Percy Jackson e os Olimpianos A Vingança da Víbora
29 Axl Rose nos guia para a morte
Notas iniciais
Desculpem a demora. O Nyah! ficou fora do ar, e não consegui escrever o capítulo até voltar. Espero que gostem.
POV. ANNABETH
Já fazia um tempo que eu e Percy haviamos partido, estávamos na margem do oceano, esperamos por Hermes, que apareceu pouco tempo depois, em sua forma humana, usava uma túnica dourada, o seu capacete com asas, as sandálias com asas e seu famoso caduceu.O céu estava em crepúsculo, lindo, o encontro de Apolo e Artémis, eu gostava de quando o céu estava assim. Hermes aproximou-se, as cobras em seu caduceu começaram a se mover, mas ficaram em silêncio. Hermes abriu um portal, entramos nele, embora fosse estranho, pois eu não o sentia, era como se fosse feito de uma simples camada de atmosfera. Já estávamos em Olympia, Washington. Andamos até o capitólio e eu parei.— E agora? — perguntou Percy, ergui seu queixo para o céu, um enorme templo escondia o sol. — Eu estava achando que já era de noite — disse Percy, meio debochado. Andei até debaixo do templo e estávamos na entrada, o templo era tão grande quanto um palácio, mas era apavorante. Então temos um encontro inesperado, uma garota ruiva de olhos verdes corria em nossa direção, parou em nosso lado quando já iamos subir as escadas. O lugar estava nevando, o rosto de Rachel estava corado, como uma tentativa de se aquecer, usava um moletom mais grosso, um cachecol e uma touca sobre os cabelos ruivos e ondulados.— Rachel... o que está fazendo aqui? — perguntou Percy.— Não vem ao caso, só entrem logo. — ela disse, nos empurrando e entrando conosco.Percy parou logo que haviamos entrado, boquiaberto, observando o lugar. Era escuro, sombrio e feito de colunas dóricas esverdeadas, tapeçarias de cenas horríveis. Percy puxou a mim e Rachel, apontou para a tapeçaria que ele observava. Argos matando a víbora, Perseu e a Medusa, Atena, Poseidon e a Medusa e... eu, Percy e Grover, com a cabeça da Medusa, outras tapeçarias mostravam Equídna dominando o mundo, Equídna matando a Percy, Thalia e Nico e coisas assim.Rachel olhava em volta, nervosa. Então começou a andar, nos puxando. Três manticores pararam em nossa frente, rosnando, se aproximando lentamente. Um ganiu ao ser atingido por uma lança elétrica, Clarisse saiu das sombras, pegou sua lança e limpou as roupas.— Acharam mesmo que iriam para a guerra sem mim? — ela perguntou, sorrindo enquanto Will Solace, de Apolo, Chris Rodriguez de Hermes e Jake Mason de Hefesto mataram os restantes. Sorri e lhe dei um abraço.— Como chegaram aqui? — perguntei.— De helicóptero, o Mason é mesmo bom nestas coisas — disse ela, apontando para Jake com o polegar, sobre o ombro.— Obrigado — disse ele, sorrindo.— Você também foi uma ótima líder — disse Chris, dando um beijo em Clarisse, ela sorriu.— Eu sei — ela disse. Percy fingiu ter um ataque de asma, eu ri. — Vamos — disse Rachel. Clarisse foi na frente, com Chris e Rachel, que olhava em volta, atenta, e só agora havia reparado que ela tinha uma aljava de arqueiro pendurada ao ombro. Segurava um arco, com a flecha já pronta. Andávamos silenciosa e furtivamente.Rachel atirou uma flecha de bronze na direita.— Dracaenae — ela disseWill segurava seu arco, atento. Clarisse não parecia incomodada, segurando seu escudo e a lança elétrica diante do corpo. Chris segurava a mao da namorada, com a outra mão brandia uma espada, Jake tinha dois facões nas mãos, Percy manteu contracorrente em seu bolso, eu segurava minha adaga com as duas mãos. Então Jake parou Chris, Clarisse e Rachel com o braço. Jogou um papel amassado na sala que se ampliou naquela parte. Flechas voaram na nossa frente, percebi que havia uma máquina, haviam buracos dos dois lados, um as flechas saíam, no outro entravam. Haviam mais ou menos uns cinco daqueles, que atiravam quatro flechas de uma vez. — Isso parece uma daquelas fases de jogos de videogame — disse Chris.