Notas iniciais
Muito obrigada pelo carinho, meus queridos leitores Glamour Cruelty, Emily Jane, Victor, San, Sky Holmes, é por vocês que não desisto. *U* E um agradecimento especial a Duda e Reader, que me deixaram super feliz em favoritar minha fic e por estarem acompanhando, muito obrigada meninas, me deram um animo e alegria ainda maior. Sejam super bem-vindas!! ;* Bom... Sugiro começar o capítulo com esta trilha: https://www.youtube.com/watch?v=CcsUYu0PVxY . Espero que o capítulo tenha valido a espera! E se encontrarem algum erro me digam, amores! :3 Beijocas!

Havia até me esquecido de meu irmão, mas por bem ele já estava ao lado de minha mãe. Provavelmente contando tudo o que aconteceu e talvez o que combinamos para resolver em casa. Assim que chegamos à aresta do mobiliário, minha mãe terminou sua conversa educadamente com suas novas amigas e se pôs de pé para me receber com um abraço. Eduardo teve de se desprender de mim abruptamente.

– Taís... Miguel me contou uma história interessante sobre você e este belo rapaz. Quero ouvir timtim por timtim, quando chegarmos em casa.

Ela sussurrou tudo em meus ouvidos, antes de soltar-me de seus braços para cumprimentar Eduardo.

– Imagino que ainda não fomos apresentados. Eu sou Maria Clara, mãe de Taís, mas pode me chamar de Dona Clara!

– Prazer... Dona Clara.

Minha mãe falou amavelmente com seu famoso sorriso “ai como são os jovens e suas aventuras”. Como ele estava nervoso naquele momento, podia ver suas mãos tremendo antes de cumprimentar as da minha mãe com um aperto delicado.

– Me chamam Eduardo!

– Hm... Me chamam. Inteligente! – ela sorriu satisfeita – Vejo que encontrou um rapaz bem inteligente minha filha.

Eu corei e queria enfiar a cabeça num saco de papel. Eduardo também foi afetado pelo elogio de minha mãe e coçava a nuca totalmente sem jeito.

– E você tem um cabelo bonito, Eduardo!

– Olhe, filha! – eu amava minha mãe, mas haviam horas que sentia que ela era completamente louca – Parece liso e sedoso como cetim.

– Mãe... – eu estava muito constrangida.

– Que foi? Eu estou conhecendo seu pretendente.

Como? Desde quando é assim que uma mãe conhece o pretendente dos filhos? E quando se falou algo sobre pretendente? Perái. Eu o quero como meu pretendente, namorado? Discursando essas questões em minha mente, voltei à memória das ações e palavras de Eduardo, bem como dos carinhos na varanda e suas sensações. E as palavras de minha mãe com as lembranças foi um constrangimento febril para mim. Com bochechas e olhos queimando eu me opus.

– Mãe... nós ainda nem...

– Espere, vou chamar seu pai. Ele precisa conhecer seu nam... seu novo amigo.

Ela talhou minha fala como sushi e gesticulou escandalosamente para o meu pai. Como ele fez um sinal de que estava ocupado, ela se voltou para nós.

– Só um minuto, vocês dois, vou chamar meu marido.

Sorriu novamente e se dirigiu para a cadeira onde meu pai estava. Notei que Eduardo levantou os olhos um pouco surpreso quando minha mãe ficou ao lado de meu pai. Depois começou a demonstrar apreensão com o olhar desconfiado que Seu Fernando, meu querido pai, lhe lançou. Ainda assim, pude perceber o quanto sua postura relaxou instintivamente ao ver meu pai se levantar. Uma reação natural, que mudaria logo diante de seus modos paternos.

Meu pai sempre era subjugado. Pois sua altura era mediana, e sua musculatura camuflada em alguns anos de gordurinhas acumuladas, ou seja, achavam que ele não era forte por ser gordinho. Além de seu olhar sempre calmo com um sorriso amigável. E por isso, achavam-no um gordinho simpático, que a primeira vista não intimidava uma ovelha. Porém sua força era assustadora. O vi carregar vários moveis muito pesados como se fossem cadeiras de plástico, e, claro, sempre com um sorriso no rosto como se estivesse levando uma torta para o almoço. Ele sempre surpreendia as pessoas.

