Notas iniciais
Oie gente, como prometido postando aqui outro capitulo, no proximo as coisas vão esquentar, será bom ou ruim, não esqueçam de comentar por favor, e até amanhã.

Os três dias passaram arrastados. A ansiedade de ver Santana a deixaram uma pilha de nervos.

Brittany levantou-se cedo no Domingo. O dia como sempre se arrastou, ficou apreensiva no quarto até dar o horário de sair, mal comeu no horário do almoço.

Ao meio dia já estava pronta com um vestido atraente e feminino. Tinha optado por um vestido branco com estampas amarelas. Deixou os cabelos negros soltos, tinha os lavado no dia anterior. Estavam ainda macios e perfumados. Colocou uma sandália de couro cru e uma bolsa do mesmo tom da sandália.

Sua mãe já havia dado permissão a ela de ir à casa de Rachel, mesmo sabendo que seu pai não aprovaria. Nisso, sua mãe a entendia, sabia que ela precisava de alguma liberdade.

Quando deu umas duas da tarde, Brittany viu o motorista estacionar em frente à casa de Rachel.

Brittany, mesmo impaciente, esperou ele abrir a porta. Muitas vezes, ela tinha vontade de sair logo que o carro estacionava, mas não o fazia, pois um dia ela o fizera na frente de seu pai, e o chofer levou uma bronca de Arnold, isso a deixou arrasada e ela nunca mais repetiu o gesto.

Brittany desceu nervosa. Suas pernas estavam moles, seu coração parecia que ia sair do peito, diante da perspectiva de falar com Santana.

Brittany foi até a porta e tocou a campainha. O senhor Leroi Berry abriu e lhe sorriu.

— Brittany... Rachel a espera?

— Eu na verdade, não vim ver Rachel, mas gostaria de falar com Santana.

Leroi ergueu a sobrancelhas surpreso.

— Vou chamá-la. Entre.

Brittany entrou na sala e sentou-se no sofá. Viu o senhor Leroi subir as escadas e nervosa, levantou-se, foi até a janela e tentou se concentrar no jardim para se a acalmar. Sabia que teria uma conversa difícil com ela. Ouviu passos na escada e se virou, seus olhos azuis se encontrariam com os negros dela. Ela estava abatida, com olheiras profundas ao redor dos olhos, mais magra do que se lembrava. Vestia um short surrado e uma camiseta apertada branca.

— Oi Santana.

Santana a fitou séria sem expressar qualquer reação. Brittany se aproximou mais dela, sem tirar os olhos dos dela.

— Podemos ir ao jardim? Naquele lugar que você me mostrou aquele dia na festa?

Brittany a estudou por um momento e assentiu sem nada dizer. Ela foi à frente e Brittany a seguiu.

O sol estava alto, o calor lá fora era intenso. Brittany a viu sentar-se no banco, fitando o chão, ela sentou-se ao seu lado.

— Santana. — Ela a chamou num tom sofrido e isso fez com que ela direcionasse seus olhos negros para ela.

— Eu vim para explicar-lhe os motivos que me levaram negar-lhe nos conhecer melhor. Mas antes eu quero te fazer uma pergunta.

Santana a fitou intensamente e por fim respondeu.

— O que você ainda não entendeu que eu ainda precise responder suas indagações?Eu fui muito clara com você.

Brittany mesmo diante do tom hostil dela, ela perguntou-lhe.

— Até que ponto você lutaria por mim?Você enfrentaria meu pai, um homem autoritário, que fará de tudo para nos separar? Sabe lá o que ele é capaz de fazer, para nos separar. Se eu não te aceitei, foi por temer por você. Eu nunca enfrentei meu pai, mas eu sei o que ele é capaz. — Brittany o fitou tristemente. — Meu pai sonha para mim, um homem com uma boa condição financeira, algum magnata que será seu sucessor nos negócios da família.

Santana a fitou pensativa e se reclinou no banco.

— Que negócios são esses?

— Ele é dono do terceiro maior estaleiro do país, especializado em barcos á vela.

Santana ficou pálida, ela a observou melhor, seus cabelos loiros um pouco abaixo dos ombros, seus olhos azuis, a pele bem cuidada.

— E você, Brittany até que ponto você lutaria por mim? Pois saiba que eu não aceitaria, caso nos casássemos, um centavo de seu pai. Você teria que deixar tudo para trás.

— Eu não dou a mínima para minha condição financeira. Pelo contrário, eu adoraria ter nascido em um lar comum. — Brittany disse emocionada, com os olhos marejados de lágrimas, que ela não conseguiu esconder. — Temo, pois meu pai sempre me poupou, não tenho profissão, não me sinto preparada para a vida. Caso nos casemos, o que eu faria?

Santana se levantou e a puxou para seus braços, Brittany chorou em seu peito. Santana beijou-lhe os cabelos e indagou-lhe, com ela apertada a ela.

— Brittany. Você não respondeu minha pergunta, só preciso saber isso de você?Você enfrentaria seu pai por mim?

Brittany se afastou e enxugou ás lágrimas.

— Sim, eu enfrentaria.

Santana lhe indagou emocionada, lágrimas brilhavam em seus olhos.

— Agora, que veio para mim, significa que confia em mim Brittany? — Santana perguntou, começando a fazer carinhos nela.

— Claro que sim — ela murmurou, virando para Santana.

— Oh, Brittany, amo você. Não importa o que aconteça, nunca mais vamos nos separar. Eu enfrentaria tudo por você.

Seus lábios se uniram em um beijo apaixonado. As mãos de Santana em torno de sua cintura começaram a acariciá-la. O coração de Brittany batia furiosamente em seu peito. Santana sentia a resposta de desejo de Brittany, faltava pouco para suas mãos invadirem seus seios, ela provocava nela sensações que nunca uma mulher conseguiu, e o fato dela corresponder seu desejo fazia-a lutar o tempo todo para se controlar com ela. A resposta de seu corpo ao lado dela era insaciável. Precisava tê-la, queria amá-la, queria enlouquecê-la, fazê-la gemer em seus braços.

Santana a afastou ofegante, a fitou emocionada em se deparar com a intensidade do sentimento e as sensações que ela lhe despertava.

— Eu te amo Santana.

— Oh Brittany, é tão bom ouvir isso.

Santana passando os dedos pelo seu rosto continuou...

— Não tema o futuro. Vamos apenas nos conhecer sem pressa, e se realmente evoluir para um casamento, esteja certa que eu sei que posso cuidar de você. Confia em mim. Tenho certeza que seu pai vai acabar me aceitando. — Santana disse aquelas palavras, mas no fundo de seu coração temia, pois ela estava acostumada com todo o conforto. E Santana? O que poderia oferecer a ela? Ela sempre seria uma proletária, mas egoisticamente a amava para abrir mão dela. Ela fazia-a querer lutar para ser alguém. Queria lhe dar todo o conforto.

Pensamentos confusos dilaceravam seu peito. Sempre fora taxada como uma derrotada por seu pai, isso ainda a perseguia. Queria um dia ver nela um olhar de admiração. Queria que ela se orgulhasse dela...

Notas finais
Que fofo, e Santana ja tá sentindo coisas, será que ela consegue, proximo, Brittany deve ou não conhecer o quarto da Sntana? Só no proximo beijos.