Notas iniciais
Oie eu sei que to postando rapido, meu dia foi corrido, prometo responder os comentarios amanhã. Agradeço a todos pelo carinho e momento PezBerry.

CAPITULO XX

Santana

Santana estava sem chão, tudo estava estranho. Ela estava com raiva de Brittany, decepcionada com a loira. Raiva atravessava a sua pele, como Brittany tinha feito isso com ela.

Entrou no primeiro bar que viu, precisava de álcool. Precisava parar de pensar na loira, precisava de tanta coisa naquele momento.

Pediu uma dose de tequila, e depois outra e outra. Já era seu décimo quinto copo. Santana não raciocinava direito. Decidiu ir a um lugar.

Já era 03h00min da manhã, quando chegou a frente da casa de seu tio Leroi, Santana precisava de amor, carinho e rápido. Rachel daria isso a ela, nunca tinha pensado em Rachel dessa maneira, iria usa-la.

Mais Santana estava cansada daquilo, tinha sido burra se envolvendo com Brittany, ela nunca poderia dar a vida que o grandão com cara de retardado daria, ela sabia que aquilo ia acontecer só não queria acreditar.

Porque isso tinha que acontecer logo com ela, já não tinha sofrido demais. Riu de se mesma isso daria uma ótima musica.

Pegou a chave do portão que tinha no bolso, e entrou. Estava tudo escuro, subiu as escadas e foi direto para o quarto de Rachel. Deu algumas batidas leves, não obtendo resposta bateu com mais força.

Logo ouviu alguns passos e a porta foi aberta, Rachel a olhou com surpresa. Santana a empurrou entrando em seu quarto e trancando a porta atrás de si. Agarrou sua nuca e a puxou para um beijo. No começo Rachel se assustou e recuou mais logo se aproximou novamente e agarrou a bunda da latina, a levantando em seu colo.

— O que você ta fazendo? — Rachel perguntou enquanto leva a latina até sua cama.

— Deixando de ser burra.

Santana beijou o seu pescoço.

Rachel a deitou na cama, e ficou por cima da latina. Beijavam-se com fervor, com uma urgência. O quarto estava quente, ambas estavam suadas. Rachel estava com uma camiseta e um pequeno short, parecia um conjunto devido ao desenho em ambas as peças.

Ela saiu de cima da Santana e foi ao banheiro. Santana sentiu falta do corpo quente sobre o seu.

— Rachel, onde você foi?

Perguntou com a voz estranha por causa pra presença do álcool ainda em seu corpo. Acabou olhando pro teto.

— Estava me procurando? — Perguntou Rachel, nesse momento Santana se levantou e ficou de frente para a morena.

Rachel estava despenteada que lhe dava um ar extremamente sexy, a camiseta estava um pouco molhada de suor, deixando claro o contorno de seu corpo, inclusive os mamilos eriçados. Os olhos castanhos tinha um brilho de fogo, uma chama de desejo que contagiou Santana, que nesse momento não estava ligando pras consequências.

Santana passou a língua por seus lábios que estavam secos por causa do calor em seu corpo. Qual Rachel a viu molhar os lábios gemeu.

Santana foi em sua direção a imprensando na parede, Rachel deu um gargalhada, estava adorando ver a sua prima fora de si. Então se beijaram um beijo com vontade, com urgência. Santana foi a empurrando em direção à cama, a puxou Rachel ficou em seu colo. Rachel se a apertava cada vez mais contra si, Santana passava as mãos sobre seu rosto.

Rachel se levantou do colo de Santana sobre protestos.

Venha tomar banho comigo? — Propôs, sem esquivar seu olhar de Santana.

Claro. — Concordou sorrindo de volta para ela, lhe enviando um sorriso de pura malícia.

Rachel voltou a segurar a mão de Santana e foi a conduzindo em direção ao banheiro.

Quando enfim entraram no outro cômodo, Santana notou que havia algo diferente por ali. A fraca iluminação provinha apenas de pequenas lâmpadas alaranjadas embutidas no gesso do teto, tornando o ambiente mais envolvente e confortável. Rachel a levou ao canto do banheiro, fazendo-a parar logo ao lado da hidromassagem, a qual era grande, comportando cerca de cinco pessoas, e em forma arredondada.

Agarrou as beiradas da blusa de Santana, removendo a peça com a sua cooperação. Santana tirava seu sutiã enquanto Rachel abria o botão de seu short e o puxava para baixo. Ok, ter as mãos de Rachel naquela região a enchia de uma sensação que ela já conhecia – Tesão. Ela só não sabia exatamente o que esperar de Rachel, mas era óbvio que em breve descobriria.

Ao ficar apenas de calcinha, Santana podia jurar que um pouco daquela obstinação de Rachel se desfizera, mas Rachel era decidida o suficiente para sustentar o olhar da latina e não ousar olhar para sua lingerie vinho.

