Notas iniciais
Olá! (:
Nossa gente, vocês não imaginam o quanto eu tô lerda hoje! Pra vcs terem uma noção demorei tipo, uns 10 minutos pra achar o "Gerenciar Minha Conta" uashasu Não liguem, eu sou uma pessoa lerda de natureza! :B
Mas deixa eu dizer uma cosita. Eu á disse isso respondendo os reviews e vou dizer de novo aqui: Ah gente fiquei tão feliz que vcs estão gostando do Seya! ♥ uahsuashu Ele virou meu xodózinho que depois que eu terminar essa fic vou amassá-lo e trancar ele num potinho só pra mim *-* rs Mas falando sério, foi muito bom ver vcs elogiando esse personagem, eu pensei que essa ideia de Seya não daria certo e tals.. Mas me surpreendi :) E quero deixar uma coisa bem clara: Seya não vai roubar o lugar de Sesshoumaru, então por favor não comecem com as ameaças de morte! uashsuahasu É isso gente.
Ah! E quero dar boas-vindas as novas leitoras daqui do Nyah, pras que falaram comigo no orkut e no forms. Sejam muito bem-vindas, meninas :D
Agora sem mais enrolação porque eu já escrevi muito aqui.. rs Vamos ao capítulo!
Boa leitura!

A menina ficou perplexa ao ver aqueles olhos. Deu um passo para trás inconsientemente, enquanto Seiya agachou-se apoiando-se com seu joelho direito e sua mão esquerda ao chão. Ele ficou alí, imóvel e com a cabeça baixa por alguns segundos. Rin por sua vez, voltou a aporxirmar-se e se agachou tentando ver seu rosto.

- Seya! Seya, fale comigo! — gritou.

- Pare de fazer escândalo. — disse ofegante. — Está me fazendo passar vergonha.

Seya levantou seu rosto dando um meio sorriso. Rin novamente ficou surpresa, pois seus olhos haviam voltado ao normal.

- O que.. foi isso? — disse a menina perplexa.

- Não foi nada.. Isso acontece o todo. Sabe, efeitos colaterais. — deu um sorriso sem graça.

- Mas e.. e seus olhos? Porque eles.. ficaram assim?

- Do que está falando?

A surpresa no rosto de Seiya deixou bem claro que o rapaz não fazia ideia do que havia acontecido. Ou.. Será que havia sido sua imaginação? Outra confusão em sua mente. Ver aqueles olhos despertou uma dolorosa saudade que a menina prendera em seu peito com todas as suas forças.

xxx

Semanas se passaram e mais uma vez a menina estava a frente do poço. Será que iria conseguir passar? Se antes tinha acesa uma esperança de que as coisas do outro lado estavam bem, agora Rin já não sabia mais o que esperar. Sem pensar demais a menina desceu a velha escada enferrujada, ficou pendurada no último degrau imaginando o que faria se conseguisse passar..

Balançou a cabeça como se isso afugentasse tais pensamentos e tocou com os pés o solo. E foi quando uma luz ofuscante surgiu em meio a seus pés. A menina não estava acreditando, funcionou! Ela pensou em júbilo. Fechou os olhos com força esperando toda aquela luz ir embora para que finalmente pudesse retornar..

- Ei, o que está fazendo aqui? — disse uma voz conhecida.

Ao abrir os olhos se assutou com Inuyasha bem a sua frente. Antes que pudesse expressar algum tipo de esperança a menina olhou para cima e a decepção veio em seguida.

- Rin-chan!

- Kagome-sama..

xxx

Kagome e Inuyasha raramente vinham juntos. A morena estava sempre preocupada com Izayoi. Por algum motivo a pequena nunca conseguiu atravessar o Poço-Come-Ossos.

