Passionate about psychopaths
2 Capítulo 2 - Supressão
Notas iniciais
P.O.V Mônica
Desperto com a visão turva ainda estou embriagada com a droga do álcool que inalei, fecho e abro os olhos inúmeras vezes para sair desta sonolência mas minhas pálpebras estão pesadas o que dificulta meu objetivo de não cair na inconsciência, novamente tento olhar para um ponto fixo para me manter alerta entretanto qualquer lugar que vejo esta na mais completa escuridão, tento me desvencilhar do local que estou, porém percebi só agora que me encontro algemada e desisto de alguma investida contra nem chego mais a cogitar a possibilidade de me debater muito menos de me soltar. Estou tão fraca que não consigo mover um músculo de meu corpo, estava pensando em morrer ali até alguém ligar a luz deste local e agora posso ver que estou em um galpão que conheço muito bem pois torturei pessoas aqui só pra me divertir e ganhar dinheiro com este ato. Cruel? não, necessário! para mim isto valia a pena. Enquanto eu ganhasse muito para fazer os serviços que ele mandava, fora o perigo que corria e o prazer que sempre sentia em mutilar as pessoas, mas matar é muito diferente nunca seria capaz de tirar a vida de alguém e com o tempo aprimorando minhas habilidades foi exatamente isso que ele me ordenou. Recusei de imediato e por isso estou aqui presa, imagino que ele não aceitou muito bem minha decisão e agora veio cobrar o preço, pois sempre soube que ia vir só não sabia quando.
— Mônica, finalmente acordou princesa?! não acreditei quando meus homens disseram que te apagaram tão facilmente você já derrubou caras muito maiores que eles esta perdendo a prática meu amor? — Toni falou com seu lindo porém nocivo sorriso sarcástico e tentou me beijar. Admito desejava que ele me beijasse ainda sim movi minha cabeça para o lado, estava indignada por este idiota ter mandado me trazerem a força para justamente o lugar onde eu torturo as pessoas é como se a caçador tivesse virado a presa.
— Você sabe muito bem que eu estava exausta, tinha feito milhares de serviços o dia todo e ainda tive que bater em muitos capangas seus antes de conseguir fugir e tentar ir para minha casa depois de ter brigado com você por querer me obrigar a matar. — Eu praticamente cuspia as palavras em seu rosto sentindo o ódio irradiar por todo meu corpo, como ele esperava que eu conseguisse escapar se estava quase morta de tão fraca que me encontrava?
Ele contorceu o rosto com nojo de minha saliva em sua face limpando em seguida com a manga da camisa e ficou me observando por um tempo com raiva, mais logo suavizou suas expressões faciais e me tomou em seus braços com um beijo totalmente amargo e forçado. Como o esperado sua língua queria entrar em minha boca, concedi esta passagem para a mesma pois também o surpreenderia enquanto ele estava ocupado apertando meu seio direito por debaixo da blusa que eu vestia e explorando minha boca eu mordi com toda força sua língua e não a soltei, até o gosto do sangue jorrando dá uma sensação maravilhosa, e quando senti o prazer de machucar meu querido chefe e amante tirei meus dentes dentre sua língua, em seguida cuspi com muita vontade seu próprio sangue em sua face ele se afastou surpreso e nervoso. Sorri satisfeita com sua reação no entanto essa alegria durou pouco ele completamente irado me deu um tapa tão forte que fez minha bochecha fazer um estralo altíssimo e também a fez ficar vermelha de imediato.
— Sua vadia, desgraçada! — Ele esbravejava. Seus gritos eram tão altos e estrondosos que até faziam eco naquele local.
— Isso é pra você aprender a não me tratar como qualquer vagabunda que você pega, eu nunca vou deixar que me toque dessa maneira, entendeu? — Sim, eu sou virgem e nunca transei com o Toni por mais que ele quisesse. Eu sempre conseguia me esquivar desse assunto, as vezes até me acho uma idiota sobre isso mas valorizo muito meu corpo, e acho que nunca vou entregá-lo a ninguém que o mereça. E para o Toni muito menos, só me envolvi com ele para ter conforto já que ele é um traficante milionário e aproveitei que o Toni gosta bastante de mim para abusar da sua fortuna, nada mais que isso.
