Notas iniciais
Nota: Ponto de vista inicialmente por Percy Jackson e logo após por Leo Valdez.
O próximo cap. será postado com 15 reviews nesse ok? pois o cap. anterior teve muito poucos para a vista de 44 leitores é muito pouco né pessoal? Então vamos me ajudar!! Com 15 reviews nesse cap. eu posto o próximo Beijãããão *-*

Annabeth saiu do banheiro já vestida e eu entrei no chuveiro e tomei um banho relaxado.

Ainda me lembrava da noite de ontem e como foi boa.

Sai do banheiro também vestido e Annabeth estava me esperando para descermos e tomar café da manhã pois ainda era 7:25, ela me abraçou apertado e me deu um beijo. Peguei na mão dela e descemos, passamos pelos quartos e vimos que estavam vázios: Os sátiros estavam juntos, Amanda e Sarah também, Os gêmeos (Urgh), Ana e Leo e Nico em um quarto sozinho.

Eu estava muito feliz por ter Annabeth comigo outra vez.

O pessoal estava se sentando nas mesas e ficaram plasmáticos quando viram eu e Annabeth chegamos de mãos dadas. Ana e Leo sorriram e cochicharam alguma coisa, sentamos na mesma mesa que eles.

— Eu sabia que ia dar certo. — Leo falou

— Dar certo oque ? — Perguntei

— Se vocês ficassem no mesmo quarto iriam fazer as pazes. — Ana explicou.

— Então quer dizer que tinha quartos disponiveis? E vocês disseram que não tinha. — Annabeth falou chocada.

Ana assentiu e ficou rindo.

— Eu não estou acreditando, que ódio de vocês! — Annabeth.

— Não tenha ódio, se não fosse essa idéia brilhante a gente não ia ta juntos aqui.- Falei e abracei ela de lado e ela encostou a cabeça no meu ombro.

— É verdade.

— Awn! O amor é tão lindo — Ana falou com os olhos brilhando.

— Vem cá você também — Leo falou e abraçou Ana forte e sorriram juntos.

Nico passou por nós e falou:

— Eu poderia muito bem sentar com vocês meus amigos, mas me recuso a ficar ouvindo bobeiras de pessoas apaixonadas. Isso é tão estúpido.

— Diz isso por que ainda não encontrou a pessoa certo. — Leo falou e deu um beijo na bochecha da Ana

— Tanto faz... — Nico falou revirando os olhos e saiu.

Tomamos o café da manhã e nos dividimos em grupos para procurar pela cidade.

Meu grupo ficou com: Leo, Ana, Annabeth, Grover e Nico e o restante foi mais cedo pois iam procurar em um lugar mais distante do hotel.

Ponto de vista de Leo Valdez:

Fomos de pé andando pela avenida central do hotel, Grover disse que tinha quase certeza que tinha visto uma garoto de cabelo preto correndo pela orla e sentiu uma aura nele.

Procuramos por umas três horas mais ou menos e nada. Precisamos encontrar pelo menos 1 hoje, para ganhar tempo.
— Eu não aguento mais andar, vamos dar um tempinho. — Grover pediu

— Vamos tomar uma água de coco. — Annabeth sugeriu apontando para um Quiosque que estava a uns 10 metros de distancia á beira da praia.

Nem discutimos, pois estavamos de pernas bambas por ter andado tanto.

Grover ficou estranho e calado, eu pensei que era por causa da fome ou coisa assim, mas não.

— Aura... — Sussurrou.

Ficamos atentos. O quiosque era pequeno com várias mesas ao redor 1 atendente e 1 garçom que estava atendendo uma única mesa que estava ocupada por um garoto que tinha em volta de 16/17 anos de cabelos escuros, não deu muito para ver o rosto dele pois estava de costas. Nos sentamos e Grover não tirava os olhos de lá.

— Ele é poderoso, é muito forte o cheiro dele. — Falou assustado.

— Mas, tem como ele ser um dos filhos dos três grandes ? — Ana perguntou

— Não sei, talvez sim e talvez não. Talvez ele conviva com outro semideus e os cheiros deles se misturaram ou ele é realmente um dos filhos dos três grandes. — Annabeth explicou.

— Me explique, vocês estão falando do garçom certo? — Percy perguntou.

— Não!! — Falamos juntos.

— Do garoto que esta sozinho. — Falei.

— Ah... Vou falar com ele o que acham? — Percy falou como se tentasse fazer algo para ''concertar'' sua lerdeza.

— Porque não vai com ele, Nico? — Ana sugeriu.