— Tá legal, e como passa desse tipo de fase? — perguntou Will.— Pulando — disse Jake— Não é uma boa ideia... — afirmou Rachel.— Talvez... — disse Jake.— Quer tentar então? — perguntou Clarisse, bruta como sempre, ele ficou quieto.Percy se aproximou e estendeu a espada diante de um dos espaços, a flecha veio e voltou, rebatida pela espada. A flecha voltou na que estava prestes a ser lançada, e caiu no chão. Clarisse ergueu uma sombrancelha, subestimando.Ela se aproximou, abaixou-se, colocando o escudo em sua frente e rolou para o lado. Levantou-se, convencida de sua habilidade. Eu calculava possibilidades em silêncio.— Tive uma ideia — disse Percy, pegando sua mochila — O que vai fazer? — perguntei, estreitando os olhos.— Lembra-se do Leão de Nemeia? — ele perguntou. Assenti e logo compreendi. Ele tirou a pele do Leão da mochila, e a jogou para Clarisse, por cima do sistema, ela a pegou com um reflexo perfeito. Vestiu a pele, que se tornara um casaco longo, segurou o escudo diante da cabeça e passou correndo, jogando a capa nas mãos de Jake, que estava mais próximo. Ele a vestiu e passou. Quando todos já haviamos passado, percorremos uma sala imensa e vazia, paramos diante á porta de entrada do templo. Era imensa, deveria ter uns trinta metros, e estava fechada, era decorada com cenas vitoriosas da Medusa, Crisaor, os titãs... Clarisse tentou empurrar a porta, mas não funcionou. Chutou e bateu, mas nada adiantava, ficamos todos parados, assistindo ela esmurrar a porta e nada acontecer.
— Como abriram isso quando veio com os deuses? — perguntou Percy.— Ares tentou esmurrar e bater, e não funcionou — eu disse alto e claro, Clarisse parou e prestou atenção, eu apontei para um gancho no alto. — Não conseguimos, só tentamos explodir a porta, mas não funcionou.— Mas se ela quer Perce aí dentro, por que a porta está trancada? — disse Jake.Rachel parecia meditar, embora estivesse no meio de tanto barulho. Abriu os olhos, do nada, me assustando. Pegou a mão de Percy e colocou a palma de sua mão na porta. A cor verde-mar espalhou-se pela porta, que se abriu. — Como ela conseguiu fazer isso? — perguntou Chris. Rachel deu de ombros.— Mas que droga, eu jurava já ter encontrado Equídna, bem menos ameaçadora do que agora — disse Percy. Nós entramos e paramos, a porta fechou-se e voltou a cor cinzenta, talvez não abrisse mais. Rachel tirou uma flecha de sua aljava e a preparou em seu arco. Caminhamos cuidadosamente até o centro da sala ampla. Sentimos um tremor sob nossos pés e ouvimos um estrondo, depois outro, mais outro... Dois ciclopes enormes apareceram na nossa frente, as expressões furiosas e famintas. Recuei alguns passos, lentamente, seria ótimo estar na companhia de nosso amigo ciclope em uma hora como essas. Rachel atirou flechas no olho do monstro, deixando o meio vesgo. Clarisse espetou os pés do outro com muita força, usando sua lança elétrica, só eu ainda estava paralisada. Peguei minhas facas e escalei as costas de um deles, embora fosse extremamente difícil em um monstro daquele tamanho. Comecei a arranhar sua cabeça com a faca, eu ia espetá-lo, mas caí de costas no chão, fechei os olhos e gemi.— Annie! — Percy correu para mim.