E Santana lutava cosigo mesma para não ir embora dali, pois não me sentia preparada o suficiente para tamanha aproximação, intimidade, envolvimento com Rachel. Mas ela sabia que era irremediável. Mais ela precisava daquilo urgentemente.

Santana subiu os dois pequenos degraus que davam acesso à hidromassagem, entrando na mesma logo em seguida. Sentou-se por fim, ficando com a água até um pouco abaixo de meus seios. Havia uma espessa camada de espuma alva sobre a superfície da água morna, e ela parecia cintilar sob a iluminação das pequenas luzes embutidas no teto. Movimentou seu corpo um pouco mais para frente, permitindo que Rachel se sentasse logo atrás de dela. Santana manteve uma distância suficiente para que seus corpos não se encostassem, pois eu estava estranhamente nervosa.

Por que estava tão nervosa? Argh. Já tinha feito isso antes.

Parece que você está tão tensa. — comentou Rachel com a voz bem suave, como se pudesse ler seus pensamentos. Acho que uma massagem lhe cairia muito bem — disse por fim, e Santana pode sentir o sorriso em sua voz. Mas não me atrevi a virar para trás a fim de olhá-la.

No instante seguinte Santana sentiu as mãos da morena repousarem sobre seus ombros, e era bem perceptível que estavam molhadas e recobertas por uma leve camada de espuma. Seus dedos começaram a se mover sobre os seus ombros, os pressionando com uma precisão incrível, porém suave e vagarosa. A sensação era muito relaxante, portanto a latina sentiu alguns pontos de tensão de meus ombros se desfazerem com aquela massagem. Ela estava quase suspirando.

Depois sentiu as mãos de Rachel escorregarem por suas costas bem devagar. As palmas eram muito macias e deslizavam sobre sua pele como se fossem o mais genuíno cetim. Santana se arrepiava com seus toques volúveis e cheios de uma intensidade desconhecida. Contudo, ela era suave demais, gentil de uma forma que ela nunca havia experimentado.

Rachel voltou a repousar uma de suas mãos sobre seu ombro direito, afastando dali alguns fios de cabelo. Santana fechou seus olhos e inspirou profundamente ao sentir seus lábios se encostarem e desferirem beijos lentos sobre o ombro, indo em direção ao pescoço. Ao chegar ao seu destino, Rachel sugou e mordeu a lateral do pescoço da latina de uma forma muito intensa, a qual a fizera arrepiar.

Santana não hesitou em ficar em pé e girar seu corpo. Rachel se moveu dentro da hidromassagem, sentando-se quase no meio da mesma. Santana voltou a se sentar, ficando de frente para Rachel, e entrelaçou suas pernas ao redor de sua cintura de uma forma que pouco faltava para Santana se sentar em seu colo. Ela sorriu para a latina e colocou seus braços ao redor de seu pescoço, a puxando para ela. As pálpebras da latina cederam e no segundo seguinte seus lábios se encaixaram, e então se deu início a um beijo lento, querendo sorver cada milímetro da boca uma da outra.

Santana pousou suas mãos sobre as costas de Rachel e as deixou vagar sobre aquela superfície lisa, querendo reconhecer cada pedacinho da pele dela. Quando deu por si, Santana já a pressionava ela contra si, e suas mãos a acariciavam de uma forma estranhamente possessiva, como se Santana precisasse convencer a si mesma que aquilo era certo, que não estava fazendo besteira.

Abriu o fecho do sutiã de Rachel e depois afastou as alças de seus ombros. Rachel a fitou demoradamente, e Santana ficou hipnotizada pela ardência alojada no escuro castanho de seus olhos. Afastou um pouco o corpo da morena do seu, e então o sutiã automaticamente caiu na água. Santana pegou aquela peça e jogou no chão do banheiro, voltando a olhar para o tórax desnudo de Rachel.

Os seios de Rachel possuíam um tamanho mediano e eram bem arredondados e firmes. Nunca tinha se interessado pela morena antes, mas tinha que admitir que naquele momento Rachel a enlouquecia. Colocou a ponta de seu dedo na garganta de Rachel e desceu, passando pela base do pescoço, colo e parando enfim entre seus seios. Sustentou o olhar dela, mas eu via que algo inquietava Rachel.

Escorregou seu dedo um pouco para a direita e então fechou sua mão sobre aquela protuberância macia, a pressionando levemente. Rachel cerrou seus olhos e entreabriu os lábios, e Santana pode sentir a forte respiração dela se mesclar com a sua. Santana afundou seus lábios nos dela, aumentando um pouco a pressão que ala realizava no seio de Rachel enquanto acariciava o outro com a mão vaga. Tocar aquela parte íntima de Rachel era extremamente prazerosa para a latina, e ver o quanto ela estava apreciando apenas me estimulava a intensificar tudo.

