Palavras

9 Decisões


Notas iniciais
Esta curto mas se tudo correr bem posto mais um ainda hoje.:D
COMENTEM TÁ!!!

Ainda o observava, mas antes que ele pudesse terminar oque escrevia, ambos nos sobre saltamos ao ouvir o som de alguém batendo na porta, ele então levantando se e saindo apressado.

Considerando essa ser uma chance de alguém me ajudar comecei a gritar por socorro e bater com toda força na porta do quarto mas meus esforços se mostraram inúteis, corri até a janela, de onde tinha uma visão parcial da frente da casa, de lá pude ver uma caminhonete se afastando bati no vidro, mesmo sabendo que não conseguiria chamar a atenção de seu condutor que já se distanciava, sentei me, sem acreditar em minha chance perdida, começando a chorar, olhei então aos pés da cama onde, estava jogado o bloco de papel ao qual ele havia trazido, o peguei no intuito de ler oque nele havia.

Você é a pes...

A frase estava inacabada não conseguia saber nem deduzir ao certo oque pretendia me dizer. Eu sou oque? Essa interrogação dava voltas em minha mente.

Ele só voltou tarde da noite, eu já estando deitada, fiquei imóvel para que não percebesse que estava acordada, me surpreendi quando ele tirou a mascara que cobria seu rosto, o quarto estava escuro e meus olhos semicerrados, fingindo dormir, mas o pouco que pude ver de sua face, de uma forma estranha me parecia familiar, torci para que ele se aproxima se, para que pudesse ver melhor, mas não o fez, saindo depois de alguns minutos.

Assim que ele saiu me sentei na cama, tentando me lembrar de onde conhecia seu rosto, mas minha memoria não chegou ao ponto de achar uma resposta.

Talvez só estivesse imaginando coisas tentando de alguma forma torna-lo familiar á mim minha mente então me pregando peças, no momento não tinha tempo a perder me preocupando com isso tinha que ocupar meu intelecto com coisas uteis, em primeira estância fugir dali.

Passei grande parte da noite, percorrendo por minhas memorias desde o primeiro dia que estava presa, tentando encontrar qualquer brecha ou detalhe que tivesse passado despercebido por mim , estava prestes a pegar no sono, já vencida pelo cansaço, quando uma epifania me ocorreu, trazendo um fato até então ignorado.

O jeito que tentou melhorar de atitude, o modo mesmo que deficiente com o qual tentava atender meus pedidos, como beijou e tocou em mim, e o mais obvio o jeito como me olha.

Ele sente algo por mim, seja isso um desejo sexual, obsessão, ou qualquer outro sentimento doentio, eu até então estava sendo uma imbecil por não notar..

Era essa a resposta, usaria esse fato para tentar manipula-lo, mesmo que esse método me faça sentir asco de mim mesma e acabe com qualquer resquício de dignidade que ainda tenha, mas se é isso que preciso fazer para sair daqui então o farei.