Notas iniciais
Link da música do Oasis - Live Forever (recomendo, rs) : http://www.vagalume.com.br/oasis/live-forever-traducao.html Encontro vocês nas notas finais *---*

POV. PERCY

Fui levado até Atlântida, pegando uma carona com as ondas, encontrei Poseidon e Anfitrite já a minha espera, as criaturas marinhas estavam como em outra vez, andavam pra lá e pra cá com armas e os olhos atentos. Poseidon ainda tinha a mesma aparência desde a última vez que o vira, o que era bom. Eu havia ficado no mesmo quarto submerso, passei o dia criando expectativas do que devia ter acontecido em minha ausência. Annabeth e os três deuses destruíram o templo de Equídna, os deuses a teriam segurado por mais tempo, não iriam precisar perfurar o Tártaro, Thalia e Nico ficaram juntos... Isso parece mais o que eu queria que tivesse acontecido, e não o que devia ter acontecido. Suspirei, olhei pela janela, uma náiade andava para lá e para cá, roendo as unhas, decidi que se continuasse olhando poderia ter um piripaque, então voltei a beliche. Como o tédio quase me dominava, comecei a cantar Live Forever do Oasis.

Maybe I don't really wanna know how your garden grows, cos I just want to fly, lately did you ever feel the pain, In the morning rain, as it soaks you to the bone...

(Tradução: Talvez eu realmente não queira saber como seu jardim floresce, eu apenas quero voar, ultimamente você sentiu a dor numa manhã de chuva, como se estivesse molhado até o osso)

Você deve estar pensando: Você não tem o que fazer? Na verdade não tenho mesmo, parecia até que Poseidon me deixara de castigo por alguma besteira, mas o castigo era estar ali enquanto meus amigos correm perigo. Você já deve ter percebido que gosto de cantar uns clássicos, né? Gosto das músicas do Oasis e de outras, as letras causam reflexão. Já viu que não sou um completo idiota, sim? Suspirei e continuei cantando outros singles (muitos) do Oasis, até alguém bater na porta, me levantei, bufando e abri a porta, no mesmo instante fui esmagado por um abraço de urso, ou melhor, de ciclope.

— Tyson! O que está fazendo aqui? — perguntei quando já havia recuperado o ar.

— Vim chamar alguns amigos... — com esse "alguns amigos" ele se referia ao exército de ciclopes de Atlântida, ao qual ele se juntara há alguns anos. — Acho que vamos surpreender a Víbora com vocês — disse ele com um sorriso animado, eu gostava de ver que pelo menos ele não parecia tão apavorado com tudo aquilo.

— Legal, vamos pegar essa Víbora e dar umas surras, não é? — eu disse.

— Vamos sim! Ela vai se arrepender de ter se metido com a gente! — exclamou ele, animado. Eu sorri. — Vou para as forjas. — ele disse, apontando com o polegar, eu assenti e ele se virou.

Eu sai e fui até a superfície do oceano, já era noite, sem lua, algumas estrelas iluminando em alguns pontos. Olhei para o céu para algum tempo, então voltei para o fundo do oceano.

De novo sem nada pra fazer. Fiquei cantando Nirvana por uma hora e dormi.

Em meu sonho estava no interior de algum lugar escuro e que cheirava mal. Eu não podia distinguir mais nada, pois estava no escuro. Com esforço, dilatei as pupílas, ouvi falar que ajudava a enxergar no escuto, talvez fosse por isso que os gatos o faziam. Avistei algo que parecia uma coluna jônica, e toquei, confirmando meus pensamentos, então percebi que estava no meio de várias delas, em um piso de mármore escuro, nos espaços entre as fileiras, podia-se ver o céu. Assim que o olhei, nuvens escuras saiam da frente da lua cheia, permitindo que fosse vista. A lua parecia maior do que de costume, iluminava o templo, como se estivesse me vigiando, balancei a cabeça,