(Pensando no que é ser Verdadeiramente Forte)

Também impressionavam seus traços. Desde que me conheço por gente, meu pai mantinha sua espessa barba e os cabelos cheios, negros como um céu sem estrelas. Minha mãe os amava. Vivia tocando e arrumando. Por isso eu não fiquei tão chocada com sua atitude diante de Eduardo. Minha mãe é louca por cabelos. Até meus doze anos, penteava e modelava os meus. Fazia diversos penteados em estilo medieval ou grego. Ela vivia dizendo que ficou muito feliz quando cresci com meus cabelos cheios e ondulados.

Comentava que seu cabelo encaracolado dava muito trabalho para ficar no lugar e o meu era como do meu pai: “Pode passar um vendaval e continua brilhante e sedoso” — ela dizia. E, com o tempo, fui notando que quando ela elogiava o cabelo de alguém era sua forma simples – porém esquisita – de demonstrar que estava mesmo feliz em conhecer a pessoa.

Eduardo mantinha seu olhar ora em mim, ora em meus pais. Vi-o engolir em seco muitas vezes, enquanto meu pai o encarava sério. E foi estranho ver o quanto Eduardo se sobressaia. Meu pai ficava na altura de seu pescoço. E ele sempre fora meu referencial de grande homem.

– Como vai rapaz, soube que seu nome é Eduardo, estou certo?

– S-Sim... sim, senhor! — sua voz mostrava um pouco de sua ansiedade.

– Muito prazer, Sou Fernando! – meu pai o cumprimentou – Fernando Amarillo.

– Sim... ouvi falar muito bem do senhor ... o diretor de finanças da Moura Logistics.

Ele começou a frase animado, mas conforme meu pai o estudava com seus olhares duros, suas palavras caiam em tremulantes sons. Meu querido pai uniu as sobrancelhas e depois amenizou a expressão.

– Sim, rapaz. Sim! Vejo que conhece meu cargo muito bem. Posso saber como? – papai não perdeu tempo em começar um interrogatório.

– Eu faço um estágio no departamento de impactos ambientais... senhor. – Eduardo estava notadamente controlando seu nervosismo.

– Estágio?! Faz algum curso técnico ou faculdade, rapaz?

– S-sim, senhor! Faço agronomia na Unicamp.

– Hun! Muito bem! Quantos anos têm?

Nesse momento os olhos de meu pai se franziam e depois olhavam entre mim e Eduardo. Eu pensava: Porque ele está assim alarmado? Papai é seis anos mais velho que mamãe. Não tem motivos para achar Eduardo velho demais para mim. Mas só depois, naquela mesma noite, fui saber que não era bem essa a sua preocupação.

(Provavelmente meu pai pensou em testar Eduardo assim.)

– Tenho... eu tenho vinte e dois, senhor. – Eduardo olhou de relance para mim com certa angustia, estava preocupado.

– Bom. Quantos anos para concluir seu curso, rapaz?

– Cinco anos... – ele falou precipitadamente – Quer dizer... bem... um ano para concluir, mas são cinco anos de curso. Estou no último.

– Isso é muito bom! Mas com quantos anos entrou na universidade, filho?

– Aos... – agora percebi porque ele estava tão nervoso – aos dezessete, senhor.

– Se não considerar muito atrevimento de minha parte, filho, não deveria terminar aos vinte e um?

Minha mãe segurou apertado o braço de meu pai com um olhar nervoso e o sorriso sem graça. Meu pai continuou firme em sua postura. Eduardo estava envergonhado, mas voltou a sua atitude confiante.

– S-sim, senhor! De verdade deveria! Mas para fazer todas as atividades pedidas eu diminui a quantidade de matérias dos semestres, para não ficar atrapalhado, e fazer tudo sem problemas.

– Bem... – meu pai relaxou sua feição, finalmente – Foi uma atitude sensata, meu jovem. Isso mostra inteligência. Mas não reprovou em nenhuma disciplina?

