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5 " O Reencontro " Parte III - Final
Naquela noite Victoriano chegou em casa, anunciou a Débora que se separaria dela,e é óbvio que ela fez sua ceninha, mais isso não comoveu Victoriano, ele estava decidido a lutar por Inês, suas filhas ficaram felizes com a decisão do pai, mas elas ainda não sabiam que Victoriano estava fazendo aquilo tudo por Inês, ele decidiu que falaria com elas depois, junto a Inês e Emiliano, explicaria tudo de uma vez só, e para todos. Débora foi para o melhor hotel da cidade, claro que bancado por Victoriano, ele não a deixaria na mão, ainda mais agora que ela estava grávida, daria tudo do bom e do melhor para ela e o bebê. Inês seguia sua rotina de sempre na fazenda de Henrique, na noite da confusão do restaurante, quando ela entrou na sala de estar da Broche de Oro, explicou tudo o que Henrique precisava saber, lógico que não falou para ele do seu romance antigo com Victoriano, apenas disse que não poderia se envolver com ele. Henrique cavalheiro como sempre, aceitou numa boa, e disse que se um dia ela estivesse disposta a tentar algo ele estaria a disposição. E com todos esses acontecimentos se passaram 8 dias, Inês não viu Victoriano durante esses dias, porém todos os dias recebia um buque de rosas, com declarações lindas de amor.
Se passa da 22:00 PM, era noite de quinta-feira, Inês estava a caminho do seu quarto,(o quarto de Inês na Broche de Oro era bem parecido com o que ela tinha na fazenda de Victoriano, a diferença era que esse era maior e tinha mais detalhes que o outro) ela entra tranca á porta e quando acende á luz, seu quarto está repleto de flores, de todos os tipos e cores, e Victoriano estava parado próximo a janela, do lado de uma poltrona com uma única rosa azul, ela deu alguns passos para perto da cama, ele então se aproximou dela e lhe entregou a rosa azul e disse...
Victoriano: Pra você minha rainha, depois de oito longos dias sem te ver, hoje venho te dizer que estou oficialmente separado e livre para viver nosso amor.
Surpresa e sorrindo Inês diz...
Inês: Meu Deus Victoriano, que coisa linda essas flores, mas como você conseguiu entrar aqui e trazer tudo isso para dentro do meu quarto?
Victoriano: Digamos que o dinheiro facilitou as coisas, dei dinheiro para alguns funcionários do Henrique, então eles me ajudaram.
Inês: É lindo, está tudo lindo Victoriano...
Ele a abraça cheirando seu pescoço subindo até a boca e lhe dando um beijo arrebatador, um beijo de tirar o fôlego, ela se entrega, não tinha mais nada que a impedisse de viver aquele amor,com as mãos ela envolveu o pescoço dele, descia suas mãos e acaricia os grandes braços de Victoriano, ele apertava sua cintura, suas costas, eles giravam ás cabeças se deliciando com aquele momento, então vagarosamente ele vai deitando Inês na cama e se pondo em cima dela, ela estava de saia, o que facilitou muito para que Victoria á despisse de modo rápido e tirasse sua própria roupa também, já sem as roupas do modo que vieram ao mundo, Inês com as pernas abraça o corpo de Victoriano, ele desce do pescoço para os seios de Inês, dando beijos molhados, lambuzando ela de "amor", ela acarinhava o cabelo dele, passava a mão no rosto dele, ele então sobe os beijos para boca dela , segura os braços de Inês de modo que eles ficam abertos na cama, enquanto ele continua a tortura-la beijando e lambendo seu o rosto, pescoço e o colo dela. Sem mais aguentar ela diz...
Inês: Victoriano meu amor, ande, me dê amor, me faça tua, só tua...
Victoriano: Sem pressa Inês, passei anos sonhando com esse momento, quero desfrutar dele meu amor...
Num fio de voz, quase sem conseguir mais falar ela diz...
Inês: Não Victoriano, preciso que entre em mim agora, agora!
Ele viu que ela estava pronta, e enquanto beijava a boca de Inês ele a penetrou, entrou nela lentamente e depois acelerou seus movimentos, por vezes acelerava e de repente diminuía, queria prolongar o prazer dos dois, beijava o ombro, cheirava o pescoço dela, "Que maravilha" pensou Victoriano. Chegaram a um pleno e maravilhoso orgasmo, porém não pararam por aí, fizeram amor mais duas vezes. Depois disso estavam deitados na cama, abraçadinhos, ela estava com a cabeça no peito de Victoriano, curtindo aquele momento depois de anos, depois de tanto tempo e anseio por aquela sensação, Victoriano feliz pronuncia...
Victoriano: Nunca fui tão feliz e completo em todo minha vida meu amor, aliás, a única vez além dessa que me senti assim, foi não época que éramos jovens quando você era minha namorada.
Inês: Eu também me sinto assim querido, sou uma mulher realizada.
Ela diz isso e olha para ele, ele se aproxima e a beija sorrindo e por fim diz o que havia ensaiado a semana toda para dizer...
Victoriano: Casa comigo? me dê a oportunidade de te fazer feliz, de ser o motivo do seu sorriso mais bonito, permita-me te amar meu amor, aceite sim?
Inês abre o mais belo sorriso e dando vários selinhos em Victoriano ela diz...
Inês: Sim...sim... sim meu amor, aceito ser sua esposa.
Victoriano: Agora viveremos feliz Inês, eu juro que não vou permitir que nada nem ninguém nos separe ou te faça sofrer meu amor, eu juro.
Inês: E eu acredito meu bem, acredito na sua promessa.
Victoriano: É... quem sabe também você não engravida 2,3 4 vezes e enche aquela casa de crianças.
Ele diz isso e dá uma baita gargalhada, sabia que Inês iria dizer que não podia e não queria ter mais filhos, e foi exatamente o que ela disse...
Inês: Está louco, não tenho idade para ter filhos Victoriano, pode tirar essa ideia da cabeça.
Ele a abraça e se põe em cima dela dizendo...
Victoriano: Estou brincando meu amor, a única coisa que eu quero e ter você pelo resto dos meus dias, amo você, amo muito, para sempre.
Inês: Eu também te amo, para sempre.
Ela olha aqueles olhos encantadores da cor verde e o beija loucamente e assim passam a noite se amando. Por fim então, eles podem agora viver esse amor, que suportou as mais devastas tempestades.
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