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14 Capítulo 14


Notas iniciais
Não tenho muita certeza se esse ficou bom, mas se não ficou me avisem ok?? Have Fun :))
Maura está deitada no peito de Jane. Eram 3h da madrugada e as duas haviam passado um pouco da noite juntas, mas o suficiente para se satisfizer.

— Jane?

— Hum? — Jane alisava as costas nuas de Maura.

— Eu acho que é muito cedo para dizer isso, mas... — Maura levanta a cabeça e olha nos olhos de Jane. — Eu te amo!

— Eu te amo, mas não tem nada de cedo nisso. — Jane sorri e sela seus lábios nos de Maura. Mas está tarde, tenho que ir.

— Não. — Maura fala toda manhosa. — Fica.

— Não posso e você sabe disso, imagina eu acordando amanhã e indo tomar café com você e sua mãe com a roupa de ontem? — Elas riem.

— Está bem. — Maura cede e deixa Jane levantar.

— E outra amanhã, ou melhor, hoje a gente irá se ver o dia todo. — Jane procura por suas roupas e vai colocando. — Até daqui a pouco. — Jane se aproxima da cama e sela seus lábios nos de Maura novamente.

Nesse mesmo dia, Jane chega ao departamento e pega seu café, mas não vê Maura na cafeteria e imagina que ela tenha ido tomar o café da manhã com sua mãe. Ela vai até o elevador e quando ele abre Frost e Korsak estão saindo. Frost com o celular em mãos.

— Estava ligando pra você, temos um homicídio. — Frost diz a Jane que já os acompanha, entra no seu carro e segue até o local do homicídio.

Chegando lá ela vê um homem com um tiro na cabeça e com um picador de gelo enfiado em seu peito, Jane se aproxima mais da vitima para olhar e depois olha em volta.

— Onde está a Maura? — Jane pergunta para Frost.

— Eu liguei pra ela e ela disse que está a caminho. — Frost diz.

— A quanto tempo foi isso? — Jane já começa a ficar preocupada por que conhece muito bem o jeito com que Doyel usa para matar.

— Faz um 15 min, por que? — Frost se aproxima de Jane.

— Olha o jeito que o corpo esta, sentado em uma cadeira com um tiro na cabeça e um picador de gelo no peito, isso te lembra quem? — Jane pega seu celular e liga para Maura.

— "Não posso atender agora, mas deixe sua mensagem e assim que eu a ouvir, retornarei."

— Cai na secretaria eletrônica. — Diz Jane. — Mande colocarem um alerta em Doyel. E mandei o Dr. Pike, eu sei que Maura não se atrasaria, e precisamos tirar este corpo daqui.

Jane se afasta e continua ligando para Maura.

-"Não posso atender agora, mas ..."

— Droga Maura onde você se meteu? — Jane reclama e lembra que Maura estava com Constance. Jane liga para ela.

— Alô? — Constance atende com o seu sotaque britânico.

— Constance é a Jane, Maura está com você? — Jane pergunta e rezando para que Maura estivesse com ela.

— Não, nós fomos tomar café da manhã e ela saiu a um 30 min. Por que Jane?

— Ok. Não é por que estamos esperando ela em uma cena do crime, acho que ela deve ter se perdido. — Jane solta um risinho forçado. E Constance ri. Está bem, obrigada. Tchau. — Jane desliga. — Frost! — Jane o chama.

— O que foi? — Frost vai correndo na direção de Jane.

— Maura tinha ido tomar café com a mãe dela e Constance disse que já faz meia hora que ela saiu. Quando você falou com ela, ela disse o que?

— Que já estava vindo. — Frost pega seu celular e olha a hora.

— O que foi? — Jane pergunta.

— Já faz 20 min que eu falei com ela. — Frost vê Dr. Pike vindo. — Vou lá ver o que ele vai aprontar, mas espera até a gente terminar aqui para se preocupar Jane.

— Não, Frost. Você sabe como a Maura é, aconteceu alguma coisa com ela. — Jane pega seu celular e continua a ligar.

Duas horas depois e nada de Maura, Doyel ainda estava sendo procurado.

— Frost rastreie o numero da Maura. — Jane pede enquanto ajuda a ver os possíveis lugares onde Doyel poderia estar. Frost começa a rastrear o numero de Maura e em 5 minutos o acharam.

Jane, Frost e mais uns oficiais da policia foram para o local onde o celular de Maura foi rastreado. Eles invadiram o apartamento, estava vazio e só avia uma mesa e em cima dela estava o celular de Maura e um bilhete.

" Jane, precisei ter uma conversa de pai para filha sobre um assunto que você sabe muito bem qual é, mas não se preocupe assim que ela me ajudar com um assunto eu a deixarei ir. "

Jane olha o bilhete e resolve esperar uma hora, até que alguém veja Doyel.

— Frost, fique olhando até que alguém ache o Doyel, por que eu sei quem pode ajudar a acha — lo. Jane fala guardando a sua arma e indo em direção a porta.

— Ok. Mas quem é essa pessoa? — Frost pergunta indo atrás de Jane.

— Constance. — Jane entra no carro e vai até a casa de Maura e bate na porta da casa de hospedes.

— Jane? — Constance da espaço pra ela entrar.

— Constance, eu preciso sabe qual era o lugar em que Doyel ficava quando tentou incentivar ele a ir às aulas?

— Por que está me perguntando isso? — Constance começa a ficar preocupada.

— Fique calma, mas ele está com a Maura e eu preciso encontra — lo, mas agora eu preciso saber onde ele ficava para que eu possa ir ajudar Maura. Jane fala com calma.

