Parental Control - Parte 1

7 Capítulo 7- Não existe algo igual o show business!


Notas iniciais
Voltei * * -- Já estou achando que falta poucos capítulos pra essa parte da história acabar gente. Calma, nem sei quando, nem sei como, mas eu acho que o principal dessa fic, já foi passado! Eu espero que vocês gostem desse capítulo! Beijos!
PS: Haha, momentos marcantes!

Após vários beijos, palavras de amor trocadas um para o outro. Percebemos que havia uma realidade lá fora esperando por nós.

- Eu acho que preciso voltar para casa... – Bella disse ofegante, e fazendo um biquinho.

- Não faz isso, que eu perco o controle, amor.

Eu não havia percebido o que dissera, mas, quando eu estava novamente a um milímetro de distância da doce e macia boca de Bella, eu percebi que ela estava surpresa.

- O que foi? – Perguntei bem próximo de sua boca e seus lindos olhos.

- Você me chamou... – Ela sussurrava, admirada, talvez? – De... Amor?

- Sim. Claro, né. Quer outros apelidos? Ok, então... Hum, linda, minha princesa, morango, delícia...

Eu dizia cada apelido enquanto tocava em seus lábios, após minha bela capacidade de criar apelidos totalmente carinhosos e amorosos, começamos a rir.

- Delícia? Morango? Edward! Pelo amor de Deus, nunca me chame assim.

- Por que não? Você é uma delícia, deixa eu te mostrar.

Assim, me aproximei de seu pescoço, dando pequenas mordidas por toda parte.

Isso me excitou, e muito, mais fiz o meu melhor para ignorar qualquer coisa naquele momento, nós tínhamos outras prioridades.

- Ed... – Bella gemeu.

- Entendeu, agora, delícia? – A encarei, e depois comecei a gargalhar. – É, delícia, só entre nós dois, ok?

- Possessivo e ciumento, pelo jeito. É melhor eu ter cuidado e procurar um para a reserva. – Ela dizia, sorrindo, olhando em meus olhos.

- Nem. Fala. Isso. Novamente. Eu vou te mostrar o reserva, viu.

E eu ataquei seus lábios, sem permissão, sem delicadeza.

Eu sabia que ela estava brincando, mas, ela falar em ter outro me fez lembrar que Tanya havia feito isso comigo. E também me fez perceber o quão bravo eu podia ficar só de imaginar outro com Bella.

Não, eu era o único que ela teve.

E vou continuar sendo.

- Humm, eu sei, mas eu tenho que ir, chuchu.

- Chuchu, amor? – Olhei rindo para ela. – Tem que ser mais criativa!

- Ah, se você pode criar apelidos bregas, eu também posso, viu!

- Ai Deus, Bella!

- A gente se vê no programa, hoje, então? – Ela dizia já do lado de fora, me olhando através do vidro.

- Claro, e já fique preparada, ok?

- Claro, minha melhor cara de surpresa. – Ela me olhava sorrindo, alegre. – Eu? A escolhida de Edward meu-Deus-que-gostoso Cullen?! Eu vou morrer!

- Muitoo engraçada. – Olhei-a, tentando parecer bravo, mais aquela Bella alegre e espontânea, derretia mais e mais o meu tolo coração apaixonado.

- Estou ansiosa para você me chamar de namorada. – Ela já saía andando, de volta para casa.

- Então, até mais tarde, namorada. – Gritei, enquanto ligava o carro e corria para casa.

Eu estava feliz, apaixonado, completo, magoado, confuso, decepcionado...

Sim, eu estava uma bela bagunça, mais de algum jeito, eu sabia que era assim que eu deveria estar.

E a Tanya que me aguardasse.

Quando estava para entrar na garagem e estacionar o carro, eu a vi.

Caminhando em direção a minha casa.

Devo confessar que a minha primeira vontade foi jogar o carro encima dela.

Mas, eu ainda sabia que essa raiva não ia me ajudar em nada, eu tinha que ser melhor que ela. E isso, já bastaria.

Preferi estacionar o carro e ir até ela.

Não queria ela dentro da minha casa. Nunca mais.

Ela sorriu, ao me ver, e se jogou nos meus braços.

- Eu estava com saudades de você, Edward. – Tanya disse carinhosa.

Eu fiquei pensando se ela estava rindo por dentro, por achar que iria, agora, estragar tudo que eu estava planejando com Bella.

- Ah, é? – Tirei seus braços de mim. Nojo era o que eu sentia.

- Claro, como meu namorado que está sendo enfeitiçado por duas filhas de cruz-credo por um reality, internacional... Saudade, é bem comum, sabia?

