Notas iniciais
Olá minha gente, como estão? A Páscoa de vocês foi boa? Ganharam muito chocolate? :B Falando em Páscoa, NOSSA como o tempo tá passando rápido né? Parece que foi ontem Natal Oo
Mas enfim minha gente, eu tenho uma surpresinha de Páscoa pra vocês! Eu sei que já passa da meia noite mas..... Quem tava com saudades de Sesshoumaru vai AMAR! haha
Vamos a leitura!

– Rin-chan, tem certeza que ele vem?

Durante a longa conversa que tivera com Kagome na noite anterior, a menina contou-lhe que Seya sempre vinha até o templo para acompanhá-la até a escola.

– Bem, eu acho que sim. — disse olhando em volta. — Que estranho, ele sempre chega bem cedo e me espera aqui.

– Vai ver aconteceu alguma coisa.

Suspirou.

– Você acha?

– Quer dizer, não coisa ruim..

– É.. Tem que ir embora mesmo Kagome-sama? — a menina bricou fazendo uma voz de súplica.

– Sim, eu tenho! — sorriu. — Sinto falta dos meus amores.

– Que amor Kagome-sama!

A morena ficou um pouco constragida. Não era como antigamente em que guardava tudo que sentia para si. Agora as coisas eram diferentes e ela ainda era pêga de surpresa quando dizia coisas bobas a respeito de sua nova família.

– Bem, eu volto assim que puder Rin-chan. Estou louca para conhecer esse rapaz que é idêntico a Sesshoumaru!

– Tudo bem, até logo Kagome-sama! Dê lembranças a todos por mim. E diga a Kohaku que sinto muito a falta dele.

Kagome sorriu.

– Vou dizer. Até logo Rin-chan!

Rin ficou um preocupada com o sumiço de Seya. Não que ele tivesse a obrigação de levá-la ao colégio todos os dias, mas sentia que algo estava errado. Mesmo com essa pequena preocupação a menina não deixou de sentir a extrema felicidade e alívio ao saber que Sesshoumaru estava vivo.

Mas se ele estava vivo, porque Seya era idêntico a ele? Seria algum ancestral? Dúvidas e mais dúvidas invadiam a mente de Rin.

– Está tão pensativa Rin-chan. Veja o que Seya está fazendo com você. — deu um sorriso brincalhão.

A menina corou.

– Não é nada disso Mayume-chan. Só achei estranho ele não ter aparecido hoje depois de dias nos vendo.

– Porque não procura saber sobre ele?

– Saber sobre ele? — disse pensativa.

Rin fora pega de surpresa. Realmente não sabia nada de Seiya além de onde estudava e sobre seu acidente. Estar com ele era algo tão comum e inexplicável que dispensava qualquer tipo de informação.

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Depois das aulas a menina deicidiu passar pelo parque. E logo respirou aliviada. Lá estava Seya, sentado a beira do rio jogando alguma pedras na água. Rin aproximou-se lentamente do rapaz.

– Não perca seu tempo tentando me assustar, Rin.

A menina parou.

– Mas como..

– Senti a sua presença. — disse com um meio sorriso. — E não me pergunte como.

Rin então, sentou-se ao seu lado.

– Eu não pretendia perguntar. Já tenho dúvidas demais em minha mente e vou tentar ignorar esta, pelo menos por enquanto. — disse com um jeito brincalhão. — Mas.. você está bem?

No mesmo instante Seya a olhou com os olhos em fendas.

– O que foi? — disse a menina.

– Essa fala geralmente é minha.

– É. Para você como as coisas estão estranhas por aqui..

– Está dizendo isso porque não a procurei hoje?

Rin corou.

– Ah.. Bem é que.. eu só achei estranho e..

– Só estou brincando sua boba! — disse interrompendo-a — Sei que sente a minha falta constantemente, mas não o fiz por mal.

– Seu idiota, não diga bobagens..

Ele deu um meio sorriso. Era estranhamente engraçado vê-la com raiva.

– Estive o dia todo com minha mãe no hospital.

A menina esperava por mais. Mas algum motivo Seya se calou. Ficou a observar o rio a sua frente. Rin tentava desvendar para onde seus pensamentos o levavam.

– Mas.. ela está bem?

– Minha mãe — disse ainda olhando o rio — sofre de câncer no fígado. Tudo que sei é que a doença está em um estágio mais avançado. Ela está internada a meses, pelo que sei.

– Eu.. sinto muito. Que dizer, que idiotice isso que disse.. Eu espero que..

– Sabe o que é mais frustrante? — disse interrompendo-a. — Não faço a mínima ideia de como tudo isso começou. Acho que ela deve pensar que ainda me lembro.. Mas o mais frustante ainda é que não sinto que deveria saber, não sinto absolutamente nada por aquela mulher além de uma afeição estranha que eu tenho certeza que não é o mesmo de um filho que para com a sua mãe..

Rin o olhava perplexa. Seya deifnitivamente não estava em seu jeito normal. O jeito frio como falara, os gestos e o olhar.. Estava mais parecido com Sesshoumaru do que nunca.

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Notas finais
E ai gente o que acharam? Gostaram do presentinho de Páscoa de vocês? *-* hahaha Tenho certeza que amaram!
Bem, com esse presente eu tenho certeza que algumas de vocês vão desistir de me matar né? rs
Bem minha gente é isso. Eu to dando umas escapadas durante a semana, então quem quiser me adicionar no orkut aqui o link http://bit.ly/nakhdH é pra lá que sempre escapo! rs
Até segundaaaaa!
Beijos ♥333333