País Branco

1 Capítulo 1


Notas iniciais
Olá pessoal, voltei com mais uma história ( a segunda), essa história já tem alguns capítulos já terminados, mas por enquanto só irei postar o primeiro. Escrevam nos comentários ou me adicionem em amizade no facebook, e digam se vocês querem ou não a continuação. A história tem por enquanto uns 6 capítulos, só para vocês terem uma noção que é grande e, por isso mesmo que não irei postar tudo de uma vez.

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Gente, sorry o nome tentei não colocar sobrenome mais não dá -_-

O começo
Era mais um dia frio com seu azul e com um sol que não esquenta tanto, eu amo dias frios, são calmos, são belos. Esses dias ,eram meus dias favoritos, mas a partir daquele dia....... prefiro os dias brancos.
O sinal da universidade tocou, tenho 17 anos, estudo sobre psiquiatria. Minha mãe nunca concordou com isso, queria que eu fosse atriz ou fizesse escola de artes igual minha família.
Cheguei em casa, minha mãe estava jantando, meu pai estava vendo TV. Fui para meu quarto estudar, tinha prova, quando cheguei olhei pela janela, estava um dia lindo, era meu dia frio, tão lindo quanto a primavera e mais frio que o inverno, tinha que ir lá fora aprecia-lo, senti algo em minhas costa, eram um homem com uma arma, ele apontou ela em minha direção, disse para passar tudo oque tinha de valor. O homem repitiu outra vez então, respondi, a única coisa que tenho de valor são meus dias frios, o homem atirou, senti uma dor horrenda, doía mais do que quando quebrei meu braço.
Acordei em minha cama, só me lembrava do homem dizendo algo sobre meus dias frios. Minha mãe estava ao meu lado, chorando, perguntei á ela o por que, ela disse que estava feliz que eu estava bem. Olhei para baixo onde estava com uma dor horrivel, era, provavelmente, o lugar do tiro, quando olhei não havia nada só estava um pouco roxo, me choquei, sabia que tinha levado um tiro, eu vi, senti, escutei o barulho da bala perfurando meus órgãos.
Fui dormir, minha mãe foi para sala, meu pai foi beber. Não queria ir á escola, queria poder dormir até tarde.
Acordei em minha cama, estava no mesmo lugar com o mesmo homem e com a mesma arma, ele me disse para acordar para despertar minha pessoa, o que havia dentro de mim.
Quando acordei, tudo não se passava de um sonho, não entendi nada, peguei minha mochila com meus materiais e fui para a universidade, lembrei que tinha prova, lembrei que não estudei, comecei a me desesperar o que faria, a prova era difícil, estava torcendo para que algo não me deixasse ir a aula, me arrendi, pois algo literalmente aconteceu.
Quando cheguei na universidade uns 10 minutos antes da prova, fui observar o tempo, estav um lindo dia, estava frio, nos meus dias. Estava olhando para o céu e imaginando, tudo o que fiz até hoje, nada foi coisas boas, minha mãe, meu pai, minha família inteira, todos falavem que eu tinha algo estranho, algo que ninguém gostaria. Eles não falavam essa coisa perto de mim, óbvio, eu ficava escondida atrás escutando tudo, nunca aceitei nada o que era dito, mas lá no fundo eu sempre soube, sempre soue que não era um boa pessoa.
Vou contar um a história à vocês, quando eu era bem pequena, nem tanto, mas quando tinha uns 7 ou 10 anos de idade, fui internada em um hospício, minha mãe me disse que era por que eu louca, ela disse que eu tentei me tacar na frente de um carro, ela disse que é por isso que tenho uma cicatriz em meu braço. Nunca acreditei nessa história, principalmente, por que essa cicatriz parecia uma cruz, deve ser minha imaginação, mas não consigo acreditar que isso seja uma simples cicatriz.
Creio que muitas mentiras foram contadas para mim. Eu estava certa.
Quando comecei a persar comecei a lembrar de algo, minha mãe estava do meu lado junto com um homem, esse homem estava com uma cruz quase indentica a minha cicatriz, ele escontou essa cruz em mim. Quando me lembrei disso, senti uma dor tão grande em meu braço, como se estivessem queimando ele, as memórias passavam em minha cabeça, girando e girando, cada vez mais vivas na minha mente e corpo.
— Onde estou? Que lugar é esse?
Acordei em um lugar escuro, eu conseguia ver um fio de luz, mas ele estava muito longe. Comecei a correr em direção à ela, cada vez ela ficava mais longe. Estava tão fixada em chegar na luz, que quando me dei conta eu estava na minha escola de quando tinha uns 4 anos.
—Nossa que nostálgico, era nessa escola que eu aprendi a desenhar.
Entrei na escola, era exatamente como me lembrava, olhei para as salas, vi a sala que eu ficava, entrei na sala, pensei que nao teria ninguém lá, mas minha turminha inteira estava lá, inclusive eu. Quando me vi entrei em desespero, comecei a raciocinar, o que estava acontecendo, como que eu vim para aqui, tudo começou a girar e girar.
Acordei na minha casa, devo ter desmaiado, devia estar sonhando. Fui até minha janela, estava no meu dia, desci as escadas e fui para fora, aquele homam ele estava lá e eu também, ainda estava sonhando, só podia ser isso. Igual naquele dia senti o tiro que me foi dado, mas não senti dor nenhuma, eu escutei o homem dizer algo le estav chamndo meu nome. Será que le podia me ver, ouvir, ele estava falando comigo.
O homem diz:
—Julie! Julie! Você não lembra de mim?_Ele disse.
—Não! O que está acontecendo?! Onde estou?! Quem é você?!_Eu disse.
—Julie, eu sou oque você quer que eu seja._Ele disse.

—Isso não responde minha pergunta!_Eu disse.
Ele desapareceu antes que pudesse perguntar qualquer coisa, me acalmei, quando olhei voltei para minha escola, pensei comigo, o que está acontecendo? Estou sonhando? Quando vou acordar? O que o homem quis dizer com ser o mundo? Todas essa perguntas rodeiam minha cabeça e, eu vou descobrir o que é.

Notas finais
Obrigado por todos que dedicaram um pouco do seu tempo para ler minha história. ;D