Percy Jackson E A Legião De Heróis
4 Capítulo 4 - Viajando
Notas iniciais
Nota: Ponto de vista de Percy Jackson
E então com o beijo de reconciliação, ficamos de bem. Quer dizer. Ela ficou de bem comigo.
Ainda era de tarde, no rélogio apontavam 16:35. Grover estava preparando sanduiches naturais para nós. E eu, Annabeth e Nico estavamos na cabine central conversando sobre o por que de tantos semideuses em um país tão distante como o Brasil. Segundo Nico era por causa das mulheres bonitas. Terminamos o assunto assim que Annabeth olhou torto para o Nico. O nosso navio esta indo muito rápido, muito mesmo. Eu tinha quase certeza que amanhã a tarde estáriamos no Brasil desembarcando. Grover chegou com os sanduiches, orgulhoso de sí mesmo por ter feito aquilo. E realmente estava muito bom, pelo menos eu estava gostando: — Esta bom, mas ainda prefiro Mc Lanche Feliz.- Comentou Nico. — Duvido você encontrar um Mc Donald’s no meio do oceano. — Ironizou Grover. Nico revirou os olhos e ignorou e disse: — Vou tomar um banho, aconselho vocês também fazer isso, porque vocês sabem como é uma missão né… — Saiu e foi para o seu quarto. — Bom, eu vou arrumar minha mochila de novo e procurar enchiladas dentro dela. — E saiu também da cabine deixando eu e Annabeth sozinhos. — Vamos também? — Disse ela sorrindo maciolisamente e indo para o quarto. Sem dúvidas fui atrás dela e ela estava me esperando em frente da porta do quarto dela, que felizmente no corredor só tinha um quarto. Quando fiquei em frente dela ela me puxou pela camisa e começou a me beijar, sem dúvida alguma eu estava retribuindo tudo aquilo. Foi quando eu coloquei minhas mão em baixo da blusa dela e comecei a subir, e então... ( TOC, TOC, TOC...) Quem teria interrompido MEU momento com Annabeth? eu estava tão furioso, quando abrir a porta era o Grover com uma cara de: " Oh, quarto ocupado, me desculpem." : — Oh meus deuses, me desculpe p-percy, eu n-não q-queria atrapalhar. Volto outra hora. — Disse grover envergonhado e saindo da porta. Fechei a porta e quando olhei para Annabeth ela estava rindo e acabei caindo na gargalhada também. Bom, não estavamos mais tão naquele clima ( se é que você me entende.) então falei: — Eeer, depois de sermos atrapalhados, vou tomar um banho. — Falei com ar de riso.- — Tudo bem Percy, se você ver que não tem mais quartos, você pode colocar um colchão aqui. Bom, para dormir tudo certo? — Falou sorrindo. Então eu fui tomar banho, coloquei uma roupa e fui procurar algum quarto para descansar. Mas para minha felicidade não tinha nenhum vago. Fui no quarto do Grover: — Grover, Pode ver para mim por favor se tem algum colchão extra ai? acabei ficando sem quarto. — Ah, claro. Tem um sim, se você quiser pode colocar do lado da minha cama, não irei balir tanto, prometo. — É que... Annabeth já me convidou entende? — Ah, claro. Me desculpe, aqui está o colchão. — Disse entregando o colchão Agradeci e fui para o quarto de Annabeth, a porta estava entre-aberta, mas mesmo assim bati na porta. — Percy? — Falou ela de lá de dentro. — Aham. — Pode entrar. Entrei no quarto, e coloquei o colchão do lado da cama dela. — Não encontrei outro quarto, se incomoda? — Sorri torto — Claro que não, sente ai ao lado enquanto arrumo. Obedeci e esperei ela organizar tudo. Quando ela terminou se sentou na cama e começou a ler um livro de arquitetura grega e eu estava tão cansado que deitei no colchão. Acho que esta em um sono leve, pois senti as carícias de Annabeth no meu cabelo, dai comecei a sonhar. O sonho era estranho, estavamos em um lugar diferente, com pessoas diferentes. Até uma menina de olhos azuis e cabelo loiro começou a chorar. — Oque foi que aconteceu? — Falei preocupado. — Não a nada que você possa fazer. É tarde demais. — Tarde demais? Porque? — Matei monstros minha vida inteira, E só agora você aparece? Um deles mataram toda minha familia, pois sabia que era o meu pronto fraco. Mas quando eu vi eles mortos, não hesitei e matei-o. Um homem loiro me deu um arco e disse que eu saberia o que fazer. Pois desde então minha vida é matar monstros. Tudo para proteger a mim e a minha amiga. Eu queria fazer mil perguntas. E sobre o que Quíron tinha falado? que os monstros só chegariam em 15 dias? o que há de errado? Mas fui interrompido por Annabeth me sacudindo.Contei sobre meu sonho para Annabeth, ela ficou muito pensativa e disse: — Vamos encontrar monstros por lá, a semideusa do seu sonho precisa de ajuda por que a aura dela é muito forte e da ''tal'' amiga. Elas vão ser as primeiras a ser resgatadas. Concordei com ela, ja se passavam de 12hrs e de longe já podia se ver terra... Estamos chegando no Brasil. Assim que descemos do navio, Annabeth procurou uma fonte onde o sol batesse na água e fez uma prece silenciosa " Oh, deusa aceite minha oferenda" e depois " Clarisse La rue, onde estiver", Uma fumaça tremeluziu e apareceu Clarisse: — Estamos aqui esperando vocês a 4horas, qual é o problema de vocês? Annabeth a ignorou e fez uma pergunta:
— Onde vocês estão? Acabamos de chegar no Brasil. Cidade de João Pessoa-Paraíba. – No aeroporto da mesma cidade, venha-nos buscar. — Estamos indo. A imagem tremeluziu e enfim desapareceu. Grover estava soando sem parar e falou: — Eu não sabia que o Brasil era tãão tropical assim. Olhou para uma moça muito bonita por sinal que passava em sua frente. Nico olhou também e falou: — Muuuuito tropical!! Annabeth virou os olhos e saiu andando na frente. Eu não seria nenhum louco de fazer um comentário. Pegamos um táxi e fomos para o aeroporto, encontramos nossos amigos bem enfrente.
Fale com o autor