Paradoxo

12 Parte II - Carpe diem*


Notas iniciais
"O significado de Carpe Diem é um convite para que se aproveite o tempo presente, usufruindo os momentos intensamente sem pensar muito no que o futuro reserva."
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Ainda estou esperando o momento para por a música que baseei parte do capitulo como trilha sonora. Escrevi, ouvindo The time of my life (do filme Dirty dancing), música épica (versão original, recuse imitações).

"I've had the time of my life
No I never felt this way before
Yes I swear it's the truth
And I owe it all to you"

"Eu tive as melhores horas da minha vida
Não, eu nunca me senti assim
Até que eu encontrei a verdade
E devo tudo a você"

Armando a deitou com cuidado sobre a cama, sem quebrar o beijo. Longe de qualquer medo, a beijou e a tocou como nunca tivera tocado. Segurava a cabeça dela com uma mão e com a outra mão, passava livremente pelo corpo dela, despertando as mesmas reações de antes.

Se livrando rapidamente da gravata, Armando a jogou para um lado do quarto, já jogando no mesmo lugar seus sapatos, enquanto Betty fazia o mesmo com os seus.

Ofegantes, pararam por uns segundos e se olharam, Armando via os olhos de Betty ardendo em desejo.

Como combustível, vê-la daquela forma só o deixou mais excitado. Se livrou da camisa sendo ajudado por Betty, tirou o blazer que ela vestia, com agilidade. Como se fosse os últimos momentos de suas vidas e devessem aproveitar ao máximo.

Impaciente, ela mesmo se livrou de sua blusa. E quando ia retirar a saia, Armando pegou e sua mão, fazendo-a parar. Ele queria fazer aquilo!

Deitando Beatriz com a cabeça sobre um dos travesseiros, ela apenas sentiu o calor tomar conta de si quando Armando traçou um trajeto pelo seu corpo com os dedos, que iam desde o pescoço, passando pelo meio de seus seios indo até o umbigo. Provocando uma forte onda de calor e arrepios, mas que logo foi superado quando ele fez o mesmo trajeto, porém, com beijos.

Contrastando, sentiu um calafrio quando Armando beijou um pouco abaixo de seu umbigo, no mesmo instante que pegava a barra de sua saia e puxava para baixo, juntamente com a meia-calça.

A única reação que teve foi imediatamente enfiar os dedos entre os cabelos de Armando, bagunçando-os, enquanto o mesmo depositava beijos longos em sua coxa. Precisava dele.

O puxou para um beijo que transbordava paixão. Ele a abraçou e a fez ficar por cima de si, podendo abrir o fecho do sutien e o jogando longe. Betty aproveitou a posição para tirar o cinto dele sem quebrar o beijo. Ele segurou a cintura dela com uma mão, para mante-la ali, e com a outro massageava de leve os seios dela.

Trocando de lugar com ela, voltou a dar beijos e chupões por todo o pescoço, indo para seu colo. Foi quando Beatriz ofegante disse:

" eu preciso ... agora."

Entendendo o recado, Armando estendeu sua mão até um dos criados mudo e retirando de uma gaveta um pacote de camisinha. Retirou e vestiu.

. . . . .

Suados e ainda em êxtase, era pouco mais de meia-noite e trinta e o quarto estava uma bagunça, com roupas para todo lado. Abraçado a sua amada Betty, Armando estava mais feliz do que nunca. A amava, definitivamente, a amava.

Já Beatriz radiava alegria, mesmo em seu silencio, seu semblante era outro. Nunca sentiu-se tão bela, desejada quanto se sentiu naquela noite.

Era tarde e Armando deveria voltar para casa, Marcela devia esperar ele furiosa. Infelizmente com este pensamento, Armando soltou-se de Betty, deu-lhe um beijo na testa e disse:

"Meu amor, tenho que ir, você sabe..." logo Beatriz desfez seu sorriso, se sentindo culpado, Armando falou:

"Mas eu gostaria tanto de ficar aqui com você toda a noite, ficar mais tempo ao seu lado."

"Entendo, doutor. É melhor que vá depressa."

"É... se vista, eu te deixo em casa." e deu um grande beijo em Beatriz, apaixonado.

Após se vestirem, foram até o saguão. Fecharam a conta do quarto e se dirigiram ao estacionamento. Armando a levou até sua casa, com a cabeça sobre o peito dele, Betty maravilhada sorria. Trocaram mais algumas palavras, conversaram um pouco sobre o dia seguinte que teriam tarefas importantes a serem cumpridas na Ecomoda.

Ao chegarem, ainda dentro do carro, Betty mantendo contato visual com Armando, disse:

"Doutor, esses foram os melhores momentos da minha vida. E eu devo tudo ao senhor."

"Ah, Beatriz. Para mim também foram os melhores. Eu nunca me senti assim, é verdade. Eu ..." Ela ouviu com atenção cada palavra que saia de sua boca.

"E eu te amo, Beatriz." Anestesiada, Betty o beijou.

"Também o amo, com meu corpo e alma." ele disse entrecortando o beijo.

"Oh, meu amor." ofegante disse cortando o beijo. " Acho que é seu pai nos olhando da janela."

"O QUE?"

Notas finais
Demorei um pouco a postar, fiquei sem inspiração. Tinha boas ideias até, mas fiquei sem saber expressar isso. Foi tão ruim, fiquei minutos olhando para a tela do computador sem saber o que digitar, como digitar. Espero que tenham gostado mesmo assim.