Notas iniciais
https://youtu.be/dgBz1WjsjM4-Rebekah ataca Renesmee e Elijah a defende. https://youtu.be/TZNn3NZce34-Renesmee e Rebekah brigam. https://youtu.be/obT0sYpfWNw-Tyler sequestra Renesmee. https://youtu.be/zwQa3DmmjNQ-Renesmee acaba com Tyler e foge.

P.O.V. Elijah.

Um ser meio vampiro, meio bruxo?

—É. Chamam de herege.

—Eu gostaria que viesse comigo para Nova Orleans.

—Não. Não pra ficar. Eu não quero que a criança nasça no Quartel Francês pra um bando de bruxas maníacas tentarem sacrificar ela.

—Tudo bem. Eu compreendo.

—Vamos, conhecer sua família, dar as boas novas e depois vamos fazer o mesmo com a minha.

—De acordo.

Nós viajamos e só chegamos a Nova Orleans ao cair da noite.

—Como está se sentindo? Quero dizer, você foi meio que... arrastado pra dentro disso.

—Honestamente, apesar das circunstâncias eu me considero um sortudo. Jamais pensei que poderia ter um filho. E agora...

—Obrigado. Por tudo, por me ouvir e por tudo. Eu sei que eu não mereço porque eu fui... uma idiota com você.

—Eu suponho que todos cometemos erros e deste erro eu ganhei o maior presente que poderia receber. Acredite, você tem um presente que nesses mil anos nenhuma outra mulher poderia ter me oferecido.

Ela deu ré para estacionar o carro. E bateu em alguma coisa.

—O que?! Eu olhei, não tinha nada lá.

Ela parou o carro e saiu. Foi olhar atrás do carro.

—Que que é isso? Não tem nada.

Renesmee estava voltando pra dentro do carro quando ouvi-la ser prensada contra ele.

—Rebekah?

—Você dirige muito mal. Você enfiou uma adaga no meu coração, Elena. E doeu.

Eu tirei minha irmã de cima dela.

—Elijah.

—Fique longe dela. Ela não é Elena.

Rebekah não se moveu.

—Está me desafiando?

—Você é patético. Vocês dois são.

Então, Rebekah saiu.

—Bem, acredito que já conheceu minha irmã.

—Adorável.

Disse com ironia.

—Ela tem marra de duplicata.

—Você está bem?

—É. Eu fui atacada por uma Vampira Original pirada e raivosa. To bem. Não, sério eu to bem. Ela não me machucou. Mas, eu não quero fazer isso. Eu quero voltar pra casa.

—Eu sempre vou te proteger. Você tem a minha palavra.

—É, sabemos como acabou da última vez. Vamos acabar logo com isso.

Ela respirou fundo e nós entramos na casa.

Nós contamos a novidade para a minha família, Caroline nos parabenizou e surpreendentemente Niklaus também. Mas, quando chegou a vez de Rebekah ela chegou perto de Renesmee e falou com raiva e ironia:

—Você sorri e joga o cabelo como se o mundo fosse parar pra te olhar, mas você não é tão importante assim.

Desta vez, Renesmee retrucou:

—E nem você é.

—Sua... vadia!

—Você não tem moral pra falar de mim! Eu só dormi com dois homens minha vida toda, meu ex e o seu irmão. Pelo menos, eu não vou pra cama com o primeiro que eu vejo na frente.

Rebekah avançou encima de Renesmee, mas antes que eu pudesse interferir Rebekah gritava e rolava no chão como se sentisse a mais terrível das dores.

—O que?

De repente, Rebekah se levantou meio atordoada.

—O que foi isso?

—Nem você, nem ninguém vai me tratar assim! Se alguém aqui não presta, é você! Sua rapariga! Eu não vou ficar aqui ouvindo desaforo.

Ela pegou a bolsa e saiu.

—Renesmee, por favor...

—Olha, foi um erro vir pra cá. Eu não vou ficar aqui pra sua irmã ficar falando desaforo pra mim. Pra ela ficar me alfinetando. Eu não sou boneca de vodu!

—E como vai voltar pra casa?

—Vou de carro, vou de trem, vou de ônibus e até de á pé. Mas, eu não fico aqui. Se não eu vou dar uma esfrega naquela... deixo pros campos da imaginação.

—Por favor, Rebekah só... estava nervosa.

—Nem você acredita nisso. Eu não quero brigar, não quero ficar com essa rixa idiota. Eu nunca fiz nada com ela.

—Por favor.

—Tá. Mas, amanhã eu vou embora falar com a minha família.

P.O.V. Renesmee.

Os outros saíram, mas Rebekah ficou e eu também. Eu estava sentada numa poltrona lendo uma revista quando ela chegou em mim.

—Vocês duplicatas, já nascem vadias e manipuladoras. Eu não acredito que o Elijah, caiu nessa. De novo.

