Para Sempre
15 The Beginning
Notas iniciais
Boa leitura!
POV: Kyle.
[...]
– KYLE BROFLOVSKI! QUE DIABOS VOCÊ ESTÁ FAZENDO?? — berrou me interrompendo.
- Hãn?...
- Onde você está e o que está fazendo?
- Posso saber quem é você primeiro?
- A Alex ¬¬'
- Ah, oi Alex!
- Não muda de assunto!
- Ok, ok... Eu estou em South Park. Minha mãe está no hospital.
- E a Katy também. Bonito hein!
- MAS QUE DIABOS ACONTECEU COM ELA??? — perguntei muuuito calminho e nada preocupado.
- Ela se machucou á serviço.
- Aff, por que essas coisas só acontecem quando eu não estou por perto? — ela se machucou três vezes quando fui visitar Washington D.C. para acompanhar um julgamento, uma vez quando fui para Los Angeles para acompanhar outro julgamento.
- É karma! — respondeu rindo.
- Muito engraçado...
- E então? Vai vir para cá?
- Não vai dar. Mas irei quando puder.
- Ah, ok. Tchau!
- Tchau!
E desligamos.
Mas que merda! Por que a Katy só se machuca quando eu estou em outra cidade? Será que ela vai tentar pular do Empire State também? Não, nem posso pensar nisso.
Depois de alguns minutos, chegamos em frente da igreja.
- Ã, boa aula Kyle. — desejou meu pai.
- Obrigado, pai. — agradeci e sai.
POV: Katy.
- Vai ficar sequelas, doutor? -perguntei.
- Não, a sua mão está um pouco torcida só. — respondeu o médico.
- Com quanto tempo vou ficar com esse troço na mão?
- Acho que por uns três dias. Sua mão tem que melhorar.
- E quando eu vou sairdaqui?
- Bem, Srta. Marshal, você levou um soco no estômago que a fez vomitar muito sangue. Não acha que vai ficar aqui por, aproximadamente, cinco dias?
- Sem trabalhar?
- É, acertou.
- Droga. — reclamei cruzando os braços.
Com tantos machucados que eu já tive que eu tinha que ficar semanas no hospital, eu já me tornara amiga dos médicos.
- Vou sair. — disse o médico. — Apenas descanse Srta. Marshal.
- Vou tentar. — respondi.
Ele deu um sorriso e saiu.
Eu estava com uma espécie de luva na minha mão, já que alguém a torcera, e para me fazer desmaiar, deu um baita soco na minha barriga que me fez vomitar muito, mas muito sangue mesmo e ainda desmaiar. Bem, deixe-me explicar a história certa. Ontem, a delegacia fora invadida, e eles me machucaram como machucaram outros policiais, mas teve alguns policiais que conseguiram deter os invasores e os prenderam. Por sorte, nenhum preso fugiu. Agora, eu acho que posso admitir que tenho uma sorte extremamente boa.
Três batidas na porta.
- Srta. Marshal? Você tem visita. — disse a enfermeira entrando com Tom Gregory, aquele homem que eu encontrei ontem na casa de Mary Blonde.
- Olá, Gregory! — cumprimentei.
- Olá, Srta. Marshal. — cumprimentou-me se aproximando enquanto a enfermeira abria a porta.
Ontem, quando eu interroguei Tom, ele me disse que não tinha nada a ver com o crime, mas ele era sobrinho da vítima e queria se vingar do assassino. Contudo, eu ia soltá-lo, mas ele insistiu que eu investigasse com ele.
- Você está bem? — perguntou Tom.
- Acho que sim. — respondi.
- Quando vai ter alta?
- Acho que depois de cinco dias.
Ele pegou minha mão com a "luva", e eu reclamei de dor.
- Está sentindo dor? — perguntou.
- Nãao! — respondi, sarcasticamente.
- Vou chamar a enfermeira.
- Se você chamar, eu vou me jogar daquela janelinha e você não vai ter com quem investigar a droga do caso!
- Olha só como o seu coração acelerou! Vou chamar a enfermeira, espere aí!
E ele foi até a porta, abriu e chamou uma enfermeira. A enfermeira veio até o meu quarto, me deu um comprimido e eu me senti cansada. Meus olhos estavam fechando devagarzinho.
- Bons sonhos, Katy. — disse Tom. — Durma bem, meu amor... — e me deu um beijo.
Tarde demais. Eu já estava sem forças para evitar aquele beijo.
Fale com o autor