Passaram parte da noite comentando sobre as novidades. Todos estavam muito felizes e esse foi o motivo maior para que Rin não importunasse Kagome para tirar suas dúvidas. Ambos estavam radiantes pois a pequena Izayoi havia dado seus primeiros passos e Kagome filmara com sua câmera. Inuyasha estava surpreendentemente empolgado. Falava de sua filha com um brilho radiante nos olhos, sua feição expressava uma felicidade que era incomum para o sempre turrão Inuyasha.

- Se você já ficou assim ao ver sua filha dando os primeiros passos imagine quando ela aprender a dizer "papai"! — brincou Souta.

Por uma fração de segundo os olhos de Inuyasha brilharam, possivelmente imaginando sua pequena o chamando de papai. Mas logo voltou ao seu jeito turrão de sempre.

- Heh! Cale a boca garoto. — disse enquanto cruzava os braços tentando disfarçar seu constragimento.

- É tão triste que eu não possa abraçar essa gracinha! — dissera a mãe de Kagome enquanto observava Izayoi pela câmera.

- Ah mamãe! Não sabe o quanto eu quero que ela conheça a vovó! — deu sorriso abraçando-a.

A conversa fluiu até altas horas da madrugada. No fim, Kagome decidira passar a noite com sua família como a muito não fazia. Claro que a preocupação com Izayoi falou mais alto, por isso Kagome mandou Inuyasha de volta para Sengoku Jidai.

Como não havia um quarto de hóspedes na casa do Higurashi, Kagome ficou em seu antigo -agora novo quarto de Rin.

- Nossa, faz tanto tempo que não venho aqui e no entanto este quarto continua o mesmo. — disse Kagome olhando em volta.

- Mas é claro que continua o mesmo. É o seu quarto. Nem eu nem a mamãe quisemos mexer em nada. Exceto por minha coisas que estão espalhadas por aí. — deu um sorriso sem graça.

- Errado. Esse agora é o seu quarto.

Rin desviou o olhar, cabisbaixa.

- Ei, Rin-chan. — disse colocando as mãos em seus ombros. — Não quis dizer que vai ficar aqui para sempre mas que sempre vai ter um lugar para você. — deu um meio sorriso. — Quantas vezes vou ter que estimulá-la a não pensar sempre no pior? Digo por experiência própria e você sabe bem disso.

A menina acenou com a cabeça.

Kagome protificou-se a arrumar as coisas para dormir. Pegou o velho colchão guardado em baixo de sua antiga cama e procurou por alguns travesseiros. Rin a observava pensando em como perguntar-lhe sobre o que queria saber..

- Kagome-sama!

- O que foi Rin-chan?

- Sesshoumaru está morto não está? Por favor me diz a verdade! — sua voz era urgente.

Kagome a olhava perplexa. Não havia entendido nada.

- Claro que não. Rin-chan porque está me perguntando isso?

- Não precisa mentir para mim.. — disse com os olhos marejados.

- E-Ei.. — deu um sorriso sem graça. — Rin-chan eu não estou mentindo. Ele não está morto!

A menina deu duas piscadelas.

- N-Não está?!

- Não. Inuyasha está sempre dando um jeito de ir vigiá-lo. Sabe, ás vezes eu acho que ainda pode haver algum vestígio de fraternidade entre eles. — disse.

Rin tentou imaginar algum momento de fraternidade entre os dois, mas não era a coisa mais fácil no mundo a se imaginar..

- Eu acho que não, Kagome-sama.

- Pensando bem.. Acho que você tem razão.

As duas explodiram numa gargalhada.

- Mas porque me perguntou se Sesshoumaru estava morto?

Com o enorme alívio que atigia seu peito ao saber que Sesshoumaru estava vivo, a menina contou-lhe sobre Seiya. Cada detalhe, tudo que pensou e tudo que sentiu ao conhecâ-lo.

Notas finais
Por favor se houver algum erro de português, por favor ignorem! rs Eu não revisei, e reescrevi muita coisa agora na postagem :)
Me digam o que acharam ok?
Até a próxima segunda!!
Beijos! ♥