Eu podia ver o lugar com mais clareza, era um templo. Olhei em volta, era um templo bem estranho a meu ponto de vista. Era de um verde escuro que lembrava á selva do meu primeiro sonho com Luke desde sua morte, não era uma lembrança agradável, vamos dizer. Haviam tapeçarias escuras e assustadoras, uma havia Atena, Poseidon e Medusa, quando Atena lançara a maldição da Medusa. Perseu (não eu, este era o filho de Zeus) erguendo a cabeça da Medusa, petrificando Cetus, outra havia Zeus matando Tifão, a guerra dos deuses e titãs, Dionísio e a tripulação de Crisaor, Argos Panoptes matando Equídna e... uma me fez arregalar os olhos. Um garoto de cabelos escuros (as tapeçarias tinham alguns sombreados escuros, em seu contorno, já no cabelo do garoto era totalmente escuro) e desgrenhados, com feições familiares, um sátiro com chifres curtíssimos, as mãos no olhos e uma expressão enojada, e uma garota de cabelos longos e presos em um rabo de cavalo, com um pano preto nas mãos, onde estava embrulhado algo tão horrendo quanto... a cabeça da Medusa. Eu, Annabeth e Grover estávamos na tapeçaria, eu havia decepado a cabeça da Medusa naquele dia, no Emporio da Tia Eme, que mais tarde soube que era Tia "M" de Medusa. Meu estômago se contorcia. Eu sabia que para o templo em que estavam, as tapeçarias eram apresentadas com ódio, más lembranças. Tochas de fogo grego haviam nas laterais do grande templo. Algumas coisas naquele templo me lembravam templos egípcios, as inscrições nas paredes misturadas a pinturas. Mas aquelas eram inscrições gregas.

"Thalia Grace (Zeus) — Nico Di Ângelo (Hades) — Percy Jackson (Poseidon)" em letras gregas, eu me arrepiei ao ver a imagem pintada logo abaixo dos nomes. Equídna rindo em uma cidade em chamas, que eu julgava ser Olympia. De suas mãos em punho, escorriam sangue que banhava seu templo horrendo. E outra imagem do Olimpo em chamas. Achei estranho, pois geralmente as tapeçarias em templos retratavam acontecimentos passados, e não futuristas. Não que eu acreditasse que ela iria vencer daquela forma... de forma nenhuma na verdade, mas... Era o que ela esperava, né? Continuei explorando o templo, esperando por algum sinal que me dissesse o porque de eu estar ali. Então vi duas figuras correndo para dentro, desesperadas e ofegantes. Uma garota loura de olhos cinzentos e um garoto moreno de olhos verdes, meu estômago deu um giro de 360°. Eu e Annabeth estávamos machucados, cortes no rosto, nas pernas e braços, as roupas rasgadas e esfarrapadas, também sujas de terra. Eu segurava o braço de Annabeth, puxando-a comigo, corríamos desesperados, então eu percebi que agora eu me controlava, e sabia que tínhamos que correr para fora do templo antes que ele... Então uma explosão começou, estávamos prestes a ser pegos por ela quando eu acordei gritando, meu coração batia fortemente, como se estivesse gritando, olhei para meu peito, dava para ver o volume da pulsação sobre a camisa. Seria aquele o nosso fim? Morreríamos com o templo do monstro. Escondi o rosto nas mãos e me levantei ao perceber que já era dia. Eu, Poseidon e o exército de ciclopes tínhamos alguns preparativos para discutir.

POV. ANNABETH

Acordei com alguém exclamando alto e batendo palmas.

