Para Sempre Com Sesshoumaru-sama
40 Azumi
Notas iniciais
Pensem nas horas que passei pensando pro título deste bendito capítulo. Uma coisa que vou fazer na minha ~quem sabe~ futura fic: Jamis nomeá-las! rs
Bem, aqui vai um capítulo para vocês, e sinto informar-lhes que a fic já está quase em sua reta final. O que significa que todos os mistérios em breve serão exclarecidos!!
Ah, uma perguntinha, vocês curtem YuYu Hakusho?
Bejos! ♥
Bem, aqui vai um capítulo para vocês, e sinto informar-lhes que a fic já está quase em sua reta final. O que significa que todos os mistérios em breve serão exclarecidos!!
Ah, uma perguntinha, vocês curtem YuYu Hakusho?
Bejos! ♥
Depois de muita insistência da parte de Seya, Rin finalmente contara ao rapaz sobre a sua vida. E não era sobre sua 'nova vida' na Era atual. A menina sentia que não fazia sentido mentir para Seya e que também ele não iria acreditar nas coisas pelas quais passou. Então, Rin não hesitou e durante seu habitual trajeto casa — escola e vice-versa a menina contou-lhe tudo.. Exceto por uma coisa.
- E foi assim que vim parar aqui pela segunda vez.Seya permanecia andando ao lado de Rin, calado. Parecia que estava absorvendo tudo que ouvira para tentar chegar a alguma conclusão.- Tudo bem pode rir e me chamar de louca, eu não ligo. — disse revirando os olhos.- Olha, pra falar a verdade.. eu.. — disse franzindo o cenho. — confesso que estou morrendo de rir por dentro! — abriu um sorriso. — Mas.. não me pergunte o porque.. eu acredito em você.A menina deu um meio sorriso. Quando estava com Seya, definitivamente as coisas eram muito mais fáceis.- Então, quer conhecer o Poço-Come-Ossos?- Achei que nunca iria perguntar. — deu um meio sorriso.E lá estavam eles, bem a frente do Poço-Come-Ossos. Ambos o olhavam fixamente. Mas algo chamou a atenção de Seya, inconscientemente deu dois passos mais a frente segunrando-se na borda. Era como se o poço o estivesse sugando. Rapidamente o rapaz se afastou e pegou na mão de Rin, que estava ao seu lado, entrelaçando seus dedos. Na mesma hora aquela sensação de estar sendo puxado desaparecera.A menina não se incomodou quando Seya pegou em sua mão. Mas sentiu que algo estava estranho. Era a mesma sensação de quando Sesshoumaru pegava em sua mão, mas ao mesmo tempo era como se sua pele fosse feita de algo completamente diferente.. Como se não estivesse realmente ali. Era algo inexplicável. E não era humano.xxxNa manhã seguinte ao acordar Rin notou um envelope estranho em sua mesa de cabeceira de onde retirou um pequeno bilhete que dizia: Antes que comece a se desesperar e a se debulhar em lágrimas por não me encontrar ao sair de casa, vim avisá-la por meio desta carta que não estarei disponível para levá-la a escola como de costume. Mas se caso sua saudade de minha pessoa for extremamente insuportável para você, — o que eu tenho certeza de que será — me encontre no hospital onde disse que minha mãe está internada. Todas as informações estarão no final desta carta. Não é apenas um convite, é uma ordem você estar lá. Minha mãe quer saber quem é a "garotinha" que está me roubando dela. Ah, e não se esqueça de trazer o presente pois é seu aninversário. Te encontro lá.Seya.- Seya, seu bobo. — disse dando um meio sorriso.Uma batida na porta chamou-lhe a atenção. Rapidamente a menina dobrou o bilhete e o guardou em uma de suas gavetas da mesa de cabeceira.- Bom dia, Rin. — disse a mãe de Kagome com um meio sorriso nos lábios.- Bom dia, mamãe!- Acordou cedo. — disse enquanto se dirigia ao despertador, desligando-o. — Sabe, Kagome nunca foi de acordar cedo. Na verdade, sempre foi um pouquinho preguiçosa com relação a isso.- Ela faz muita falta não é?- Sim.. Mas se ela está feliz eu fico feliz em dobro! Sabe como dizem: Os pais não criam seus filhos para si mesmos e sim para o mundo. Seja lá em qual for época. A menina deu uma risada.