— Porque sempre eu? — Nico falou revoltado.

— Porque você tem que assumir a responsabilidade de um filho dos três grandes. — Annabeth falou.

Nico mais uma vez revirou os olhos negros.

Percy e Nico foram em direção ao garoto que estava sentado e ficamos de longe observando já que não era tão longe assim, a diferença eram de duas mesas.

Assim que Nico e Percy ficaram na frente dele, ele de imediato tirou um anel e ameaçou jogá-lo para cima.

— Calma, não queremos machucar você. — Percy tentou acalmar ele.

— Quem me garante que vocês são monstros? — O garoto perguntou desconfiado.

— Porque não somos! — Nico falou impaciente. — Se encomoda em sentar conosco para explicarmos o que está acontecendo? — Fez um gesto formal.

O menino concordou ainda muito desconfiado com o anel na mão pronto para qualquer estante jogá-lo no ar ( Me lembra a moeda de ouro do meu amigo Jason.) ele se virou e veio em nossa direção, o cara era bonito não vou negar, tinha um jeitão estiloso e olhos azuis elétricos muito desconfiados.

Ana teve uma reação que me surpreendeu.

— Não acredito. — Se levantou e deu um sorriso. — Gabriel! — Correu e abraçou ele

— Meu Deus, Ana! — Abraçou ela.

Fiquei meio deslocado com a situação, de onde eles se conheciam?

— Como você cresceu — Deu uma olhada de cima para baixo para Ana. — E está linda!

— Obrigada, você também não está nada mal — Riram e se sentaram na mesa junto conosco.

— Me desculpem, acho que perdi alguma coisa... Vocês se conhecem? — Perguntei confuso ainda.

— Ah, sim! Ele morava em Recife ficou lá até os 10 anos de idade, era o meu melhor amigo. E desapareceu sem nem dizer para onde ia. — Falou as ultimas palavras cabisbaixa. Ok eu entendo, eram amigos, melhores amigos. Tudo bem.

— Tive que ir para algum lugar longe de você, me desculpe. Eu sentia que eu que atraia os monstros para perto de você e não queria te machucar. — O garoto de olhos azuis falou tristonho. — Me desculpe.

— Eu tive que enfrentar eles depois sozinha, protegi uma amiga que apareceu logo depois. Um homem que era o meu pai me ajudou como ficar viva. Tem muitas coisas que você não sabe.- Ana falou

Eu fiquei calado o tempo todo, não por ciúmes. Claro que não.
Annabeth se pronuciou:
— Meu nome é Annabeth Chase. — Apertou a mão do garoto que estendeu logo quando ela falou.
— Gabriel Skyper — Falou.
— Agora me explique porque está aqui. — Perguntou para Ana.
Annabeth interrompeu, pois ela sabia as palavras corretas para dizer isso.
— Acredita em mitologia? — Iniciou Annabeth
— É... Mais ou menos, acho legal. — Falou Gabriel.
— Então, eles existem e vem para terra se relacionar com humanos e acabam tendo filhos ou seja, nós. — Annabeth falou sendo breve.
— Filho de deuses? É isso que eu entendi? — Confuso Gabriel falou
— Sim, você acha que é atacado porque?- Nico falou. — As pessoas não podem ver oque você ver, me entende? Você é metade deus, por isso que os monstros veem te atacar, pois você é uma ótima refeição para eles. — Nico respondeu rápido e nem um pouco delicado.
— Ah, por isso que falavam " Cria dos céus", "filhos de deuses são tão saborosos" " Me alimentar de um ser como você me deixará mais forte" — Falou com os olhos vagos como se estivesse se lembrando.
— Aham, E estamos resgatando os heróis do Brasil para levar para o acampamento meio-sangue. — Grover falou.
— Meio oque? — Perguntou
— Sangue, termo correto para nos denominar, Meio deuses, meio humanos. — Falei e ele se assustou um pouco.
— Então de que deus eu sou filho?
— Só saberemos quando você for reclamado. Acontece sempre no acampamento, mas a Ana foi um caso muito raro, foi reclamada fora.
— Você sabe de quem é filha?- Perguntou sorrindo
— Apolo, deus Sol. — Ana sorriu de um jeito caloroso tão linda, e o Gabriel ficou "perdido" no sorriso dela.
— É...- Interrompi.- Temos que voltar para o hotel.

Notas finais
Hmmmmmmm semideus gatinho pintando na aréa!!
Será que Leo vai continuar com ciúmes ou vai ver que Ana e o Gabriel são só amigos? Espero os reviewwwwwwwws beijooooooooooooos s2