— Ah, Percy, está tudo bem — ele me ajudou a me levantar e eu escalei as costas do monstro mais uma vez, perfurei o centro de suas costas várias vezes, com força, até que ele virou pó e eu cai, apoiei-me em minhas mãos e levantei, o outro era ainda maior, mas foi derrotado rápidamente, já que havia Clarisse, Will, Chris, Jake, Rachel e Percy, me perguntei se aquilo podería dar certo, já que éramos mais de três. Eles estavam ofegantes, Will tinha um arranhão nas costas, Clarisse tinha ainda mais marcas que o restante, Rachel parecia bem.Andamos mais, e nos deparamos com uma rampa, mentira, nós rolamos feito bolas de boliche pela rampa, e isso concretizou quando Percy, Will, Jake, Chris, Clarisse e Rachel caíram em cima de mim, é isso que dá dar uma de comandante. Gemi, eles tombaram para os lados, saindo de cima de mim, parecia que tinha sido atropelada por um time de basquete, e era quase isso. Clarisse levantou-se e cutucou-me ás costas, gemi, só para dar certeza de que ainda estava consciente, ou viva. Quando finalmente me levantei, estava cheia de terra, até no rosto, me limpei até me sentir mais confortável e me sentei ao lado dos outros semideuses, que estavam sentados no chão. Estava muito escuro, repito, muito escuro, eu mal podia enxergar minhas próprias mãos. — Acho que precisamos de iluminação — disse Jake.— Você acha? — disse Clarisse, irônicamente agressiva.Jake voltou para o pouco de luz que tinha na abertura para a rampa e fuçou a mochila, em busca de algo. Quando finalmente voltou até nós, tinha uma lanterna ligada, indicou as mochilas de Will, Chris e Clarisse, que certamente também tinham. Era um longo túnel. Não havia como voltarmos para cima, pois a rampa era muito inclinada e lisa. Olhei para os dois lados, dei de ombros e segui meus amigos, que já avançavam na escuridão. Eu andava ao lado de Percy, com Will e Rachel em nossa frente, as flechas preparadas nos arcos, Jake atrás, Chris e Clarisse na frente. Graças aos deuses o túnel não era tão estreito. Clarisse tropeçou em algo e xingou baixinho. Apontou a lanterna na direção do que havia tropeçado e encontrou uma pilha de ossos. Percy engoliu em seco, Rachel tampou a boca e o nariz com a mão, Clarisse franziu a testa e continuou andando. Chegamos a um espaço mais amplo e asqueroso. Andávamos tensos, então ouvi sibilos bem próximos. Gritei, todos pararam. Apontei a lanterna na direção da parede próxima, á direita, e vi escamas se movendo. Não reprimi outro grito, uma das serpentes desceu e se enroscou em minha perna, Jake a matou rapidamente.— Obrigada — eu disse, ele assentiu.Andamos por mais um tempo, Percy começou a cantar Nirvana, Stay Away, e eu o acompanhei, eu já conhecia no mínimo o refrão, já que ele gostava muito desta música. Percebi que estávamos todos gritando o refrão da música dentro do túnel. Acho que nem conhecíam a música, mas o refrão era bem decorável, vamos dizer. Então Percy ligou uma playlist do Nirvana em seu IPod. Estávamos cantando On A Plain quando Percy disse:— Peguei uma mania de começar a cantar em missões perigosas, acho que isso faz eu me sentir melhor — ele disse e riu. Nós rimos também. Percy mudou a música para Rape Me. Caímos na gargalhada por causa do refrão e o título da música. — Acho melhor não cantar essa. — rimos mais. Um bando (N/Annabeth: Enxame, molho, matilha...) de semideuses andando em um túnel submerso do templo de um monstro mitólogico que quer matá-los e cantarolando "Estrupe-me", isso é demais. Então começou a tocar Heart-Shaped Box, e, uau, eu adoro essa música.She eyes me like a Pisces when I am weak(Ela me olha como um pisciano quando estou fraco)I've been locked inside your heart-shaped box for weeks(Eu estive trancado em sua caixa em forma de coração por semanas)I've been drawn into your magnet tar pit trap(Eu fui atraído para o abismo da sua armadilha de fumaça)I wish I could eat your cancer when you turn black(Eu queria poder comer seu câncer quando você piora)Me surpreendi comigo mesma ao perceber que conhecia muito bem a letra da música. Percy olhava para mim, sorrindo, enquanto eu cantava e balançava a cabeça no ritmo da música. Essa música também me lembrava de Thalia, de uma vez em que fora visitar o acampamento e cantamos muito alto em seu chalé. Chegamos ao fim do túnel, e só havia uma parede em nossa frente. — E agora? — perguntou Jake, aparentemente derrotado. — Tive uma ideia — disse Clarisse, os olhos brilhantes, esfregando a palma das mãos. — Não pode ser coisa boa — disse Percy.