- Nós, mães, só temos que aprender a conviver com isso. Kagome já encontrou sua felicidade e logo Souta será o próximo e depois.. — deu um olhar sugestivo para Rin.- Acredita mesmo que algum dia eu vá conseguir voltar?- Não só acredito como tenho certeza! Agora se arrume e desça pois o café da manhã já está na mesa.- Sim. Ah, mamãe.. Eu devo chegar tarde hoje em casa. Vou visitar a mãe de Seya no hospital, na verdade hoje é aniversário dela.- Tudo bem. Isso é uma boa desculpa para eu me livrar das flores que jii-chan trouxe para casa. Vou amarrá-las numa fita para que você possa presentear a mãe de Seya.A menina sorriu.xxxAo sair das aulas extras, Rin fora direto ao hospital. Logo se dirigiu ao quarto onde estava a mãe de Seya. E antes que pudesse bater a porta Seya já a abrira, surpreendendo-a.- Mas como você.. Ah esquece! — disse. — Trouxe Mayume-chan comigo.. Espero que não haja nenhuma problema.- Olá, Seya-kun. — sorriu.- Olá Mayumi. Não se preocupe Rin, quanto mais gente melhor.- Ei, Seya! Que bagunça! Isso daqui é um hospital, não uma boate.. — gritou uma voz atrás de Seya.Rin e Mayume automaticamente se entreolharam.- Não liguem, ela é assim mesmo. Devem ser esses remédios que mexem com o juízo dela. Agora, vamos entrando.- Ei mulque, eu ouvi isso!- Ah não diga. — disse revirando os olhos.- Seya! — disse Rin, repreendendo-o.Mayumi deu uma risada.- Estão vendo que filho ingrato eu tenho?A medida que entraram puderam ver melhor o estado da mãe de Seya. Estava visivelmente debilitada, com a aparência frágil e com um lenço na cabeça, devido ao tratamento de quimioterapia.
- Essas são Rin e Mayumi. — disse apontando respectivamente.- Hum.. Então você é a famosa Rin? — disse levantando uma das sobrancelhas.A menina corou.- Ah.. sim. — deu um meio sorriso sem graça. — Bem, nós trouxemos isso para senhora.. — ergueu as flores. — Feliz aniversário.- Eu fico feliz que alguém tenha lembrado de me comprar um presente. — disse dando um olhar sugestivo a Seya. - Educação manda lembranças, mamãe.- Muito obrigado Rin, Mayume. As flores são lindas.As duas deram um meio sorriso.- E mais uma coisa: se me chamarem de senhora mais uma vez vou botá-las daqui para fora. Me chamem de 'você' ou Azumi, entendido?- Entendido senh.. Azumi! — disse Mayumi.Rin estava visivelmente desconfortável naquele ambiente. Era estranho ver a mãe de Seya naquelas condições. Tão frágil e ao mesmo tempo tão.. forte em seu jeito de ser.- Rin? — chamou Azumi, tirando-a de seus devaneios.- Ah, sim?- Posso falar com você?- C-Claro!- Vocês dois, para fora.Mayumi mais uma vez não conteu o riso.- Essa velha está a cada dia mais ranzinza.. — resmungou.- Ouvi essa também! — gritou Azumi.Seya e Mayume, então ficaram do lado de fora do quarto esperando. Mayume sentou-se em um dos assentos a frente e Seya permaneceu de pé ao seu lado com os braços cruzados.- É muito legal da sua parte isso que está fazendo, Seya.- Tá falando do que?- Do jeito como trata a sua mãe.Suspirou.- Você é boa nisso sabia , Mayumi? E eu nem notei o sarcasmo em sua voz.- Não estou sendo sarcástica, Seya. Quis dizer que é incrível como lida a situação de sua mãe. Confesso que se estivesse em seu lugar eu seria a pessoa mais cuidadosa do mundo em todos os aspectos possíveis. — disse Mayumi.- Não quero que ela se sinta uma inútil por causa dessa doença e muito menos quero tratá-la como uma inválida. Eu sei que isso é passageiro. Azumi é uma mulher muito forte e me inspira bastante. Sabe como dizem: Vaso ruim não quebra. — deu uma risada sem humor.Mayumi sorriu.Ao virar-se para abrir a porta do quarto onde sua mãe estava internada, Seya cabaleou. Sua vizão escureceu. E a primeira coisa que passou em sua cabeça fora da última vez que se sentira assim, do que Rin havia lhe dito sobre seus olhos.. O rapaz logo virou-se para o lado oposto de Mayumi para não assustá-la.
Notas finais
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Até a próxima!!
Até a próxima!!
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