Paradoxo
6 Mais um dia
Notas iniciais
Ola, sou Kate Snow Allen e o dia hoje vai ser cheio. Sabe a gente estava de boa, ontem descobrimos que o Capitão Frio realmente era inocente, mas hoje o dia começou cheio. E que tem um meta doido com super força que tava atacando o centro da cidade e Barry achou uma boa ideia levar nós três no campo hoje.
—Esse cara tomou muita bomba. –Ironizou Barry
—Vamos equipe concentração. – Falava meu pai concentrado na situação em volta
—A gente tem que derrubar esse cara e logo !- Dizia eu já cansada, essa luta já estava durando um bom tempo.
—A gente pode tentar o chicote. –Disse Peter, quer dizer Rocket, bom esse era o codinome que ele tinha, mas nós decidimos apelida-lo de Sonic, o uniforme dele lembrava bastante o personagem e algo que eu aprendi por conta própria é de que nessa equipe nós não escolhemos os apelidos.
—O que seria o chicote?- Pergunta Flash curioso
—Bom o chicote seria você me mandar o grandão ali e eu bateria nele de diferentes lugares numa velocidade absurda, deixando ele bem atordoado.
—Boa ideia Sonic.
—É serio isso? Olha eu já tenho um codinome, fora que se esse apelido pegar quem vai ter que pagar os direitos autoras vai ser eu né?
—Ta, vamos fazer isso, Speedy você e eu corremos em direção a ele com muita velocidade, pois como disse Einstein, e=mc2. Sonic você fica atrás dele e faz o lanche do chicote.
Peter foi até atrás do vilão, Flash e Speedy se afastaram um pouco e depois saíram correndo em alta velocidade e deram um soco certeiro no vilão que foi em direção ao Sonic, até que de repente tudo parece estar parando.
—Oi pessoal, sou eu o Sonic...Cara até eu, não se preocupe o tempo não parou por causa de um vilão que controla o tempo, só fui eu com minha incrível velocidade, só queria voltar alguns minutos no passado para vocês terem a ideia de quem teve essa ideia de me chamar de Sonic.
Alguns minutos antes
—Pessoal tem um meta atacando o centro da cidade!-Disse Joe desesperado
—Tudo bem Joe o time conta disso. Vamos nessa!
—Parece que finalmente veremos o uniforme do nosso senhor Peter. –Disse Kate
Peter deu um sorriso, abriu a mochila e tirou o uniforme com orgulho...Até que
—Isso ai parece um uniforme do sonic, misturado com uniforme colante.
—Eu não sou o Sonic
Estávamos indo embora quando Cisco soltou só pra zoar.
—Vai pegar as moedas Sonic. – Peter parou olhou de volta e disse
—Aconteça o que acontecer esse apelido não vão pegar
—Desculpa ai querido, quem dá apelidos aqui sou eu.
—Bom e foi isso que aconteceu, agora se me dão licença da na hora do chicote.
O tempo voltou a correr normalmente, pelo menos para a maioria, para Peter ainda estava um lento, afinal ele se movimentava mais rápido do que todos. Parecia uma festa de raios azuis girando em circulo e só dava para ver o meta voando de um lado para o outro, até que finalmente acabou.
Os três voltaram para o laboratório com mais uma vitoria na agenda
—Parabéns para a equipe Flash, mas uma vitoria. – Disse Caitlin
—É estamos todos nós de parabéns e eu gostaria de parabenizar os novatos, principalmente você Peter. – falava meu pai estendendo a mão para Peter. – Sei que no começo nós não estávamos nos dando muito bem, mas com o bom trabalho que você deu ontem no caso do Snart e hoje, esta ganhando minha confiança.
—Obrigado Barry. – Falou Peter com um cumprimento ao Barry
Depois Barry foi pra delegacia para fazer seu trabalho. Resolvi ir ver com Peter se ele tinha descoberto algo sobre X
—Então parceiro alguma novidade sobre nosso inimigo em comum?
—Tenho uma teoria
—Diga-me. – puxo uma cadeira para me sentar.
—Já vi a luta dele contra o Flash no futuro e eu mesmo já lutei contra ele, esse cara tem muita experiência, ele não simplesmente ganhou os poderes e partiu em cima do Flash em 2020, ele treinou os seus limites, sabia exatamente o que ele era e o que poderia fazer.
—Então?
—Se ele ainda não ganhou os poderes nesse ano, eu aposto que ele deve ser um cientista ou alguém com conhecimentos sobre os metas, só assim e com pratica durante os anos ele saberia o que pode fazer.
—E como isso nos ajuda a localiza-lo?