— Vamos lá, galera, levantando! — era Phoebe, tentando nos acordar. Abri os olhos e os esfreguei, tentando readaptar minha visão. Thalia dava palmadinhas leves no rosto de Nico, que acordou rapidinho, então ela se dirigiu a Bella, que foi mais fácil de acordar. Quando todos já estavam de pé, começaram a comer alguns lanches que Artémis trouxera de sei lá onde. Ela olhava para Nico e Thalia com frequência, mais do que antes, perguntei-me o que poderia ter acontecido quando ela voltou. Tenho que admitir com todas as palavras que Nico e Thalia ficariam tão fofos juntos, mais do que já eram, mas não iria dizer isso á eles, pelo menos não em público, afinal Thalia era uma caçadora, mais do que isso, era a Primeire Tenente. O olhar de Artémis era calmo, parecia apenas preocupado.

Eu sentia falta de Percy, em base do que haviam me dito, Phoebe atirara ele de uma catarata e ele fora levado pelas ondas até Atlântida, ou era o que eles esperavam... Sacudi a cabeça, mas é claro que fora aquilo que aconteceu, onde mais ele iria? Onde mais Poseidon o levaria?

Me levantei e olhei em volta, tudo parecia mais tranquilo do que na noite anterior, a batalha havia parado, mas a floresta ainda parecia agitada, provavelmente os animais... Os moradores das cidades próximas também não demorariam para encontrar uma explicação falsa para relatarem na televisão.

No dia anterior eu havia saído para Washington com Atena, Ares e Hefesto. Ares queria explodir o centro do local, mas Atena o alertou que eu não teria tempo de fugir, Hefesto tentou atiçar fogo por fora, mas o templo continuara intacto como se nunca ninguém tivesse tentado destruí-lo. Ares disparara mísseis, lanças, tentou raspar as colunas com suas espadas horrendas, mas nada. O resultado foi sairmos de lá com o rosto e as roupas sujos por causa da pequena explosão que Ares havia causado.

Andei até a margem do oceano, Thalia parou do meu lado, olhando para o horizonte, eu fazia o mesmo. Os braços apertados contra o peito, segurando os cotovelos, balançava em um nervosismo, mas Thalia parecia ainda pior, seus olhos pareciam prestes a quebrar e derramar líquido azul elétrico. Era estranho, eu nunca havia visto Thalia daquela forma, exceto, talvez, quando reencontrou Luke após sua experiencia de quase morte.

Então me lembrei que seria hoje... seria hoje que sacrificaríamos Nico e salvariamos o Olimpo mais uma vez. Ou iríamos perder o mundo para a víbora, ou sacrificar Nico e ainda assim não conseguirmos salvar o Olimpo. Grunhi e segurei as têmporas firmemente. Thalia me olhou, mas não estranhou. Nico estava sentado em um dos vários troncos de árvores que estavam caídos na areia clara da praia. Usava uma camiseta do My Chemical Romance, a música Welcome to the Black Parade, calças pretas e rasgadas e suas coturnos pretas.

O clima era nublado e frio, eu esfregava os braços em uma tentativa falha de me aquecer.

Sentei-me ao lado de Nico, que observava as ondas com um olhar sofrido. Percebi que ele não olhava para as ondas, ele olhava para Thalia, que usava sua camiseta do Avenged Sevenfold, jeans pretos rasgados, All Star pretos e o cabelo solto com mechas azuis voando com a brisa, achei estranho ela não estar com o uniforme das caçadoras ou sua tiara de tenente. Artémis se aproximou, junto de suas caçadoras fieis. A sra. O'Leary ficava perto de Nico o tempo todo, enquanto ele acariciava suas orelhas, o cão infernal o olhava de uma forma que parecia preocupada e suplicante, eu gostava cada vez mais da cadela.

— Precisamos ir... reiniciar a batalha. — disse Artémis, o queixo rígido, provavelmente evitando transparecer seu medo. Nico limpou os joelhos dos jeans e levantou-se. Eu me levantei também. Nico foi até Thalia, sussurrou algo em seu ouvido, depois os dois voltaram, Thalia parecia que ia a um enterro de um dos seus ídolos do rock. Pensei então que Nico poderia ser um deles, esse pensamento quase me fez sorrir, mas o pavor e o frio não permitiam. Nico segurou a mão de Thalia e a de Artémis, fizemos uma corrente e partimos nas sombras.

