Para Sempre
5 The Surprise Day - Part One
Notas iniciais
Enfim, acho que essa semana não vai dar para mim postar, mas eu vou tentar.
Boa Leitura!
POV: Kyle.
– Vamo, cara! Acorda! — disse Cartman pulando em cima de mim.
– Porra, Cartman! Quer me esmagar? — reclamei o empurrando.
– Se te esmagar fosse te acordar, sim. — respondeu.
Olhei para Stan e Kenny que estavam na porta.
– Que horas são? — perguntei.
– São seis e meia. — respondeu Stan.
– E daí?
– Você não vai para a faculdade? — perguntou Kenny.
– Não, eu vou passar o dia com a Katy, lembra?
– Aé. — disse Kenny.
– Acho melhor você não faltar a faculdade hoje, cara. Vai que o professor passa alguma coisa importante? — disse Stan.
– Relaxa. Ele só está passando revisão. — respondi.
– Ah, ok.
– Quer que eu fale para o professor que você estava passando mal? — perguntou Kenny.
– Se você puder.
– Ok, vamos indo. Cartman tem que encontrar a Zoey. — comentou Stan.
– É. Vamos logo. — apressou Cartman saindo da minha cama.
– Boa aula pra vocês. — disse.
– E boa sorte para você. — respondeu Cartman fechando com Stan e Kenny.
Tentei voltar a dormir, mas não consegui. Peguei meu violão e começei a cantar uma música que eu havia feito já faz um tempinho.
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Depois de terminar, dei um sorriso. A maioria das músicas que eu fiz fora para a Katy, mas isso não importa. Depois, tomei um banho e demorei para me arrumar, afinal, a surpresa tinha que ser perfeita. Depois de finalmente me arrumar, tomei um café da manhã reforçado e peguei um lenço preto e coloquei no bolso. Aí sim, eu fui até a casa da Katy de taxi, porque eu ainda não tinha carro.
Na recepção, parei para olhar a hora no meu celular. Sete e quarenta. Eu sei que ainda estava cedo mas o que a saudade não faz, né?
Subi até o apartamento dela e bati três vezes. Nada. Bati mais três vezes e a chamei. Nada. Abri a porta e entrei.
– Katy? — chamei.
– Ah, isso é ridículo, Josh! Isto não é uma desculpa plausível. Desde quando Alex daria meu celular para uma pessoa fútil como você? — disse Katy gritando. — Já vou, Kyle!
– Ah, ok. — respondi me sentando no sofá.
Não escutava a voz de ninguém mais a não ser a dela.
– Eu estou de folga. Dá um tempo! — dizia Katy. — Que saber? Você sabe como desligar o telefone? Assim.... Babaca.
Katy veio para sala.
– Oi Judeu! Me perdoe por não ter abrido a porta, é que o idiota do meu assistente me ligou perguntando se eu queria sair com ele. — disse.
– Me fale quem é que eu quebro ele.
– Calma Kyle! Você não é nenhum mafioso não né? Está falando como um.
– Desculpe. É o ciúmes.
– Ah, tudo bem. — respondeu sorrindo e se sentando no meu colo. — Eu ensinei ele a desligar o telefone desligando na cara dele. Eu já devia ter feito isso quando ele disse "Alô".
Rimos.
– Escutei você dizendo: "Desde quando Alex daria meu celular para uma pessoa fútil como você? " Posso saber o que aconteceu?
– Alex me convidou para uma festa ontem á noite e eu fui. E foi onde eu conheci Josh e Alex também.
– Você nem me falou, né!
– Nem tem motivo para você ter tanto ciumes. Estamos juntoa a mais de um ano. Onde eu ia arrumar motivo para terminar com você?
– Eu sei lá.
– Hum, desculpa plausível ¬¬'
– É, já está pronta?
– Não. A gente ia sair ás nove.
– Vai terminar de se arrumar. Hoje vamos mais cedo. — disse.
– Ah, ok. — disse ela indo para o quarto.
Me levantei do sofá e fui até a sacada. Mas quando eu abri a porta, desisti e tornei a fechá-la.
– Desculpe, não tinha outro lugar para colocar as flores! — exclamou Katy.
– Não, tá tudo bem! — respondi. — Caramba, é isso que dá ter namorada detetive! Sabe de todos os meus movimentos sem mesmo estar perto de mim!
– Bem, se não está satisfeito, vai atrás da Rebecca!
– Hey! Eu estava brincando e você sabe disso!
– Eu também estava brincando.
Ela saiu do quarto com um vestido azul que ia até o joelho. Como é bom o verão em Nova Iorque!
– Pronto? — perguntei.
– Pronto. — respondeu. — Vamos aonde?
– Isso é surpresa. — respondi. — Pegou um biquini, roupa extra, toalha, etc.?
– Não. Já volto. — respondeu voltando para o quarto.
Ela foi até o quarto e depois de alguns minutinhos, voltou.
– Agora sim. — disse Katy.
– Vamos então.
Fomos até o carro, amarrei o pano preto na cabeça dela e dirigi.
POV: Katy.
– Chegamos. — disse Kyle parando o carro. — Três tentativas para você advinhar onde estamos.
– No aeroporto?
– Essa foi longe.
– No seu apartamento?
– Não.
– Em algum campo, cachoeira ou algo do tipo?
– Não.
– Droga!
– Vou tirar sua venda. — disse desamarrando o nó.
Levei a mão até a boca, supresa.
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