— Eu já disse que quero você pra mim Mônica, não vou me contentar só com beijos nem que tenha que fazer qualquer coisa você tem que ser minha! — Ele falava enquanto se aproximava novamente de mim, e fez o que queria a muito tempo já que me encontrava imóvel. Rasgou com muita facilidade minha blusa e logo se livrou do meu sutiã, ficou admirando meus seios, compreendi oque ia fazer e isso fez uma raiva descomunal me invadir, usei toda a força e ódio que me sobrava e tentei me livrar das algemas mas o maior resultado que consegui foi afrouxa-las um pouco. Como pode eu não consegui quebra-las? Contudo parei de pensar nessas coisas quando senti seus lábios e dentes lambendo e mordendo meu mamilo, gemidos baixos e involuntários saíam da minha boca oque estimulou a chupar com mais vontade, ah Como aquilo era bom.
Tenho que admitir, sinto muita atração pelo Toni mas não posso nem devo deixar ele fazer oque quiser com o meu corpo, aproximei minha face em sua orelha e sussurrei um "me solta e vai ver o que farei com você" ele logo atendeu ao meu pedido com um sorriso sacana e malicioso. Assim que ele destrancou a algema com a chave finalmente com as mãos livres pude mostrar oque pretendia fazer com ele, sem pensar duas vezes, mirei com punho fechado o rosto de Toni dele e o acertei com muita força, o bati tanto até cair no chão todo arrebentado. E se acha que eu parei assim que eu o vi agonizando no chão está muito enganado. Continuei com meu ato agora pisando em seu estômago com as forças que me restavam o puxei pela gola da camisa assim que percebi que ele estava a ponto de desmaiar e sussurrei.
— Eu disse que nunca ia te permitir que me tocasse e agora você sabe que não estava brincando — pronunciei vitoriosa e ele mereceu isso, afinal sabia que não se deve mexer comigo mas ele não agiu como o esperado começou a gargalhar em minha frente o que me irritou muito mais. Do que este maldito esta rindo? será que não apanhou o suficiente e ainda quer levar mais?
— Como você é orgulhosa, garota! podia ter se entregado a mim sem maiores problemas mas não, prefere fazer mau aos outros do que ficar comigo — O nojento ainda ria e falava um monte de bobagens enquanto eu me segurava para não espanca-lo mas só não o fiz quando me chamou atenção o que ele disse "prefere fazer mau aos outros" o que significavam aquelas palavras?
Eu logo soube assim que vi dois homens trazendo o corpo de minha mãe para aquele recinto com um corte profundo no pescoço, pensei em ter varias reações naquela ocasião de matar o Toni lenta e dolorosamente de enlouquecer e me jogar aos prantos no corpo inerte de minha querida mãe que tanto me aconselhou a parar de fazer coisas erradas, que um dia me arrependeria mas não, o arrependimento não veio só o ódio e um vazio em minha alma "hehehe eu sou tão miserável que nem me arrependo de matar indiretamente minha própria mãe, só fiquei parada sem reação alguma como se eu também tivesse morrido naquele momento, não existia razões para lutar por nada ele tinha matado a única pessoa que eu realmente amei mas isso é passado ela já esta morta e nada que eu faça irá mudar isto. Me virei para Toni e o olhei com um sorriso maligno e perverso porém eu estava completamente vazia por dentro ele pensando que sua ação não tinha feito diferença nenhuma para mim chegou perto e falou.......
— Você é um demônio, mesmo depois de tudo que fiz ainda se mantem fria e indestrutível agora vejo que te ensinei muito bem a ser um monstro, você seria a mulher perfeita para mim mas como não quer não irei lhe obrigar e vai sofrer as piores consequências pela sua escolha. — Em seguida ele chamou alguns homens para me levarem para um lugar "onde vou implorar para morrer" como ele mesmo denominou mais isso pouco importa agora só quero nunca mais ter que olhar para o rosto nojento de Toni novamente......
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