—Olha, qual é a sua garota? Eu nunca fiz nada com você. Você fica me amolando só porque eu sou duplicata? Caramba, não pedi pra nascer duplicata!

—Mas, vai fazer.

—Você é vidente por acaso? Porque eu acho que não.

—Sua vaca!

Ela veio pra cima de mim. E eu corri pra cozinha.

—Para com isso Rebekah. Eu não quero brigar.

—É uma pena, porque eu vou encher essa sua cara de duplicata de porrada.

Ela veio pra cima de mim de novo. Me jogou e eu escorreguei pela bancada de mármore da cozinha e caí no chão quebrando ele.

—Sua... que droga! Para!

—Me obrigue!

—Caramba Rebekah, você vai machucar o bebê!

Ela avançou de novo, eu catei uma frigideira e dei uma frigideirada na cara dela.

—Ai.

—Para.

Ela me atirou e arrebentou a porta da cozinha. Dai ela tentou me acertar com uma faca enquanto eu tava no chão. Então eu dei com a frigideira na cara dela de novo e ela caiu e eu maiei a porta de geladeira na cabeça dela até ela desmaiar.

Peguei minha bolsa, a primeira chave de carro que eu vi, desativei o alarme, entrei no carro e sai a toda. Em direção á Forks.

Peguei meu celular e liguei pro Elijah, mas caiu na caixa postal. Então eu deixei uma mensagem:

—Olha Elijah, sua irmã me atacou, tive que dar uma surra nela e eu não vou voltar pra dentro daquela casa ou pra essa cidade nunca mais. Sinto muito. Ah, e eu to bem.

P.O.V. Elijah.

Depois de resolvidos os problemas no Quartel, estávamos no caminho de volta pra casa e o meu celular apitou. Quando eu vi que havia uma mensagem e que era de Renesmee eu decidi ouvir e não gostei daquela mensagem:

—Olha Elijah, sua irmã me atacou, tive que dar uma surra nela e eu não vou voltar pra dentro daquela casa ou pra essa cidade nunca mais. Sinto muito. Ah, e eu to bem.

—Droga Rebekah. Niklaus pise no acelerador! Temos que chegar em casa o quanto antes!

—Ok, irmãozinho.

Assim que chegamos, Caroline já estava lá e ouvimos um:

—Jesus Cristo!

Nos apressamos a entrar e a cozinha estava destruída.

—Parece que passou um furacão aqui dentro! Eu não vou limpar isso não!

—Ai. Aquela duplicata vadia. Isso vai ter volta!

—O que aconteceu Rebekah?! E eu quero a verdade!

—Ela tava me provocando. Tava pedindo. Cadê ela? Ela bateu na minha cabeça com uma frigideira! Duas vezes! E depois com a porta da geladeira!

—Rebekah, em nenhum momento eu a vi provocar você.

—E pra onde ela foi?

—Ela foi embora? Então eu ganhei!

—Você me decepcionou. De novo. Precisamos de uma bruxa. Vamos fazer um feitiço de localização.

A bruxa realizou o feitiço e ela não estava muito longe. Estava á uns cem quilômetros da cidade.

—Acredito que não possa ser mais específica.

—Infelizmente não. Mas, se ela está perto da cidade com certeza deve ter parado pra dormir. Ela não vai ficar lá muito tempo imagino.

Eu estava na metade do caminho quando o meu celular toca.

—Niklaus, estou ocupado.

—Desculpa, não sou o Klaus. Achei que gostaria de saber, o sangue está se movendo ela está voltando para Nova Orleans. Está aqui, está indo pro pântano.

—Pro pântano? Porque ela iria para o pântano?

—Eu não sei, mas tenho pra mim que não está indo lá por vontade própria.

P.O.V. Renesmee.

Eu estou amarrada, no porta malas de um carro. Malditos Mikaelson! Só causam confusão.

Quando o porta malas foi aberto, eu vi o meu sequestrador.

—Tyler Lockwood. Mas, você está morto. Eu vi o Damon te matar.

—Eu estava, mas eu voltei.

—E porque me sequestrar? Eu sei que você tem essa rixa com o Klaus, mas eu não tenho nada com isso, nem o meu filho.

—Não é só o Klaus! Esses Originais metidos compeliram, manipularam e mataram metade da minha cidade! Eles mataram sua prima!

—Eu estou á par. Mas, de que isso vai servir?

—Eu não to aqui por sua causa. Eu to aqui por causa do pestinha Mikaelson germinando ai dentro. Uma bruxa, a mesma bruxa que teve a premonição sobre a pestinha do Klaus, teve uma sobre o seu. E de como o sangue do seu bebê híbrido também podia criar híbridos.

Enquanto ele falava eu me soltava das cordas.

