Notas iniciais
Olá!
Mias uma vez peço desculpas com a hora que to postando, acabei de chegar em casa e corri pra terminar esse capítulo! O bom é que tive muitas ideias pra essa fic *-* rs
Ah, por favor não reparem nos títulos dos capítulos é uma coisa em que quebor a cabeça pra pensar num que sirva rs
AH [2] uasuashaus Quando vocês virem os "xxxxx" significa troca de cena, digamos assim. Não lembro se disse isso antes rs
Bem vamos a leitura e nos falamos lá em baixo!! :)

Aos poucos Rin abria os olhos. O que achava que era um sonho estava bem ali na sua frente. Aquele rosto com aqueles olhos atentos e ansiosos observando-a, certamente esperando alguma reação.

- Você está bem?

Mais um choque. Aquela voz. Era a mesma voz só que um pouco mais jovial. Mas aquilo não importava. Seu pior pensamento tomou conta de sua mente novamente.

Ele colocou a mão livre por sobre seu rosto a modo que a fizesse olhá-lo. Foi como se uma corrente elétrica atravessasse seus corpos naquele momento.

- Quem é você? — a menina disse por fim com a voz falha.

Ele deu um meio sorriso.

- Eu venho me fazendo essa mesma pergunta já faz um bom tempo. — disse meio que para si mesmo.

A menina esperou.

- Me chamo Seiya. Está tudo bem? Não se machucou?

Com olhos surpresos a menina o observava. Cada detalhe, cada gesto, tudo..

- Estou bem. — disse levantando-se. — Preciso ir.

Atordoada, a menina logo se prontificou a ir embora. Pegou sua mochila e preparou-se para seguir seu caminho, porém Seiya a pegou pelo pulso.

Outra sensação de descarga elétrica passou por seu corpo.

- Espere por favor. — disse ficando de frente para Rin. — Olha, eu sei que pode parecer estranho mas.. Eu tenho tantas coisas para te perguntar! Por favor.

- Me solte. Eu não o conheço. — disse desviando o olhar. — E.. obrigado por me salvar!

Dito isso a menina saiu correndo.

O estranho rapaz limitou-se a observá-la.

xxxxx

Ao chegar em casa não precisou se explicar do porque estava ensopada já que a chuva apertara enquanto vinha do colégio. Rin foi até seu quarto e se trancou no banheiro.

A morena pôs-se a pensar. Era muito para sua cabeça. Mas não podia evitá-lo. Como aquele rapaz podia ser tão parecido com Sesshoumaru? Revirando seu cérebro para tentar achar algum alternativa plausível a menina logo entrou em desespero: Não havia mais nenhuma alternativa plausível.

Uma batida na porta de seu quarto tirou-lhe de seus desvaneios.

- Rin-chan, o jantar está pronto! — gritara Souta.

- Vou comer mais tarde!

Estava tudo muito confuso. Era péssimo que Kagome voltara para Sengoku Jidai..

Sengoku Jidai.

Suspirou.

Sem parar para pensar a menina dirigiu-se até o poço. Olhava fixamente. A primeira coisa que veio a sua mente fora Kikyou e Kagome. O fato de serem indênticas era o que mais a perturbava, o pensamento fixo que ficara em sua mente. Kagome era a reencarnação de Kikyou que morrera tragicamente devido a um plano maligno de Naraku.. E então nascera Kagome..

- Eu preciso saber.. — sussurrou.

Mesmo com muito medo, Rin debruçou-se sobre o poço, fechou os olhos e desejou com todas as suas forças conseguir ultrapassá-lo. Ao abrir os olhos preparou-se para descer sobre a velha escada porém fora surpreendida por Souta.

- Há alguma razão para que queira tentar novamente? — disse.

- Eu.. Só queria tirar uma dúvida.

- Então vá, tente. — disse com um meio sorriso. — Vou esperá-la aqui, ok?

Souta sentou-se em um dos degraus enquanto Rin acenou com a cabeça e voltou a debruçar-se por sobre o poço, mas logo desistiu e correu para os braços do rapaz.

- Estou com medo.. — balbuciou. — Medo de que essa dúvida que tenho seja verdade.

Ele a abraçou.

- Não se preocupe. Seja lá o que for, bom ou ruim, eu estarei aqui com você. — sorriu.

- Sim.. Eu sei.

Souta a abraçou mais forte ainda. Era incrível como o sentimento fraterno florescera tanto nos últimos dois anos. Rin o tinha como um verdadeiro irmão e entre outras coisas naquela Era, Souta era uma das que não estaria disposta em abrir mão.

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A noite fora longa para Rin. Além dos pesadelos que tivera, Seiya não saia de sua cabeça. Passara as aulas mais distraída do que nunca despertando a preocupação de Mayume.

- Algum problema, Rin-chan?

- Não. — suspirou. — Quer dizer, você não entenderia.

- Mais coisas que eu não entenderia? Nossa Rin-chan sua vida é bastante complicada.

- Você não imagina o quanto.

Mayume estava sempre preocupada com Rin. Mas sabia ser sutil quando a menina estava perturbada com alguma coisa. Rin nunca contara nada sobre sua verdadeira vida; sempre dizia que Mayume jamais entenderia. Uma das coisas que mais gostava em Mayumi era que ela não insistia no assunto. Mas sempre deixava claro que estava alí para tudo.

Rin saira de suas aulas extras decidida a passar novamente pelo parque. Precisava enfrentá-lo, ser corajosa.. Ao chegar no local buscou por todos os cantos e nada. Ele não estava lá. Novamente, a menina foi até a beira do rio. Será que fora um sonho? A menina pensou.

Foi quando sentiu alguém puxá-la pelo pulso.

Com a mão direita Seiya a pegou pelo pulso e com a esquerda a girou pela cintura de modo que trocassem suas posições.

- Esse lado é mais seguro para você. — disse com um meio sorriso.

Notas finais
Gostaram? Ficou uma coisa meio tensa mas necessária. Quero postar o próximo capítulo ainda essa semana, se tudo der certo por aqui eu vejo se consigo postar na quarta ok? Bem espero seus reviews! Um beijo!