Outro aperto de minha mãe, e meu pai segurou sua mão com um olhar sério.

– Não! Não, senhor! – ele estava nervoso e achei melhor intervir.

– E Eduardo também é muito bom em informática, pai. Já fez um curso técnico em sistema de informação.

Procurei mudar um pouco a situação com uma lembrança de nossa conversa durante a dança. Minha mãe entendeu e veio em meu socorro.

– Mesmo? Que fascinante! Não é mesmo, amor? Assim como você ele também estudou programação.

– Realmente... – meu pai deu seu olhar interessado e pronto.

Depois desta declaração de minha mãe, meu pai e Eduardo começaram a conversar sobre sistema binário, linhas de codificação, sistemas, estabelecimento de redes e uma porção de coisas que eu não entendo.

Hoje temos telas touch-screen em vários estabelecimentos, para fazer pedidos em restaurantes, visualizar a rota do metro, estabelecer uma lista de compras que irá ser entregue em casa. Hoje as coisas se tornaram muito mais tecnológicas do que em 2013. No entanto, continuaram os embates entre o consumismo, a pobreza, a escassez de matéria prima, as dificuldades mercantis e sociais dos países subdesenvolvidos, entre outros problemas. O Brasil conseguiu se tornar desenvolvido em 2025, mas a muito custo – temos mais controle sobre o desmatamento e o uso inadequado das terras amazônicas. Sem contar que quebramos o ideal estrangeiro de que a Amazônia era zona internacional. Ainda assim, não conseguimos lidar com toda sua vastidão. Mas isso são situações que já estão nos livros de história e geografia. E não devo me delongar nelas.

(Porque ainda queremos um Futuro Melhor!)

Bem... uma meia hora depois, já estava Eduardo sentado com meu pai e alguns colegas conversando sobre informática, alguns assuntos da empresa e jogos de vídeo game – nem acreditei o quanto meu pai ria das falas de Eduardo, assim como todos os outros pareciam se divertir com ele. Ele animado falava sobre uma infinidade de coisas que me deixavam ainda mais maravilhada com ele. Foi então que entendi: Um homem de verdade conquista! Não toma com violência e não obriga com rudes palavras. Sabe como proceder para conquistar. E o modo de fazê-lo o demonstra como um homem de verdade, de carácter bem formado. Pois:

E, parafraseando Gandhi, acredito que 'aquele que não é capaz de se autoconhecer e responder segundo sua consciência, não consegue conquistar os outros'. E observando tudo o que Eduardo fazia e dizia, compreendi que ele era assim: Um homem que conquista. Que conquista pelo que é.

Enquanto eles se demoravam na conversa, Miranda me surpreendeu vindo até a mesa onde eu e minha mãe esperávamos. Trouxe consigo Isabela, Carlos e Tales.

– Oi, lindinha!

– Ah! Miranda! Que bom revê-la!

Sorri com todo coração, Miranda tinha uma presença que me trazia alegria, mesmo sem saber explicar. E logo recordei minha mãe ao meu lado e me lembrei da devida regra de etiqueta.

– Essa é minha mãe!

– Oi, prazer!

– Prazer, querida! Parece que Taís fez novos amigos hoje.

Porque minha mãe tinha que dizer essas coisas? Eu nunca entendi. Mas, percebi como os olhos de Miranda se arregalaram diante de Dona Clara e voltaram para mim com um brilho incrível. Provavelmente estava maravilhada com o quanto nos parecíamos.

– Ah, sim! E ela é muito bonitinha! E vocês parecem até irmãs.

Miranda disse com todo seu jeito gentil. E notava-se sua sinceridade. E não atoa, minha mãe realmente parecia bem mais nova do que os anos que viveu.

– Também acho! – minha mãe riu toda orgulhosa.

– Ah, queria convidar sua filha pra vir no meu aniversário, vai ser no dia quinze. Num sábado.

– Bom... isso verei com meu marido. Mas acredito que não haverá resistências. Mas onde será?

