Notas iniciais
Oei, não queiram me matar porfavor, porques a partir daqui as coisas se complicam e complicam, ah... Capitulo com uma participação de Stephanie Mesquita, e como sempre abraço a todas e beijos é no rosto tá, rsrsrs, não me levem a sério sou meio ou até inteira palhaça. E JustIsabela você não me respondeu, eu te causo arrepios eim ^^.

CAPITULO XII

— Você é ingênua Brittany, ela está atrás de sua herança. Será que você não percebe isso?

Brittany encarou Arnold que massageava o peito, fazendo chantagem emocional. Mas isso não ia funcionar com ela.

— Eu a amo papai.

— Meu Deus, meu coração não vai aguentar.

— Seu coração está ótimo papai.

Arnold fechou os olhos no carro e massageava o peito, Brittany fitou-o preocupada.

— Papai, quando você vai entender que sua menininha cresceu? Eu tenho vinte anos, sou uma mulher adulta.

— Eu quero o melhor para você.

— Não duvido que você queira papai. Mas nem sempre o que o senhor acha que é o melhor, é o melhor na minha concepção da vida.

Brittany o abraçou, sentiu seu perfume caro, o tecido da camisa de seda. Tão diferente do perfume barato de Santana, mas que ela amava tanto.

— Papai, não fica assim. Deixa-me dessa vez fazer minhas escolhas. Eu só vou conhecê-la. Do jeito que o senhor age, parece até que eu já irei me casar com ela!

Arnold impassível a afastou de si, segurando-a pelos braços lhe respondeu duro.

— Não adianta me abraçar, tentando me persuadir. Não vou mudar a maneira que penso, por causa de uma pé rapada, como ela. Vou falar com Finn, ele é homem para você, um rapaz bom, um engenheiro renomado. Amanhã o convidarei para ir á nossa casa. Você passará a sair com ele.

Brittany desvencilhou dos seus braços.

— Papai, ele sabe que ele é só um amigo. Eu deixei claro para ele quando saímos.

— Ele gosta de você.

— Papai, eu amo a Santana e sei que ela me ama. O que Santana fez para o senhor, para que o senhor não gostasse dela?

— Só o fato de ela existir já me incomoda. De saber que ela te tocou, com aqueles lábios imundos.

— Papai que horror. — Brittany ficou pálida, respirou fundo e então num tom autoritário disse firme. — Papai. Eu sinto muito, mas eu dessa vez vou contrariá-lo. Eu quero conhecer Santana melhor, quero estar com ela.

— É mesmo? — Havia uma ameaça velada na voz dele. — Pois saiba que darei um jeito de mudar isso. — acrescentou, vendo que ela empalidecia.

— O que você fará papai? — Brittany indagou com voz fraca.

Nessa hora o carro passava pelos portões abertos pelos seguranças da mansão.

— Em casa falaremos sobre isso.

Brittany virou o rosto para a janela, lágrimas desciam por seus olhos.

Quando eles entraram em casa, Arnold deu um grito, chamando Susan, que logo apareceu assustada.

— Susan. Você não sabe controlar sua própria filha. Advinha. Ela estava de braço dado, com uma garota, ouviu bem uma garota na casa de Rachel, uma bronca, proletária. Eu quando vi as duas, quase voei no pescoço daquela vagabunda.

Susan horrorizada fitou Brittany, não pelo fato de ser uma garota mais pelo fato de que não acreditava que Brittany mentiu pra ela.

— Filha! Como você pôde fazer isso comigo?Eu confiei em você!Quem é essa garota?

— Uma mulher maravilhosa mamãe. E eu não vou abrir mão dela. Ninguém vai me afastar dela, eu a amo!

— Você a ama? Mas você nunca me falou dela?Quem é ela?

— Claro que eu não ia falar. Vocês iam agir dessa maneira que estão agindo agora! — Falou Brittany alterada.

Arnold andava de um lado para outro impaciente, massageando o peito. Susan foi até ele e o abraçou.

— Arnold, fica calmo, você sabe que não pode se emocionar.

Brittany a riu.

— Vocês podem parar de encenação. Papai não tem nada mamãe. O pai de Rachel me confirmou. O que ele teve foi apenas um stress momentâneo e isso não prejudicou o coração.

Arnold explodiu.

— Você está proibida de sair de casa e de usar o telefone. Se sair, será comigo, com sua mãe ou com Finn.

Brittany fitava seu pai aos prantos, lágrimas escorriam por seu rosto.

— Papai. Isso é um absurdo!

Brittany então sentiu um mal estar, sua visão a princípio ficou borrada e ela tentou se segurar no sofá, mas não conseguiu. Tudo escureceu e ela, caiu desmaiada na sala.

Brittany acordou e olhou tudo, o quarto estava iluminado com o abajur, ela se sentou confusa e lembrou-se da discussão na sala. Ela se sentia meio dopada e, meio aérea, estranha.

Aproximou-se dela uma senhora uniformizada de branco.

— Olá Brittany. Eu sou a enfermeira Stephanie Mesquita, eu estou aqui para cuidar de você. Você precisa de alguma coisa.

— Por que eu estou me sentindo tão estranha?

— Depois que você desmaiou, seu pai chamou o Dr. Leroi, ele disse que só foi um mal estar passageiro, tranquilizando seu pai. Mas como você anda muito nervosa, você está sob efeito de calmante.

Brittany disse com voz pastosa.

— Preciso ir ao banheiro.

A enfermeira a pegou pelo braço e a ajudou. Depois a levou para a cama. Brittany viu sua camisola no corpo.

— Tome, beba isso. É suco de uva. Fará bem. Quer comer alguma coisa?

Brittany negou e perguntou.

— Quanto tempo eu estou aqui, desde o desmaio?

— Vinte quatro horas. Você desmaiou no Domingo á noite, hoje é segunda á noite.

Brittany fechou os olhos, os sentindo pesados e disse antes de apagar de novo...

Meu Deus!

CONTINUA...

Notas finais
Tenho que preparar vocês Finn deixou de ser fofo, é mostrando as garras, proximo capitulo "Beijo e Ligação", Santana fofa.
Ah ja tenho uma fic, pra depois dessa, sou estou dessidindo qual eu posto. Deem a opinião de vocês.
1ª Complicada Paixão > Santana nunca pessou que poderia se apaixonar por sua professora, mais isso aconteceu e agora o que fazer, sabendo que tem empecilhos a diferença de idade, a professora e noiva e o preconceito.
2ª Aceitação > Não era a intenção de Quinn se apaixonar pela sua nova colega, depois de se mudar Quinn conhece Santana, Brittany e Rachel, o que aconteceria se Rachel se negasse a aceitar esse amor.
3ª Perdida > Brittany mora em uma metopole e acaba voltando no tempo, para o século XIX, com a jauda de Santana tenta um jeito de voltar, o que ela não sabia e que seu coração ja tinha outros planos.