— Ele costumava ficar no cemitério de Boston pra fugir do pai dele. — Constance fala se sentando no sofá. — Por favor ache minha filha.

— Obrigada, e pode deixar que eu acharei ela. — Jane fala saindo da casa de hospedes e vai correndo para seu carro. Pega o celular e liga pra Frost. — Frost me encontre no cemitério de Boston, acho que Maura está lá, mas vá só você. — Jane desliga e vai dirigindo até o cemitério onde Frost estava chegando.

— Jane! Olhe aqui. — Frost sussurra mostrando um dos mausoléus com a porta entra aberta e com luz lá dentro.

Jane se aproxima da porta e a empurra devagar e lá dentro o caixão estava empurrado para o lado e lá dentro Jane escuta umas vozes, ela desce as escadas com a arma na mão, quando ela chega lá em baixo vê Maura e um outro homem discutindo, sobre o que ela usaria como bisturi, e viu outro homem em cima de uma mesa de pedra.

Jane e Frost se escondem e esperam que o homem saia de perto de Maura. Meia hora depois o homem sobe para fazer alguma coisa e quando ele começa a empurrar o caixão falso do mausoléu Jane se aproxima de Maura.

— Jane! — Maura sorri e abraça Jane.

— O que aconteceu com você? — Jane pergunta abraçando a Maura.

— Doyel me pegou quando eu estava indo para a cena do crime, e me trouxe para esse mausoléu. Ele conversou comigo sobre nós. — Jane olha pra trás quando Maura fala isso para ver onde Frost estava. — E ele me pediu pra fazer uma autópsia nesse homem, mas não tenho nada aqui e ele não queria que eu fizesse lá no necrotério por que ele sabia que você perguntaria algo.

— Ok. Continue fazendo o que estava fazendo que eu vou avisar o pessoal e te tirar daqui ok? — Jane fala passando a mão no rosto de Maura, que olha para o Frost atrás de Jane.

— Ta bom, mas seja rápida por que eu não tenho nada que me ajude aqui. — Maura fala e aponta para o corpo na mesa. Jane ri e sai de dentro do mausoléu ficando por perto, mas sem ser percebida. Pega o celular e liga para Korsak. — Korsak, preciso de reforço no cemitério de Boston, mas não quero que percebam que estamos aqui, venham disfarçados.

Depois de 10 mim Jane avista os policiais disfarçados, e avista Doyel indo em direção ao mausoléu e vai atrás dele.

— Doyel! — Jane o chama e segue na direção dele.

— Norinha. — ele fala com o sorriso forçado em seu rosto.

— Não venha com essa de norinha, onde está Maura? — Jane pergunta, mas já sabendo a resposta.

— Em um lugar seguro, eu só preciso dela por mais umas horinhas, até ela me dizer que não fui eu quem matou um homem, para evitar que eu vá preso. — Doyel explica tudo a Jane.

— E ela não poderia fazer isso no necrotério? — Jane pergunta novamente, mas Doyel não responde pois seu celular toca e ele olha para a tela do celular. — Maura, conseguiu algo? — Ele escuta a resposta. — Ótimo, você fez o relatório? — Mais uma vez ele escuta a resposta. — Perfeito, sua namoradinha está aqui fora te esperando, suba. — Ele desliga e entra no mausoléu e Jane cancela a operação de pegar Doyel.

Quando Maura sai de dentro do mausoléu ela sorri para Jane que está esperando ela do lado de fora.

— Vamos. — Jane pega Maura pela mão e leva ela para fora do cemitério, onde estão todos os policiais esperando. Quando avistam Maura sorriem e entram em seus carros.

— Que susto que você nos deu Doutora, achei que não ia sair jantar algum hoje. — Korsak fala sorrindo.

— O jantar! — Maura, olha pra Jane — Eu vou pra casa arrumar tudo, você me leva em casa? — Maura pergunta para Jane.

— Claro. — Jane sorri e caminha até seu carro.

— Obrigada pessoal. — Maura agradece aos policiais e vai atrás de Jane.

Jane abre a porta do carro pra Maura, depois que ela entra Jane da a volta no carro e entra. Liga o carro e começa a dirigir até a casa de Maura.

— Como que Doyel descobriu que estamos juntas? — Jane pergunta pra Maura.

— Não sei, ele só me disse que eu escolhi bem com que me relacionar, não parece, mas eu acho que ele tem certo respeito e admiração por você Jane. — Maura olha pra Jane e sorri.

— Ai dele se não tivesse. — Jane sorri e coloca a mão na coxa de Maura. — Quando eu vi que você não estava na cena do crime hoje mais cedo eu sabia que algo estava errado. — Jane olha rapidamente pra Maura e depois volta sua atenção para a estrada.

— Você não chamou o Dr. Pike pra fazer o trabalho, chamou? — Maura olha pra Jane que aperta os lábios em uma linha reta para conter o riso.

— Oops! — Jane fala e olha pra Maura quando para no sinal. Maura está séria — Ai amor não fica assim, eu tenho certeza que ele deve ter sentado na sua cadeira e ter deixado o seu necrotério uma bagunça. — Jane sorri.

— Jane! — Maura da um tapa no braço de Jane. — Se ele encostou na minha cadeira é bom você se preparar para me prender.

— Ficaria feliz em não prender a minha namorada por homicídio. — Jane fala e se aproxima de Maura e sela seus lábios aos dela.

Chagando a casa de Maura, Jane para o carro na entrada da garagem.

— É bom você falar com sua mãe antes. E agradece ela por mim, por que foi ela que me ajudou a te encontrar. — Jane sorri e da um beijo em Maura, que logo sai e entra em casa.