Pamela e Ernesto: uma historia medieval.
2 Capitulo 2
POV Pâmela:
eu estava sentindo um gosto horrível na boca e uma ardência insuportável no peito. munha cabeça estava girando e doendo muito. coloquei a mão na cabeça, me lembrando de tudo o que havia acontecido, a ultima coisa que eu me lembrava era de estar me debatendo na água, e me sufocando, quando de repente sinto duas mãos em minha cintura, depois disso apaguei totalmente. comecei a abrir os olhos lentamente, sentindo minha cabeça latejar com a claridade, quando finalmente foquei a visão tive uma imagem da perfeição.
ele era simplesmente lindo, um Deus, tinha os braços fortes e musculosos, o peitoral bem definido, o seu cabelo era marrom e estava molhado, totalmente despenteado, com algumas mechas na frente do olho. em falar em olhos, os deles eram lindos, num tom da cor do cabelo. os dentes eram brancos, e ele abriu um sorriso quando me viu abrir os olhos, mas estava ofegante
POV Ernesto:
quando vi a moça abrir os olhos, dei um sorriso e um suspiro de alívio. então comecei a ouvir as vozes das duas camareiras, imediatamente cubrí a moça rápidamente com uma toalha que tinha no local.
–haaaaa- gritaram as duas em uníssono quando me viram.
–o que você fez com ela, seu pervertido?- disse uma das camareiras, enquanto a outra corria para ver a jovem.
–eu não fiz nada, apenas ajudei, ela estava se afogando.- disse me afastando da moça que começava a tossir.
–isso é verdade princesa Pâmela?- nesse momento soube que ela era princesa, e também soube o nome dela, que era realmente lindo, assim como ela.
–e verdade sim.- disse Pâmela. — e o seu nome qual é, posso saber?- me perguntou ela.
–meu nome é Ernesto- disse me curvando.
–não precisa se curvar- disse ela.
–é melhor nós irmos para o castelo, você precisa se recuperar, e seu pai, bom o rei eu acho que vai querer falar com esse moço- disse apontando para mim.
–ok, acho melhor mesmo eu descansar, estou me sentindo horrível- disse a princesa.
a camareira chamou um guarda, e mandou que o mesmo me escolta-se até a sala do rei. mas antes me deu uma toalha para que eu me seca-se. andamos um pouco até que chegamos a uma sala, ela era enorme, e totalmente ornamentada com ouro. bem no meio da sala havia um tapete vermelho que se estendia ate os tronos. fui andando ate que cheguei perto do rei e me ajoelhei.
– já fiquei sabendo de algumas coisas meu caro rapaz, e devo dizer que sou muito agradecido a você, por ter salvo a vida de minha filha.- disse o rei.
– não precisa agradecer, meu caro rei, só fiz o que achei o certo, vi a princesa se afogando e fui ajuda-la- falei me lembrando da bela visão que tive daquele corpo.
– sabe, muitas pessoas, se fizessem o mesmo que você fez, me pediriam dinheiro em troca. mas vejo que você é um homem de bom coração. e devido as circunstancias devo lhe perguntar, você por acaso tem algum emprego?- disse o rei.
– não, eu não tenho nenhum trabalho, na verdade, vim ate este reino para procurar um- disse um pouco curioso com a pergunta.
– então, eu quero lhe convidar para ser o guarda-costas de minha filha, a tempos que eu estava procurando alguém qualificado, mas ate então não tinha encontrado ninguém.
– eu aceito- disse, mas estava realmente pensando na hipótese de ficar mais perto da princesa.
– mas que ótimo, então o guarda levara você ate seus aposentos que ficaram do lado dos da princesa,e ensinara você tudo que precisa saber.
–obrigado, muito obrigado.
Fale com o autor