paz entre nós? Achei que os humanos esquecessem das coisas mais rapidamente...

_Acho que já lhe provamos que não seguimos os pré-conceitos atribuídos à nós humanas, meu cunhado... — Kagome sorriu vitoriosa.

_Tem toda a razão, minha cunhada... Graças a você, e as demais humanas, Rin e eu poderemos ter esperança em um futuro menos agressivo para nós...-Sesshoumaru reconheceu.

_ Nossa Sesshoumaru, você está mudado mesmo!- Kagome disse surpresa fazendo com que o youkai a encarasse com tanta frieza que a fez se arrepender do comentário.

_ Não seja tola, humana... Este Sesshoumaru é muito mais do que qualquer conceito que você queira me atribuir... -O dai youkai rodopiou a humana e colocou-a de costas para ele, segurando-a pela cintura enquanto, retirava os longos cabelos da nuca para jogá-los sobre o ombro oposto causando um arrepio, involuntário em Kagome.

Como a humana nada respondera, ele olhou na direção onde Inuyasha se encontrava dançando com Kikyou e esperou que ele olhasse, para colar seu rosto e corpo às costas de Kagome e fechasse rapidamente os olhos em sinal de puro prazer sexual. Mesmo sendo apenas por provocação, Sesshoumaru sentiu o quanto o corpo de sua cunhada era desejável. Ele já havia notado que o cheiro da humana, havia mudado por que ela havia sido deflorada, certamente, por seu meio irmão, o que deixava aquele jogo ainda mais tentador.

Inuyasha por sua vez, estava se segurando ao máximo para não explodir. Em um esforço sobrehumano, desviou a atenção para Kikyou, pegando-a pela cintura para erguê-la no ar, e fazê-la descer vagarosamente pelo seu corpo, até a altura de sua cintura, de onde ele a ergueu pela nuca, para encará-lo novamente. De seu lugar, Raijin apertava os punhos com tanta força que seu sangue gotejava da pele macia de sua mão, ferida pelas próprias garras.

Ao fim da segunda valsa, Inuyasha caminhou até Raijin que o encarava com seu olhar assassino, para entregar -lhe Kikyou. Em seguida foi até Sesshoumaru que lhe entregou Kagome, mas só depois de depositar um erótico beijo, nas mãos da humana, e dizer-lhe "Até a próxima, minha bela cunhada".

Notas finais
Pessoal além dos tradicionais agradecimentos eu gostaria de saber de vocês o que estão achando da fic! Tá chata, tá repetitiva? Estão querendo mais detalhes? ou talvez menos? Enfim escrevam, mandem suas opiniões! E se não quiserem fazer isso nos comentários da fic, podem mandar por mensagem! Eu ficarei feliz em responder! Um grande abraço até a próxima!!