P.S - Love To Love You.
3 P.S - Capítulo 3
Notas iniciais
Nos vemos nas notas finais!
Não estou acreditando no que meu coração está fazendo comigo! Logo depois de dias estranhos e loucos sonhei com Jasper, foi bem diferente, mas parecia tão real, era como se eu estivesse culpada por algo que causaria muito sofrimento a alguém que não merecia, um a fazer meu que destrói completamente a vida de um ser... Não sei exatamente como foi, mas fiquei pensativa e com um pouco de medo do que poderia acontecer... Quem seria essa pessoa? Bom, achei que isso apenas seriam coisas cientificas e inexistentes que passaram por minha mente e acabei deixando para lá, mas o que realmente estava me deixando louca foi à maneira em que aquele pequeno gesto de Jasper me fez ficar boba! Estou à semana inteira com isso na cabeça! Não acredito... Será que estou mesmo me “apegando”? – Pensei admirada.
Nunca fui o tipo da menina que se apaixonava, que chorava por garotos, era bem durona e não eram pequenas coisas que faziam à diferença em meu ponto de vista, mas aquele malandrinho realmente me chamou atenção, me atraiu de verdade, não conseguia passar mais do que 24 horas sem o vê-lo ou ouvir o seu nome, estava sentindo dentro de mim um sentimento que nunca havia se quer passado, não sabia ao certo se esse extraordinário encantamento era pela sua simpatia, beleza, gestos... Enfim tudo isso estava me incomodando um pouco por ser muito diferente para mim, mas procurava me acostumar, pois já estava fazendo parte da minha rotina.
Durante toda a semana perturbei Jéssica para tentar conseguir o número do telefone do meu mais novo “paixonite”, até porque a pilantra já estava bem amiga do tal novato, o que me deixava bem enciumada por conta das conversas em que a mesma me contava e sempre a rotina se repetia, uma roda de amigas (os) para falar de um mesmo assunto! Acho que é mania de adolescente. – Risos.
Foram dias seguidos de sonhos e pesadelos com o carinha que conseguiu me conquistar e o tempo todos os meus pensamentos eram ligados aos olhares diários que Edward fazia, até que finalmente veio cair a ficha para mim, que ele poderia está apaixonado por mim, mas logo isso me interrompia por pensar que um garotinho que desde pequeno acompanhou minha trajetória e nunca chegou a dizer nada, muito menos dar uma pista, diferente de mim que em poucas semanas já estava completamente e perdidamente louca por Jasper. Pensava eu, falando em voz alta! Logo todos meus contos de fadas foram interrompidos:
– O que disse Bella? Perguntou ela abrindo a porta do quarto querendo se intrometer mais uma vez na minha vida pessoal.
– Mãe!... O que estava fazendo, me espiando?
– Como assim? Está louca? Falando sozinha?
– Na verdade não... Só estou pensando na vida, na escola...
– Devia parar um pouco pra pensar em Edward, ele está sofrendo muito com algo que está dentro dele, Esme já fez de tudo para que ele possa falar o que sente, mais ele não quer expressar, talvez ele conte a você! – Quando ouvi essas palavras saindo da boca de minha mãe automaticamente gelei, meu coração começou a bater mais forte, e o que eu havia pensado? Estava bem fria, não sabendo o que responder ou dizer naquela situação, porém, acabei fazendo o querer de Renée, a qual a mesma saiu do quarto com um aspecto bem preocupado!
Ao chegar à casa dos Cullen’s, Esme logo estranhou minha presença, mas gentilmente convidou-me para entrar o qual logo agradeci andando em direção ao quarto de Edward para tentar convencê-lo a dizer o que o incomodavas naquele momento, precisava-me aliviar, além dos transtornos que estava vivenciando com Jasper, ainda por cima de tudo havia isso, era muita coisa para minha cabeça! – Pensei.
Ao chegar no seu quarto, me senti um pouco constrangida, com todas aqueles objetos masculinos que me arrodeavam e logo me deparei com Edward fazendo o que sabe fazer de melhor, tocar piano, mas em um toque extremamente calmo e dócio o qual me deixou abalar pela sua aparência triste e comovente. Sentei na cama, olhei para seu rosto e acompanhei de um sorriso meigo, contudo ele não deu bola, parecia realmente magoado, apesar de tudo, eu sentia medo de que essas suas ações estranhas fosse por minha causa! Não agüentando mais aquela situação, acabei desembuchando:
– Oi?
– Olá. – Disse ele como se não estivesse a fim de papo. Ao perceber a maneira de sua resposta, decidir ficar quieta; Não teve jeito, o silêncio dominou nosso dialogar, então fui ao ponto direto:
– O que está acontecendo com você?
– Sua mãe que te obrigou a vir aqui falar comigo? Nunca havia visto Edward falar daquele jeito comigo, após a resposta concluir que alguma coisa tinha haver comigo e logo com vergonha respondi:
– Na verdade ela apenas me avisou, eu que me preocupei com você... Murmurei.
– Não faz isso, por favor, não fale como se eu fosse à pessoa mais importante da sua vida. Respondeu ele.
Após ver a situação do jovem, fiquei com um certo dó e logo finalizei:
– É uma delas!
Ele nervoso, foi em direção ao seu armário para pegar sua bolsa escolar e logo com todo o drama que estava sobre nós, o mesmo me chamou gentilmente para uma carona com sua mãe que ia o deixar na escola como todos os dias. Não consegui aceitar o convite, era muita pressão a mim! Não ia conseguir olhar em sua cara, após aquela certa desconfiança dele sobre mim, não sabia ao certo como ele podia ter a capacidade de ler meus pensamentos e saber o que eu realmente sentia.
Após minha decisão de ir a pé para a escola, o caminho chuvoso e cansativo despertava certa preocupação para mim, mas a chegar a frente do colégio e ver o meu verdadeiro príncipe, abriu completamente um sorriso em meu rosto, esquecendo completamente meus problemas e discussões, entrei no portão e passei mas uma bela manhã de uma semana inteira e longa pela frente; bem repetitiva!
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