Paradoxo

2 Visita inesperada


Notas iniciais
Boa leitura.

*Dias atuais*

Der repente um estrondo me obrigou volta ao presente. Dei um pulo da cama em alerta. Não poderia ser o Derek, ainda é muito cedo, é muito raro alguém aparecer por aqui. Cuidadosamente me aproximei da porta atenta aos mínimos sons, ouvi alguém sussurra,arregalei os olhos, Não podia ser eu devia esta ouvindo errado ou ate mesmo confundindo a voz, Não poderia ser eles. Farejei o ar, logo senti seu cheiro... Era de flores, água salgada e alguma coisa mais... Sangue fresco.

Paralisei no lugar por alguns segundos, e quando percebi já estava descendo as escadas a toda velocidade, parei ao pé da escada, agora tendo quase a certeza que eu não estava imaginando e o cheiro era real. Fui em direção à cozinha bem de vaga e lá em pé perto do balcão, eu vi sem acredita as pessoas mais doidas e maravilhosas que eu já conheci ao sentirem minha presença me olharam sorrindo, não pode deixa de retribuir. Ainda meio intensa, deu uma passo para dentro do ambiente, sem tiro os olhos deles, depois de meses sem noticias, lá estava Gabriela & Dan, o casal mais perfeito de todos, ou pelo menos para mim. Não tinha como gosta deles, no mínimo senti uma admiração por ele, apesar da Gab sempre me falar que isso é por causa do nosso magnetismo pessoal, mas no fundo eu sabia que era mais que isso, graças a eles pode sabe o que é esta em uma família, eles me... Balancei a cabeça tentando me livra das lembranças que viam me assombrando há semanas. Olhei mais atentamente e como sempre eles estavam lindos. Gab ainda estava loira com os cabelos ate a cintura todo cacheado, me olhava com seus olhos azuis- claro, a deixava incrivelmente linda com o contraste da pele pálida que parecia esta mais morena, ou era só impressão? O corpo que parecia te sido estúpido por um dos grandes artistas do passado, dando inveja a qualquer modelo, com uma calça justa preta, uma blusa tomara que caia branca. Como sempre. Ela era a alma da festa, não gostava de ver ninguém desanimado e sempre estava disposta a ajudar, era uma pessoa muito meiga e carinhosa quando precisava e tinha uma paciência maior que Jô. Já Dan, me olhava com um sorrindo e a sobrancelha esquerda erguida. Ele era um moreno claro musculoso, com os cabelos escuros lisos levemente arrepiados e os olhos castanhos e o sorriso perfeito, o que para mim era muito irritante. Acho que esse era o Dom dele, me irritar, ele não conseguia leva nada a serio desde que eu o conheço eu nunca o vir triste ou desanimado, nem se quer se quieto, ele nunca, jamais ficava irritado, não importa o quanto eu tente e olhar que eu tento muito. Ele realmente era um cara de bem com a vida.

Parada a um curta distancia, Gab, estava parada com um pano na mão e Dan me olhava sentado num dos bancos perto do balcão do meio da cozinha que era grande e clara, tinha duas grandes janelas de cada lado, embaixo da janela esquerda, ficava o fogão, que em minha opinião era um exagero de tão grande, não sei por que tem uma coisa com 10 bocas se quase nunca cozinhávamos, mais a direita, tinha um forno à lenha, o refrigerador com freezer, e os armários com alguns aparelhos domésticos, mais pra direita entrada dos fundos, claramente era por onde tinham entrado, suspirei vendo o estrago.

–Não precisavam te arrancado a porta. – Falei tentando não rir. Ainda estava congelada na porta da cozinha, vendo dois fantasmas, não conseguia acredita, da ultima vez que eu soube deles, estavam navegando pelo mar da Europa e não voltariam tão cedo, como sempre, estavam comemorando sua trigésima lua de mel, ou quase isso, qualquer motivo os levavam para cama, eu queria sabe da onde saia tanta paixão e desejo, e ainda bem que não podiam ter filhos se não eles seriam piorem que coelhos. Incerta, dei um passo para frente, mas não pude de deixa de torcendo o nariz ao ver, a camisa de Dan estava com uma grande mancha vermelha, senti minha garganta arder ao mesmo tempo em que meu estomago embrulhava , recuei alguns passos e meu estomago rugiu, coloquei a mão sobre a boca, estava presta a coloca para fora o que tinha caçador mais cedo.