Rachel desprendeu seus lábios dos de Santana e os pousou sobre seu pescoço, traçando uma linha invisível dali até seu ouvido. Repuxou a cartilagem da orelha com seus dentes e depois a sugou. Suas mãos imergiram e se alojaram sobre as coxas, as acariciando com as pontas dos dedos. Aquele conjunto de sensações deixava Santana violentamente arrepiada e tomada por um desejo arrebatador.

Quando suas mãos se aproximaram da intimidade da latina, as pernas de Santana, de forma inconsciente, se fecharam. Ela não sabia por que ainda resistia se queria tanto aquilo.

Fique calma Santana. Eu não farei nada que você não queira. sussurrou Rachel com a voz aveludada, em seguida arrastando sua língua pela região que se localizava um pouco abaixo da orelha da latina.

Só de ouvir aquela voz reconfortante Santana se sentiu estranhamente segura, dominada, vencida. Suas pernas relaxaram e se abriram lentamente ao mesmo tempo em que Rachel colava seus lábios nos dela, de tal forma que Santana pode sentir seu sorriso. Suas mãos subiram da coxa da latina para a lateral de seu corpo, parando enfim sobre suas costas. Rachel se inclinou um pouco e então contornou a auréola do mamilo com a ponta de sua língua, o sugando para dentro de sua boca logo em seguida. Aquela sensação era mais do que deliciosa. Depois distribuiu beijos e chupões em ambos os seios de Santana, fazendo-a suspirar e enroscar seus dedos nos fios de cabelo de Rachel. E, de repente, aquilo não era o suficiente.

Sem medir consequências, colocou sua mão sobre a coxa de Rachel e a subiu sem pudores até o meio de suas pernas. Pressionando os dedos indicador e médio sobre a parte inferior de seu sexo, realizando movimentos de vai e vem sobre o tecido da calcinha. Assistiu Rachel paralisar, fechar os olhos com força e suspirar de forma audível. Aquela cena era mais do que excitante. Santana estava enlouquecendo.

Como a água atrapalhava todo aquele processo, com a mão vaga Santana procurou a tampa do ralo e a removeu, notando que o volume do líquido morno ia abaixando rapidamente. Poucos segundos depois a banheira estava vazia e seu fundo ficara recoberto pela fina camada de espuma.

Santana foi se inclinando em direção a Rachel, obrigando-a a se deitar sobre o fundo da banheira, e então se pós de quatro sobre ela. A latina desceu seus beijos do meio dos seios da morena até ao umbigo, onde introduzi repetidas vezes sua língua. Era bem nítido que o abdome de Rachel subia e descia rapidamente, denunciando sua respiração irregular, o que deixava Santana ainda mais enlevada. Santana enroscou seus dedos no cós de sua calcinha da morena e a puxou para baixo, trazendo-a até aos pés de Rachel e enfim a removendo. Fez Rachel flexionar suas pernas, tornando o acesso à intimidade dela muito mais fácil. Dali em diante seria tudo muito instintivo. Santana nunca tinha pensado em algo semelhante antes, e tinha medo.

Santana deitou-se de bruços e transferiu o peso de seu corpo para seus antebraços. Fitou por um instante sua vulva rosada e que aparentava ser tão macia. Era extremamente excitante ficar tão perto do ponto mais sensível do corpo de Rachel. Beijou demoradamente os grandes lábios vaginais e depois entreabriu os pequenos com a ponta de seus dedos, ganhando mais visibilidade em relação ao clitóris. Arrastou sua língua vagarosamente sobre a pequena esfera, realizando movimentos circulares por ali logo em seguida. Olhou para cima e assistiu Rachel franzir o cenho, e lhe lançar um olhar irracional e gemer baixinho. O meio das pernas da latina começou a pulsar imediatamente.

Depois contornou com a ponta da língua a entrada de Rachel, a introduzindo ali logo em seguida. Fazia movimentos de vem e vai com meu membro aveludado, sentindo o quão quente e apertado era o interior de Rachel. Realizou movimentos variados sobre o clitóris com a ponta do indicador, tornando a pressão gradativamente mais intensa. Os gemidos de Rachel iam enchendo o ambiente e se fazendo cada vez mais audíveis e prolongados. Rachel colocou sua mão sobre a cabeça da latina, a impulsionando a ir mais fundo dentro dela. Aquilo estava a enlouquecendo.

Não demorou muito para Santana sentir as paredes internas de Rachel se contraírem e tremerem, assim como seu clitóris. Ela exclamou um gemido mais alto, anunciando seu ápice, e enchendo Santana de uma satisfação incomparável.

Santana foi se sentando lentamente e a afastou. Elas se sentaram de frente uma para outra e sorriram, passando a se beijar.

A latina não podia acreditar no que tinha feito, e tinha que se preparar para as consequências que viriam.

Notas finais
Então, ficou muito forte.