- Tanya, por favor. – A olhava, sem a menor vontade de fingir que eu não sabia de nada.

- Edward, amor, eu estou com medo, sabe. Nós não nos falamos desde que essa maluquice começou e eu nem sei o que você está pensando! Eu fiquei muito triste com a gravação daquela festa, ontem. Pareceu que você estava a paquerando.

Ela me olhou triste.

Eu estava para dizer tudo. Desentalar tudo que eu estava sentindo por saber que ela era uma grande farsa.

Mas, quando eu abri a boca, seu dedo tocou, num modo que eu esperasse.

- Mas, eu sei que não é verdade. Porque o nosso amor é maior. Mais do que eu achava, agora que eu estou... – E para terminar o teatro, colocou suas mãos em sua barriga.

- Grávida? – Falei com desdém. – Por favor, Tanya. Me diz que enfermaria é a carreira errada. Pois eu acho que atuação seria o seu forte.

- O que? – Ela me olhou confusa.

- Me chamar de amor? Vim até a minha casa para jogar a grande notícia que eu te engravidei? Por favor, seja mais original.

- Edward, eu não estou te entendendo... – Ela fingia estar confusa, mas dava para perceber que ela estava assustada por ter sido descoberta.

- Como dizem? Sim, Tanya, a casa caiu. Se você queria me arruinar, me deixar infeliz, se você queria tudo isso... Bom, sinto em te decepcionar, mas isto não vai acontecer. Eu sei de tudo. Como você me traiu. Por várias vezes, não sei se desde o começo do namoro, mas eu sei que essa criança aí, não é minha. E eu tenho pena dela ter uma mãe como você.

- Como... Como você soube? – Ela perguntou surpresa.

- Não importa. Eu só sei que enquanto eu começava a sentir algo por você, enquanto eu era totalmente fiel a você, nas minhas costas, você ria. Você me traía. Você me enganava. E sim, eu caí feito um otário. Como eu puder achar que eu amava uma mulher nojenta, baixa, repugnante igual você?

- Não venha falar de fidelidade, meu caro Edward – Ela já era a outra Tanya, aquela confusa, sem entender nada já havia saído da jogada. – Pois você, também sabe trair.

- Não. Não enquanto toda essa coisa de reality não existia. Mas, sabe o que eu acho? Eu deveria ter traído. Sim, com cada puta que eu visse na frente, pois qualquer uma tinha mais valor que você!

E assim, como se achasse que tinha algum valor, ela me deu um tapa.

Acariciei o lugar que ela tinha acabado de bater, e me aproximei bastante dela, para que ela me escutasse bem.

- Hoje, quando você estiver entre Bella e Leah, você vai ficar calada, você vai aceitar que eu escolhi outra no seu lugar. E não haverá barracos, ou mentiras do tipo que esse filho é meu. Porque se isso acontecer, Tanya, eu te juro, que eu vou te achar e quem será o infeliz eternamente será você. E nenhum pingo de alegria você encontrará para rir de alguém. Me entendeu, ou eu vou ter que ser mais claro?

Peguei no seu braço com força, era o máximo de dor que eu podia machucar nela.

- Tá machucando! – Ela gemeu.

- Sinta isso, e multiplique por infinito, pois é essa dor que você me fez sentir. Quando eu descobri tudo isso, doeu. E muito, Tanya. Mas, agora, se você chegar nem que seja um pouquinho se quer da minha casa, dos meus pais, de Bella, de mim ou mesmo de algum amigo meu, eu não vou responder por mim. E você pagará pelas consequências!

- Eu estou grávida, você não pode me machucar! – Ela tentou se soltar.

- Tenho certeza que nem esse bebê quer nascer se perceber que sairá de uma mulher, feito você! Qualquer um prefere a morte!

Seus olhos me fitaram assustados. E nesse momento, eu sabia que ela não apareceria mais. Por isso, eu a soltei.

- Vai, e é melhor que faça o que eu te falei.

Ela me olhou pela última vez, e foi embora.

Eu sabia que agora, ela não iria mais estragar nossas vidas.

Ok, eu me fiz de forte, eu fiz o que tinha que ser feito.

Mas, tenho que admitir que eu nunca imaginei que terminaria assim. Sim, eu sabia que esse namoro não ia durar muito, Tanya já estava me deixando totalmente louco, com suas crises idiotas de ciúmes e de achar que manda em mim...

Porém, eu terminei com ela, ameaçando-a. Porque se fosse de outro jeito, ela iria continuar pensando em fazer algo contra mim e Bella.