—Bom ainda não ajuda muito, mas aposto que é um cientista.
—Ok. Bom, vou sair com meu pai e mãe e Cisco a gente vai ao Jitters. Quer ir com a gente?
—Seus pais vão ficar juntos, não precisa forçar a barra.
—Não é forçar a barra, até a gente pegar esse cara e voltar pra casa, quero ficar com eles o máximo de tempo possível.
—Tos bom, vou com vocês. – Dou um sorriso. – Afinal, alguém tem que inventar uma boa historia por você.
Chegamos ao Jitters onde me desespero quando vejo o detetive Michael com o pessol, dou meia volta e empurro Peter pra saída.
—Que foi menina? Ta louca?- Disse Peter indignado
—Michael ta ali. -Aponto com o dedo pra mesa.
—O detetive que você ta gostando.
—Eu não dou “gostando” dele, só vergonha depois da historia que você inventou e que agora vou ter que manter.
—Em minha defesa, você que falou oito vezes “não”.
Dou um suspiro, me encho de força de vontade e entro no jitters. Aproximo-me da mesa e cumprimento a todos.
—Kate! Que bom vê-la novamente. Você também Peter. – o pessoal olha um tanto confuso quando a isso, então Barry fala.
—Vejo que você já conheceu o Peter.
—Sim, ontem no bar. E bom ver que mesmo depois te terem terminado o namoro puderam ficar amigos. – Barry, Caitlin e Cisco criam uma força alem do normal para segurar a risada, após entenderem toda a situação criada.
—Mas então Kate quando tempo vai ficar na cidade?
—Diria que até o final do ano.
—E vocês dois? Como se conheceram?-Pergunta curioso Michael. Tento até falar, mas não dava pra competir com a língua rápida de Peter que já tinha uma historia na ponta da língua. Prefiro pular essa parte para respeitar o que soprou da minha dignidade. Logo depois mudei o mais rápido de assunto e assim passamos o resto do dia juntos. Depois passamos na casa do Joe, Michael foi passar lá para pegar alguns documentos e foi lá que tudo deu errado.
—E como os ex-pombinhos tem estado para dividir o quarto? –Pergunta Michael
—Como? – Pergunto
—Bom se vocês estão estocados aqui estão dormindo em algum lugar, o sofá parece limpo, e eu já fui aqui e tem três quartos o do Barry, o do Wally e o seu seria?
—O sótão. – Respondo rápido. Porem meu pai estava andando muito com Peter
—Se quiser pode descer lá e ver, o arranjado que nó fizemos para eles.
—Bom normalmente não faço isso, mas essa zueira ta muito boa pra deixar morrer agora.
Arregalho meus olhos quando vejo ele descer as escadas ! Corro até o apartamento da Cait pego minhas coisas, pego as do Peter que estavam no laboratório, desço no sótão arrumo tudo lá e volto.
—É...Bem confortável.
Todos sobem de volta, Barry e Peter ficam parado encostados na parede, simplesmente sussurro. – Eu mato vocês. – Depois ainda os vejo fazendo o famoso “Bate Aqui”
Chega a noite, décimo ficar ali mesmo, pro caso de Michael um dia voltar lá e eu não ter que pegar as coisas de novo.
—Peter, ainda esta acordado?
—To, que foi?
—A gente ainda não mudou nada de importante, mas só o fato de eu estar aqui muda algo no futuro?
—Não sei, talvez é complicado. Ta preocupada com seus pais?
—Sim, eu vou nascer daqui a dois anos e eu simplesmente olho pra eles e não vejo nada alem de bons amigos. Enquanto isso parece que a Iris que vai ser a minha nova mãe, não me leve a mau eu gosto muito da Iris, mas ela não pode substituir minha mãe. Você me ajuda?
—A fazer o que?
—Que quando eu voltar, tudo esteja certo, que eles estejam juntos e. Vivos.
—Sim
—Promete?
—Kate Snow Allen eu prometo que vou fazer o que puder para que quando você voltar, tudo esteja bem.
—Obrigada, você é um bom amigo.
Kate adormece e a mente de Peter viaja na primeira vez que eles tiveram essa conversa na linha do tempo original. Foi quando Kate tinha começado a adquirir seus poderes, ela queria que seu pai a treinasse para poder ir logo ajuda-lo como super heroína, mas como um pai protetor de principio Barry recusou a isso, então sobrou a Peter treina-la no principio, ele se lembrava da promessa que tinha feito a ela. – Eu prometo que em pouco tempo, você vai estar tão veloz que não terá como Barry não te levar a campo. – e se lembrava do que ela tinha dito em resposta. – Obrigada Peter, você é um bom amigo.
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