Paralyzed

9 Entre Anjos e Demônios


Notas iniciais
Oi, amores, espero q curtam, principalmente o #SUSPENSE, opa falei d+, né? ENTÃO VAMOS A HISTÓRIA.......

P.O.V. Pedro


Eu e James havíamos chegado ao restaurante, onde Kendall estava. E encontramos ele, com um enorme corte no estômago, e desmaiado. Tudo isso, me fez começar a chorar. Não porque sou fraco, mas sim, pois foi tipo um dejavú da mesma forma que encontrei Kendall, á 11 anos atrás encontrei meu “pai”, do mesmo jeito.


Flash Back on:

Eu voltava do colégio, de ônibus, depois caminhava um pouco até chegar em casa.Todo dia, antes de entrar em casa, eu ficava pensando, pois tinha medo de entrar em casa, e encontrar o demônio, que minha mãe me obrigava a chamar de pai.Respirava um pouco, tomava coragem e abria a porta.Neste dia, ao abrir a porta, encontrei meu “pai”, caído no chão com um profundo corte no estômago, e uma faca ao seu lado.Achei, que ele estivesse morto, então com medo, comecei a chorar, quando, vejo seu rosto se levantando, com um olhar maquiavélico em sua face.Me assusto, e lentamente me afasto.Ele começa a rir loucamente, e dizer que tudo aquilo era culpa minha em seguida, minha mãe chegou, porém quando ela chegou, ele já estava morto, e eu aos prantos, depois disso fiquei meio que traumatizado, e ver Kendall naquele estado não ajudou nada a esquecer.

Flash Back Off:

P.O.V. James

Aceitei levar Pedro para casa, apesar dele não querer, achei melhor não decha-lo sozinho naquele seu momento de fragilidade. No caminho, ele me contou uma horrível história sobre seu pai.

Não sabia o que dizer, nunca senti isso antes, mas de qual quer forma sei que ele está sofrendo.Ele continuava a chorar, então eu tive que parar o carro:


–Por que parou? – ele perguntou


–Porque você precisa de um abraço – respondi


–Sério mesmo?Acha que preciso de sua pena?


–Não é pena!É compaixão!


–E por que você iria querer isso?


–Pois, não é o que os amigos fazem?

Ficou um terrível silêncio no carro, depois ele aceitou meu abraço, então o levei para casa.


P.O.V. Martina

Estava puta da cara, como até aquele bosta me rejeitou, pelo menos consegui esfaquea-lo, e o melhor de tudo, sai impune. É eu sei, sou demais!

Cheguei em casa, e me deparo, com minha mãe em casa, coisa rara, já que ela era uma juíza muito ocupada.


–Hey, mãe, você em casa?


–Pois é, ganhei um tempo de folga, até o próximo caso.


–E quando será?


–Na verdade, não sei, um menino foi esfaqueado, julgarei, quando, ele sair do hospital.


–Que menino?


–Um de uma banda.


Minha mãe ia colocar alguém inocente na cadeia, por um crime que EU cometi?Super demais!

–Mas... Mãe, você já tem algum suspeito?...


Então ficamos conversando, e eu só concordando.


P.O.V. Amélia

Hoje, minha filha, chegou em casa toda estranha, foi a primeira vez em que ela perguntou sobre o meu trabalho.Não sei o que aconteceu com Martina, mas acho me melhor me concentrar no caso da louca esfaqueadora.



P.O.V. Pamela

Fui para casa, estava praticamente morrendo, eu caminhava na rua e pessoas me vaiavam, me chingavam e outras me atiravam coisas. Tinha que fugir, pois era perseguida pelas pessoas, por repórteres, e pelo meu medo.

Entrando lá em casa, percebi estar sozinha, me sento no sofá e percebo a TV ligada, nela passava uma notícia minha. Diziam que eu era louca, uma assassina. Como?Desespero-me, começo a gritar, atiro o controle remoto na TV, com uma força que acabo quebrando ambos.

Meu coração estava despedaçado, não sabia o que fazer, era tanta gente dizendo que eu era culpada, que já estava achando que era. Que coisa horrível!

Fui tomar um banho, por sorte, me arrastando consegui chegar até o banheiro. Não consegui tirar minha roupa, só conseguia ficar sentada lá chorando. O que eu poderia fazer? Era apenas uma garota, “sem nome”, sem dinheiro, conhecida por quase assassinar alguém, que eu não quase assassinei. Estava desesperada, logo Kendall sairia do hospital, e com a grana que tem me colocaria na cadeia!

Eu entrando em desespero, desço as escadas cambaleando, e chego à cozinha. A primeira coida que vem a minha cabeça é: Será que eles estão realmente certos?Será que eu fiz aquilo?Começo a acreditar, que fiz sim aquilo.

Abro a gaveta, onde se encontram os talheres, e puxo uma faca, se eu proporcionei dor a alguém, eu devo sentir o mesmo.

Senti uma dor horrível em meu estômago, à lâmina me cortava de uma maneira horrível dor, que parecia que eu não sabia o que estava acontecendo, e realmente não sabia.

Caio no chão, e em um último suspiro, vejo a porta se abrindo, dela sai uma sombra:


–É um anjo ali? Vindo para me levar embora?



Notas finais
O q axaram?Digem tf=d, bjs amores :3