— Cale a boca filho de papai. — disse ela, uau, Clarisse fez uma ofensa mínima! Está de parabéns! — Se afastem — fizemos o que ela ordenou, então ela começou a chutar e espancar a parede, Will bufou, assistíamos aquilo como se fosse só uma atitude de criança, mas então a parede começou a reagir, desabando e revelando uma sala mais ampla.Continuamos a andar pelo templo, então Percy esbarrou com alguém que não pertencia ao nosso grupo. Ouvi Percy e Rachel arfarem. — Q-quem é você? — gaguejou Will.Consegui ver a figura, era um homem de pele clara, cabelos ruívos e olhos verdes, seu cabelo liso e longo estava sob uma bandana. Ele usava uma blusa branca com estampa do Mickey fumando, não tinha mangas, revelando seus braços tatuados. Usava uma calça preta de couro apertada. Ofeguei, eu reconheci aquela pessoa.— E aí, chará? — ele disse, a voz equilibradamente rouca, e bonita.— V-você... Perseu? — eu gaguejei. Ele revirou os olhos levemente.— Não, sou o Axl Rose. — disse ele, revirando os olhos, Percy e Jake riram. Ele tinha a exata aparência do Axl Rose em 1990. — Sou Perseu, embora eu saiba que prefiriam que fosse o Axl, puxa, parece que estou mais esquecido que o velho Nereu. Perseu tinha mesmo que ser tão dramático? Clarisse bufou.— O que está fazendo aqui? Você deveria estar morto! — disse Clarisse.— Está vendo? Esta é a prova — ele disse, apontando ela, mas olhando para mim. Então se virou para ela — Querida, eu fui deificado, significa que sou um deus.— Tá, mas o que está fazendo aqui? — perguntou Rachel, finalmente se pronunciando.— Estou preso. — Mas você é um dos mais célebres personagens da mitologia grega. E é um deus! — eu disse.— É querida, mas estou longe de ser qualquer deus primordial, continuo sendo um herói primordial. E um herói primordial, sozinho, pode vencer as forças de muitos titãs? Até eu creio que não. E lembra-se de quando Artémis foi aprisionada? Pois é. Mas este lugar é mágico, não digo que seja mágico de bonito, mas tem muita feitiçaria nisto aqui. — disse ele, enquanto dava tapinhas em uma das colunas, como se estivesse em casa, ele devia estar há muito tempo ali.— Por que tem a aparência do Axl Rose? — perguntou Percy.
— É chato viver por milênios e estar sempre com a mesma aparência se eu posso mudar. Axl Rose foi um artista em tanto, e na década de 90 ganhou de homem mais bonito do mundo, então foi uma boa aposta.Perseu estalou os dedos e outro homem apareceu no lugar do Axl. O homem tinha a pele mais bronzeada, cabelos na altura do queixo, com cachos castanho avermelhados, seus olhos eram azuis elétricos, como os de Thalia, como os de Zeus. Ele estalou os dedos e voltou a forma do Axl Rose. — Tá, pode nos ajudar com isto? — perguntou Chris. — Destruir o templo? Sim, claro, já que eu praticamente estou morando aqui, eu sei de umas coisinhas.— Então vamos! — eu disse, tirando-lhe de seus desvaneios. Ele assentiu e se virou, andando até o centro do salão. Parou e se virou para nós, que o acompanhamos.— Certamente vocês desceram por uma rampa, certo? Pois é. Embora eu nunca tenha voltado para a parte de cima do templo, lembrei-me de umas coisas. Os antigo egípcios costumavam construir pirâmides para seus faraós, quando eles morriam, tiravam-lhe os órgãos e colocavam em vasos canópicos, mas não é aí onde quero chegar. — disse Axl/Perseu — Os antigos egípcios desenvolveram armadilhas para ladrões nas pirâmides, você deve saber. — disse ele, apontando para mim.— Eles construíam rampas para os sarcófagos e para os reinos subterrâneos, então eles construíram rampas falsas para enganar ladrões, colocando a principal escondida, mas o que isso têm a ver? O que os egípcios têm a ver?