– E ai coelhinha. –falou Dan rindo. –Ainda de dieta? O sorriso dele era estonteante, mas zombeiro o que irritava de primeira, mais algo nele me lembrou de Derek.

–Dan, não começa, a ideia foi sua para começar. — Defendeu Gab piscando para mim e jogando o pano nele, sorrindo. — Ainda arranjo um babador para você.

–A ideia poder ter sido minha, mas era só para o primeiro ano. .- Falou ele tirando a camisa e limpando o peito sujo de sangue... Humano... “Eca”. Não pude deixa de pensar, sinceramente, às vezes não entendia como eles conseguiam beber isso, mas é claro, não podia esquecer que a anormal aqui sou eu e abrindo mais ainda o sorriso ao ver minha careta tentou implicar. -Isso era só ate ela se acostuma e não...

–"Me torna amante da natureza". — Interrompi. – É eu sei engraçadinho, esta precisando de piadas novas e, por favor, nem vem com” vegetariana” que isso é ridículo demais, já basta àquela porcaria de crepúsculo, fala seria, desde quando nos brilhamos no sol? — Perguntei cruzando os braços. — Isso chega a ser um insulto, ela quer mesmo é um vampirão para papa ela 24 horas sem cansar, como que queria fazer uma visitinha a ela. — Bufei encarando os dois, eles se entreolharam e começaram a rir, ignorei isso. — Mas o que aconteceu com vocês? O que estão fazendo aqui? Pensei que estavam em mais uma lua de mel. Eles pararam de rir e ser viraram para mim.

–Isso é jeito de nos receber? Perguntaram junto.

–Cuidamos, alimentamos e é assim que nos tratam depois que crescem. — Falou Dan fingindo choro jogando a camisa para cima de mim, eu desviei. — Essas crianças ingratas, fazemos tudo por eles e quando precisamos nem ligam para nós. — Ele se ajoelhou no chão fingindo que levava uma facada nas costas. Não pude deixa de revira os olhos.

–Liga não Lexi, ele estava morrendo de saudades de você. — Falou Gab se aproximando de mim e me envolvendo num abraço carinhoso, me senti relaxada como a semanas não conseguia, estava com mais saudades dela do que podia imaginar. –E você como esta? Disse me puxando para dentro da cozinha. – Não se preocupe não matamos ninguém, seria só um lanchinho rápido, mais agora sei que não era bem isso que ele queria. Falo sorrindo para o marido que ainda estava deitado no chão. Seu tom continha tanta empolgação e carinho que eu tiver que sorrir.

–Me deixa adivinha. – olhei para o bobão no chão. — Ideia do Dan? Ela confirmou com a cabeça. – Como sempre. Suspirei.

–Cadê o Derek? Perguntou ele se levantando num salto. — Quero uma camisa dele emprestada. – Completou me abrasando e fazendo o favor de bagunça mesmos cabelos.

–Esta na escola. -Disse me afastando, lutando para não lhe da um soco – Ele saiu faz... — Olhei para o relógio, e tive que desfaça a surpresa, já eram 10h30min.- Ele já deve esta chegando.

–Ele ainda continua com essa ideia? Esse moleque é doido. –Revirou os olhos, indo em direção à sala. No seu lado esquerdo nas costas brilhava vermelha viva sua tatuagem. E era graças a ela que podíamos andar no sol sem correr o risco de se fritado, mas sou claro que eu não tinha uma dessas, assim como tudo mais em mim eu não precisava. Estranhamente eu podia anda livremente pelo sol sem que ele me afeta se o que deixava o Dan mais feliz para gozações e eu admito tinha inveja da tatto dele que era linda, eu só não entendia o porque de uma águia! – Posso entra no quarto de vocês? Gritou ele da escada, seu riso era alto.

–Nem responda. -Pediu Gab na hora que eu abrir a boca. Eu a olhei suspirando — Ele não perde uma chance. – a olhei e abracei novamente – Estava com saudades.