Enquanto minha mãe fazia mais um monte de outras perguntas e Miranda respondia cada uma com sua doce simpatia. Vi Fábio indo embora da festa com uma mulata belíssima que parecia mais velha do que ele. Foram para o estacionamento e não os vi mais. Depois notei o negro careca do violão saindo com um grupo de jovens que não conheci e as gêmeas loiras. Todos rindo e conversando. Só voltei de minha observação quando Miranda me esticou um envelope vermelho e preto, com arabescos e uma linda grafia.

– Aqui, lindinha! O convite! E pode ficar tranquila que eu vou cuidar de você e não deixar ninguém te importunar!

Ela abriu um sorriso tão carinhoso que só pude retribuir. Miranda era uma pessoa que tinha o que muitos chamam “brilho próprio”. Não sei descrever bem, mas tudo nela esbanjava alegria. Ela parecia o espírito da alegria encarnado, sua presença era vibrante e contagiante. E pelo jeito era de família. Seu Horácio era bem assim. Eu já havia visto Miranda algumas vezes antes, mas só de relance. E como nunca conversamos e nem se quer me aproximei, nunca a guardei na mente. Mas naquele momento, tinha certeza que não a esqueceria jamais.

– Ah, Taís... E a gente vai na pizzaria Buona Pasta nessa quarta pra comemorar a profissão do meu amore.

Ela deu uma apertadinha no ombro do Tales que estava ao seu lado. Olhei para Carlos, esperando alguma reação adversa a ação de Miranda, mas ele estava com a mesma expressão dos demais. Parecia apenas concentrado na minha resposta.

– Não sei... minha...

– Ah, sua mãe disse que você pode ir e eu prometi que vou te pegar e depois levar pra casa as onze. Então pode ficar tranquila.

– Viu, Cinderela! Não vai ter carona melhor.

Tales mal acabou a frase e recebeu cutucões zombeteiros de Miranda e Carlos. Olhei para minha mãe, ela me encorajou com um aceno de cabeça e depois voltou sua atenção para Miguel que estava correndo com outros garotos de sua idade. Enquanto ela se levantava para pega-lo, eu voltei para os olhos cheios de expectativa de Miranda.

– Bem... então sim! Quanto vai ser por pessoa?

– Ah, acho que lá no Buona Pasta é dezesseis reais por pessoa. Vamos de rodízio. Tudo bem?

– Claro... claro... e...

– Ah, e o tema do meu niver vai ser Vintage.

Pela primeira vez, percebi um sorriso de canto de boca se formar em Carlos. Enquanto Tales bufou e revirou os olhos diante do mau sotaque francês que Miranda tentou. Eu apenas segurei o riso.

– Mas, não se preocupe, se você não tiver fantasia, pode inventar e usar o que tiver. – Miranda continuava.

– Ah, sim! Eu...

– Ah, se quiser pode vir comigo pras compras... Não, melhor... – ela estava muito animada e presa em seus devaneios – Que tal eu te pegar mais cedo e você fica lá em casa e faço sua make, o cabelo... pode pegar umas roupas minhas se quiser e...

– Calma, Mira! Acho que já é muito ela ir numa festa no SEU estilo. – Carlos deu uma piscadinha – Cheia de pessoas e luzes coloridas.

(O que eu imaginei quando Carlos disse isso.)

É... mais uma prova que teria que passar. Algumas horas com muitas pessoas estranhas e sem meus pais para me proteger. Séria mesmo um teste. Mas já havia me decidido e sabia que não podia mais ficar escondida em casa fugindo das pessoas, das novas experiências e de comprovar se manteria minhas convicções mesmo em um ambiente desconhecido. Mas claro que não iria completamente cega. Estariam Miranda, Carlos, provavelmente boa parte da turma que conheci aquela noite e, claro – para minha maior alegria – Eduardo estaria lá. E pensando nele, acabei concordando em ir com Miranda, e com a volta da minha mãe, combinamos todos os detalhes.

Passaram-se só uns vinte minutos em que estávamos acertando tudo, quando meu pai e Eduardo se aproximaram de nossa mesa. Meu pai cumprimentou os demais jovens e ficou sabendo do convite de Miranda. Ficou a par de todos os detalhes e também fez seu pequeno interrogatório.