— Certamente esse templo tem uma falha, tem que ter. Sendo que se há túneis subterrâneos aqui, deve ter em algum outro canto do templo, a questão é se conseguiríam achá-los. Tería a víbora utilizado das culturas egípcias? Não sei, mas os egípcios eram cheios de enígmas e estruturas, algumas coisas aqui me fizeram pensar que podería sim tê-las utilizado.Uau, Perseu era bem inteligente, faz sentido já que viveu por milênios, será que já acompanhou os egípcios em algo?— Que coisas lhe fizeram pensar que sim? — perguntou Will, a pergunta que eu queria fazer.— Oras, que digno império nunca invejou aos egípcios? Mas os gregos também foram muito invejados, principalmente pelos romanos... e acho. Não é este o caso. Equídna têm construído um sarcófago com riquezas, como os das pirâmides, sabe-se lá o que ou quem está lá dentro. Ela planeja um teatro helênico, para a morte de vocês. Sabe o Terraço de Proskénion? Onde os atores costumavam se apresentar na Grécia Antiga. Imagine que o Terraço de Proskénion é o templo, o que significa que provavelmente, o continente seria o assento do público, é mais ou menos isto, como se de qualquer lugar do país, poderíamos ver vocês morrendo, como podemos ver a lua de qualquer lugar que seja, talvez seja assim, o que significa que todos verão seu sangue ser derramado sobre o templo. Como ela pretende fazer isso? — ele balançou a cabeça negativamente.— Tenho visto feixes de cenas como esta. A víbora prepara uma espécie de aviso, para que todos vejam. — disse Rachel. Axl assentiu, em concordância. — Que aviso? — perguntou Clarisse, quase exigindo a resposta, batendo o pé com força.— Uma forma de fazer com que todos dos outros países do continente venham para Nova York, como na Copa do Mundo, todos em um só país, mas creio que ela não sería nada amigável. Um apocalipse? Terremoto? Algum fenômeno? Ou quem sabe o tal do evento de impacto.— O evento de impacto... Ele abalaria todo o planeta, sim? — perguntou Jake.— Hermes está cuidando para que não... Provavelmente só o oeste do Canadá e dos Estados Unidos... Talvez um pouco do México. — eu respondi. — Como podemos destruír o templo? — perguntou Percy.— Venham comigo. — disse Axl, e continuou a andar. O seguimos, ele parou tão bruscamente que quase caio em cima dele e o derrubo em um buraco que ele fitava.— O que é isso? — perguntou Percy.— É o tal do sarcófago falso. Têm de encontrar o verdadeiro. — Como sabe que é o falso? — perguntou Percy, lhe disse que era um Cabeça de Algas só com o olhar. — Deixe pra lá. Perseu desviou o buraco e continuou a andar, parou na frente de uma parede. — Venham cá. — disse ele, me aproximei. Ele guiou minha mão na parede, que pulsava.Os outros fizeram o mesmo.— A-a... A... A parede está pulsando. — gaguejei, soou mais como uma pergunta.— Sim. E isso significa que... — disse Perseu, estimulando-nos.— Que o templo é vivo? — perguntei — O templo pode ser uma espécie de ser... invulnerável. Mas quem? — Isso terão de descobrir, mas pensem... algo que todo ser invulnerável têm.Alguns minutos de silêncio.— Todos os seres invulneráveis têm um ponto vulnerável. — foi Percy quem disse, o que me surpreendeu bastante.— Isso! — exclamei. Axl/Perseu assentiu. Passei a mão na parede mais uma vez. — Esse pode ser o pescoço do templo? — Nem quero saber onde estamos... vai que é no... — começou Clarisse. — Não fala. — disse eu. — Nunca ouvi falar de nada assim em... toda a minha vida.— Com certeza ela não teve toda essa ideia sozinha... — disse Jake.— Como podemos voltar para cima? — perguntou Will.— Não tem que voltar para cima — disse Axl — Se você pode fazer uma passagem subterrânea até o outro subterrâneo.— Como faremos isso? — perguntou Rachel.— Talvez eu já tenha feito...
Notas finais
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