POV. NICO

Quando chegamos, olhei em volta, o lugar estava quase normal, algumas árvores foram trocadas de lugar, abrindo um espaço maior para a luta, a cascata fria da qual Percy caíra espalhava uma brisa ainda mais fria, eu tremia, mas gostava do frio. Soltei a mão de Artémis, mas a de Thalia ainda estava entrelaçada na minha, eu gostava, e ela também não se incomodou, as caçadoras olhavam e murmuravam inquietas, olhando em nossa direção, Thalia pareceu não perceber, se percebeu ignorou. Artémis continuava com a mesma expressão, tensa, talvez pela batalha, seus olhos olhavam para todos os cantos, inquietos.

Então dez, formas tremeluziram, Poseidon e Hermes estavam ausentes. Zeus olhou inquieto para Hades, depois para mim e Thalia, por último para Artémis, que fingiu não perceber. Apolo semicerrou os olhos para Artémis, que fez cara feia. Franzi o cenho, sem entender, geralmente Apolo e Artémis eram uma dupla dinâmica, o que estaria acontecendo com aqueles dois, Thalia suspirou baixinho, como se compreendesse o que estava acontecendo. Não deu tempo de alguém dizer qualquer coisa, quando uma risada horrível ecoou nos bosques. Thalia apertou minha mão mais forte, seu rosto passou de uma expressão triste para outra furiosa, ela rosnou. Essa era a Thalia que eu conhecia. Eu quase sorri, mas seria interpretado como um louco masoquista que deseja a própria morte. Esperamos. A víbora surgiu do nada, a meu ponto de raciocínio. Sorriu na direção de Thalia e eu. Seu sorriso era um que daríamos tudo para não ver. Thalia olhou em meus olhos e levantou nossas mãos até o lado do pescoço, exibindo para todos. Ninguém disse nada, mas suas expressões demonstravam muita coisa. A víbora sorriu mais uma vez.

— Bônus duplo. — ela disse, sua voz apavorante ecoando nos vales.

Thalia já estava com a lança pendurada em suas costas, junto de seu escudo, tirei minha espada do lado da calça. Ares, como de costume, deu início a guerra.

Tomou sua espada e golpeou o monstro, que pouco se abalou. Invocou pássaros gigantes contra nós mais uma vez, que foram torrados por raios. Então o exército de Equídna surgiu das árvores. Crisaor com os tripulantes que ainda tinham pernas, Leões de Nemeia, dracaenaes, manticores e outros monstros... todos juntos. Thalia soltou minha mão e bateu de frente com um manticore que havia se lançado contra ela, afundou a lança no monstro, que guinchou ao receber uma carga elétrica em seu corpo, ele tremeu e desfez-se em pó. Evoquei meu exército de cadáveres, Hades tirou vários pedaços de metais preciosos de todos os ventos e os esmagou contra alguns dos monstros. Apolo lançava uma flecha gigante e em chamas na víbora, que ao atingi-la explodiu, ela franziu o feio nariz, Apolo sorriu, vitorioso. Artémis rosnou e lançou um olhar raivoso para ele, atirou uma flecha com ácido na ponta, a víbora teve a mesma reação. Artémis empinou o nariz, o queixo rígido. Apolo uniu as sobrancelhas. Zeus lançava tantos raios na cabeça de Equídna que era eu quem ficava tonto, ao ver a luz piscar tão forte e frequentemente. O exército dos mortos era veloz e matava homens-delfins, outros morriam pelas mãos do inimigo. Nem tive tempo de raciocinar quando Thalia tombou comigo e caímos no chão, percebi que uma flecha vinha em minha direção e eu não tinha visto, sorri fracamente.

— Estamos quites. — eu disse, ela sorriu fraco, também.

