Palavras
14 14; Perdas
Sempre havia um dia no ano em que Orihime parecia mais abatida que o normal. Ulquiorra notou que ela comia pouco naquele dia, ficava calada e trancava a porta de seu quarto para chorar. A própria atmosfera da casa ficava cinza, diferente da luz que a mulher normalmente irradiava de si, alegre.
Ele não compreendia muito bem como aquilo funcionava, mas Orihime pegava a foto de seu irmão e chorava silenciosamente. Ulquiorra preferia respeitar o luto dela, observando tudo.
Mesmo que aquela fosse uma perda gigante na vida dela, ele queria deixar bem claro que aquela mulher nunca lhe perderia.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
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