Infelizmente não me soltei rápido o suficiente para impedi-lo de testar sua teoria maluca e fazê-la funcionar. Mas, quando ele veio me atacar eu enfiei uma faca nele. E tive que despistá-lo dentro da casa. Quando eu finalmente consegui sair, ia correr pra dentro do pântano quando alguém arrancou o coração dele.

—Está tudo bem. Você está bem.

Eu corri para abraçá-lo. Ainda estava abraçando ele quando eu vi aquela figura loira.

—Rebekah?

—Eu sinto muito. Eu não fazia ideia do que tinha acontecido com você. Eu juro que eu não sabia.

—O que?

—Elijah me contou. Sobre os seus outros bebês. Eu só... eu acho que eu tava com inveja. Eu... eu sinto muito Renesmee.

Eu soltei do Elijah e fui abraçar a Rebekah.

—Só, por favor não me ataque de novo. Combinado?

—Combinado. Não me traia.

—O mesmo.

—Vamos voltar pra casa.

—Elijah, tem uma coisa que você precisa saber sobre o bebê.

—O que? Está sentindo alguma coisa?

—Não. O Tyler Lockwood foi trazido de volta e ele veio atrás de mim porque ele falou com a tal bruxa que tinha as premonições sobre a Hope, ela disse pra ele que o sangue do nosso bebê também podia ser usado pra fazer híbridos. Ai ele trouxe uma cobaia. Um voluntário. Derek. E funcionou.

—E onde está o outro?

—Eu sei lá. Deixa ele Elijah. Não precisa fazer nada com ele, ele só queria que a dor acabasse. Ela não tinha um plano maligno.

—Vamos pra casa.

—Eu não vou voltar pra Nova Orleans. Eu vou pra casa.

—Vai pra casa?

—É. Vou ficar com a minha família e como grávida eu preciso de tratamento médico, mas não posso simplesmente ir pro hospital por isso vou pedir ajuda pro meu avô. Ele é um vampiro médico. Vocês, são bem vindos pra vir com a gente.

—Sério?

—Sério. Só que tem uma condição. Vocês não podem, de jeito nenhum se alimentar dos locais. A minha família tem um trato com os lobos quileutes que já dura á trezentos anos e se algum de vocês quebrar o pacto estamos fritos.

—Tudo bem. Honraremos o pacto.

—Eu falo sério.

—Eu também.

Passamos no hotel, pegamos minhas malas e partimos numa verdadeira caravana.

Mas, antes fiz questão de frizar sob o pacto e explicar em que ele consistia.

—Olha, tem uma matilha lá na minha cidade, mas eles não são lobisomens, eles são metamorfos.

—E porque chamar de matilha então?

—Porque eles se transformam em lobos gigantes. Enfim, o pacto foi feito entre o meu avô e o bisavô do Jacob e consiste em duas partes. Um, não passar da fronteira, não entrar nas terras quileutes. Parte dois, não se alimentar dos locais ou dos quileutes. Não caçar na cidade, se for se alimentar de alguém vivo, vão pra Seattle e sejam discretos, não quero ter que olhar na cara daqueles babacas de olhos vermelhos nunca mais.

P.O.V. Klaus.

Ela explicou todas as diferenças entre os vampiros da nossa raça e os da raça dos pais dela.

—Vampiros que brilham no sol?

—É. Só os que não usam o anel, os membros da minha família tem o mesmo tipo de anel que vocês e funciona do mesmo jeito.

—Está brincando.

—Não. Falo sério. Eles são... a evolução.

A casa ficava no meio do nada. Cercada de sei lá quantos acres de floresta. Mas, era muito ampla, aberta enorme. Cheia de janelas e portas de vidro.

—Chegamos. Eles já sabem que estamos aqui. Devem estar nos...

A porta de madeira foi aberta e uma vampira que mais parecia uma fada saiu e se eu não fosse um híbrido não teria visto ela se movendo. Ela abraçou Renesmee pegando-a de surpresa.

—Oi Tia Alice.

—Oi! Você trouxe amigos!

Então, ela abraçou Rebekah.

—Oi Rebekah, vamos ser grandes amigas.

—Eu espero que sim.

—Ela sabe que vão ser grandes amigas. Minha tia Alice é vidente e eu sou que nem ela.

A casa era muito bem mobilhada, mas haviam galhos grossos de árvores enormes que entravam por algumas janelas.

—Qual é a das árvores entrando pelas janelas?

—Esme projetou a casa. E ela quis construir causando o mínimo de dano possível á floresta.

—Esme? Quem é Esme?

—Minha vó. Ela não está na casa no momento, mas está perto o suficiente para eu captar os pensamentos dela.

—Ela foi dar uma volta pela floresta?

—Ela foi caçar.

—Mas...

—Lembra o que eu falei sobre eles serem "vegetarianos"? Eles estão se alimentando de um cervo.