Notas iniciais
O prólogo se faz extremamente necessário nesta história. A partir daí poderemos compreender o BÁSICO

Nascemos depois da era do anticristo. Se você perguntar o porque de termos nascido, nenhum de nós saberá responder-te. Somos seres predestinados à infelicidade. Como eu já disse, o porque de termos surgido é algo intrigante, e parece uma horrível mentira contada por crianças às suas mães quando estão tentando esconder algo, nossos antepassados disseram-nos que nascemos com asas, depois da vinda daquele que costumavam chamar de "o amaldiçoado ser do inverno". Vocês humanos não nos compreendem, por mais que tentem, graças aos seus impulsos tolos. Apenas aqueles que se entregam ao ar conseguem nos compreender, pois somos o próprio ar, vivemos no ar, compreendemos o que o vento nos diz, nos tornamos, com o nosso tempo de vida, uma simples parte dele.
Aqui vai a história de um de nossos seres alados, aquele que tenta fazer com que sejamos compreendidos, aquele que tenta tornar-se algo bom e bem visto aos olhos dos humanos, mas a verdade não é bem assim. Como nós, ele também está destinado à infelicidade, mas ele está sofrendo da pior infelicidade. Não se trata de ser visto como um presságio de sofrimento, mas sim de uma ferida em sua alma. Sim humanos, todos sabemos que os piores ferimentos são aqueles que atingem a essência. Para evitar isso temos um corpo físico, uma espécie de armadura. Mas esse "ser", tão simples e aparência (mas com um verdadeiro universo dentro de si) já atingiram a sua essência. Talvez ele já tenha expressado isso, e talvez os outros a sua volta tenham identificado seu sofrimento, porém não entenderam. Ele se sente preso, incompreendido, mas no fundo só almejava algo que todos nós gostaríamos de sentir uma vez na vida. O amor.

Notas finais
Peço perdão pela história ser chata, mas é apenas minha expressão :c.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.