Notas iniciais
Oie meu povo, ôia eu aqui de novo e vou novamente agradecer a todas vocês que favoritaram, gente deixa comentario lá vai, to me sentindo sozinha. Sejam boazinhas comigo e perguntem, dêem a sua opinião e deixem sugestões. Dedicando novamente a Stephanie e Laira Leão, Brigada por sempre comentarem, beijos.

CAPITULO VI



Brittany observou o relógio que marcava seis e meia da noite. Deitou-se na cama infeliz. Não havia ido ao encontro. Tentava se convencer que fora melhor assim. Precisava pensar assim, para não morrer de desgosto.

O que tinha em Santana que mantinha sua mente tão cativa nela?Angustiada sacudiu a cabeça como se isso pudesse afastar os seus pensamentos nela.

Mas por mais que se esforçasse não conseguia.

Será que esse sentimento era amor? Ela amava Santana? Um dia fora o suficiente para amar alguém?

Sexta-Feira chegou, Brittany estava distraída na biblioteca, quando sua mãe a chamou na sala.

— Brittany, você ainda não se trocou? Finn vem te pegar, filha.

— Eu vou assim mamãe.

Susan fitou-a horrorizada.

— Assim?

Susan observou a calça jeans, o tênis e a camisa branca que ela usava. Seus cabelos estavam presos em um rabo de cavalo.

— Sim mamãe. Então ouviram o toque do interfone e a empregada veio avisar que Finn estava na entrada.

— Pede para os seguranças deixá-lo entrar.

Brittany saiu da biblioteca e foi para a sala.

Susan meneou a cabeça desanimada para Brittany e aguardou o rapaz.

A campainha soou, a empregada abriu a porta. Brittany ficou sem reação no sofá e o viu entrar. Finn a avistou e ergueu as sobrancelhas, pelo jeito que a viu vestida, devia achar que ela não iria.

Finn Hudson era um homem de vinte e cinco anos, filho de um banqueiro. Seu pai era amigo do pai de Brittany. Ele era filho único, tinha cabelos castanhos escuros, olho castanho era alto e forte.

Susan se aproximou dele e disse animada.

— Finn, que bom que você veio. Brittany vem cumprimenta Finn.

Brittany se levantou como uma marionete foi até ele e se erguendo, o cumprimentou com um beijo rápido no rosto.

— Tudo bem, Brittany? Seu pai te avisou que eu viria?

— Avisou.

Ele então passou os olhos nas roupas dela e perguntou.

— Você está pronta?

— Estou.

Finn vestia um terno italiano impecável, camisa branca, gravata vermelha e paletó. Brittany sabia que estava destoando ao lado dele, mas não iria se trocar para sair com ele.

Finn então vendo a atitude de Brittany, mesmo vendo-o tão bem vestido, e querer sair com ele daquele jeito, ele disse determinado.

— Então vamos.

Brittany aproximou-se dele. Finn a pegou pelo braço e a conduziu a sua Ferrari vermelha, abrindo a porta para ela. Ele deu a volta no carro, mas antes que entrasse, tirou o paletó, tirou a gravata, abriu os botões do punho e abriu a camisa branca parcialmente, revelando os pelos castanhos. Brittany surpresa desviou os olhos dele. Ele sentou-se ao volante. E se virou para ela.

— A onde você quer que eu a leve?Eu pensei em te levar a um restaurante, mas eu vi pelas suas roupas que talvez você quisesse pegar um cinema, teatro, ou quem sabe um parque?

Brittany envergonhada por sua atitude tão imatura, resultado de sua revolta; falou em tom de desculpa, mas abrindo o jogo com ele.

— Desculpe-me por não ter me arrumado melhor, mas eu estou aqui com você, não por minha vontade, mas por imposição de meu pai. Por isso meu desleixo. Foi uma espécie de protesto, mas eu sei que você não tem culpa.

Finn tirou os olhos dela e olhou para frente por um momento, pensativo, então voltou a olhar para ela.

— Você quer que eu fale com seu pai que nós saímos e você volta para sua casa, desobrigada de sair comigo?

Brittany arregalou os olhos surpresa, não esperava essa atitude dele, Finn sempre nas festas que participavam juntos, de alguma forma, ele tentava tirá-la para dançar, ás vezes pegava sua mão tentando levá-la para um lugar tranquilo para conversar com ela, mas sempre ela rejeitava, dando desculpas, se desvencilhando.

— Por que Finn, você faria isso por mim?

Os olhos castanhos dele fitaram-na de maneira estudada e intensa.

— Por que eu cansei Brittany, cansei de tentar me aproximar de você.

Os olhos de Brittany pousaram de imediato no rosto de Finn, mas esse não dava qualquer pista de seus sentimentos. Ele a fitou à espera de uma resposta. Ela, porém, permanecia quieta.

Por fim, ela respondeu.

— Não há por que não sairmos como amigo. Eu quero sair com você.

Ah, obrigada. —Disse com ironia, e depois ele riu.

Brittany não esperava que ele levasse na brincadeira e ficou vermelha.

— Só que você não me respondeu aonde você deseja ir?

— Podemos ir a uma lanchonete. Sempre vou a restaurantes, nunca como hambúrgueres, batatas. Seria interessante.

— Hum, muito bem então. Tem um lugar ótimo aqui perto, fazem um ótimo lanche e tem música ao vivo.

Brittany sorriu animada.

— Seria maravilhoso.

Finn virou a chave no contato e deu a partida no motor, saíram da mansão. Brittany reparou nele enquanto ele dirigia sem que ele percebesse, observou os pelos negros que estavam amostra no braço, o perfil dele era bonito, o nariz reto, as pestanas longas.

Brittany então se voltou para a janela, daria tudo para que estivesse agora ao lado de Santana. O que ela estaria fazendo agora? A imaginou saindo com alguma garota e seu coração se apertou no peito, lágrimas ardiam em seus olhos, mas ela conseguiu contê-las.

Momentos depois, Finn estacionava em frente ao restaurante, que tinha grandes portas de vidro, e janelas amplas, estava cheio de gente. Garçons atarefados andavam de um lado para o outro. Tudo isso Brittany conseguia ver pela janela, sem sair do carro. Finn parecia não estar com pressa de entrar. Desligou o motor e fitou Brittany.

— Tem coragem de enfrentar o ambiente?

— Por que não?

— É um ambiente que você não está acostumada.

— Mas e você, está?

Finn riu, observando-a.

— Já vim muitas vezes aqui na época que eu fazia faculdade, meus amigos frequentavam aqui. Ele assusta, pois é muito movimentado, mas o ambiente é familiar.

Brittany sorriu.

— Então vamos. Não vejo a hora de comer um pouco de comida popular.

Sem duvida, agora os olhos castanhos dele fitavam-na divertidos. Brittany sorriu, e pela primeira vez estava gostando da companhia dele, ele parecia ser tranquilo e uma pessoa fácil de lidar.

Finn abriu a porta do carro e saiu. Brittany não esperou que ele desse a volta e abrisse a porta para ela. Ela saiu do carro, atravessando a área do estacionamento na direção da porta do restaurante.

— Quero te confessar uma coisa – Finn disse, enquanto andavam entre as mesas repletas.

— Confessar o quê?

— Estou feliz que não tenha recusado meu convite.

Brittany sorriu.

— Eu também estou feliz de estar saindo com você.

Brittany sentou-se na mesa de canto, perto da janela. Então ela ergueu o rosto para a garçonete que a atendia, dando-lhe o cardápio.

CONTINUA...

Notas finais
Alguém ai perdoaria, Santana vai entender? Isso só saberão no próximo capitulo. beijos e comentem.