E isso eu não permitiria.

Entrei em casa.

Meus pais estavam no sofá, e quando seus olhos caíram sobre mim.

Eles sabiam, algo tinha acontecido.

- O que foi? Ed? Você está bem? – Minha mãe foi quem correu até chegar perto de mim.

- Sim, mãe. É só que... Eu resolvi o meu problema com a Tanya. – Eu sussurrei pensativo,

- Mas, olha para você! O que aquela infeliz fez com você?

- Não é algo que ela fez, mas sim algo que ela estava a ponto de começar.

- Que seria? – Meu pai perguntou curioso.

- A ruína da minha vida.

Eu sentei no sofá e comecei a contar o que aconteceu desde o instante que encontrei Tanya em Yale.

- Eu quero escutar a gravação – Minha mãe disse séria.

Eu não sabia o porquê do interesse, mas eu coloquei para eles escutarem.

Algum tempo depois, meus pais me olhavam surpresos.

- Totalmente baixa. – Minha mãe sussurrou.

- Ela é das piores, ainda bem que nada que ela queria, aconteceu. – Meu pai me olhava apreensivo. – Edward, já imaginou o que teria acontecido se você não tivesse ido procurar Tanya hoje?

- É por isso eu tô meio assim... Pois, se eu não tivesse escutado da própria boca dela, eu teria confirmado. Porque, sempre... Er, mas, com ela tendo outro... A história muda.

- Eu sei que você está magoado, mas hoje, filho... Tudo isso vai acabar. Você vai terminar com a Tanya. – Minha mãe me olhava esperançosa.

- Sim, e por rede internacional. Agora, é sem piedade. – Eu olhei para meus pais determinados.

- Bom, eu acho que está na hora de nos arrumarmos, porque já temos que ir! – Meu pai olhou no relógio. – Pronto para isso.

- Agora, mais do que nunca.

Sorri para eles e fui ao meu quarto.

Eu não estava preocupado com que eu iria vestir, não estava preocupado se todos achavam que eu tinha algo com a Bella...

Ninguém iria nos separar.

Mas, quando eu olhei aquela mesma foto encima da minha escrivaninha, daquela imagem que guardava um dos momentos de tantas mentiras e falsidades... Eu tive raiva.

Ser traído te mostra várias perspectivas da vida.

É como se você não valesse nada. Nem um pouco. Como se todo aquele amor que você estava trabalhando para ter, com todo seu esforço e orgulho de si mesmo, fosse jogado no lixo. Sem nenhuma consideração. Sem nenhum sentimento.

É jogar e deixar ali, morrendo, sem dó nem piedade.

E com toda essa raiva unida, olhei para aquele casal na foto. E sem dó nem piedade, igual Tanya fez com todas as horas em que fiz o que queria, em que fui fiel a ela, do jeito que ela tanto desejou e sempre me pediu, eu rasguei a foto.

Em vários pedaços, e eu não me importava. Eu tinha que fazer o que ela fez comigo.

Não era só pela vingança e o remorso que invadiram em meu peito. Era por Bella também.

Eu iria começar um novo caminho. Tudo novo. E para isso acontecer, eu tinha que largar o que deve ser largado.

Peguei meu celular e deletei tudo que tinha algo relacionado à ela. Vasculhei no meu quarto qualquer coisa que ela havia me dado.

Camisas, calças... Tudo no lixo.

Igual a ela.

E nada disso me afetou. Estranho, mas eu sabia o porquê. Eu tinha Bella, e para mim, já bastava.

Quando desci meus pais me encararam.

- Meu filho, quando nós subimos era para nos arrumarmos. – Meu pai falou.

- Eu sei, mas eu acho que vou assim mesmo. Ninguém se arruma para isso. O importante é que eu escolherei Bella e Tanya será esquecida e apagada para sempre das nossas vidas, que tal?

- Ótimo, foi o que eu sempre pedi, e ninguém me atendia! – Minha mãe disse feliz.

- Vamos, família Cullen. – Meu pai ia à direção do carro.

- Vamos. – Eu fechei a porta.

E não estava preparado para o que veio a seguir.

...

Notas finais
Sorry! Quem tá me matando por ter parado nessa parte... Mas, eu já vou mandar o próximo sim! Só com reviews! Eu sei que tem gente que tá lendo, então por favor apareça! Eu quero escrevendo, e se só uma escrever, eu demoro 1 mes para mostrar essa continuação! Poxa, quero ver meu dia alegre com a opinião de vcs gente! Vai! REVIEWS PRA TER PRÓXIMO CAPÍTULO! Beijo ;*