Lutamos por muito tempo, as caçadoras eram realmente muito boas, agiam com habilidade, coragem e determinação, e isso incluía Thalia, mas claro que eu a via de uma forma diferente. Então ouvi um grito pouco distante, arrepiante e doloroso. Me virei rapidamente, uma garota estava caída no chão, Thalia correu até lá e arrastou a garota para um canto mais seguro. A garota se contorcia e Thalia parecia prestes a chorar, com a cabeça da garota em seu colo. Me aproximei, os olhos arregalados, então reconheci a garota ruiva e de olhos castanhos.

— Bella — eu disse. Debrucei-me sobre ela, ao lado de Thalia.

A garotinha devia ter uns doze anos, contorcia-se de dor e tremia, com uma flecha envenenada no peito, ela chorava, os olhos castanhos perdiam a cor, os cabelos ruivos e ondulados grudavam em sua testa com o suor e um pouco de sangue. Thalia arrancou a flecha o mais delicadamente possível, mas mesmo assim tirou um gritinho da garota.

— M-me d-desculpa — gemeu ela. Thalia acariciou sua testa, os olhos semicerrados, tentando conter as lágrimas, mas não teve sucesso. Pareceu que o tempo ficava ainda mais frio, Bella estava pálida, as maçãs do rosto perderam sua cor rosada, seus lábios ficavam roxos, as lágrimas escorriam sem parar. E ela respirava com dificuldade.

Phoebe correu até lá, tocou seu rosto e chorou, arrancando lágrimas de Thalia também. As lágrimas desciam por seu rosto, vorazmente, borrando sua maquiagem escura, ela não se importou. Phoebe abaixou a cabeça ao lado da de Bella e soluçou algumas vezes até conseguir dizer algo.

— Eu te amo — disse Phoebe, sofrida.

— Eu te amo — disse Bella, entre soluços, a voz sufocada. — Diga para a mamãe que eu a amava e sinto muito por nunca ter demonstrado isso. — sussurrou ela. Com um baque percebi que eram irmãs (N|A: Oh, não me diga!)

Artémis nos avistou, colocou as mãos nos lábios e fez cara de choro. As lágrimas escorriam vorazmente pelo rosto das três, o rosto infantil da menina tranquilizava-se mais a cada segundo que passava. Thalia abaixou a cabeça no coração de Bella, chorando.

— Você foi uma caçadora incrível, uma guerreira verdadeira, e a constelação de Zöe vai representar você também, tá? — disse Thalia, com esforço na voz.

A menina assentiu e chorou mais, então sua expressão se suavizou novamente, ela olhou para o céu e não piscou mais, sua cabeça tombou para o lado e senti um zumbido no ouvido. Bella morrera. Pousei uma mão em seus cabelos ruivos e pisquei por um segundo longo. Thalia e Phoebe choravam ainda mais, quase sem ar. Abracei Thalia de lado, até me assustei ao ver que Phoebe não recusou o abraço, ficamos os três abraçados sobre o corpo imóvel de Bella. Então nos levantamos. Thalia limpou as lágrimas e a maquiagem borrada, Phoebe continuou soluçando por um tempo, então respirou fundo e se recompôs para a batalha.

Continuamos lutando firmes e fortes, no que pareceu uma eternidade depois, as ondas se ergueram mais alto, um exército de ciclopes, com Tyson na frente, vinha em nossa direção, Tyson sorria e lançava um olhar maldoso para a víbora. Logo atrás, Poseidon e Percy, com armaduras, se aproximavam, pisando em uma onda imensa. Todos ficamos aliviados com a chegada das armas secretas que foram reveladas.

Notas finais
Nao queiram me matar pela morte da Bellinha, mas alguém tinha que morrer, não escolhi ela por que não gosto dela, na verdade eu achei essa personagem uma fofa ♥ mas eu precisava de uma única cena no mínimo que pudesse arrancar lágrimas. Admito que chorei ao escrever esse :'( Gostaram? Choraram? Me mandem reviews pela Bella ♥