Notas iniciais
#RetaFinal

oltamos para casa à noite e combinamos de comer pizza na minha casa. A Fran só tomaria um banho e iria comer comigo.

–Daqui a pouco eu vou lá. — ela falou sorrindo e eu assenti.

–Vai lá, amor. — dei um selinho nela e ela entrou em casa.
Fui para minha casa , liguei para a pizzaria e depois de ter feito o pedido eu fui para o banheiro do meu quarto para tomar um relaxado banho quente.

Me despi, entrei no box e liguei o chuveiro. Esperei a água esquentar e entrei debaixo do chuveiro.

Foi aí que meu celular tocou.

Que merda, bem na hora do meu precioso banho...

Peguei meu celular em cima da pia e vi no visor que era um número desconhecido. Estranhei, mas atendi.

–Alô, quem fala?

–Oi Leonard. — eu reconheceria essa voz em qualquer lugar, era a Violetta. — Prevejo que você está no banho! — eu sabia que ela estava sorrindo.

–Ah não. O que você quer Violetta? — falei rude.

–Tomar banho com você, pode ser? — ela riu baixinho e eu ouvi alguém bater na porta.

–Sua maluca, para de me ligar. — desliguei na cara dela, desliguei o chuveiro, enrolei uma toalha na minha cintura e fui ver quem era.

–Oi Leonard. — ela falou com o seu típico sorrido safado e me empurrou para dentro do banheiro.

–Como você conseguiu entrar aqui?

–Eu dei o meu jeito. — ela se aproximou de mim e arrancou a toalha da minha cintura. — Eu estava com saudades, sabia?

–Mas eu não. — me afastei dela e tentei abrir a porta, mas estava trancada.

–Eu duvido. — ela sorriu enquanto colocava a chave da porta dentro da sua calcinha.

–Me devolve essa chave, Violetta. — tentei me manter firme.

–Vem pegar. — ela sorriu maliciosamente e eu respirei fundo.

–Violetta, eu estou falando sério. Me devolve essa chave.

–Eu também estou. — ela falou rindo. — Se quiser a sua preciosa chave, você vai ter que vir pegar.

Bufei.

–Tudo bem, de você prefere assim. — sorri e enfiei a minha mão dentro da sua calcinha, que já estava molhada.

–Olha como ele está molhada Leonard. — ela murmurou. — Só você consegue deixa-la assim.

–Violetta.... — tentei relutar.

–Oh Leonard. — ela gemeu baixinho quando um dos meus dedos escorregou para dentro dela. — Vai mais rápido.

Ela agarrou meu pescoço e me beijou. Não tentei relutar, pois nessa altura do campeonato eu já estava mais do que excitado.

Retirei meu dedo de dentro do seu clitóris e retirei sua roupa. Notei que seus seios aumentaram um pouco e seu corpo ficou ainda mais cheinho. Será que ela... Não, não!

–Eu sabia que você não ia resistir. — ela se gabou enquanto eu chupava seu pescoço.

–Cala a boca! — falei rindo e voltei a atacar seus lábios. Ela riu durante o beijo, mas parou quando colocou sua mão em cima do meu membro.

–Quero você dentro de mim. — ela murmurou e deu um leve aperto na cabecinha do meu membro.

–Também não tenho muito tempo para prolongar essa transa. — rimos juntos.

Posicionei meu membro na sua entrada e a invadi de uma vez só. Ela deu um grito agudo, mas eu tampei sua boca com a minha mão.

Com a minha mão livre eu segurei sua cintura e comecei a estocar violentamente dentro dela. Ela era muito apertada, o que é muito surpreendente.

–Porra Violetta, você é deliciosamente apertada. — gemi ofegante e ela morreu meu pescoço.

–E você é deliciosamente grande. — ela sorriu entre gemidos e eu aumentei a rapidez das estocadas.

Não demorou muito e nos dois gozamos.

–Quero repetir isso sempre. — ela falou aparentemente feliz.

–Ah Violetta,não complica. — resmunguei e voltei a me banhar. — É melhor você ir embora. Daqui a pouco a minha namorada está aí.

–Aff. — ela bufou. — Então até amanhã na aula Leonard.

–Até. — falei impaciente e só ouvi a porta do banheiro ser batida com força.

(...)

–León! — minha irmã gritou desesperadamente enquanto descia as escadas com rapidez.

–Que foi Mari? — perguntei preocupado enquanto me sentava ao lado da Fran na mesa da cozinha.

–Parece que sua professora de história sofreu um acidente aqui perto.

–O que? Como te avisaram? — me levantei rapidamente e a fitei.

–Seu celular ficou no banheiro.

–Como a professora Castillo tinha seu número?-Fran perguntou curiosa.
–Bom, isso não importa agora. — falei trêmulo. — Eu vou ir para o hospital e vocês fiquem aqui.

–E porque não vai algum parente dela? — Fran falou ciumenta.

–Amor, agora não é hora de ter ciumes. — dei um abraço nela. — Eu só vou ver ela e voltarei pra casa.

–Tá bom. — ela bufou e me deu um selinho.

Peguei as chaves do carro da minha irmã e fui até o hospital.

(...)

–Acompanhantes de Violetta Castillo! — o médico falou firme e eu fui até ele.

–Eu sou o filho dela. -menti. — Como minha mãe está?

–Ela está bem,ela sofreu apenas uns arranhões e quebrou a perna direita.

–Ufa! — respirei tranquilo. — Posso vê — lá?

–Claro, eu te levo até o quarto dela.

(...)

–Pensei que você estaria com sua namorada! — ela resmungou quando eu entrei no quarto e sentei ao seu lado.

–Eu estava. — dei um leve sorriso. — Até saber que a louca da minha professora sofreu um acidente.

–Não foi nada demais, eu estou bem. Pode voltar para a Fran. — ela falou com desdém.

–Não entendo porque você está falando comigo assim. Eu pensei que aquela noite bastaria pra você me deixar em paz,mas você fica atrás de mim.

–É porque eu não consigo te esquecer. — ela me olhou fixamente. — Cada toque, cada pedacinho do seu corpo, cada beijo que você me deu eu não consigo apagar da minha mente.

–Você só pode ser louca. — ri. — Eu sou apenas seu aluno e você é apenas minha professora.

–Que está completamente apaixonada por você.

–Para de brincadeira Violetta. — falei sério. — Isso já passou dos limites. Eu te peço, quer dizer, eu te imploro que você me deixe em paz. Eu sou completamente apaixonado pela Francesca e é com ela que eu quero ficar.

–Tudo bem. — ela falou triste. — Eu vou te deixar em paz, nossa relação é apenas de aluno e professora a partir de hoje. Mas quero que saiba que eu não estou brincando. Eu te amo Leonard!

–Violetta... — tentei retrucar , mas ela fez um gesto para eu ficar calado.

–León, eu sei que é difícil acreditar no que eu estou falando, mas é a verdade. Nenhum outro cara conseguiu despertar isso em mim. Antes de conhecer, eu pensava que os homens só serviam para uma noite de sexo e mais nada. Mas quando você me tocou, eu me senti tão amada, tão desejada. E mesmo que a gente não tenha mais nada, eu só quero te dizer que eu te amo. Eu te amo muito Leonard.

Fiquei um tempo calado. Era difícil engolir tudo isso...

–Eu vou sair um pouco, já volto. — murmurei e sai da sala sem ao menos deixa — lá responder.