E por fim, ficou decidido que Miranda me levaria para sua casa na quarta e nos aprontaríamos lá — eu estava encabulada só de pensar, meus pais não queriam causar incomodo — mas Miranda estava decidida e queria fazer minha maquiagem pelo menos para a pizzaria. Para o dia do aniversário, meu pai me levaria à casa de Miranda e depois ela mandaria seu motorista me trazer para casa as onze da noite. Mas Eduardo conseguiu convencer meu pai a deixa-lo me trazer. E apenas porque Isabela e outras duas moças, de quem nem me lembro do nome, voltariam conosco, Bernardo e Carlos.

Depois que confirmamos tudo, todos nos despedimos, agradecemos ao Seu Horácio e sua esposa, como também Miranda e os outros jovens. Eduardo veio me abraçar, mas o fez rápido, pois meu pai estava ao nosso lado fingindo uma tosse, pelo desgosto. Eu só pude ver o sorriso de Eduardo e ele apontando para os bolsos do casaco. Os mexi e encontrei um papelzinho dobrado, mas na hora nem pude lê-lo, já que tive de ajudar minha mãe a retornar para o carro sem afundar seu salto quinze na grama fofa do estacionamento.

Quando estávamos dentro do carro, me virei para olhar pelo vidro traseiro e lá estava meu gigante moreno acenando com timidez, enquanto a turma de jovens parecia caçoar dele. Meu pai soltou uma leve risada e minha mãe apenas disse:

– Humm, Taís! Vejo que essa noite foi muito produtiva pra você.

– Uwn, sim!

Disse sem jeito e voltei a me sentar no banco e tentando pegar qualquer ultimo vislumbre de meu gigante. Acenei quando meu pai virou o carro e de lateral tive uma visão melhor de Eduardo. Mas foi muito breve e logo estávamos saindo pelo portão da chácara.

Meus pensamentos estavam a mil. Querendo guardar cada detalhe daquela noite. Cada detalhe que me marcou e me ajudou a me mergulhar em mim e trazer a tona toda coragem e esperança que havia trancado no mais profundo de mim, com meus medos e incertezas.

Naquele momento de devaneios, me virei para janela, enquanto o carro seguia próximo a cerca da longa propriedade do sítio, quando notei uma figura grande acariciando a cabeça e dorso de um cavalo. Espremendo um pouco os olhos notei que era Marcos. Parecia tão carinhoso e gentil com aqueles animais. Será que mesmo assim seria tão indiferente com as pessoas?

O que Eduardo havia me falado sobre ele ainda me intrigava e quem sabe Miranda não poderia me esclarecer. Mas talvez nem fosse uma boa ideia conversar sobre isso, logo no dia do aniversário dela. Teria que esperar, quem sabe até perguntar a outra pessoa. O problema era que minha curiosidade estava maior com o surgimento da minha coragem e não sabia se seguraria essas dúvidas por muito tempo.

Enquanto pensava sobre isso e fitava atenta os movimentos de Marcos, como se o estivesse atraindo, ele retornou meu olhar e ficou me encarando até que o carro passou totalmente a cerca e estávamos longe o suficiente para apenas ver uma silhueta se aproximando da cerca com o cavalo.

Notas finais
Aaahh, meus queridos! Por favor me perdoem pelo ENORME atraso, mas estava ficando sem muito tempo e criatividade para escrever. Mesmo de férias, minha agenda ficou tão cheia que nem na internet consegui entrar direito. E ontem ela nem quis dar o ar de sua graça, rss. Me desculpem o horário e se não respondê-los ainda hj, mas assim que puder estarei respondendo a vocês. Abraços a vocês, meus queridos! Me contem o que estão achando do rumo que estou seguindo na história. E os fantasmas que também me fazem feliz por estarem acompanhando, agradeço, mas saber sua opinião me deixaria ainda mais feliz. Dêem nome ao seu espectro e apareçam; quero muito conhece-los. ;) Ah... se quiserem me enviar imagens e músicas para usar na história, recebo de braços abertos, vou utiliza-las conforme as cenas, ;D
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.