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17 Capítulo 17
Notas iniciais
No dia 19 pela manhã Jane acorda uma hora antes de viajar, toma seu banho e toma seu café da manhã, quando ela está terminando de se arrumar Maura acorda.
- Por que não me acordou antes? — Maura pergunta manhosa e sonolenta para Jane na porta do banheiro.
- Você estava tão linda dormindo. — Jane sorri e se vai até Maura na porta do banheiro e a abraça pela cintura.
Jane se despede de Maura e entra no seu carro e pensa no que dizer a Constance quando chegar lá. Chegando no aeroporto Jane faz o que tem que fazer e fica esperando anunciarem seu voo.
Jane chega em NY as 11h da manhã. Chegando lá ela vai para o seu hotel e depois vai almoçar, tenta ligar para Constance, mas como o esperado ela não atende, Jane volta pro seu hotel e continua pensando no que dizer a Costance.
Ás 18h Jane resolve ir para o hotel onde Constance está hospedada,chegando lá ela pede infirmação ao homem com os seus 45 anos no balcão da recepção.
- Boa noite eu gostaria de saber se a Sra. Constance Isles está? — Jane pergunta.
- Srta...
- Rizzoli.
- Srta. Rizzoli, nós não damos esse tipo de informação, mas se quiser deixar algum recado nós entregaremos a Sra. Isles.
- Eu sei que ela está hospedada aqui, mas eu estou perguntando se ela está em seu quarto. Mas deixa pra lá, você pode dar o recado pra ela, certo?
- Sim. — O homem pega um pedaço de papel e uma caneta.
- Diga a ela que Jane está aqui e que quer muito falar com ela. — Jane fala olhando o homem anotar o recado.
- Só isso Srta. Rizzoli? — O homem termina de anotar e olha pra Jane.
- Sim, só isso. Obrigado! — Jane sai do balcão, mas sem que o homem veja ela se esconde em um ponto que ele não pode vê-la, mas ela pode ver. Então o homem pega o telefone disca algum numero e lê o papel em que ele havia anotado o recado dela para Constance.
- Um ponto para mim e zero para você Sr. Não damos esse tipo de informação. — Jane sussurra para si mesma e vê um homem que aparentemente trabalha no hotel levar um carrinho com um monte de malas de algum hospede e Jane vai atrás do carrinho sem que o Sr. Não damos esse tipo de informação a veja e ela entra no elevador junto com o homem das bagagens. Ele aparenta ter uns 25 anos. Ela tem uma ideia.
- Com licença, você pode me dizer qual o quarto de Constance Isle, eu sou a maquiadora dela e preciso ir maquia-la antes do jantar de hoje com mais dois artistas famosos. — Jane fala gentilmente com o menino.
- Oh, entendo. É o quarto 702 no sétimo andar. — Ele sorri e quando o elevador para ele sai com o carrinho.
- Obrigada. — Jane sorri e aperta o botão com o numero sete.
Chegando no sétimo andar Jane olha os números nas portas até encontrar a porta com os números 702. Ela bate na porta e escuta a voz de Constance perguntando quem era.
- Serviço de quarto. — Jane muda um pouco a voz e espera um momento até que Constance abre a porta.
- Jane! — Constance fala surpresa. — O que você está fazendo aqui? Quem deixou você subir? — Enquanto Constance fazia as perguntas Jane entrou no quarto e parou no meio dele.
- Eu sei que você não aceitou nada do que foi dito no jantar, mas eu tenho que falar com você.
- Posso ver que Maura gosta de você. Você é direta e muito revigorante. — Constance fala fechando a porta. — Gostaria de beber algo? — Ela pergunta preparando um copo de Whisky para ela.
- Não obrigada. Eu só quero que me escute. — Jane olha Constance vir em sua direção. — Sou protetora. Maura é minha melhor amiga e a mulher que eu amo. — Constance toma um gole de seu Whisky.
- Sinto que há mais coisa que gostaria de me dizer. — Constance fala e se senta na poltrona ao lado da janela.
- Sim. Há. — Jane se senta na cama de frente para Constance. — Não gosto de ver minha melhor amiga magoada.
- Você acha que eu a magoei?
- Really? Não indo ver ela, cancelar um jantar com ela, "esquecendo de colocar ela na lista de sua exibição...
- Isso foi a primeira vez que eu fui para Boston. — Constance a interrompe.
- Sim, e agora você a magoou mais por não ter aceitado que ela esteja apaixonada por um mulher, por mim.
- Ela é a legista-chefe tem a própria vida. Ela deve saber como estou orgulhosa dela, o quanto eu a amo.
- Não são os sinais que esta mandando. — Jane ri ironicamente. — Parece como se estivesse muito ocupada enquanto ela crescia e agora a está culpando por ser muito ocupada.
- Nunca fui boa nisso. — Constance larga seu copo na mesinha e olha para Jane com os olhos cheios de lágrimas.
- Em que? — Jane pergunta sem entender.
- Ser uma mãe. Sinto apenas que tivesse perdido muito.
- Por que apenas não diz isso? — Jane percebe que ela ficou pensando nisso. — Eu estou apaixonada por ela. Eu estive apaixonada desde... sempre. Eu só quero que você tire seu tempo para pensar nisso. Tire o tempo para pensar. Por que você tem uma escolha a fazer...
Você tem uma filha maravilhosa, que ama muito você,que se preocupa com você e que sempre está olhando as fotos de uma nova exposição. — Jane sorri e se levanta. — Pense nisso, pense na Maura, pense só nela. Apenas pense certo? — Constance balança a cabeça confirmando. — Boa Noite. — Jane fala e sai do quarto.
Jane volta ao seu quarto de hotel, toma um banho e se deita, pois está cansada desse dia. Ela pega o telefone e liga para Maura.
- Alô? — Maura atende.
- Hey, sou eu, acabou a bateria do meu celular e eu tive que ligar do telefone do hotel. Como você está?
- Com saudades, mas bem. E você? Como foi o dia trabalhando com a NYPD?
- To bem, cansada só, mas foi legal. Acho que bem produtivo na verdade. — Jane sorri. — Amanhã de manhã eu vou comprar minha passagem de volta. A gente se vê na sua casa?
- Ai que bom meu amor. Está bem vou estar te esperando.
- Boa noite, amo você! — Jane fala sorrindo.
- Boa noite, Jane. Amo você!
No outro dia pela manhã Jane vai para o aeroporto e compra sua passagem de volta para as duas horas da tarde. Volta pro hotel, come alguma coisa e vai em uma loja de jóias, lá ela compra um presentinho pra Maura.
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