Our stations.

4 Inverno --- Safe & Sound


Notas iniciais
Oi! :) A parte em itálico são as memorias. Espero que gostem. Boa Leitura.

A manhã se ia junto com o dia, a noite chegava. E se ia... E ela?

Ela sorria para mim, mesmo se o mundo acaba-se ela sorria. Estávamos Salvos.

Até que ela chorou e a chuva chegou e junto com as gotas de água que caiam, nos nós perdemos.

A neve cobria as ruas, na frente de algumas casas tinha bonecos de neve e dentro das mesma as crianças tomavam chocolate quente com biscoitos. O frio castigava o Alasca.

–Kol!- exclamava estressadamente uma moça.0 Não acredito que não fiz isso!

–Não fiz mesmo!- rebateu o homem.

–Não era um grande trabalho, eu só pedi para tirar a neve da entrada da casa! Qualquer pessoa conseguiria, imagina você!

A mulher estava irritada e não parava de falar, até que o homem a calou, de uma forma que mesmo não falando ela amava, com um beijo, um lindo e ardente beijo.

–Se... Se toda vez que... Se você...

–Se eu o que bruxinha?- perguntou sínico.

Ela respirou fundo.

–Se toda vez que eu reclamar de algo você fizer isso, não vai funcionar.

Ele a olhou e sorriu torto.

–Eu acho que vai sim.

–´-´-´-´-

O dia em Nova Orleans estava claro e o céu limpo. O dia estava perfeito para o casamento que aconteceria a noite, a união da realeza de Bayou.

Então tão depressa quanto o dia nasceu ele se foi dando lugar a uma noite, cheia de estrelas.

Já no fim da união/casamento todos foram comemorar, menos quatro pessoas, elas não riam ou comemoravam, elas choravam.

–Sabe Nik? Eu olhava... Para você, eu... Eu...Eu... Olhei a vida inteira para você, quis ser você, parecido com você.- Falava Kol, que estava no corpo de Kalev, ele não parava de tossir, parecia sofrer, mas tinha um sorriso no rosto vermelho, por causa do sangue.- Me desculpe Nik, eu não... não pode... eu queria... mas, não consegui.- Tentou falar, ele estava com lagrimas nos olhos.

Klaus o olhava estático o olhando, seu pobre irmão estava morrendo novamente e como na primeira vez, ele não podia fazer nada.

Poucas vezes Klaus se sentiu sem forças, decepcionado consigo mesmo. Hoje era uma dessas vezes.

–Você é um bom garoto Kol, eu sinto muito não te-lo deixado viver sua vida, meu medo de perde-lo era maior. Medo de ficar sozinho, de ser derrotado. Eu sinto muito... Sinto muito... Ter te destruído!

E uma unica lagrima caiu dos olhos de Klaus, e Kol e olhou e piscou com uma certa dificuldade como se disse-se: 'todo bem' ou 'já passou'.

–E minha linda irmã, minha parceira de crime.- Falou sorrindo para Bekah.- Elijah você foi meu exemplo de pai, como eu senti raiva do... do... Nik quando ele te tirou de 'mim'. -Ambos sorriram para ele carinhosamente.

Rebekah que estava com a cabeça dele no colo afagou os cabelos dele e disse num pingo de voz.

–Vai acabar tudo bem Kol, eu irei achar uma forma de te trazer de volta, eu prometo.

Kol começou a tossir e sangue saia da sua boca.

Ele estava morrendo!

Davina estava sentada num canto falando feitiços aleatórios .

–Eu estou tentando, aguente só mais um pouco. — Ela implorava desesperada.

Ele a olhou e sorriu mais abertamente.

–Tudo bem humm... Eu estou bem... Eu estou bem.- ele esticou a mão para ela pegar, e assim ela o fez.- Você vai fica bem, vai seguir com essa vida adoidada.- Falou sorrindo.

Ela o encarou com os olhos cheios de lagrimas.

E então numa noite linda, cheia de estrelas, ele se foi, a deixando chorando. Se foi com um sorrido no rosto, que dizia: 'Eu sou Kol Mikaelson, a morte é muito pouco, eu voltarei.'.

As cores se difundiam, a visão ficava turva, a luz o confundia.

E então com um sopro ele abriu os olhos. Olhando ao redor viu Klaus, Elijah, Rebekah ( No seu corpo) , viu uma linda menininha que o encarava curiosa, e Davina, que sorria para ele.

–Quem é ele papai?- sussurrou a menina para Klaus que sorriu.

–Esse é seu tio Kol!- Olhou para Kol sorrindo.- Bem-Vindo de volto irmão!

Todos sorriam para ele.

–Obrigada.

Depois de todas as apresentações, beijos, gritos, tapas, etc, todo ficou bem.

–Você tem certeza D?- Perguntou Marcel pela decima vez.

–Sim! Fique calma, só é uma faculdade, eu voltarei daqui a alguns anos, fique bem.

–Eu sei, mas ele estará com você.

–EIIII eu estou aqui!- Falou Kol.

Davina só riu dos dois.

–Você deve saber que eu não sou nenhuma santa, eu ficarei bem.

Enquanto ela abrasava Marcel e Josh, Kol dava um até logo aos irmãos.

–Nós vemos em breve!

–Vou sentir sua falta.

–Viva Bekah, assim como eu estou começando a fazer.- Ele disse sorrindo, ela concordou com a cabeça.

–Boa Sorte irmão.- Disse Klaus.

–Obrigada Irmão.

Ambos sorriram e se abraçaram.

Até que Kol sentiu umas mãozinhas penduradas nas suas pernas.

–Você não deveria está dormindo pequenina?

–Não tio Kol, eu já sou Grandi. — Disse Hope fazendo todos rirem.- Eu ti amor tio.- Falou a menina o dando um beijo.

–Eu também te amo minha princesinha linda.

E depois das despedidas eles se foram.

Viver.

–´-´-´-´-

–Kol eu tenho que estudar, lembra? Foi para isso que viemos para esse fim de mundo.

–Não precisa não. Você precisa dar atenção ao seu namorado que te amo muito e quer carinho.- Falou distribuindo beijos pelo pescoço dela a deixando arrepiada.

–Que peninha do meu namorado.- Falou rindo.

Eles se beijaram.

–Seus lábios são frios.- falou ela rindo.

–E os seus são quentes.

–Eu amo o fato deles serem frios.

–Só ama isso?

–Ah é mesmo... Eu também te amo.

Olha-lo era estranho, o olhar dele era sempre frio, ele me falava que o meu olhar era quente, por isso nos nós completávamos, os opostos.

Ele era o inverno, nunca gostei tanto de frio até que comecei a...

Ama-lo.

Notas finais
Gostaram? Continuam? Mereço comentários? Talvez eu tenha uma surpresa para vocês.