–Também estava com saudades da minha irmãzinha. – Ela sempre me tratou como sua irmã mais nova, cuidando e me ensinando nos primeiros anos, e para mim era o que realmente ela é, minha irmã, acariciou meus cabelos, mas algo em sua voz fez-me afasta e olha em seus olhos e pela primeira vez sua expressão me impressionou, ela parecia desanimada ate mesmo preocupada. Algo muito grave dever te acontecido e seja o que for não podia se nada bom.

–O que foi Gab? Perguntei antes que se pode me conter.

Ficamos em silencio por alguns segundos escutando os barulhos que vinha de cima. Ela olhou pela janela, como ser tenta-se acha as palavras certas, procurando a melhor resposta para a minha pergunta, talvez, paras as suas próprias perguntas, depois da minha transformação, a única coisa que me assustava era o meu passado que de algum jeito parecia sempre tava ligado ao meu futuro, mas algo no seu olhar me assustou. Antes que eu podes se falar qualquer coisa, Dan aparecer na porta sorrindo e fazendo pose, seus olhos continha um brilho estranho para mim, com a camisa aberta, mostrava o peitoral, que agora livre do sangue, pedia ver como era liso de definido, ao percebendo que eu o observa var ele piscou. Reirei os olhos e olhei com mais atenção para a camisa que ele estava. E sorrindo se aproximou.

–Essa camisa é... Tentei falar, surpresa pelo ato.

– Eu sei. — Falou ele abrindo mais o sorriso. –ele me dever por essa. -Disse e enrolado as mangas. Dan sabia que estava com a camisa favorita de Derek e isso significava problemas, mas eles se conheciam á bastante tempo e um sabiam lida com o outro eu não iria me meter. Voltei meu olhar para Gab que olhava para o marido risonho com tanto amor e o olhar dele respondia com a mesma intensidade. Opa, o clima aqui esta esquentando e eu sobrando, era hora de ta um tempo a sós para o casal. Dan se aproximou da esposa a puxando pela cintura, logo me dirigia à porta do fundo ao ouvir Gab.

–Sobre sua pergunta Lexi, deixa o Derek chegar que nos temos que conversa com os dois, mas agora, gostaria de um banho. — Ela o pegou pela gola e foi beijando seu pescoço, rapidamente me coloquei para fora, não estava a fim de ver ninguém pelado, e principalmente sendo eles. Mas antes de sair não pode deixa de ver a mão de Dan por baixo de sua blusa lhe arrancando suspiros.

–Claro, fiquem a vontade, a casa é de vocês. — Segui para sem olhar para trás. – Só não vão quebra tudo. — pedir me afastando da casa.

–Vamos tentar. –Concordou Gab numa risada leve.

Assim que chequei entrada da floresta, sair correndo para o lado oposta da trilha, como era sexta feira eu sabia que muitos caçadores estariam ali e eu não queria topa com eles, um bicho morto na minha frente não seria nada legal, mais não faria nenhum mal se eu os fizesse de caçar qualquer dia, claro, sem esquecer que esse deveria ser o certo. Esse pensamente me fez quere da meia volta ir atrás deles. “Um dia é da caça e o outro do caçada” , já estava mais que na hora de eu supera esse problema com sangue humana, era ridículo e ate mesmo humilhante, uma vampira que não pode ser alimentar com deveria, Dan estava certo de me zoa, eu era uma piada. Soltei um rosnado baixo, sacudi a cabeça, que idiotice eu estava pensando, já estava acostumada comigo e sabia que era diferente afinal ninguém é igual. E no final, humanos era só nosso alimento... Parei com esse pensamente. Será que eu não tenho mais humanidade em mim? Eu já fui um deles e sei como é ter medo do que não conhecemos... Esse pensamento me trouxe lembranças e sentimentos antigos, a raiva, o medo, a dor, a tristeza e a cima de tudo o desespero. Acho que isso a gente nunca esquecer.


Notas finais
Desculpa a critica e os erros
Dúvidas, críticas, dicas, sugestões, elogios ou ameaças de morte: Review!
Ate o próximo capitulo.
Kiss.